Os Golpistas
22 O resgate
Notas iniciais
Obrigaduuh por todos os Reviews recebidos!!! Amei todos.
PROMETO QUE IREI RESPONDÊ-LOS.
É que entrei apenas para postar o Cap ta;)
MASSS VOU RESPONDER TODOS.
AVISOS IMPORTANTES:
Bom A partir de Agora usarei bastante a PEG na Fic, já que ela vai entrar como espiã no grupo do nosso JARED.
Aviso também que um novo PERSONAGEM irá aparecer.
ADVINHEM?????
Jamieeee neh gente rsrsrsrsrs Mas não vou contar como ainda, ele irá aparecer LOGO!!!
Espero que gostem.
Grandão o Cap.
Bom, agradeço a todos mesmo.
Boa leitura.
POV Melanie Stryder
—Ian? Por favor, acorda, preciso saber se você está bem—Meus braços estavam amarradas, assim como minhas pernas, Ian também estava preso, nós dois estávamos amarrados um de costas para o outro—Ian?—Mexi meus ombros tentando despertá-lo. O tal Brad havia mandado baterem nele, um dos seus comparsas distribuiu socos e pancadas em meu amigo, que agora estava desacordado.
O local para onde tínhamos sido tragos, era assombroso, parecia uma espécie de prédio vazio, várias goteiras sincronizavam uma harmonia de sons, o lugar era escuro e bem fedido, acho que algo tinha morrido ali dentro, tossi por diversas vezes, devido aquele mau cheiro.
—Ian?—Votei a cutucá-lo, dessa vez obtive uma reação da parte dele.
—Mel?—Chamou sem muitas forças, gemendo de dor.
—Calma Ian! Estou aqui.
—Eles te machucaram?
—Não, não fizeram nada comigo, como você está?
—Todo dolorido, mais isso não importa, preciso arrumar um jeito de nos tirarmos daqui, esses caras são perigosos Mel.
—Isso já deu para perceber. Tem algum Plano?
—Acho que sim—Aquilo me entusiasmou.
—Diga.
—Eles não pegaram meu celular, está no bolso esquerdo da calça, tente pegá-lo Mel.
—Está bem!—Forcei meus braços tentando afrouxá-los, um nó bem apertado me impedia de movimentar minhas mãos. Depois de muita insistência alcancei o bolso de Ian, estiquei os dedos o máximo possível, puxando seu aparelho celular para fora—Consegui.
—Ótimo, agora disque os números que vou te falar.
—Tudo bem, pode falar—Ian citou os oito dígitos, digitei com muito cuidado para não errar a sequência—De quem é esse número?—Perguntei.
—Do Jared.
—Jura?—Fiquei surpresa.
—Infelizmente eu só sei o dele de cor.
—Certo! O momento exige ajuda, não importa de quem seja.
—Coloque no viva voz, aperte a tecla do lado, a direita, assim ele poderá nos escutar—Pediu.
—Já coloquei—Esperamos enquanto a chamada era completada, em seguida a ligação começou a chamar, na quarta chamada escutamos a voz de Jared do outro lado.
—Por que ainda não voltou para a oficina Ian? Já está tarde, traga a garota logo—Jared perguntou.
—Irmão? Precisamos de ajuda—Ian falou em alto e bom som. Olhei para a porta daquele lugar, precisávamos ir logo, antes que aqueles malditos voltassem.
—Ajuda? O que aconteceu?
—Fomos pegos por uma quadrilha, estamos presos, não vamos consegui voltar, não sem ajuda—Ian terminou a frase tossindo.
—Como isso aconteceu? A onde estão?—A voz de Jared já se encontrava alterada.
—Não tenho tempo para explicar, presta atenção nas coordenadas que vou te dar, não sei ao certo a onde estou, vou te passar tudo o que sei.
—A Melanie está com você? Ela está bem?—Perguntou Jared, juro que fiquei surpresa com a atitude dele!
—Tudo está bem com ela, agora preste atenção.
—Passa o telefone para ela, quero saber se está tudo bem com a Melanie—Ele insistiu novamente.
—Jared?—O chamei—Ouça o Ian, estou bem, mas precisamos da sua ajuda, por favor, escute ele, não se preocupe comigo.
