Os Guardiões

2 Capítulo I O Inicio da Aventura


Notas iniciais
Eu falei que tava de volta! Se tiver alguma dúvida sobre as outras fics minhas, acesse meu blog que está no meu perfil e vocês terão as respostas.

—150 Anos da Terra depois-

Dentre as mais vastas regiões da galáxia, uma nave vaga sozinha na escuridão do espaço, uma grande nave de cor azul-escuro cujo nome é Nebulosa.

Dentro da nave somente há um homem. Ele está sentado em uma cadeira, ouvindo Shoop (Salt N Pepa) com fones de ouvido antigos enquanto faz um desenho com um lápis em um pedaço de papel, esse homem é Azyr II que eu apresentei no prólogo, meu caro leitor. Apesar dele ter sido apresentado anteriormente de um jeito “foda”, como vocês dizem, ele é imaturo, irresponsável e um pouco retardado, porem ele é um guardião muito poderoso e inteligente.

Enquanto ele desenha, alguém chega por traz dele e retira seus fones e fala:

-AZYR, CARALHO!

-Ai caralho. Não precisa gritar! –diz Azyr.

-Eu estou te chamando e tu não me escuta! Fica usando esse... dispositivo sonoro humano.

-O nome é fone de ouvido, velhote.

Quem removeu os fones de Azyr foi Ryza I, seu falecido pai que é da raça Shuryma'ah e o último Imperador da mesma. Você deve estar se perguntando -Falecido pai? Se ele está morto, como ele está na nave com o Azyr?- Esse Ryza é um “holograma” gerado a partir do cristal de sua lança (que na verdade é um cetro, mas como tem formato de lança, Azyr deu um jeito de utilizar como arma.) e esse holograma possui todas as memórias de Ryza.

-Me explica uma coisa, pai. Se você é um holograma do cristal da lança, como caralhos você consegue mover as coisas?

-Não fui eu que criei o cristal, mas sei que se você utilizar muita mana, a projeção pode ficar em forma material, e eu já te falei que isso NÃO É UMA LANÇA! É UM CETRO! O Cetro Imperial que você transformou em uma lança!

-... ué...

A conversa entre os dois fora interrompida por um pequeno “bip”, que era do comunicador da nave. Azyr foi até o painel de controle da nave e apertou um botão azul. Nisso um holograma azul se projetou, mostrando a figura de Kepler, o Mestre dos Guardiões que eu apresentei no prólogo.

-E ai, velho. –diz Azyr. –O que tem pra mim hoje?

-Já falei que não é pra me chamar de velho, Azyr! –diz Kepler. –E preste bastante atenção, Azyr, pois a missão que eu tenho pra você é muito importante e delicada.

-Manda ver, me mostre o que tem.

-Estou enviando você até um planeta que fica no meio da região oeste da Orla Média, capital de um grande império. Será uma missão diplomática e de recrutamento.

-Recrutamento?

-Sim, você irá até o planeta e detectará quem será o mais novo Guardião desse império e, consequentemente, você irá ser o tutor dele.

-Eu? Tutor? De um recruta? Você tem certeza?

-Eu também estou preocupado com essa minha decisão. Mas eu pensei bem e escolhi você pois você já tem suas experiências com a espécie desse império.

-Espera um pouco. Quem é a espécie que pertence a esse império?

-Bem... São os Keidrans...

Um silencio tomou conta da nave. Kepler já sabia que essa iria ser a reação de Azyr, porém não sabia a resposta dele. Azyr levantou-se da cadeira e disse:

-Desculpa, mas eu tô fora.

-Azyr, espere. Eu sei que você teve experiências não muito boas com uma Keidran, mas reconsidere o meu...

-Desculpa, mas procure outra pessoa.

Então Azyr encerrou a transmissão.

Azyr virou-se e caminhou até uma porta, onde estava Ryza de braços cruzados. Antes de Azyr atravessar a porta, Ryza diz:

-Você não pode fugir para sempre de seu passado, filho.

