Os Cosmos

14 A Escapada.


Notas iniciais
Olá, lindos e lindos, Sorry por ficar tanto tempo inativo, acho que voltei a ativa, não posso prometer que vou postar um novo capitulo toda semana, mas irei postar os capitulos que for terminado

Fernando arrancou um pedaço de sua blusa e usou para tampar o ferimento de Azulu, ela ficou muito agradecida, mas só demonstrou isso com seu olhar e depois, desmaiou.

– Fernando. –Disse Cormet

– Oi?

– Procure a sala de controle da Nave e aperte um botão vermelho.

–Ok, para quê.

– Isso vai tirar a gente do teto.

– E então? Não vai me responder? –Perguntou Cormet

– É claro que não. O que ganho com isso?

– Eu te desamarro.

– Como se eu fosse acreditar.

– Pensando melhor, vou fazer uma pergunta só, onde esta a minha Nave?

– Também não direi nadinha.

– A você vai dizer, por bem ou por mal. — Cormet tirou um frasquinho pequeno com um liquido transparente que parecia pegajoso de dentro do seu bolso. — Bom, eu estava guardando isso pra quando chegarmos ao Comitê de Leis, mas acho que não vai fazer diferencia se eu usar só um pouquinho com você.

– O que é isso? – Perguntou Reck com uma cara amedrontada e curiosa ao mesmo tempo.

– Isso meu amigo, nada mais é que o famosíssimo soro da verdade. Foi difícil conseguir, tive que pegar esse em um lugar escondido no Comitê.

– Impossível ninguém rouba e sai de lá vivo.

– Eu sai.

Cormet passou um dedo dentro do frasco, com alguma dificuldade, mas pegou um pouco daquele liquido pegajoso.

– Agora coma tudo, seja um bom menino.

Eles desceram suavemente para o chão, Cormet pressentiu que Fernando havia achado o botão

Ele Começou a se aproximar de Reck.

– Vamos diga A.

– Nunca – Disse Reck quase sem abrir a boca.

– Então esta bem.

Cormet deu-lhe uma pisada em seu pé que fez com que ele gritasse e arreganha-se a boca.

– Bom menino.

Cormet passo seu dedo com aquele liquido dentro da boca de Reck depois a fechou por um tempo.

– Engula, prometo que não vai doer nadinha, você vai sentir até gosto de morango.

Cormet fechou a boca dele até ver a saliva descer por sua garganta.

–Muito Bom

– E ai, como se sente?

– Tirando o fato de que eu sou inútil, não sirvo nem pra ser um pirata. – Reck fez cara de assustado quando percebeu o que estava falando e se calou. – Não era minha intenção falar aquilo.

– Bom, isso significa que o efeito esta funcionando.

– Então, onde esta minha Nave?

– Simples está no convés da nossa nave é claro.

– Obrigado e até mais.

– Seu porco, você não disse que ia me desamarrar?

–Eu menti. Até nunca mais, beijo.

Fernando tinha chegado.

– Cormet eu achei a Nave, ela esta no convés.

–Ah Obrigado por me falar isso agora Fernando.

– O que eu fiz?

– Nada.

–Vamos embora agora Fernando e. – Cormet parou e pareceu perceber a situação de Azulu. – O que aconteceu com ela?

– Não sei, ela simplesmente desmaiou.

– Deve ter perdido muito sangue. Rápido, vamos ao hospital. E, se vocês conhecem alguma coisa de programação de naves, sabem que aquele botão aciona a policia Universal. Eu não queria estar na pele de vocês, Até mais escamosos. – Apertou um botão que estava próximo dele e foi embora.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.