Os Dois Anjinhos
5 Capítulo 4 – O reencontro
Notas iniciais
Enfim, tá ai o capítulo tão esperado: O reencontro. Eu sei que o título é bem óbvio, mas nenhum se ficaria melhor do que esse.
Obrigada pelos comentários.
Vamos ao capítulo...
“Não chore nas despedidas, pois elas constituem formalidades obrigatórias para que se possa viver uma das mais singulares emoções da vida: O reencontro.” Richard Bach
Não sabia o certo qual sentimento estava vivendo, mas sabia o que estava sentido. Sentia sua respiração ficar pesada e era difícil fazer que o ar circulasse por todos os pulmões. Sentia seus olhos se esbugalharem a ponto de quase pular do rosto. Sentia seu coração ir a mil por hora, como se nunca tivesse batido antes. Sentia sua cabeça doer e pesar de tantos pensamentos que passava a cada segundo. Sentia que seu chão sumiu, suas paredes caíam e seu teto desabou sobre sua cabeça. Sentia que o mundo que construíra durante seis longos anos fosse à ruina.
Tudo porque seus olhos encontraram-na.
Naruto ficou estático, sentindo tudo e sentindo nada ao mesmo tempo. Como? Quando? Onde? Essas palavras rodavam a sua mente, fazendo-o ficar um pouco tonto. Não são essas as perguntas corretas, corrigiu-se depois de um segundo que parou para respirar. O certo seria: Por quê? Era o que ele queria saber. Por que ela voltara? Para persegui-lo, tornar sua vida um inferno? Ele mal sabia, contudo a morena se perguntava a mesma coisa...
Por que eu voltei? Por quê? Estava tudo indo tão bem. Minha vida não é e nunca será perfeita, mas um pouco de sorte não faz mal a ninguém. Não é? Por que tive que vir a Tóquio? Por que tive que reencontrá-lo? Existem milhares de pessoas aqui e Ino-chan tinha que escolher logo ele? Ele que me fez tão feliz e tão triste. Uzumaki Naruto, por que você não para de me seguir?
Os pensamentos de Hinata não se silenciavam por nada. E ela não queria que isso acontecesse, pois ficaria concentrada demais no homem que estava em sua frente e, provavelmente, se perderia em seu olhar. Como sempre aconteceu...
Os dois só conseguiram sair de seus pensamentos quando Sakura, a salvação de ambos, pigarreou alto e chamou atenção de todos, inclusive Ino que olhava entre Naruto e Hinata. Até mesmo a loira notou que tinha alguma coisa, mas pensou que era imaginação. Mesmo que, na faculdade, eles sempre foram atraídos um pelo outro – ou pelo menos a amiga era –, e ela não se lembrava disso. Ainda bem que não lembrava.
Flash Back On
Debaixo da linda Ichô, Sakura e Ino estudavam para a prova de Anatomia Patológica. Uma tirava a dúvida da outra, ou seja, Sakura tirava todas as dúvidas de Ino. A quem estava enganando? Sempre foi assim.
— Ai, testuda, eu estou de saco cheio de tanto estudar! — reclamou Ino novamente. A rosada, tão acostumada com aquilo, apenas revirou os olhos.
— Você é muito chata, porca. Reclama demais. Não sei como você ainda não desistiu de fazer Medicina. Sabe que ainda faltam sete períodos para nos formarmos e ainda tem que escolher qual rumo seguirá. — falou Sakura e a loira bufou.
— Eu ficaria mais feliz se da próxima vez você ficar quieta. E para a sua total tristeza, eu já sei o que farei.
— E o que seria? — perguntou a rosada, levantando uma sobrancelha. — Só não me diga que vai me imitar também e que vai fazer pediatria...
— Não, Testa-chan, não irei. Serei cirurgiã.
Passou alguns segundos em silêncio, até que Sakura explodiu em uma gargalhada alta. No rosto da loira, via uma expressão raivosa. Parecia brincadeira, mas estava sendo séria. Queria ser cirurgiã. Seria cirurgiã. E ninguém a impediria. Ninguém mesmo, nem mesmo se Sakura implicasse com sua decisão pela vida toda.