-...

O comunicador voltou a apitar, porém Azyr não iria responder. Então Ryza foi até o local do comunicador e ativou o holograma de Kepler. Kepler não podia ver Ryza, somente Azyr podia. Kepler viu Azyr de longe e disse:

-Olha, eu tenho uma outra missão pra você... Detectamos um distúrbio no espaço-tempo e na Mana, perto do planeta Ken-V... Vá lá e descubra o que houve... e pense sobre a missão com os Keidrans... caso mude de ideia, me comunique...

Após dizer isso, Kepler encerrou a transmissão. Azyr ficou pensativo, então virou-se, foi em direção ao painel de controle da nave e acionou o Salto (seria o hiperespaço de Star Wars) nas coordenadas do planeta Ken-V.

-Mudou de ideia perante a missão de Kepler? –Perguntou Ryza.

-Bem... Quando acabar essa missão “secundária” eu resolvo. –responde Azyr.

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Após a Nebulosa sair do Salto, Azyr chega ao planeta Ken-V. Este planeta era totalmente tecnológico, com poucas regiões verdes. A água que era usada para nutrir a população vinha do subsolo ou era importada de outros planetas.

Ao adentrar no planeta, Azyr dirigiu a Nebulosa até a capital do planeta chamada Lytreon, onde pousou-a em um hangar.

Azyr pegou seu cetro, colocou seu capacete d’ourado e saiu da nave, acompanhado de Ryza. Eles andaram pelo centro da cidade, que era muito movimentada por várias espécies aliens.

-Então, aonde exatamente está o causador desse distúrbio? –perguntou Azyr.

-Não consigo sentir nada... –diz Ryza.

Eles continuaram a andar até chegarem na frente da entrada de um bar.

-Espere... –diz Ryza. –Estou sentido algo diferente vindo deste bar.

-E o que seria? –perguntou Azyr.

-É algo que eu nunca senti antes... É uma mulher... Ela é humana... Mas tem algo de errado com ela...

-Desembucha logo, pai, o que essa mulher tem de diferente que está preocupando você.

-Ela... Ela não tem Mana.

-Como é?

-Não nenhum ponto de Mana presente no corpo dela...

-Isso é impossível. A Mana está em tudo e que faz todos os seres vivos continuarem vivos. Você não está se confundindo com uma maquina?

-Não, ela tem carne, nervos, sangue passando pelas veias. Ela é 100% orgânica.

-Bem, deve se isso que o Kepler sentiu. Vamos entrar pra dar uma olhada nessa “mulher sem mana”.

Azyr abre as portas do bar e adentra no local, Ryza apenas atravessa a porta, já que o corpo dele não é algo material. O bar está lotado, cheio de pessoas de várias raças humanoides. Azyr sentou-se em um banquinho enfrente o balcão e pediu uma dose de Soou. O garçom que possuía um grande pescoço e três grandes olhos serviu a bebida azul (não me perguntem do que é feito sapoha) em um pequeno copo de vidro. Azyr tomou em um gole enquanto observava a multidão, buscando pela “mulher sem Mana”.

Enquanto ele observava o povo, ele sentiu alguém se aproximando atrás dele e rapidamente sacou seu cetro/lança e defendeu o golpe de espada que fora dado por uma mulher de cabelos longos e negros. Azyr olhou nos olhos negros e sem vida da mulher. Azyr, então, deu um paço para traz e ficou em posição de defesa. Nisso, a mulher disse com uma voz fria e sem vida:

-Azyr Drak Connor II?

-Quem quer saber?

-Você deve ser exterminado.

-Minha bela, não é a primeira vez que eu escuto isso.

A mulher, então, foi para cima de Azyr. Ele se preparou para receber o golpe, porem a mulher sumiu e reapareceu atrás dele. Com dificildade, Azyr consegui se defender do golpe.

Azry olhou ao redor e viu as pessoas apavoradas, então disse:

-Que tal levarmos isso para um outro lugar?

