Os 7 cristais: the end
8 The end: Parte 8
—----------Enquanto isso------------------------------------
No país do raio, Ken saia na rua para ver melhor o céu que estava completamente sombrio. Logo o mesmo viu Meguri se aproximando:
— Ken. –Chamou o amigo.
— Meguri? –Perguntou o detetive.
— O que está acontecendo com o céu? –Perguntou Meguri seriamente. – É como se uma energia maligna tivesse tomado conta.
— Eu sei. –disse o mesmo preocupado. – Espero que aqueles dois estejam bem…
— Aqueles dois?
— Misaki e Hiroshi.
— Entendo. –disse o mesmo.
—------Enquanto isso--------------------------------
No país da terra Tsuchii telefonava para o filho enquanto olhava para o céu da janela de casa. Não demorou muito para o filho atender o celular:
— Pai?
— Vocês estão bem? O que é isso?
— Eu também não sei. –disse o mesmo. – Tem mais de um hora que Misaki, Hiroshi e Keiichi partiram para o mundo celestial. Eu estou nos nas ruínas do templo da luz junto do velho oráculo e de Saya.
— Saya estava com vocês?
— Quando chegamos a encontramos aqui, esperando por nós. –disse o mesmo. – Para ser sincero, estou bastante preocupado com aqueles três. Ainda mais depois que o céu ficou desse jeito.
— Ren preste atenção…
Agora o rapaz ouvia pai soltar um alto grito enquanto caía de joelhos no chão, sentindo uma forte dor no peito.
Do outro lado, ao ouvir o grito do marido, Midori se aproximou de Tsuchii e perguntou:
— Tsuchii o que você tem?! Tsuchii!
— Meu poder oculto de guardião! Midori saía daqui com a Rika!
— O que? Eu não estou entendendo! Tsuchii!
— Saía! Não ouviu?! –Gritou autoritário.
A mesma não vou voltou a questionar, somente subiu e pegou a filha rapidamente no colo e disse:
— Precisamos sair daqui Rika.
— Mas o papai está gritando. –disse a mesma.
— Ele ficará bem –disse a mesma. – Se segura.
Agora Midori saltava da janela com a filha e imediatamente a casa explodiu com o ki de Tsuchii. Logo a mesma o viu sair andando em meio ao fogo com os olhos revirados e uma ki amedrontador.
—----------------Enquanto isso-------------------------------
No país do fogo, um restaurante estava em chamas e nele estava Kira que perguntava a esposa:
— Sayo o que está acontecendo?!
Agora atrás da mesma uma fênix gritava. Sem demoras a mesma saltou em cima da ave que agora a levava para algum lugar longe.
— Sayo!!! –Gritou Kira.
—-----------------Enquanto isso------------------------------
— T- Taiyoo…
Agora os olhos revirados, o mesmo aconteceu a Taiyoo, que havia despertado seu poder oculto de guardiã e agora estava um brilho intenso e amedrontador, assustando Sakuya.
Logo a mestra da jovem começou a correr em direção a um determinado lugar.
—---------------Enquanto isso----------------------------
Renji ainda do lado de fora de casa, viu seu lar completamente destruído e seus filhos jogados no chão completamente feridos.
— O que aconteceu? Akino! Takara!
Logo o mesmo viu Hikari com os olhos revirados encarando-o seriamente.
— Hikari? O que houve? O que você tem?!
Agora a mesma corria até um determinado ponto e Renji a seguia.
—--------------Enquanto isso---------------------------
No país do vento, na casa de Ayaka acontecia o mesmo e agora o filho da mesma a encarava assustado:
— Mãe?
Agora a mesma o ignorava e saia de casa, com os olhos revirados e agora corria até um lugar.
—------------Enquanto isso-----------------------------
No país da neve, perto de uma cachoeira, Tsuki havia despertado seu poder oculto de guardião e agora corria até um lugar.
—-------------Enquanto isso----------------------------
Agora no país das águas Miyu encarava o marido assustada e agora o chamava:
— A-Akio?