Então, para esfriar a cabeça, olhou para o lado e viu algo interessante. Deu uma cotovelada na amiga que imediatamente gemeu, todavia, voltou a gargalhar. Puxou o rosto desta para a direção que olhava. A rosada não pode lutar e acabou prestando atenção, ficando com um sorriso no rosto.
Na calçada principal da universidade, estava Hinata arrumando seu material desengonçadamente enquanto ia em direção das amigas. Neste mesmo momento, Naruto passava do lado de um amigo entre as árvores. Os olhos de ambos se encontraram quase que imediatamente e as garotas perceberam que a morena prendeu a respiração e ficou com as bochechas coradas.
A loira e a rosada trocaram um olhar malicioso. Sabiam desde quando conheceram a garota que esta gostava do loiro. Falaram que iriam ajudá-la, porém, ela recusou, falando que só era “atração” inicial. É, esta tal atração estava durando por um ano e meio.
Quando Naruto passou pela mesma, as meninas notaram que ela corou ainda mais e quase correu ao encontro das amigas que se entreolharam outra vez e começaram a rir. A morena sabia que elas riam dela, mas não sabia o que falar. Ele sorrira para ela. Sorrira! E um lindo, perfeito sorriso. O tal sorriso que ela considerava dela.
— Hinatinha, você tem que parar de pensar nesse moleque! — Ino falou enquanto parava de rir e ficava séria.
— Calma, Ino-chan. — murmurou a morena, olhando para o chão — É apenas...
— Hina-chan, sinto muito, mas isso já passou de atração há muito tempo. — disse Sakura sem rodeios. Ino, sentada ao lado, assentiu, concordando.
Hinata suspirou pesadamente. Ela sabia, só não admitiria tão cedo.
Flash Back Off
— Naruto-kun, não sei se lembra, mas esta é Hyuuga Hinata. — sorriu a loira para a amiga, puxando-a para um abraço — Ela estudou conosco na faculdade, uma turma menor. Lembra-se?
Como poderia esquecer? Ironizou mentalmente e quis revirar os olhos. O surpreendente foi ver que a mulher do restaurante era ela. Foi quase que premonição quando descobriu. Ele realmente ficou espantado com isso. Será que sua mente a reconhecia tão facilmente ou era só coincidência? Acreditou na segunda opção e prendeu-se a este pensamento. Conteve-se em apenas sorrir encantadoramente para a mulher e ficou satisfeito ao vê-la corar. Parece que ainda tenho efeito nela... Interessante.
— Hai, hai. Claro que lembro. — sorriu largamente e fez uma rápida vénia — Yo Hinata-chan.
— Hina-chan, você deve se lembrar de Uzumaki Naruto, não é? — sussurrou Ino no ouvido da amiga e, quando esta virou para ela, viu um sorriso malicioso no canto da boca da loira, deixando-a arrepiada.
Naquele segundo, virando-se para Naruto novamente, lembrou-se do motivo de ter voltado a Tóquio. O mesmo motivo que recompensou todos os sofrimentos. Seus filhos. Seus anjinhos. Lembrou-se também que as crianças estavam no andar de cima; perto demais do pai que não conheciam e que sempre quiseram conhecer.
Então, imaginou com seria essa descoberta para os três. Imaginou seus bebês animadíssimos enquanto Naruto os encarava com repulsa. Viu o amor de seus filhos sendo rejeitado pelo próprio e, suas expressões sofridas, fez seu coração pesar antecipadamente. Ela recordava daquela expressão: era a qual usava quando seu pai desprezava-a.
E ela não deixaria que isso acontecesse!
Não iria deixar que o Uzumaki descobrisse Sora e Kouji, porém, para isso, teria que conversar com Ino antes. Teria que contar para ela que não deveria citar os nomes de seus filhos na presença do namorado. De preferência, nem falar sobre sua existência! Mas o que falaria para a amiga? O que?