Então ele pulou pela janela do bar, quebrando-a, a mulher foi atrás.

Do lado de fora, a mulher misteriosa observava ao redor, procurando por Azyr. Foi quando ela olhou para cima e viu Azyr se movimentando pelos grandes prédios da cidade. Ela agachou-se e deu um falto tão forte que o chão ao redor dela quebrou-se. Ao chegar encima de um dos prédios ela avista Azyr indo para a direção Leste, então ela começou a correr atrás dele.

Azyr chegou até um campo aberto que fica no meio de prédios autos. Ryza, então, surge duma nuvem de areia e diz:

-Entendo. Você vai atrai-la pra este campo aberto para que menos pessoas morram?

-Na verdade não. Tá ligado aquelas duas “pilastras” com umas bolas azuis?

-Sei. O que é que tem elas?

-Elas são conexões de energia, caso der merda na luta, é só fazer aquela mulher passar entre as pilastras de energia e teremos um churrasco.

-... Sabe, as vezes você me preocupa.

Nisso a mulher surge com um olhar frio, olhando para Azyr. Azyr prepara seu cetro/lança e diz:

-Então, querida, vamos dançar?

A mulher, então, empunha uma espada prateada e vai para cima de Azyr, que consegue defender-se. Após um tempo de luta, a mulher começa a se movimentar mais rapidamente, desferindo vários golpes de espada em Azyr, que tem dificuldade em defender-se. Azyr, então, dá um pulo para traz e afasta-se da moça.

-Você é bem rápida. Me diga, qual seu nome?

-Eu não possuo nome. Sou um modelo da unidade Z-900, vocês chamam-nos de Sentinelas. Nossa unidade foi feita para caça e matar todos os Guardiões existentes.

-Ok... (Ta louquinha essa ai).

Após dizer isso, ela volta a tacar Azyr e, desta vez, consegue feri-lo no braço, causando um corte profundo, o sangue começava a escorrer e uma fumaça saia da ferida. A dor era ardente.

-Como você conseguiu essa arma? –pergunta Azyr.

-Nossas armas são feitas para anular a regeneração e também para cortarem todo o tipo de matéria existente.

“Agora ferrou de vez.” Pensa, Azyr.

Azyr olha para todos os lados, procurando algo que lhe de vantagem.

-Tentar resistir é inútil. –Diz a mulher se aproximando de Azyr.

Azyr, então, ergue sua mão direita, onde forma-se uma grande lança feita de areia, e a arremessa, acertando uma das pilastras de energia que estava do lado da mulher.

-Errou. –diz a mulher.

-Eu não mirei em você, lata-velha.

A pilastra, então, começou a entrar em curto e, nisso, começou a eletrocutar a mulher até torra-la completamente. Após isso, a mesma caiu no chão, aparentemente morta. Azyr se aproximou do corpo dela e deparou-se com um endo-esqueleto metálico, pois a parte orgânica do corpo da “mulher” fora transformada em pó.

-Intrigante, não? –diz Ryza.

-Uma máquina com parte orgânica... eu já vi isso em algum lugar...

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De volta à Nebulosa, Azyr senta-se de frente do painel de controle da nave e “liga” para a base dos Guardiões e quem atende sua comunicação é Hera, uma fêmea humanoide da tribo Arachna, da espécie Insectóidyz. O corpo dela é igual aos humanos, mas tinha alguns aspectos aracnídeos, como olhos completamente vermelhos. Ela está usando uma armadura d’ourada e porta uma longa espada. Ela é a segunda em comando, depois de Kepler.

-Olá, “Herinha”! –diz Azyr, de um jeito brincalhão.

-Já falei para não me chamar assim, Azyr. –diz Hera irritada.

-Porque? Ta com vergonha?

-Cala a boca e me fala logo o que você achou em sua missão.

-Mandona como sempre... Bem, eu encontrei um androide.

-Um androide?