O mesmo não conseguia escuta-la e então o mesmo começou a correr em direção ao templo das águas e sem pensar duas vezes a espadashin o seguiu.
—-------------Enquanto isso---------------------------
Os deuses tentavam depositar seu ki na espada celestial o mais rápido possível, porém, antes que terminassem o oráculo correu rapidamente até Hiroshi e o acertou com sua foices.
O rapaz soltou um grito de dor soltando a espada e agora o oráculo tentava acertar Misaki, que agora bloqueava o ataque e dizia:
— Aceite que você já perdeu!
Logo a mesma o acertou com um chute no queixo. Quando o mesmo ia revidar, Harumi se colocou na frente da filha e bloqueou o golpe com a espada e disse:
— Não se atreva a encostar um dedo na minha filha.
Agora a espadashin o empurrava para trás e o partia para cima. Agora Keiichi colocava Tomoka no chão e ajudava a amiga a ganhar tempo.
— Vamos lá Hiroshi! –Disse Misaki pegando a espada celestial, ajudando-o a ergue-la.
Agora os deuses tentavam depositar todo seu ki na espada celestial, mas sentiam que tinha algo errado.
— Não está acontecendo nada. –disse Misaki.
— Os guardiões. –disse Rubi. – Esse demônio fez algo com eles.
— O que? –Perguntou Diamante.
— É verdade, os Alpha também.
— Os do mundo humano também.
Agora os vinte e um guardiões das joias apareciam diante dos deuses.
— Vovô? Tia? Hikari? Tsuki? –Perguntou Misaki.
— Pai? Sayo? Tsuchii? Ayaka? –Perguntou Hiroshi.
— Vamos guardiões! Me deem a sua força! Me mostrem a raiva que a em seus corações!
Agora todos viam emanar de dentro de todos os guardiões uma energia muito sombria, que ia até o oráculo que agora se transformava em uma enorme besta desfigurada.
— Essa agora. –disse Keiichi.
Hiroshi agora via a espada celestial e tentava pensar em uma maneira de trazer o guardiões de volta a si, mas não sabia como fazer isso, afinal, não queria machuca-lo.
Logo os deuses viram a besta correr em sua direção e agora os cinco invocaram suas espadas.
— Precisamos arranjar um jeito de imobiliza-lo. –disse Rubi.
— Vou tentar cega-lo com a minha luz. –disse Esmeralda.
— Podemos cerca-lo. –disse Cristal a Rubi.
— Eu e o Safira vamos distrai-lo. –disse Diamante.
— Vamos lá. –disse Safira.
Agora Safira corria pela direita, enquanto Diamante pela seguia pela esquerda. Sem demoras, ambos começaram a atacar o oráculo distraindo-o.
Enquanto isso, esmeralda levitava sobre todos e agora usava da bondade de seu coração para iluminar tudo ao seu redor.
Com o forte clarão o oráculo parou de atacar os deuses que agora se afastavam.
Completamente perdida, a besta foi presa do chão por cristais e rubis pontudos, que haviam sido lançado pelas deusas.
Agora rapidamente os deuses faziam um círculo em volta de Misaki e Hiroshi novamente, que agora levantavam a espada celestial, recebendo todo o ki dos deuses, mas não era o suficiente, ainda faltava um.
— Está faltando um. –disse Cristal.
— Impossível! Somos apenas cinco! –disse Rubi.
— Está enganada. –disse Tomoka se aproximando e dando as mãos aos deuses.
Agora ambos sentiam uma poderosa energia na espada celestial, algo que trazia paz aos seus corações. Com uma luz intensa, a espada purificou o coração dos guardiões das jóias e agora Misaki e Hiroshi encaravam um para o outro, prontos para dar o ataque final no oráculo, colocando um ponto final naquela história.
Sem demoras ambos correram na direção do oráculo, enquanto gritavam. Agora ambos o cortava no meio com a espada, fazendo-o gritar de dor e agonia, enquanto o mesmo se transformava em pó.
