Os Devaneios Da Terra:
1 Capítulo 1: A Condessa Temporal.
As nuvens hoje estão densas e num aspecto esbranquiçado como um dos mais belos lírios iluminados pelo raiar do sol, moldando-se em forma de rosas e desabrochando em frente aos olhos dos humanos, esse dia marcou o início de muitos acontecimentos que não tinham nenhum tipo de explicação, de certa forma, pois quem poderia explicar estava cansada de gritar e não ser ouvida, tomando uma providência brusca contra o terror que é o silêncio e o abandono, o nosso planeta neste dia entregou nas mãos de Arlessa a condessa dos 4 ventos a missão de tornar o ar menos tóxico e mais úmido, porém, Arlessa a filha rebelde da mãe natureza ao abrir os olhos põe-se a chorar rios e rios de lágrimas quando se deparou com a quantidade de casas feias e abstratas, umas em cima das outras, formando uma grande muralha de pedras muito feias e que escondiam a mais bela obra de arte de sua mãe, o Éden.
Arlessa desceu do céu em prantos deitando nas profundezas da floresta mais densa que avistou para que não fosse encontrada, ela voou durante quilômetros até deixar de avistar o que ela mesma chamou de pesadelos, enquanto isso nos jornais não se tinha explicação para aquelas nuvens no céu em formato de rosas que migravam de canto em canto, sendo assim nenhum ser humano jamais entenderia isso como a chegada da Condessa Arlessa, um detetive em especial resolveu estudar o caso, o motivo das rosas estarem sendo formadas, talvez um pré tornado fez o vento girar e moldou as nuvens?
Apesar de não ter se quer imaginado o que poderia causar aquilo, seu extinto lhe fez despertar interesse no caso, então o detetive Ariel Melbourne saiu em férias, porém com intuito de cumprir uma missão, a maior de todas que já enfrentou.
Ariel Melbourne:_ Não se vê uma particularidade dessas a séculos não é mesmo meu velho?
Ariel não ia obter respostas, pois foi com seu falecido pai a quem ele se referia; O pai que sempre lhe contava histórias sem pé nem cabeça que ele sonhava em ser verdade quando criança, mas que nunca passaram de blefes, até hoje, quando as rosas em que ele já tinha ouvido falar surgiram, em meio a dúvida de milhões de pessoas, ele se perguntava se teria mesmo a resposta para aquela pergunta enfadonha que assombrava os habitantes da terra, o que não seria nada bom, pois isso significaria que os humanos como fizeram, teriam cuspido num presente sagrado feito com muito carinho e anos luz de dedicação.
Notas finais
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