Os 7 cristais: the end

4 The end: Parte 4


—---------------------------------Enquanto isso-----------------------------------------

No país da neve, uma jovem de aparentemente vinte e três anos de idade lutava contra Kaguya, mas não demorou muito para a mesma ser lançada para longe.

Agora a mesma se levantava e dizia:

— Sinto muito vovó.

— O que houve? Está distraída hoje Akino. –disse Kaguya guardando a espada. – Abaixou a guarda três vezes.

— É mesmo não é? –Perguntou a mesma rindo. – Sinto muito.

Agora a mesma à encarava seriamente e agora suspirava e perguntava:

— O que está te preocupando?

— Nada demais. –disse a mesma encarando o céu seriamente. – Vovó, você não acha que nos últimos dias… o clima tem estado um tanto instável?

— Tem razão. –disse a vó da jovem olhando para as folhas da árvore caírem conforme o vento batia. –Volte para casa, avise seu pai que passarei por lá mais tarde.

— Está bem. –disse a mesma ainda séria.

Agora Kaguya observava a neta se distância lentamente. A espadashin sabia a neta havia notado algo estranho, afinal, Akino também tinha o sangue Shiroi, tinha uma sensibilidade maior devido aos olhos verde.

Já quase chegando em sua a jovem sentiu uma presença desconhecida se aproximando e imediatamente bloqueou o ataque e ativou os olhos verdes perguntando:

— Quem é você?!

Agora a mesma via apenas um vulto diante de seus olhos, mas ao olhar com mais atenção, viu os olhos vermelhos do oráculo encarando-a:

— O-o que? –Perguntou a mesma sentindo um enorme terror.

Agora o mesmo a agarrava pela cabeça com força, fazendo a mesma gritar de dor, até chorar e largar a espada.

Ao ouvir os gritos da filha, Renji, Hikari junto do filho caçula, Takara, saíram da casa e logo Renji a chamou:

— Akino!

— Akino! –Chamou o irmão vendo a mesma nas mão do oráculo.

A mesma não tinha mais força para se soltar, a dor era insuportável. Agora Hikari invocava o bastão e apontava para o oráculo e gritava:

— Luz da justiça!

Agora nada acontecia, claro, não existia mais joias, logo não existia mais guardiões, então logo os seus poderes de guardião não funcionavam como antes.

— Maldição. –disse Hikari.

Logo Renji disse ao filho:

— Takara, pegue minha espada.

— Tá! –disse o mesmo correndo até a casa.

Agora o oráculo lançava Akino contra a árvore e partia para cima do filho do espadashin que agora se colocava na frente do mesmo, protegendo-o e bloqueando o golpe do adversário.

Antes que Akino batesse com as costas na árvore, sua mãe a segurou e perguntou:

— Você está bem?

— Ele é imune aos olhos verdes… o que é esse monstro? –Perguntou a mesma com as mãos tremulas. – Eu nunca fiquei tão aterrorizada desse jeito… é como se eu estivesse frente a frete com a morte.

— Eu entendo o que quer dizer. –disse Hikari seriamente.

Enquanto isso do outro lado, Renji encarava o oráculo seriamente e perguntava:

— O que quer aqui?! Não temos o que procura! –Gritou o mesmo ativando os olhos verdes.

— Sabe que não pode mentir para um oráculo. –disse o mesmo com uma voz demoníaca. – Onde eles estão?! –Perguntou autoritário.

— Do que está falando? –Perguntou seriamente.

— Os guerreiros lendários.

Agora Kaguya partia para cima do oráculo e o chutava afastando-o do filho.

— Mãe, você não devia se esforçar dessa forma. –disse Renji. – Já tem uma certa idade.

— Não me subestime. –disse a mesma seriamente. –Você ainda não apreendeu que nos dias de hoje não é seguro andar sem espada.

— Um pequeno descuido. –disse o mesmo rindo.

— Pode custar a sua vida e da sua família. –disse a mesma seriamente caminhando até o oráculo.