Nesse momento, a luz voltou a tomar conta do mundo celestial, enquanto nos três mundos o céu voltava a brilhar. Agora os guardiões caiam desmaiados no chão.
— Vamos manda-los de volta ao mundo deles. –disse Rubi sorrindo para Esmeralda e Cristal.
— Certo. –disseram as duas sorrindo.
Agora Misaki e os demais, se encontravam no país da luz, tirando Tomoka.
Ao ver Misaki e Hiroshi, imediatamente, Ren e Saya correram até eles abraçando-os.
— Misaki… -disse Ren abraçando-a.
— Eu voltei. –disse a jovem abraçando-o com um sorriso no rosto.
Enquanto isso Hiroshi acariciava o rosto de Saya e dizia:
— Te deixei preocupada não é?
— Idiota! É segunda e última vez. –disse a mesma batendo em seu peito enquanto chorava.
— Desculpa. –disse o mesmo rindo.
Agora Harumi observava Keiichi meio desanimado e se aproximava do mesmo:
— Keichii.
— Ela fez a escolha dela. –disse o mesmo colocando a mão no olho esquerdo.
— Eu lamento. –disse a mesma.
— Não é necessário lamentar. –disse o mesmo olhando para o céu. – Só o fato de saber que ela está bem já basta.
— Entendo.
Agora a princesa ouvia a voz do pai chamando-a:
— Harumi?
Logo a jovem se virou rapidamente e o chamou:
— Papai…
Agora o mesmo abraçava e dizia:
— Harumi, está de volta! –disse Akio. – É você mesma? Minha princesa?
— Estou de volta. –disse a mesma abraçando-o. – Estou em casa.
Agora Sayo se aproximava do filho e o chamava:
— Keiichi.
— Mãe…
Logo a mesma o abraçou e disse:
— Se puder, passe na festa da sua irmã amanhã. Seu pai e seu irmão estão com saudades.
— Mãe. –disse o mesmo abraçando.
— Estou orgulhosa de você. –disse a mesma acariciando os seus cabelos.
Agora Tsuchii se aproximava de Harumi e dizia:
— Bem vinda.
— Tsuchii. –disse a mesma se virando. – Obrigada, eu soube que você ajudar o Ken a cuidar da Misaki.
— Se cometer outra loucura dessas, eu mesmo te trago de volta. –disse o mesmo.
Agora a mesma ria e o mesmo dizia:
— Agora é sério, ainda bem que voltou. –disse o mesmo sorrindo.
— E eu estou feliz por estar de volta.
Agora o velho oráculo se aproximava do grupo e dizia:
— Meus parabéns, Misaki e Hiroshi. Conseguiram não só trazer Harumi de volta, como Tomoka e a paz nos três mundos e no mundo celestial. Vocês agora se tornaram oráculos, assistentes de Safira.
Agora todos encaravam ambos e logo Hiroshi disse:
— Eu passo. Sabe a quantos anos eu tento conquistar essa mulher? Não vou deixa-la por nada!
— Hiroshi. –disse Saya corada abraçando-o.
— E você Misaki?
— Eu vou recusar. –disse a mesma. – Acho que esse posto pertence ao senhor.
— Não se fazem mais jovens como antigamente. –disse o velho oráculo rindo.
— Mas tem algo que eu quero pedir. –disse a mesma.
— Estão no direito de pedir o que quiserem.
— Saía do corpo do meu tio. –disse a mesma. – E parem de tomar o corpo das pessoas.
Agora o mesmo ria e dizia:
— Eu já estava me esquecendo.
Agora algo saia do corpo de Kenso e agora um velho aparecia ao lado dele:
— Está feito. –disse o mesmo.
Quando o irmão ia atingir o chão, Taiyoo o segurou e disse:
— Bem vindo de volta, Kenso.
Agora o velho oráculo dizia:
— Já está na hora de voltarem para a casa.
— É. –disse a jovem
Agora em um piscar de olhos, Misaki, Akio, Hiroshi, Harumi foram transportados para o palácio das águas e enquanto os demais, foram transportados cada um para as suas casas.