—Espero mesmo que esteja bem—Rosnou—Então me falem logo a onde estão.
—Ok!—Ian começou a passar para Jared todas as informações que ele sabia.
[...]
Pov Jared Howe
—Sei a onde fica, eu já fui muito nesse bairro, pode deixar, estou indo para ai.
—Tome cuidado Jared, não venha sozinho—Avisou.
—Não sou idiota Ian, agora desligue esse celular, fiquem quietos, não façam nada estúpido, chego ai logo. Ah! Mais uma coisa, não deixe que toquem em um fio de cabelo da Mel, ou eu te mato.
—Venha Logo Jared—A chamada foi encerrada.
Fazia pouco tempo que havia voltado da rua, eu tinha dado uma circulada pelos arredores do galpão, porém como eu mesmo sabia, ele estava sobre a vigilância dos capangas da Buscadora. Quando voltei à oficina, pensei que Ian e Mel já tinham voltado, mas Liam me disse que não estavam ainda.
Ai estava o motivo da demora deles, não podia nem imaginar algo de ruim acontecendo àqueles dois. Sai do quarto indo para a sala, todos estavam lá, menos Peter. Dei um sinal para que Connor me seguisse, a principio Hay quis vim também, mas a cortei antes que fizesse isso.
—Hay eu preciso falar a sós com Connor, espero que não se importe.
—Hum! Tudo bem, eu espero—Ela voltou para a companhia de Brooke e Liam.
Connor e eu descemos para a oficina, o mesmo já lançava um olhar preocupado.
—O que houve Jared? Está inquieto.
—O idiota do Ian, ele se meteu em confusão, como se não bastasse levou a Mel com ele também.
—Vamos então, você me explica o resto da história no caminho—Nós saímos pela oficina, avistamos um carro parado no final da rua. Olhei para connor, ele já sabia o que fazer. Nos aproximamos do veiculo, não havia ninguém pela rua, pois já passava das dez da noite. O soldado colocou a mão dentro do bolso do casaco escuro, retirando dois pequenos explosivos.
—Ta doido? Isso vai fazer barulho Connor—Avisei.
—Eu modifiquei esses explosivos Jared, coloquei ácido sulfúrico na base dele, ao ser clicado ele libera o líquido, nada vai se explodir aqui não.
—Nossa! Isso é interessante, então faça logo.
Connor colocou um dos explosivos na maçaneta da porta, não demorou muito para que ela fosse corroída pelo ácido. Abriu a porta destrancando o outro lado para que eu entrasse, fez a ligação dos fios, já que não tínhamos as chaves, ele era bom naquilo, por diversas vezes roubamos carros sem chaves, apenas fazendo ligações de fios.
—Pronto! Liguei.
—Ótimo Connor!—Agora vamos nessa.
[...]
—Tem certeza que é aqui?
—Sim Connor, foi exatamente o lugar que Ian descreveu, não tenho dúvidas, é aqui!—O cenário não era um dos mais atraentes, um prédio abandonado, caindo aos pedaços, rua desabitada, tudo silencioso. Abri a porta do carro saindo, Connor fez o mesmo, mas antes que entrássemos no prédio, ele me parou.
—O que pensa que vai fazer? Temos que ter em mente um plano, não vamos simplesmente entrar, eles podem está armados, não trouxemos uma arma sequer.
—Você tem razão—Por um momento tinha perdido a razão.
—Nunca agiu assim antes Jared, sempre pensa em tudo antes de sair agindo, me estranha que não tenha preparado um plano ao menos.
—Estava sem cabeça, não pensei em nada Connor.
—Essa menina está mesmo te desconsertando, olha o que ela fez com você, o deixou sem imaginação até para formar um plano, afinal é isso que você faz.
—Meu irmão também está lá dentro, devo lembrá-lo disso.
—Está certo Jared, mas por favor, um plano antes.
—O que me sugere então?
—Entrada pelos fundos, é mais segura para nós. Esse prédio está abandonado, com certeza já foi moradia de muitos mendigos e pessoas de má índole, deve ter algumas entradas fáceis, assim que a encontrarmos, poderemos entrar, estudar o lugar, conhecê-lo e por fim salvar Ian e a sua garota.
