Notas iniciais
Desculpem a demora. Estou passando momentos dificeis, mas eu vou compensar. Prometo (yn)

Capitulo 7

EU CONSEGUI!!!!

É, eu to me sentindo nas nuvens. Literalmente. Aria me ensinou a voar. Filhos do ar pode fazer isso. Assim como filhos da água podem respirar na água. Filhos do fogo não se queimam e filhos da terra não se machucam enquanto estão na terra. É, isso é tão legal!

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—CUIDADO! — gritei para o Toni, e quando ele se vira, a flecha passa zumbindo no seu ouvido. — DESCULPE – gritei novamente.

Eu acertei meu alvo, mas quase perdi meu primo. É legal lutar sabia? Já tinha se passado duas horas treinando e estávamos prontos. O pessoal já tinha arrumado suas coisas e separado algo para comermos. Nós já lutamos, treinamos e lutamos mais um pouco. Estávamos prontos.

—Acho que estamos pronto Elementos! — eu disse.

Eles fizeram os bancos aparecerem novamente e nos sentamos.

—Vejo que aprenderam rapido – Terris disse

Rimos.

—Sim, nós temos talento para isso, e agora eu nem tenho mais duvida se realmente somos seus filhos – Ana disse

Eu suspirei e olhei para a floresta, estava pensando em como iria ser essa missão, e quando poderíamos ver nossos pais novamente. Será que completaríamos a missão? Ou será que vamos fazer tudo isso por nada? Eu tinha minhas duvidas quanto ao um monte de coisa, e fiquei pensativa. Eu sempre quis realmente ter um pouco de ação, principalmente em uma floresta, na qual nunca entrei antes. Eu sempre achei que meus pais não fossem eles mesmos. Sempre achei que na minha família tinha um segredo. Mas quando descubro, não posso contar a quem eu mais amo. Eu sei que vai ser dificil, mas não se vamos conseguir. Eu sei que eu vou tentar, e vou dar o meu melhor possível. Sempre tive coração mole e sempre quis fazer coisas desse tipo. Coisas que eu irei fazer daqui a pouco. E para entregar certo objeto magico a seres que para mim só existiam em contos, seres que são a minha família biologica. Como irei pensar depois disso? Como será a minha vida? Eu preciso de tempo, mas eu sei que o Tempo serve, mas não existe.

Respirei fundo mais uma vez, não sei o que eu vou fazer, não sei o que quero realmente fazer. O que será que existe lá dentro? Monstros? Criaturas que podem nos ajudar? Ou será que são criaturas que apenas vão nos ferir? Eu não sei de quase nada, mas sei que essa aventura vai nos unir. Nos unir de um jeito inseparável.

—Jenny?Jenny? Você tá bem? — Pedro me acordou dos pensamentos enquanto me balançava. Olhei para ele e não pude deixar de sorrir, e eu abracei ele. Abracei ele o mais forte possível. Percebi que ele ficou um pouco surpreso no inicio, mas retribuiu o abraço. O motivo do abraço é apenas o obvio: eu não sei se vamos voltar vivos, e não quero que por nada eu perca essas pessoas que não conheço há muito tempo, mas que são a minha família.

Me soltei do abraço e então disse:

—Eu estou pronta. Vamos?

Todos assentiram. Eu sei que todos estavam nervosos, até porque a Ana mordia seu labio inferior, o Toni pulava que nem pipoca e o Pedro mordia as unhas. Pegamos nossas mochilas com tudo necessário dentro e demos abraços nos Elementos, e antes de sairem disseram:

—Crianças, eu sei que vocês conseguem, e sei que vai ser dificil, mas não percam a fé, nós amamos vocês.

Terris começou a chorar e eu deixei escapar uma pergunta que eu já devia ter feito:

—Como vamos achar vocês de novo? Quer dizer, precisamos chamar vocês, falar com vocês por causa da Pelylla. Sem falar que temos que entregar ele, ela ou seja o que for a vocês.

Aria sorriu, e me deu uma unha postiça. Apenas uma.

—Pra que isso Aria? — eu respondi sorrindo

—Para nos chamar ora- ela disse querendo fazer graça- vou explicar. É assim: você pega a unha e ….......

Ela explicou para gente, e apenas concordamos. Mal viamos a hora de começar a aventura.

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Depois nos despedimos novamente e entramos na floresta. E o que eu vi foi simplesmente magico.