Balançou a cabeça e voltou à realidade. Prendasse em apenas um mundo, Hinata! Sua mente ordenava e ela conseguiu ficar entre os pensamentos e a vida real quando ouviu a si mesma falar, sorrindo:
— Yo, Naruto-kun. É um prazer revê-lo.
(...)
Com o tempo, o clima ficou menos tenso.
Sentaram-se para jantar – Naruto ao lado de Ino e de frente para Hinata que estava com Sakura no lado – e ele se surpreendeu quando experimentou o tonkatsu* que foi servido por Ino. Estava delicioso. Olhou para namorada que comia contente e levantou uma sobrancelha.
— Ino-chan, foi você que cozinhou? — perguntou e notou Ino corar e Sakura segurar uma risada.
— Hã... Sabe o que é Naruto-kun? — tentava falar, sorrindo sem graça – ou seria um sorriso forçado? — Eu tinha começado a fazer um rámen para você...
— Mas acabou queimando e a Hinata salvou a pátria! Ela cozinhou o tonkatsu a tempo do jantar — entregou Sakura, sendo fuzilada pela a loira.
Naruto olhou para Hinata, que olhava fixamente para sua comida como se ela fosse a coisa mais importante do mundo. Ele sabia que ela não iria encará-la, todavia, não pode evitar sorrir.
— Sua comida está deliciosa, Hinata-chan. — murmurou e a morena levantou o olhar, ficando com as bochechas vermelhas.
— A-arigato, Naruto-kun.
Voltaram a comer em silêncio e, assim que terminaram, voltaram a conversar. Conversavam coisas banais como comidas, formaturas, amizades antigas. Sakura e Naruto sempre foram melhores amigos, mas fazia um tempo que não se viam ou que não se falavam. Até que Hinata foi tomada por uma curiosidade intensa de fazer uma pergunta que considerava indelicada.
— É... Ino-chan, se não for indelicadeza de minha parte, posso perguntar desde quando vocês namoram? — soltou e sentiu o sangue subir para as bochechas. Odiava corar tanto, entretanto, não dava para impedir. Ainda mais com Naruto na sua frente.
— Que nada, Hinatinha. — respondeu a loira e abraçou o braço do namorado — Faz oito meses que estamos namorando, fora os outros dois que apenas saiamos.
Sakura quase engasgou com a própria saliva. Como assim, oito meses? E ela nem pensou em me contar? Perguntou-se extremamente chateada. Mas você iria acreditar se ela contasse que estava saindo com Uzumaki Naruto, seu antigo melhor amigo? Não, realmente achou que não acreditaria.
— Que bonitinho. — sorriu Hinata, sentido um gosto amargo na língua. Não reconheceu o que era, mas também pouco ligou.
— É, foi lindo quando ele me chamou para ir a um parque e pediu para namorar comigo. — continuava Ino, sorrindo largamente — Foi o melhor encontro. O ruim foi no dia seguinte, quando ele me levou para conhecer os pais dele. Até hoje eu acho que sua mãe não gosta de mim, Naruto-kun, mas isso é outra história...
E ela falava, falava e falava. Hinata quis sair dali e esconder-se, pois sentia um par de olhos azuis encarando-a tão profundamente que quase sentia estar sendo perfurada. Por um lado, aquilo estava incomodando-a; por outro lado, sentia-se jubilosa por estar recebendo atenção dele. Depois de tanto tempo, ele parecia ainda querê-la... Uma chama dentro de seu coração e ela imediatamente reconheceu a esperança. Contudo, ela tratou de apagar esse fogo. Lembre-se da última vez.
— Porca-chan! — gritou Sakura, assustando a Hyuuga perdida em pensamentos. — Pare de falar e respire.
Os três observaram a loira respirar e sorrir.
— Desculpa, é que eu me empolgo — brincou e todos riram. Mas então a loira lembrou uma coisa que não deveria. Não tão cedo... — Ei, Hina, até esqueci. Como eles estão?