Agora Takara se aproximava do pai com a espada e dizia:

— Aqui está.

Takara agora tinha estava com quinze anos, era um espadashin habilidoso assim como a irmã mais velha.

— Cuide da sua irmã e da sua mãe. – Mandou o pai.

— E você? Não vai lutar sozinho contra essa coisa não é?

— Não se preocupe. –disse Kaguya. – Ficarei com ele.

— A senhora não acha que já passou já idade? –Perguntou Takara subestimando-a.

— Obedeça Takara. –Pediu o pai se colocando em posição de batalha.

Logo Renji viu o oráculo partindo para cima do filho que em rápido reflexo desviou e sem demoras se abaixou e o acertou com uma rasteira, mas o oráculo saltou e se afastou.

— Viu só? –Perguntou o filho sorrindo.

Agora o verdadeiro oráculo o agarrava por trás com o braço, prendendo a respiração do rapaz.

— M-malditou! –Gritou Takara tentando se soltar.

— Onde estão os guerreiros? –Perguntou encarando Kaguya seriamente.

— Solte-o! –Gritou Renji autoritário.

— Takara! –Gritou Akino.

Agora todos viam um selo voar na direção do oráculo. No momento que o mesmo foi atingido, começou a gritar sentindo uma dor agoniante. Imediatamente o mesmo soltou Takara que estava ofegante.

Renji por sua vez correu até o filho e perguntou:

— Você está bem?

— Sim… acho que me descuidei.

— Esqueça. –disse o pai. – Saia daqui com sua irmã e sua mãe.

— Mas você e a vovó.

— Não se preocupe. –disse o mesmo. – Vai ficar tudo bem.

Agora o mesmo encarava o pai confiante e dizia:

— Está bem –disse o mesmo se levantando.

Sem demoras o filho correu até a irmã e a mãe e disse:

— Vamos.

Agora Hikari encarava Renji aflita e o mesmo sorria para a mesma mostrando que ficaria tudo bem. Então a mesma retribuiu o sorriso e logo depois deu as costas e seguiu os filhos.

Do meio das árvores saia o velho oráculo que dizia calmamente:

— Estou surpreso com você. Onde já se viu? Um oráculo que não sabe o que está se passando? Está nervoso por acaso?

— Não brinque comigo. –disse o mesmo furioso. – Você sabe onde eles estão.

— Você também deveria saber. –disse o velho oráculo. – Afinal, se tivemos a mesma visão é sinal que ela se concretizará.

— Não irá acontecer… -disse o mesmo com uma voz demoníaca. – Quem são?!

— Claro. –disse o velho oráculo rindo. –Estava tão ocupado usufruindo da sua vitória, que não viu o que estava acontecendo neste mundo não é? Muitas coisas mudaram, pessoas nasceram e morreram.

— Quem são? –Perguntou encarando-o com seus olhos vermelhos.

— Procure-os. –disse o velho oráculo.

Agora o oráculo dizia:

— O que eu fiz hoje é uma pequena amostra do que sou capaz. Viram o que fiz com a Harumi não? Em breve Ametista despertará e quando isso acontecer, esse mundo se tornará trevas e vocês humanos serão extintos, assim como as fadas, sereias, elfos e dragões.

Aos poucos o oráculo foi desaparecendo, deixando todos apreensivos e logo Kaguya pensou:

— Espero que aqueles dois estejam bem…

—----------------------- Uma semana depois--------------------------------------------------

Em Haru, no palácio real, todos os empregados conseguiam ouvir o grito da princesa do fogo ao saber que Hiroshi, Misaki e Ren haviam viajado para um missão tão perigosa.

— Fique calma Saya! –disse o irmão mais velho. – A Haruki e a Keiko podem te ouvir! Não quero preocupa-las com isso.

— Kenji vocês perderam completamente o juízo! –disse a jovem nervosa.

— Saya, eles foram os escolhidos, não há outro jeito.

