Respirou fundo, antes de justapor sobre a face cheia de sardas, o menor dos sorrisos. Seus dedos finos abraçavam um ursinho de pelúcia, e a jovem de quinze anos, com aparência de dez ainda se recuperava daquele sonho.

A jovem Mirela Adaline havia sonhando muito com aquilo ultimamente: O jeito que iria conhecer suas origens. Soava frio, com os olhos cansados e lábios rachados.

As cartas chegavam em seu aniversario, mas ela sabia que não eram de sua mãe. Não tinham como ser; Roxane Sharpe, sua mãe adotiva, as vetaria se desconfiasse minimamente. Provavelmente era cousa de Roxane, para que a filha não se sentisse mal. Eu admiro esse ato da mãe.

A única forma que havia encontrado de dar a filha o que ela sonhava. Mesmo assim, adorei lhe contar essa história.

Ate o próximo devaneio.

Com carinho,

Ven W.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.