Os Filhos Proibidos
5 Capítulo 5 - Josh
Notas iniciais
Desculpem por eu não ter postado ontem, mas não deu tempo e eu estava ocupada com outra fic.
Enfim, espero que gostem desse capítulo, que para mim ficou muito bom.
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A BATALHA DO LABIRINTO (PARTE 05)
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BOA LEITURA!!!
Antes do aviso do deus, Josh não estava acreditando em tudo o que presenciava. Aquele lugar, o Acampamento Meio-Sangue...era um sonho! Um presente que as crianças pedem ao Papai Noel e que ficam tristes por nunca acontecer.
Josh se sentia em casa. Depois de saber o que era realmente, não ligou para mais nada, apenas se importava em treinar com alguma espada incrível ou qualquer coisa assim.
Quiron pediu à Annabeth, que levasse Ana, Josh e Nice para o Chalé de Hermes, que Josh descobriu ser, o lugar no que qual os semideuses que não haviam sido reclamados, ficavam junto com os filhos de Hermes.
Josh pensou, que os campistas do chalé 11 eram uns anjos...se não roubassem coisas, armassem travessuras, roubassem coisas novamente, armassem travessuras de novo, e afins.
Annabeth guiou os quatro até o chalé de Hermes e Josh se surpreendeu. Um chalé de acampamento normal, velho, com a pintura descascando e um caduceu, com duas cobras.
– Esse é o chalé do deus dos ladrões? — perguntou Josh, indignado. Ele pensou que fosse um chalé mais...ohhhhh.
– O que você queria? Um palácio? — perguntou Annabeth, revirando os olhos e rindo. — Vocês podem ficar por aqui até serem reclamados, ou, até o tempo que vocês ficarem no acampamento.
Felizmente, Annabeth não os deixou ali. Entrou com os três no chalé de Hermes e Josh viu a maior zona que já vira até então — e olha que ele já viu muita zona por quinze anos.
Campistas gritavam uns com os outros, querendo seus pertences de volta, outros agitavam as discussões e outros, gritava por gritar mesmo.
– PESSOAL! — gritou Annabeth, chamando a atenção de todos para ela.
Os campistas se viraram para Annabeth, que suspirou.
– Travis, Connor. Estes são Ana Salvatore, Josh Stwart e Nicolle Lenhart, novos campistas que vão ficar por aqui. — disse Annabeth, aos quase gêmeos, que surgiram do monte de campistas, com sorrisos travessos. Ela se virou para os três novos semideuses. — Esses são Travis e Connor Stoll, conselheiros-chefes do chalé.
– Determinados ou indeterminados? — perguntou alguém, do fundo do chalé.
– Indeterminados. — respondeu Annabeth, encarando Ana, Josh e Nice, atentatamente, como se esperasse que eles explodissem ou algo assim.
– Ahhhhhh! — os campistas pareceram decepcionados e Josh achou isso, um grande preconceito contra os semideuses que não sabem quem são seus pais.
– Arrumem lugares para eles. — mandou Annabeth, se dirigindo a Travis e Connor.
– Claro, Madame. — disse Travis, fingindo uma profunda reverência, sendo acompanhado pelo irmão Connor.
– Certo. Nos vemos no jantar então. — Annabeth saiu do chalé e a bagunça recomeçou.
– Venham, vocês estão com sorte. Temos uma cama e um beliche sobrando. — disse Connor, indicando as camas ao fundo.
– Obrigada. — agradeceu Ana.
Josh seguiu as amigas para as camas indicadas, e deixou a sua mochila embaixo da cama, por precaução.
Depois, se largou na cama que escolheu e caiu no sono. O sonho que Josh teve, foi muito estranho.
Josh estava no meio de uma sala — com o dobro do tamanho de uma mansão -, onde haviam doze tronos de vários modos. Todos estavam vazios e Josh começou a prestar atenção em outros detalhes da sala — como a sala ser da cor branca, o piso ser o mais limpo que ele já vira, e afins — até que uma voz, o assustou.
– Josh Stwart. — a voz era cheia de energia e poder. — Aproxime-se.
A voz veio de algum dos tronos. Josh se surpreendeu com isso e caminhou na direção que a voz viera. Seus passos ecoavam pela sala, o que não era muito confortável.
Josh se aproximou o suficiente, para ver o dono da voz. Tentou manter a expressão, impassível.
O homem tinha mais de cinco metros de altura, como os tronos ao seu redor. Ele segurava um cilindro cheio de energia e usava terno e gravata de risca-giz da cor verde-escura, que combinava perfeitamente com sua expressão seria e seus cabelos e barba, grisalhos.
Josh reconheceu o portador da voz — de imagens de livros que Nice lhe mostrava de vez em quando — , e se ajoelhou imediatamente. Zeus. O deus dos deuses.
– Levante-se, Josh. — por mais incrível que pareça, Zeus esboçava um quase sorriso.
Josh se levantou e fitou o deus.
– Senhor, o que quer comigo? — Josh tentou escolher as palavras certas, e ficou feliz por não ter sido fuzilado com o olhar ou algo assim.
– Vou lhe dar um aviso, rapaz. — respondeu Zeus, encarando Josh atentamente. — Tome cuidado com os amigos.
– O-o que quer dizer? — Josh sentiu um aperto dentro dele, sabendo do que Zeus falava.
– Você sabe do que estou falando, Josh. Cuidado. — avisou Zeus, com um breve suspiro. — Você ainda pode correr perigo por causa do seu senso de proteção. Você já sofreu uma vez.
Josh continuou encarando Zeus.
– É só isso? — perguntou, com os pulsos tremendo de raiva. Aquele deus não sabia nada sobre ele. Não sabia os motivos de Josh. Não sabia o que realmente acontecera.
– Sim. — Zeus continuou encarando Josh, atentamente. — Nos veremos novamente.
E com um aceno de mão, Josh sentiu como se caisse em um poço profundo.
– AH! — gritou acordando.
– Hey Tomadinha, o que houve? — perguntou Nice, preocupada.
Ela e Ana, estavam de pé e o céu já escurecera. O chalé estava completamente vazio.
– Que horas são? — perguntou Josh, tentando mudar de assunto.
– Hora do jantar. — disse Ana, desconfiada. — Melhor irmos.
Josh se levantou e seguiu as garotas, ainda pensando. Será que aconteceria novamente? Seu senso de proteção acabaria com tudo?
Notas finais
Beijos da autora, Livia Dias.
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