Notas iniciais
Capítulo curto pelo motivo de: falta de tempo. E também pelo motivo de: não querer deixar vocês sem capítulo. Boa leitura.

Sand e Sagan caíram, juntos, em um pasto com gramado quase preto de tantas folhas mortas. Estava ventando muito, então decidiram esperar um pouco ali, sentados atrás de uma enorme pedra.

— Então essa é a sua primeira missão na guilda? – perguntou Sagan, tentando puxar assunto com o tímido mago de areia.

— Sim. Na verdade, a mais importante. Já fiz algumas bem pequenas, bem bobas, só por causa da recompensa.

— Então... nossa! Puxa algum assunto. Não temos nada para fazer aqui e você fica nesse breu!?

Sand se levantou rapidamente ao perceber que alguém estava se aproximando. Ele tentou avisar Sagan sobre alguma coisa, mas tomou uma rajada de luz que fez partir a grande pedra ao meio com seu próprio corpo. Resistente, Sand ainda estava vivo, mas desacordado.

Sagan deu um imenso pulo, tomando distância e tentando achar o inimigo, que provocou:

— Quanta fraqueza! Uma rajadinha de nada tombou o seu coleguinha!? Você é tão fraco quanto ele?

— Lúcio.

— Como sabe meu nome? Ah! Esqueci! Aquele dossiê que vocês tinham sobre todos os magos da extinta God-20. A Lillian me contou tudo.

Lúcio, o capacho de Blue, estava ali e pronto para enfrentar Sagan, um mago tão poderoso quanto os mais fortes da guilda.

Sagan não perdeu tempo. Acumulou uma enorme vibração sônica em seu corpo e a arremessou contra Lúcio, que desviou na velocidade da luz – reaparecendo atrás de Sagan, golpeando-o com uma cotovelada nas costas. Tamanha força que ele foi parar lá longe.

O mago sônico se levantou e encarou Lúcio. Estava tentando bolar alguma estratégia, mas quando estava prestes a terminar o raciocínio, Lúcio o acertava em cheio, sem chance de esquiva. Isso se repetiu umas dez vezes, até que Sagan, exausto e quase sem força vital, pegou a sua flauta.

— Lillian me contou sobre você e essa sua flauta. Acha mesmo que vai conseguir me acertar com isso? – perguntou Lúcio, roubando em seguida o objeto dele com uma corda feita de luz e Chi. – Isso aqui... já era. – ele quebrou a flauta.

Sagan, irritado, partiu para cima dele, mas foi arremessado longe com um chute de luz. Estava sem força para levantar, então começou a se rastejar para trás, mas sem sentido, já que Lúcio se aproximava cada vez mais de Sagan, lentamente.

— O que vocês querem? Vocês vão perder essa guerra. – disse Sagan, cuspindo sangue e tossindo muito.

— Se a sua guilda for espelhada em você, a chance de vitória é negativa.

Sagan fechou os olhos, respirou fundo e deixou seu corpo ser coberto por uma densa camada de Chi branca. Começou a levitar e seu poder mágico ficou tão grande quanto ao de Lúcio, o antigo Deus da Luz:

— Finale!

Nossa! Quanto tempo nenhum mago usa seu finale. A coisa ficou séria mesmo entre ele e o Deus da Luz.

O corpo de Sagan ficou revestido por uma fina camada de metal. Em seu rosto surgiu os óculos protetores que vibravam sem parar. O seu cabelo ficou platinado e bem maior e seus pés, descalços.

Lúcio ficou meio assim, mas foi para cima de Sagan rapidamente, mas foi surpreendido por sua velocidade. Sagan pegou ele pelo pescoço e o arremessou contra a metade da pedra que estava ali. Em seguida, ele chutou o “iluminado” para cima e arremessou uma gigantesca onda sonora, estourando os tímpanos de Lúcio – que gritava muito de dor, mas ninguém escutava.

Quando Lúcio caiu, Sagan o golpeou milésimas vezes no rosto, até fazer o mesmo explodir de tanto ser danificado. Em seguida, pegou o corpo de Lúcio e o partiu ao meio, jogando cada metade para um lado.

Com o corpo encharcado de sangue inimigo, Sagan desfez o seu “Modo Velocidade do Som” e desmaiou, cansado.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.