Hinata sentiu o coração perder uma batida e todo o sangue gelar. Não, ela não deveria lembrar. Não agora! Naquele momento, a morena não sabia o que fazer, o que falar. Olhou para Ino e em seguida para a Haruno, com os olhos suplicando por ajuda. Tomara que ela entenda, tomara que ela entenda, repetia milhares de vezes dentro de sua cabeça. Quando os olhos verdes brilharam, ela soube que a amiga tinha uma ideia.
— Eles? — perguntou Naruto, curioso. — Quem são eles?
— Ah, são os f... — graças a Kami-sama, Sakura tampou a boca da loira a tempo, fazendo Hinata soltar, mentalmente, um suspiro aliviado.
— Ino, quero conversar com você rapidinho. — murmurou a rosada e sorriu inocentemente.
— Mas eu tenho que ficar com o Naruto, Testa-chan. — a voz abafada de Ino era pouco compreendida pelo loiro e pela morena, entretanto, a Haruno pareceu entender tudo.
— Vamos, é um papo rápido. — revirou os olhos, levantando a amiga e ajudando-a a sair da cozinha — Daqui a pouco voltamos e você fica com seu amorzinho.
Hyuuga virou-se e acompanhou as meninas com o olhar. Sentiu-se mais leve após ver Sakura piscar como quem diz “tudo sobre controle”. Sentiu que poderia pensar em paz. Porém, a sorte não estava do seu lado e ela se esqueceu de um pequenino detalhe: bem na sua frente, estava Naruto. O pai de seus filhos. O amor de sua vida. O garoto que ela sempre chamou de dela. E outro pequeno detalhe: eles estavam sozinhos.
Voltou para frente e congelou ao ver dois olhos azuis eletrizantes examinando-a cuidadosamente e intimamente. Sentiu as bochechas corarem mais uma vez e, quando ele notou, viu-o sorrir confiante e de um jeito prepotente. E foi quando ela notou, relutante, que o maldito ainda tinha um grande efeito sobre ela. Merda!
O silêncio que se estalou sobre eles foi extremo e deixou o clima pesado. Hinata deixou-se olhar seu antigo amor vagarosamente, vendo todos os detalhes. O formato do rosto mudara – parecia mais rígido e mais infantil –; o sorriso não era tão verdadeiro como o primeiro que vira, sempre tinha um ar mais arrogante; os olhos estavam tão intensos e mostravam de tudo um pouco: maturidade, segurança, responsabilidade...
Naruto também olhava cada detalhe, inclusive o corpo. As curvas eram perfeitas e pareciam mais realistas do qual tinha na faculdade – mesmo sem roupa –; o cabelo descia por suas costas como uma cachoeira negra; o rosto tinha o formato de um perfeito coração; as bochechas sempre estavam coradas; e os olhos – ah, os olhos – continuavam com o mesmo brilho de sempre: cheios de amor, paz e inocência. Bem, não com tanta inocência assim.
— Vejo que não mudou muito, Hina-chan. — sorriu torto e notou-a corar ainda mais — Seu corpo continua o mesmo.
— Pois é, Naruto — ela revirou os olhos e bufou. Ela realmente esperava algo mais romântico dele? — Tem coisas que mudam, outras não.
— É verdade. — apoiou-se na mesa e inclinou o corpo para frente, tentando aproximar-se dela — O que mudou em mim, já que notei você examinar-me tanto quanto eu fiz.
— Hã... Bem... — sussurrava corando, fazendo o loiro abrir um sorriso vitorioso — Acho que você esta mais... Prepotente e arrogante.
Naruto perdeu a vontade de sorrir. Ela achava isso dele? Por quê? Ele havia a elogiado e ela falou que ele estava sendo arrogante? Com uma pontada de tristeza, pensou: ela mudara. Por fora, parece a mesma, mas por dentro... Tento disfarçar o desanimo que o atingira e revirou os olhos, como se já tivesse ouvido muito essas palavras.
— Obrigado pela parte do não me toque. — sorriu irônico e voltou a ficar sério — Por que voltou, Hinata?