Agora a mesma abaixava a cabeça e dizia:

— Se algo acontecer ao Hiroshi… eu nunca vou conseguir me perdoar pelo o que fiz… -disse a mesma colocando a mão na sua aliança.

— Saya, não se preocupe, ele vai ficar bem.

— Eu preciso ir atrás dele! –disse a mesma arrancando a aliança do dedo e deixando com o irmão.

— O que?! Agora eu é quem te pergunto! Perdeu o juízo?! E o Sora?!

— Diga a ele que eu sinto muito. –disse a mesma.

— Você não vai a lugar nenhum! –disse o mesmo. – E se insistir, vou ligar para os nossos pais!

— Você não entende?! Posso não vê-lo outra vez! E a única lembrança que ele terá de mim, será…

—------------------------Flash back------------------------------------------

— Sinto muito Hiroshi… mas acho que não vai dar certo, não desse jeito.

— Do que está falando?

— Eu estou iniciando a minha carreira e você a sua… ambos pertencemos a realeza e com certeza os nossos pais ficariam felizes com o nosso namoro… mas… e como fica o Sora?

— E nós dois?! O que aconteceu ontem não significou nada para você?! Por que para mim significou! –Perguntou autoritário.

— Hiroshi, eu fiquei com medo de que algo mais grave acontecesse a você, pensei que te perderia para sempre e não queria me separar de você nunca mais, mas…

— … agora recobrou o juízo… -disse o mesmo. – Seu medo já passou? Então já pode voltar para o seu namorado, que em vez de correr atrás de você, ficou respondendo perguntas da imprensa e se fazendo de preocupado, enquanto eu arrisquei a minha vida para te salvar.

— Hiroshi… eu…

— Eu estou cansado Saya! Se quiser se casar com aquele sujeito você está livre para fazer o que quiser, não sou eu quem vai ficar implorando para você não se casar. Eu estou cansado desse joguinho que você está fazendo com nós dois. Eu entrego o jogo para o Sora desta vez. –disse o mesmo dando as costas para a mesma e saindo andando.

— Hiroshi! Hiroshi! –Chamou a mesma.

—-------------------Fim do flash back---------------------------

Agora a jovem soltava algumas lágrimas e dizia:

— Ele sequer passou aqui para se despedir, mesmo sabendo que poderia nunca mais voltar.

— Saya… mas romper um noivado não e assim.

— Eu não tenho como me comunicar com o Sora agora, mas também não posso perder tempo. –disse a mesma encarando-o. – Irei escrever uma carta, por favor entregue a ele.

— Sinto muito Saya, seria muita irresponsabilidade minha deixar você viajar para onde eles viajaram. É muito perigoso.

— Mas…

— Sem mais. –disse o mesmo.

— Sou maior de idade!

— Como imperador te proíbo. Se colocar os pés fora deste país eu mando te deterem e trazer você direto para palácio.

— Você não entende nada Kenji! –Gritou a mesma batendo no irmão.

Agora o mesmo a segurava pelo braço e dizia seriamente encarando-a:

— Entendo perfeitamente… mas não posso deixar que se arrisque desse jeito.

— Você é um idiota! Eu odeio você Kenji! –disse a mesma se soltando e dando as costas para o irmão.

Agora o mesmo observava a irmã se distanciando e suspirava preocupado. Logo a esposa se aproximou e perguntou:

— Qual é o problema? Ela perdeu outro brinco?

— Antes fosse só isso. –disse o marido estressado. – Onde está a Haruki?

— Brincando com as amigas no quarto. –disse a mesma sorrindo. – Precisa descansar Kenji.

— Tenho muito trabalho ainda. –disse o mesmo. – Além disso… algo me preocupa…

—-----------------------------Enquanto isso------------------------------------------------

Próximos da entrada do país da nuvem, Misaki, Ren e Hiroshi pararam para comer alguma coisa e descansar. Logo a mesma disse:

— Parece ter um rio aqui perto. Vou tomar um banho, nem pensem em me espiar! –Gritou a mesma brava.