—Hum... Bem pensado, vamos procurá-las, Ah! Ela não é minha garota—O corrigi e ele sorriu.
—Sei.
Demos a volta no prédio. E como Connor disse, havia uma boa entrada nos fundos, estava totalmente aberta, seria fácil, fácil. Pegamos duas barras de ferro que encontramos pelo chão, nossa missão agora? Salvar meu irmão e a minha garota, que dizer salvar a Melanie.
[...]
Não tínhamos uma boa iluminação, o caminho estava cheio de goteiras, ratos vagavam pelo chão e o mau cheiro me causava até tontura. Estava caminhando na frente, seguido do meu amigo, apertava com força a barra de ferro nas mãos, era preciso cautela, afinal aquele era o campo do inimigo desconhecido.
—O lugar está bem vazio não acha?—Cortei o silêncio.
—Isso que me preocupa—O tom da voz de Connor era tenebroso.
—O que quer dizer?
—Quando eu lutava nas guerras, o primeiro sinal de coisa errada, era a quietação, quando algo está quieto demais, nunca é boa coisa, acredite nisso.
—Se você ta falando, eu acredito.
—Schh!—Connor empurrou-me contra uma parede, foi ai que vimos o desenho de duas sombras ao longe. E para a nossa infelicidade elas estavam se aproximando. Olhei para meu amigo, dando um sinal com a cabeça, levantei a barra de ferro, a deixando na altura dos olhos, esperamos que as sombras estivessem o mais perto possível. Podíamos escutar o som dos passos, seguidos de murmúrios.
—Agora!—Dei o ultimato para que avançássemos para cima das duas sombras, golpeei fortemente a nuca de um, o mesmo caiu no chão desacordado, enquanto Connor prendia o outro usando a barra de ferro, a pressionando sobre o pescoço do estranho.
—Bom trabalho Jared—Connor apertou ainda mais o pescoço do homem, ele tinha uma imensa tatuagem pelo braço.
—Veja só o que pegamos Connor, você foi bem mais forte que seu amigo aqui—Apontei para o cara jogado no chão—Agora me diga, quem é você e a onde os dois prisioneiros estão?—Batia a barra de ferro na mão, esperando a resposta do tatuado.
—Responda seu desgraçado!—Connor o sufocou um pouco mais, o estranho debatia suas mãos nos braços de connor, uma tentativa em vão de se soltar.
—Acho melhor falar, meu amigo não costuma ser generoso—Alertei ao tatuado, que acabou se rendendo.
—T-tudo, bem, eu F-falo—Connor aliviou a barra de ferro do pescoço dele.
—Agora diga quem é você, quantos vocês são, a onde vocês colocaram as duas vítimas?
—São tantas perguntas, não sei por qual começo—O desgraçado ainda teve ousadia para brincar, Connor voltou a apertar seu pescoço, dessa vez com mais força.
—T-udo bem, eu vou dizer—Cuspiu um pouco de sangue no chão—Sou o James, esse ai que você derrubou é o Stanes, fazemos parte do grupo do Brad, somos quatro.
—Quem é Brad?—Connor o interrogou.
—O líder do grupo—Respondeu.
—Grupo de sequestradores?—Indaguei.
—Saqueadores—Me corrigiu.
—Saqueadores?—Ergui uma das sobrancelhas me aproximando do tal James—Você e seu líder pegaram duas pessoas, isso pra mim tem outro nome, não se chama saqueamento não.
—Só pegamos aqueles dois para...
—Para? Continue por favor, estou curioso—Falei.
—Eu não sei o que o Brad queria, nunca pegamos reféns.
—Ahh então isso é inédito?—Lancei um sorriso para Connor—Leve-nos até a onde estão as vítimas, não tente fazer nenhuma gracinha, ou mataremos você.
—Se me matar Brad acabará com a sua raça.
—Não tenho medo do seu líder Brad. Ele é que deveria ter medo de mim, agora você vai fazer exatamente o que eu ordenar, a não ser que prefira uma barra de ferro entalada no pescoço.
—Tudo bem, eu vou guia o caminho, mas acho bom que não me matem.
—Calado ai!—Connor apertou novamente seu pescoço.
