Os Filhos Proibidos
26 Capítulo 26 - Ana
Notas iniciais
Quero agradecer pelos comentários perfeitos que tenho recebido!!! E vejam só, a fic está alcançando 100 comentários õ/
Desculpem pela demora, mas estive muito ocupada. Enfim, espero que gostem.
Esse capítulo é pequeno mesmo, apenas uma introdução. A história vai começar a partir do próximo :D
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A ORDEM DA FÊNIX (PARTE 02)
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BOA LEITURA!!!
Mais um gole de energético para uma manhã perfeita.
Ana Salvatore caminhava com a mochila no ombro, rumo à nova escola que sua mãe a matriculara. Susan, como sempre, arrumava um jeito para que Ana fosse como as outras garotas, tentando de todas as formas enturmá-la com outras pessoas.
E mesmo que nunca desse certo, a sra.Salvatore nunca desistia.
Ana e sua mãe estavam se entendendo. Era bom não brigarem todas as manhãs por uma coisa boba — como uma caixa de leite fazia na geladeira ou a falta dos ovos — sendo que o real motivo era o segredo da paternidade de Ana.
Mas agora não havia segredo. Seu pai era Poseidon, o poderoso deus dos mares e um dos Três Grandes.
Ana suspirou, enquanto atravessava os portões do colégio e passava pelos grupos de alunos que se formavam nos cantos dos corredores.
Pelo menos, daquela vez não era um internato.
Pôde ver de relance, seu melhor amigo Josh Stwart, rodeado por várias garotas que riam com alguma piada ou mera cantada que o garoto pudesse lhes dar.
Ana revirou os olhos, pensando que Josh não tinha jeito. Continuaria o mesmo galinha de sempre.
Alcançou seu ármario e o abriu, vendo a montoeira de livros, cadernos, blusas de frio e camisetas do time de Queimada.
Pegou seu livro de Química e seu material, colocando-o na mochila em seguida. Fechou seu ármario com uma batida, recomeçando a série de passos apressados pelo corredor.
Chegou à sala 315, onde a bagunça e o barulho de sempre reinavam pelo local. Ana sentou-se mais ao canto, próxima à janela.
O professor demoraria a chegar, por isso se ocupou em continuar a leitura de um livro interessante.
(...)
Após a aula de Química, Ana seguiu pelos corredores até seu ármario, onde apanhou livros e cadernos para a aula de Literatura. Pelo menos disso ela gostava.
Percebeu os olhares debochados das líderes de torcida, mas simplesmente ignorou. Ana já estava acostumada com as opiniões negativas das patricinhas do colégio, mas... Quem disse que ela se importava?
– Ana! — Josh seguia em sua direção, com a mochila sob o ombro.
– Hey — Ana sorriu, animada. — Como estão as coisas?
– Bem — Josh olhou ao redor. — E com você?
– Ótimas — Ana deu de ombros. Josh balançou a cabeça. — O que foi? Levou o fora de alguma garota?
– Não — Josh deu um sorriso amarelo. — É que... Meu pai, me mandou uma mensagem.
– O QUÊ? — Ana praticamente berrou, fazendo com que vários alunos os encarassem, mas não se importou. — Me explique isso direito!
– Depois eu digo — Josh puxou Ana pelo pulso. — Agora temos que ir!
– Ahn? Para onde? — Ana franziu o cenho, deixando-se arrastar pelos corredores.
– Tem alguém querendo nos ver — Josh encolheu os ombros. — Não me pergunte, porque não sei.
Ana franziu o cenho, enquanto Josh a arrastava pelos corredores em direção à sala do diretor. O que estava acontecendo afinal?
Ambos alcançaram a sala e Josh bateu na porta. Uma voz permitiu a entrada e os dois o fizeram. Logo que entrou, Ana visualizou a sala impecável que o diretor possuia. Havia uma escrivaninha de madeira escura, piso de madeira, paredes claras, prateleiras com livros, e uma mesinha de centro cheia de doces.
O diretor Clark era um homem baixinho, gordo, com barba escura e cabelos brancos. Estava acomodado na poltrona atrás da escrivaninha, onde parecia um rato em meio àquela cadeira longa e negra.
À sua frente, estava um homem de longos cabelos e barbas brancas. Possuia óculos de meia-lua e seus olhos eram azuis.
– Diretor Clark... — começou Ana, franzindo o cenho para o senhor diante do diretor.
– Ana, Josh! — exclamou, cheio de energia. — Vocês tem visitas!
– Deu para perceber — Josh arqueou as sobrancelhas.
– Bom, vou dar licença para vocês conversarem — o diretor Clark pegou sua caixa de doces e saiu da sala como um raio.
Provavelmente, iria se matar de tanto comer doces, no ármario de vassouras.
– Então... — começou Ana, encarando o homem que os avaliava com puro interesse. — Quem é o senhor?
O homem sorriu.
– Sou Alvo Dumbledore — respondeu. — Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
Notas finais
Em breve, capítulo 27.
Beijocas!!! Até!!!
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