-Um ciborgue, melhor dizendo. Um endo-esqueleto metálico revestido por tecido orgânico vivo.

-Deve ser algum novo modelo de Assassinos dos Grox.

-Bem... eu discordo que seja alguma maquina dos Grox.

-E porque você diz isso?

-Primeiro, o robô se auto denomina Sentinela, e não existe nenhum modelo com esse nome produzido pelos Grox e, também, é estranho essa máquina ter um núcleo de energia que equivale a uma Supernova explodindo.

-Nossa... Mas esse nome, Sentinela, não me é estranho...

-Com licença, Hera. –diz uma voz atrás da mesma.

-Kepler? Você não estava em reunião? –diz Hera, intrigada.

-Estava, mas estava chato pra caralho e decidi voltar mais cedo. Preciso que você de uma olhada em uns arquivos da Grande Biblioteca pra mim.

-Ok, já estou indo.

Hera se retira, deixando Kepler e Azir a sós na transmissão.

-Sentinela, você diz. –Diz Kepler.

-Sim. Você conhece esse modelo?

-Nunca vi um pessoalmente, mas já ouvi falar. Os Sentinelas eram maquinas perfeitas em tudo, eles tinham uma inteligência artificial ligada à um super-androide chamado O Vigia. Eles foram feitas para caçar e exterminar quaisquer ser com poderes envolvidos com a Mana.

-Bem, e o que esse Sentinela tem de tão interessante a ponto de deixar a missão em nível Galáctico?

-O problema é que O Vigia e os Sentinelas foram criados no início do Grande Império Sombrio e foram destruídos junto com esse império.

-Espere, o Grande Império Sombrio fora surgir na Terra em 2018 pelo “H”.

-Exato! Esse Sentinela que você capturou não deveria existir na nossa era. Traga-o para a gente poder analisa-lo melhor.

-Beleza. E Kepler, sobre o assunto com os Keidrans... Eu topo.

-Ótimo! Eu sabia que poderia confiar em você... Aliás, deixa eu perguntar. Cade o Sentinela?

-Deixei ele nos fundos da nave, não esquenta, ele ta desativado.

-Fique esperto caso ele reative. Vou mandar as coordenadas do planeta K, não demore. Kepler desligando.

A transmissão se encerrou. Azyr ficou pensativo um pouco até que uma luz vermelha aparece no monitor. Azyr deu uma olhada e viu “Erro no Anulador de Inercia”.

-Era só o que me faltava.

-Eu disse pra você comprar uma nave nova ao invés de ficar com esta velharia. –diz Ryza.

-A Nebulosa não é velharia e você sabe disso. Vou ir dar uma olhada no que deu de errado no anulador.

Azyr levantou-se e virou-se e nisso, bem na sua frente, tipo, uns 2m de distância, estava o Sentinela olhando para ele com aqueles olhos robóticos com brilho vermelho. O Sentinela agarrou Azyr pelo pescoço e lançou-o para fora da Sala de Comando da nave, caindo contra o chão.

-Ai caralho... –diz Azyr. –Desta vez vou garantir que você não reative, sua lata-velha do cara... Pera, o que você tá fazendo?

O Sentinela estava destruindo o painel de controle da nave. Uma voz robótica dizia enquanto isso –“Gravidade Artificial Desativada, Anulador de Inercia Desativado, Suporte de Vida Orgânica Desativado”

-PARA DE DESTRUIR MINHA NAVE! –grita Azyr furioso e flutuando.

Azyr cria uma lança de areia e arremessa-a contra o Sentinela. A lança atravessa o corpo metálico da máquina, mas também atinge o painel de controle e a voz robótica diz: “Iniciando Salto para o Planeta K”

-... Aaaah, merda. –diz Azyr.

Em poucos segundos, a nave danificada realiza o Salto, lançando e prensando Azyr e o Sentinela contra a parede da nave, já que o Anulador de Inercia fora desativado.

-Eu... odeio... a física... –diz Azyr com dificuldades.