—Ainda estou pensando se te mato ou não. Agora vamos, não temos a noite toda—Fiquei com a última palavra.
[...]
—É aqui.
—Tem certeza James?—Apontei a barra de ferro em seu rosto—É aqui mesmo?
—Sim, é aqui sim.
—Ótimo! Segura ele Connor, vou abri a porta.
—Abra logo Jared, o quanto antes dermos o fora daqui melhor.
Chutei a porta com força, o interior era meio escuro, algumas lâmpadas fracas iluminavam um pouco.
—Ian? Mel? Cadê vocês?
—Jared? Aqui Jared?—Reconheci a voz do meu irmão, corri até seu encontro, ele estava nos fundos da sala, amarrado junto a Melanie.
—Eu disse que vinha, não disse—Larguei a barra de ferro no chão, começando a soltá-los das cordas em que estavam presos.
—Vamos logo com isso Jared—Alertou Connor.
—Pronto! Já os soltei, vamos sair daqui—As palavras mal esfriaram em minha boca, quando dois homens entraram pela porta. Um velho carregando uma arma nas mãos, enquanto era seguida por um gordo, bem forte e alto.
—Esses são seus amigos Ian?—O velho perguntou ao meu irmão—Falta de educação entrar sem serem convidados.
—Deixa eu advinhar—Entrei na conversa—Você deve ser o Brad.
—Acertou em cheio, esse é meu amigo Impiedoso—O gordo deu um passo para frente, me olhava feio, que raios de nome era aquele? “Impiedoso”—E aquele ali—Olhou para James que estava preso por Connor—Bom, acho que já devem se conhecer.
—Sim, nos conhecemos lá atrás, assim que golpeei outro amiguinho seu.
—O Stanes? Tudo bem, ele é um incompetente mesmo—O velho riu.
—Pois é, concordo plenamente, o fato é que você pegou duas coisas minhas, eu vim buscá-los.
—E quem é você?—Interrogou-me.
—Jared howe.
—Não brinca? Jura?
—Por quê? Conhece-me?
—Já li algo ao seu respeito, na página policial—Abriu a boca gargalhando.
—Não me diga! Creio que estou famoso agora. Não querendo ser chato, não tenho a noite toda para conversinhas, preciso ir agora.
—Claro, Claro que sim, vocês jovens, sempre com pressa. Só que tem uma coisa meu caro Jared.
—O que é?
—Não posso deixar que os levem com você, são meus convidados agora, não pode tirá-los daqui.
—Não? Quem disse?
—Eu garoto! Aqui dentro quem cita as ordens sou eu—Girou a arma entre os dedos.
—Não sou um garoto seu velho imundo, vim aqui buscar os dois, só sairei com eles, não vai me impedi.
—Se acha corajoso não é mesmo? Mais devo reconhecer, conseguiu entrar aqui dentro, derrubou um dos meus homens, fez outro refém, soltou meus convidados, é muita coragem, ou devo dizer estupidez—Berrou alto, mirando a arma para mim.
—Jared?—Melanie gritou, devia está assustada com a cena, olhei para ela, Ian estava ao seu lado.
—O que?—O velho começou a rir novamente—Vejo que a garota se importa com você—Olhou para Mel—O que ela acharia se eu metesse uma bala no seu crânio? O que?
—Não faça isso—Melanie gritou—Não!
—Comovente, se eu tivesse sentimentos, até poderia derramar uma lágrima—Brad chacoteou—Melanie? Esse deve ser seu namorado então? Já que esse outro—Referiu-se ao meu irmão—É apenas seu amigo, estou certo?—Mel ficou calada, aquela era uma situação bem estranha, talvez as coisas estivessem fugindo de controle.
—Se tentar algo contra qualquer um aqui, meu amigo vai matar o James—Falei, mudando o rumo da conversa.
—Ah vai? Então prova, mate o James—Provocou.
—Nãooooooo Brad, está louco, pare com isso, peça para que me soltem—James gritava—Não quero morrer—Connor me olhou confuso.
—Vai em frente, quero vê se tem coragem para matar ele.