Viu a Hyuuga abrir a boca e fechá-la de novo. Hesitou e tentou falar repetidas vezes, todavia, nada saia. Naruto sentiu um temor passar por todo seu corpo, porque ele sabia que ela estava escondendo alguma coisa. E uma coisa muito séria. Balançou a cabeça mentalmente e piscou. Como assim, ele sabia? Ele não sabia de nada sobre a mulher na sua frente, apenas as coisas básicas: nome, sobrenome, idade e medidas. E como sabia! Ignorou os pensamentos maliciosos e voltou-se a concentrar em Hinata.
— Acho... — murmurou ela finalmente e olhou dentro dos olhos dele. Nos olhos pratas, ele via um brilho de desafio — que isso não te interessa.
— Ai, Hinatinha, essa doeu. — sua voz tinha um sarcástico evidente — E eu quero saber por quê. Eu tenho esse direito...
— Seu único direito comigo é ignorar-me e deixar-me viver minha vida, sem a sua presença — rebateu, com um sorriso tão sarcástico quanto o qual cresceu no rosto do loiro.
— Ai, ai, ai. Hinata, cadê os bons modos? Lembra-se que você era o exemplo da faculdade? Que todos queriam sua companhia, mas você só me queria?
O sorriso da morena murchou e o dele se tornou um sorriso vitorioso. Observou Naruto se levantar e se mover com leveza e graça; e sentiu o coração quase vir a garganta quando, repentinamente, ele sentou-se na cadeira ao seu lado, com rosto próximo ao seu. Sua respiração foi ficando pesada e ele riu baixo.
— Viu? Eu ainda tenho certo controle sobre você. — sorriu e foi aproximando-se. Não iria trair Ino, contudo, queria ver até quando ela aguentaria... Ou até onde ele aguentaria.
Enquanto isso...
Ino olhava para as lágrimas da amiga e sentia um peso no peito. Deveria ter contado a ela. Deveria ter conversado com ela. Deveria, entretanto, não o fez. Queria apresentá-lo pessoalmente e acabou demorando demais, enrolando demais. Suspirou e sussurrou desculpa mais vezes, esperando que algumas delas fizessem o efeito desejado.
— E sabe o pior? — fungou Sakura — Você não falou pra mim por oito meses! Oito meses! Sabe o que é isso? É muito tempo, Ino.
— Sakura-chan, desculpa! Meu Kami-sama! — explodiu a loira — Estamos oito meses juntos, mas Naruto não me dá muita atenção. Sempre está preocupado com a sua família e com a empresa. Se não está em casa, está na empresa; se não está na empresa, está em casa. Quando tem um tempo entre esses dois, ele se lembra de que tem uma namorada-baka o suficiente para não conseguir terminar o namoro, pois se apaixonou.
A rosada encarava a Yamanaka, surpresa. Ela conhecia Naruto tão bem que sabia que ele não era homem de namoro. Não com pessoas perdidamente apaixonadas. Recordou-se de como ele era frio quando a questão era namoro na infância. Tudo depois que você deixou bem claro que estava interessada no Sasuke-kun, lembra? Acusou-se por pensamento e respirou fundo.
Claro que lembrava! Evocou também que, poucos dias após a declaração, o garoto tornou-se distinto com todos. Evocou que ele nunca mais se apaixonara por alguma pessoa ou, ao menos, nunca contou para ela e Sasuke. Até conhecer Hinata...
Abraçou a loira e acariciou o seu cabelo, murmurando que tudo daria certo, mesmo sabendo que sua amiga acabaria sofrendo mais. Porém, seus pensamentos não estavam em suas palavras e, sim, na pessoa que veio em sua mente tão sorrateiramente.
Onde será que você está, Sasuke-kun?
Notas finais
;D'
Que tal? Eu achei que o começo ficou um pouco estranho, pois o Naruto pareceu um gay,KKKKK'
Eu fui má de novo, né? Tirei o quase momento NaruHina. KKKKKKKK'
Mas vou ver se consigo postar sábado, ok? Não prometo nada, viu gente.
Comentem.
Bjs
Fale com o autor