-Ué, pensei que você gostava de exatas. –diz Ryza, que era o único de boa na nave, pois era só um holograma.

-Você não tá ajudando...

Após alguns segundos, a nave sai do salto, lançando Azyr e o androide violentamente contra uma outra parede da nave.

-AAAAAAAAH... PORRA! –Fala Azyr, sentindo muita dor. –Ainda bem que tenho regeneração rápida...

-Olha a cabeça.

-Que... AARG!! –Azyr leva um forte golpe do androide na cabeça.

-Eu avisei.

O androide vai em direção ao Painel de Controle da Nebulosa e a coloca em rota de colisão com o planeta. Quando terminou de fazer isso, uma lança acerta-o e o prende à parede da nave.

-VOU DESPEDAÇAR VOCÊ E VENDER SUAS PEÇAS PARA PODER CONCERTAR A MINHA NAVE! –Grita Azyr com raiva. –E... Ué... cheiro de metal queimado...

-Alerta. –Diz a voz da I.A. da nave. –Colisão com uma cidade em 30 segundos.

-MERDA, MERDA, MERDA, MERDA!

Azyr vai correndo pro painel de controle para tentar evitar a colisão com a cidade.

-Estabilizador foi pro saco. –diz ele apertando alguns botões e liberando um tipo de “volante”. –Vou ter que fazer isso a moda antiga.

A nave ia caindo e, com o atrito com a atmosfera do planeta, parecia uma grande bola de fogo rasgando o céu noturno do planeta.

-SOBE, SOBE. –Diz Azyr fazendo força.

A nave ia se aproximando cada vez mais da cidade e parecia que o impacto ia ser iminente.

-FÍSICA, NÃO ME ATRAPALHE AGORA.

No final, com muito esforço, ele consegue estabilizar a nave, passando por cima de um “prédio” de raspão.

-É disso que eu to falando! –diz Azyr, comemorando a quase morte dele.

-Árvore. –Diz Ryza.

-Árvore? Que ar...

A nave colide com uma grande arvore de uma floresta próxima à cidade, fazendo com que a Nebulosa gire algumas fezes até cair no chão, detonando o solo, mas fazendo menos estrago do que poderia ter ocorrido na cidade.

Azyr, protegido por escudos feitos de sua areia, se levanta sobre os escombros e grita.

-FILHA DA PUTA! AQUELE DESGRAÇADO VAI VER O QUE EU VOU FAZER QUANDO LEVAR ELE PRO LABORATÓRIO!

-Falando no robô. –diz Ryza. –Onde caralhas ele tá?

-... Merda!

Azyr faz algumas areias cobrirem seu rosto, formando um capacete d’ourado. Ele sai da nave correndo e, quando sai dela, vê o androide preparando para atacar dois “nativos” do planeta. Eles eram Keidrans, uma raposa macho de pelos laranja e uma loba de pelos brancos.

Quando o androide ia atacar, Azyr pega-o com suas areias e o levanta no ar. Com muita força, e raiva, parte-o ao meio, desativando-o instantaneamente.

-CHUPA LATA-VELHA! –Grita Azyr comemorando. –ISSO VAI TE ENSINAR A NÃO QUEBRAR A MINHA NAVE DE NOVO!

-Hã... obrigado por nos salvar. –diz o Keidran raposa. –Mas... quem exatamente é você?

-Hã? Ah! Verdade. –Azyr remove o capacete de areia –Eu sou Azyr II, sou o Guardião que veio tomar conta do planeta até que o Guardião Keidran de as caras.

-A tá. –Diz a Keidran loba. –Isso expli... perai, o que você disse?

-É isso mesmo o que você ouviu, lobinha, sou eu que mando nessa porra agora e, se vocês puderem, vou precisar de algum mecânico para concertar a minha nave e...

Nisso a Nebulosa explode.

-Bem... acho que sua nave vai precisar mais que um mecânico.

-FILHA DA PU-

E a nossa jornada começa.