Os Foragidos
14 Capítulo Quatorze: Larry da uma festa
Notas iniciais
Era de manhã, acordei e percebi que havíamos dormido com nossas fantasias.
– Oh droga.
Tirei minha peruca e tirei a peruca azul de Selena também.
Logo recebi um telefonema, que acordou Selena, era Larry ligando logo de manhã.
– O que foi cara?
– Vai ter uma festa que eu estou dando em uma balada aqui perto, eu queria convidar vocês dois para ir.
– Uow, eu adoraria cara, que horas e qual o endereço?
Ele me passou todas as informações de onde ia ser.
– Que bom que é perto, vamos a pé mesmo.
– Ok, eu te espero lá, não se esqueça a as oito.
– Certo.
Desliguei o celular.
– Tenho uma boa notícia Selena.
– Eu já ouvi tudo.
– Já ouviu?
– Sim.
– Ta então.
Nós passamos a tarde inteira só enrolando em casa, arrumando algumas coisas até que então chegou sete e cinqüenta, faltava pouco para a festa começar, mas já estávamos prontos, eu dei graças a deus por termos comprado roupas novas ontem.
– E então vamos? – Perguntou Selena.
– Vamos – Assenti.
Então saímos, trancando a porta, se bem que é Canadá, se não trancássemos não faria muita diferença, mas mesmo assim trancamos.
Saímos na calçada, haviam várias pessoas passando, o cenário da avenida estava lindo, então logo achamos o endereço certo e entramos, estava um clima muito bom.
– Olha quem chegaram! Se não é os dois pombinhos!
– Eaí cara.
Larry havia mudado muito desde que o vi na cadeia, ele estava mais atlético, seu cabelo ridículo engomadinho estava arrepiado e com mexas pretas, ele é loiro, e ele também parecia bem mais social.
– Fiquem a vontade, a festa mal começou e já está demais, bebam o quanto puder.
E depois saiu.
– Bom, vamos aproveitar a festa. – disse eu por fim.
Então fomos até o local onde todos estavam dançando e começamos a dançar também, todo contato era bem aceito, aquilo realmente era uma curtição.
Larry veio dançando até nós de novo.
– Ei, venham aqui rapidinho.
Então fomos seguindo ele até pararmos num local perto do bar onde havia alguns adolescentes parados.
– Quero que conheçam alguns dos meus amigos que conheci aqui, esta aqui é a Marie, Marie, Sora e Selena.
– Prazer em conhecê-lo Sora, nossa, eu não sabia que você era tão gato assim, e quanto á você Selena, não mudou nada.
– Vadia... – Disse Selena.
– Bandida. – Retrucou Marie, depois disfarçando.
– Peraí, vocês se conhecem? – Perguntou Larry.
– Também não sabia dessa. – Disse eu.
– Essa garota aí é uma puta, quero distância dela.
– Você fez muito sucesso nos EUA não é? – Provocou a garota de longos cabelos escuros.
– Eu vou bater nela...
– Por favor, sem confusão gente. – disse Larry rindo como se estivesse adorando aquilo.
E esse aqui é o Wood, disse pegando nos ombros de um garoto com cara de poucos amigos e muito pálido.
– Eaí. – Disse ele desanimado.
– Oi – Disse eu.
– Ele parece ser bem fofo.
– Agora fiquem aí e se divirtam como a festa é minha eu tenho outros lugares para ficar né, fiquem aí conversando e não hesitem em pegar algumas bebidas.
– Alcoólicas? – Perguntei eu.
– Lógico bobinho! Você não é muito de festa né? Eu entendo, mas eu posso te ensinar um pouquinho. – Disse Marie.
– Da pra parar de dar em cima do meu namorado na minha frente?
– Eu não estou dando em cima dele, só estou dando uma forcinha. – Disse ela piscando para mim.
– Chega, vou é pedir uma bebida porque se não vou acabar dando uma na sua cara.
A garota riu de deboche.
– Vem comigo Sora.
Então segui Selena e fomos até o Bar, eu pedi duas vodkas e nos sentamos no banco do bar.
– Você não está ligando para essa vadia está?
– Você sabe que não.
– Eu espero que não.
Começamos a beber.
– Bebida forte essa... – Comentei.
– HAHAHAHA! Você não bebeu nada ainda então, se é que conseguiria.
– Por que está dizendo isso?
– Aposto que você não conseguiria detonar nem uma garrafa. – Disse ela desafiadora.
– Isso é um desafio?
– Creio que sim.
– Barman, me trás mais duas garrafas.
E lá estava eu bebendo todas naquela festa com Selena do meu lado rindo de tudo, eu estavam me sentido meio fora de mim, sentia que estava voando num pônei com um gnomo atrás atravessando o longo arco-íris.
– Sora, você está bêbado!
– Eu não to Bebadu... Eu só to meiiiiiiii bêbadu, é diferente!
– Acho melhor a gente voltar pra casa.
– Mas por que? Você nem bebeu muito ainda, bebe aí tamém!
– É, vou beber só um pouco...
(...)
Logo estávamos em casa totalmente bêbados e quase sem conseguir se equilibrar direito, fomos subindo as escadas com dificuldade e logo entramos no quarto.
– Chegamos... – Disse eu.
– Já podemos dormir.
– Dormir? Dormir é para os fracos! Hoje a noite é nossa gata.
– Do que você está falando? – Perguntou ela.
– Você sabe... Não precisa de atitude, eu mesmo vou te atacar!
– Você fica muito diferente bêbado, nunca pensei que você fosse dizer isso.
– Mas e aí gata?
Ela deu um sorriso malicioso.
– Isso seria errado porque você está bêbado, mas acho melhor aproveitar huhuhuhu.
Comecei lentamente chupando seu pescoço, depois partimos intensamente para um beijo de língua que deve ter durado uns cinco minutos e só acabou pela falta de fôlego, depois fui lentamente tirando sua roupa até deixá-la apenas de sutiã e calcinha, então beijei o meio entre seus dois peitos ao mesmo tempo em que fui lentamente desamarrando seu sutiã.
E foi assim que eu perdi a minha virgindade.
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