Os Contos do Arauto
1 Prólogo
Notas iniciais
Que as linhas de meus contos, tirem-nos de onde estão. E que minhas palavras levem alegria ao seu coração.
Escrito a próprio punho, registros dos tempos de guerra e os cumprimentos das profecias no reino de Calina.
Icalim! Deuses, feras, mortais e elfos. Muito prazer meu nome é Arauto e lhes trago hoje um conto.No principio era o plano, sem forma. O nada... Porém algo, o algo... HAVÁ. Senhor do universo, supremo das estrelas.A vida de um deus supremo é bem solitária, Havá chorou por estar sozinho, pois mais nada existia para com ele estar, uma lagrima escorreu de seu rosto, e percorreu o cosmo, dela surgiu uma flor, a primeira, a quem Havá chamou de Kelnin. Ao ver como a flor era bela Havá decidiu criar um lar para ela e então criou a extensão, o lugar onde as feras pisam. Ela crescia em beleza e majestade, pólen de Kelnin foi levado pelos ventos do norte, percorreu as planícies e repousou sobre calina, e dele nasceram os elfos e toda criatura celeste.A vida era prospera e tudo vivia em hamornia, mas ém um dia como outro qualquer um elfo se cortou, seu sangue escorreu até o chão, ao tocar o solo plantas de todos os tipos brotaram, uma floresta surgiu a quem deu o nome de patriarca. Nela os Silvestres começaram a habitar. Anões, gnomos, fadas e até mesmo homens.Mas de toda receita sobram os restos, e do que era descartável nasceu fugnai lugar das trevas.Seltin, Kelnin e Fugnai, lutaram por muitos sois e muitas luas por riquezas. No entanto Kelnin e Seltin já se faziam muito amigos, fugnai temendo um pacto,Propôs um tratado, o pacto dos tríplices. Onde os reinos em vez de lutar por recursos, os compartilhariam. E então houve paz. Que por muito tempo não duraria.
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