— Miyu! –Chamou Akio procurando a esposa pelo palácio.
No quarto da filha a espadashin ouvia a voz do marido chamando por ela e agora se levantava rapidamente da cama perguntando:
— Akio?!
Agora a mesma saia do quarto correndo e ao vê-lo, o abraçou e logo depois o acertou com um tapa.
— O que eu fiz?
— Nunca mais faça o que fez! Nunca mais perca o controle desse jeito!
— Sinto muito. –disse o mesmo abraçando-a. – Te assustei não foi?
— É… -disse a esposa abraçando-o.
— Tudo bem. –disse o mesmo. – Vamos descer, tem alguém querendo te ver.
— O que? –Perguntou a espadashin.
Agora ambos desciam e agora, Miyu via no meio do hall, sua filha. Emocionada Miyu colocou as mãos nos lábios enquanto lágrimas escorriam em seu rosto.
— Eu voltei mamãe. –disse a mesma sorrindo.
— H-Harumi! –Chamou a espadashin correndo até a filha e abraçando-a. – Harumi… minha filha… Harumi.
— Eu sinto muito mamãe. –disse a mesma abraçando-a.
—-----------------Enquanto isso-------------------------------------------------------
No dia seguinte no país do raio, no apartamento de Ken, o mesmo se sentava na mesa para tomar café, mas ao não encontrar seu café pronto o mesmo chamou Yuu:
— Yuu, cadê o meu café?
— Eu esqueci de comprar café no mercado. –disse o mesmo – Toma chá, vai ajudar a acalmar os seus nervos.
— Chá?! Eu preciso algo que me mantenha acordado! Não que me faça dormir!
— Escuta aqui, se quer café vá você buscar!
— Não me provoca se não quiser voar pela janela!
Logo ambos ouviam a campainha tocar e agora o mesmo dizia enquanto se levantava:
— Atende a porta enquanto eu vou procurar algum energético.
— Sim vossa alteza, eu estou aqui para servi-lo. –disse com uma voz fininha debochando enquanto caminhava até a porta.
Ao abri-la, Yuu arregalou os olhos e ficou sem fala.
Enquanto isso Ken abria o armário da dispensa e reclamava:
— Não acredito que estou preparando chá.
Logo o mesmo sentiu alguém tampando os seus olhos e o mesmo disse:
— Yuu eu não estou para as suas graças! Tire suas patas dos meus olhos!
Agora a pessoa não tirava as mãos de seus olhos e o mesmo dizia:
— Yuu eu não tenho tempo para gracinhas! Preciso trabalhar!
Agora o mesmo sentia a pessoa tirar a mão de seus olhos e massagear os seus ombros e logo o mesmo disse:
— Não adianta me agradar! Não vai receber aumento!
Agora a pessoa sussurrava em seu ouvido:
— Está mais tenso do que antes.
Agora o detetive se virou rapidamente e ao ver a noiva, a encarou emocionado e perguntou:
— É você? Harumi?
— Eu voltei. –disse a mesma sorrindo enquanto acariciava o seu rosto. –Estou em casa.
— Harumi! –Disse o mesmo abraçando-a. – É mesmo você, está de volta.
— Graças a nossa filha e ao Hiroshi. –disse a mesma acariciando o seu rosto.
Agora Misaki se aproximava dos pais, então Ken a abraçou e disse:
— Estou orgulhoso de você. Obrigado Misaki.
— Papai. –disse a mesma sorrindo enquanto o abraçava.
Agora Ken abraçava a esposa e a filha e dizia:
— Finalmente, tenho os dois amores da minha vida juntas de novo.
— É. –disse a jovem Harumi abraçando-o.
Agora Ken se ajoelhava diante a esposa e perguntava:
— Harumi Mizu Shiroi, quer casar comigo?
— Claro que sim. –disse a mesma sorrindo. – Mas tem que ser o mais rápido possível, sempre que planejamos o nosso casamento, acontece algo.