—Faça Connor, mate-o!—Essas foram as minhas últimas palavras. Connor assentiu com a cabeça, voltou a pressionar com força a barra de ferro no pescoço de James, o puxou para cima, levantando seus pés do chão, eles ficaram sacudindo-se no ar, James levou suas mãos para o pescoço, tentando se livrar da barra de ferro.
Olhei para Mel e Ian, eles assistiam a cena apavorados, Brad e seu capanga impiedoso também estavam surpresos. Por outro lado Connor mantinha-se firme, enquanto estrangulava James. Não demorou muito para que seus pés parassem de se debater, ele soltou o último sopro de agonia da sua vida, deixou a cabeça tombar para o lado, os braços caíram pela lateral no corpo e um pouco de sangue começou a escorrer do nariz.
Connor estava com a expressão calma, soltou o cadáver no chão, não parecia nem um pouco abalado. Todos olhavam para o corpo no chão, inclusive Brad, ele estava com a expressa congelada, após alguns segundos voltou a me olhar.
—Matou meu amigo seu desgraçado!
—Ele não!—Connor falou—Eu matei!—E ao dizer isso, lançou com força a barra de ferro de suas mãos, o objeto acertou em cheio o peito do velho, que aos gritos de dor caiu no chão.
Os gritos de Mel repercutiam pela sala, Impiedoso avançou para cima de Connor, enquanto Brad caia de joelhos no chão, a barra de ferro havia o acertado em cheio, me aproximei golpeando seu rosto, assim pude tirar a arma de suas mãos.
—Garoto esperto!—Sangue escorria da lateral da boca dele—Te subestimei.
—Não sou um garoto, sou um homem. E comigo é assim, mexeu com os meus, mexeu diretamente comigo.
—Vai me matar? Faça isso logo—Olhei para o lado, Connor travava uma briga dura com o gordo, mais não estava em desvantagem. Voltei a fixar os olhos em Brad—Te matar? Não! Pessoas como você merecem sofrer, sua morte será dolorosa e lenta, vai gotejar até a última gota de sangue, vai secar completamente, isso sim é uma morta digna para um ser como você.
—Desgraçado! Eu te matarei no inferno.
—Esperarei ansiosamente por esse dia—Dei um chute na barra de ferro, fazendo-a entrar ainda mais em seu peito, gritos agonizantes foram ouvidos por ele, uma grande quantidade de sangue saltou da sua boca—Boa morte Brad!
Afastei-me chamando por Ian, ele estava abraçado com Melanie, pedi para que ele a tirasse dali o quanto antes, que a levassem em segurança para a oficina, pedi para fossem de carro, no carro que Connor e eu havíamos roubado.
Ian obedeceu sem relutar, olhei para Mel antes que atravessase a porta de saída, seus olhos estavam mergulhados em desespero, ela olhava para Brad, lágrimas escorriam dos seus olhos. Presenciar aquela cena fora forte para ela, não estava acostumada com aquilo.
Ian puxou seu braço, fazendo-a sumi do campo da minha visão. Tentei me concentrar no que ainda havia por ali. Observei quando Connor jogou o último explosivo que tinha no rosto de Impiedoso, o homem gritou de dor, passava freneticamente as mãos pelo rosto, enquanto o ácido derretia sua pele, desfigurando boa parte da sua face.
Apontei a arma em direção ao gordo, que em desespero acabou correndo em direção a uma janela, atingiu a vidraça em cheio, lançando seu corpo para fora do prédio.
[...]
—Essa foi uma morte feia—Connor estava abaixado próximo ao corpo do Gordo, quebrou as duas pernas, fraturou as costelas, arrebentou com o maxilar.
—Quem se importa com a morte desse desgraçado? Ele teve o que mereceu, vamos sair daqui, não é seguro, alguém pode nos vê.
—Está certo, vamos embora, depois dessa noite, preciso de uma boa noite de sono—Connor se levantou.
—Vamos nessa, é uma longa jornada até a oficina—Disse.
Arrancamos uma caminhada dura e cansativa, mais que bom que no final das contas, saímos vivos.
—Mandou bem hoje—Connor exaltou.
—Eu não fiz nada, você quem fez o show.
—Tudo bem amigo, tudo pelo grupo! Fomos bem, isso que importa, vamos descansar.
Notas finais
uhasuhasuhas.
Próximo Cap em breve.
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