— Como quiser. –disse o mesmo. – Misaki, vá amanhã com a sua mãe até o país do fogo e procure sua tia avó para arrumar um vestido de noiva para a sua mãe. –disse o mesmo.
— Tá! –disse a filha sorrindo.
—------------------Enquanto isso-------------------------------------------------
No mundo celestial, os deuses conversavam em uma espécie de sala de reunião. De pé estava o velho oráculo que perguntava:
— Já tomaram sua decisão?
— Já. –disse Safira. – Eu cometi um grave erro criando aqueles oráculos, me neguei a reconhecer esse erro e resultou nesta tragédia. Mereço cumprir com a minha pena no submundo.
— Mas então quem ficara no seu lugar?
— Ametista. –disse o mesmo.
— O que? –Perguntou Tomoka surpresa.
— Aliais, Ametista é uma pedra muito sombria. –disse o deus. – Mas como você é filha do Diamante, ele decide o seu nome.
Agora o mesmo encarava Tomoka e dizia meio corado:
— Na verdade… eu pretendia te dar o nome de Turquesa, uma joia que tem a cor leve.
— É um lindo nome. –Disse Cristal.
— Então está decidido. –disse Safira. – Turquesa, você será a nova deusa suprema do mundo celestial. Eu a transformarei em uma deusa completa e…
— É que… -disse Tomoka meio tímida. — … na verdade eu não gostaria de ser uma deusa…
— O que está dizendo?! –Perguntou Rubi. – Querida, deveria se sentir honrada.
— E eu estou… –disse a mesma. — …mas mesmo ocupando um posto de nível, eu não preencheria o vazio do meu coração.
Os deuses encaravam a semi deusa surpresos, nenhum deles jamais negaria o posto de deus supremo, o que faria ela tomar essa decisão assim? Estaria louca? Não, tinha algo a mais.
— E do que precisa para preencher esse vazio? –Perguntou Cristal.
— Minha vida de volta, junto com os meus amigos. –disse a mesma.
— O que?! –Perguntaram todos de volta.
— Quer voltar a viver no mundo humano como semi deusa?! –Perguntou Cristal.
— Não. –disse a mesma. – Quero virar uma humana completa, para ficar ao lado do homem que eu amo. –disse Tomoka seriamente.
— Tem certeza disso? –Perguntou Diamante.
— Absoluta. –disse a mesma. – Quero envelhecer e morrer ao lado dele.
Agora Safira ficava um tanto pensativo, criando um enorme suspense na sala, logo o mesmo disse:
— Bom, se é o que deseja. Mas antes, precisamos escolher outra pessoa para ocupar o meu lugar.
— Eu acho que Rubi é a mais indicada. –disse Esmeralda. – Foi a que menos cometeu falhas, sempre agiu conforme as regras do mundo celestial.
— É verdade. –disse Cristal. – Sem contar que protegeu a todos nós com unhas e dentes.
— Eu concordo. –disse Diamante.
— Então está decido. –disse Safira. – Rubi, a partir de hoje você assume o meu lugar como deusa suprema do mundo celestial.
— E-Eu? –Pergutou a mesma chocada.
— Parabéns. –disse Esmeralda sorrindo.
— Mas e Rubricos?
— É verdade… Diamante, pelo o que observei, você tem uma grande simpatia por aquele povo não é?
— Hm?
— Gostaria de ser o deus de Rubricos?
— E-eu? –Perguntou o mesmo chocado.
— Você ajudou Cosmos e Átalas quando mais precisaram. –disse Rubi sorrindo. – Juntou os dois, não vejo alguém mais indicado. –disse sorrindo.
Agora o mesmo dizia com um sorriso:
— Eu aceito.
— Então estamos resolvidos. –disse Safira. – Turquesa a partir de hoje se tornará Tomoka, uma humana como todos os demais do mundo humano.
Agora a mesma era lançada na terra, como um cometa e caía sobre um campo florido. Já Safira, agora desaparecia e viajava até o submundo.
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