— Não tem nada demais para ver. –disse Ren enquanto abria o seu bentõ (marmita japonesa).

Furiosa a mesma jogava a bota na cabeça no mesmo que agora desviava e perguntava:

— Qual é o seu problema?!

— Deixe ela. –disse Hiroshi abrindo bentõ. – Era mesmo necessário provoca-la desse jeito? –Perguntou o mesmo sorrindo.

— Me surpreende você não ter provocado. –disse o mesmo. – O que foi? Cansou?

— Estamos dando uma trégua. –disse o mesmo enquanto pegava o hashi. – É uma missão muito importante e precisamos estar mais unidos do que nunca. Nós somos a única esperança de todos deste mundo, se falharmos, será o fim.

— Eu estava pensando nisso no caminho para cá. –disse o amigo. – É bastante delicada a situação não é?

— Estou assustado e ela também, não sabemos que tipo de pessoa é o adversário.

— Eu entendo, de fato, vocês estão em desvantagem.

— Mas por outro lado, o adversário também não sabe quem somos, isso iguala a nossa situação com a dele.

— É um bom ponto. –disse Ren. – Mas mesmo assim, vocês dois precisam de uma estratégia de luta. Eu só irei interferir quando a coisa ficar realmente feia, mas essa missão é de você dois.

— Eu agradeço. –disse o mesmo.

— Precisamos de estratégias de ataque e defesa. Quando a Misaki voltar, discutiremos melhor sobre isso, por enquanto, vou arquitetando melhor o plano.

— Está bem. –disse o amigo.

Enquanto os amigos comiam, Misaki estava na beira do rio se despindo. Ao terminar, soltou os cabelos e entrou na água que estava gelada e começou a se banhar.

Agora a mesma olhava para as suas mãos e pensava:

— Com estas mãos… eu irei salva-la mamãe, não importa como, eu juro.

Misaki estava determinada a trazer a mãe de volta a si, sentia a sua falta, como não sentir? Era a mulher que deu à luz a ela. Agora a mesma se lembrava dos inúmeros sacrifícios que o pai havia feito para cria-la.

Então a mesma começou a se lembrar de um dia que o mesmo estava tentando arrumar o seu cabelo, quando a jovem tinha apenas cinco anos de idade.

—-----------------------------Flash back-------------------------------------------------

A mesma acabará de chegar da escola entristecida e ao notar a menina desanimada, Ken perguntou:

— O que foi Misaki? Não se divertiu hoje na escola?

— Por que você não arruma o meu cabelo?

— Ué… não me parece bagunçado. –disse o mesmo observando o cabelo da filha. – Está penteado.

— Você não entende! –disse a mesma brava. – A mãe das minhas amigas, colocam presilhas e fazem penteados fofos nelas… porque você não faz penteados fofos em mim?!

Depois daquele dia Ken tomou a atitude de se arriscar a fazer um penteado na filha antes da irmã chegar para visita-los.

— Misaki hoje o papai vai te deixar bem bonita para ver a tia Taiyoo.

— Mesmo?!

— Mesmo! Escolha qual chuquinha você quer usar.

— Coelhinho rosa.

— Muito bem, Yuu, pegue as chuquinhas do coelhinho rosa.

— Sim senhor! –disse o dragão entregando-o.

Então Ken começou a dividir o cabelo da filha e o penteou para o alto com força fazendo a menina chorar:

— Está doendo!

— Desculpa princesa! –disse o mesmo soltando o cabelo da filha e abraçando-a.

Logo o mesmo ouviu a campainha tocar e agora o mesmo dizia:

— Yuu abra a porta, deve ser a Taiyoo. –disse o mesmo tentando ser o mais delicado possível com o cabelo da filha.

Taiyoo ao ouvir os gritos da menina perguntou ao dragão:

— O que está acontecendo?

— Seu irmão está fazendo um penteado na Misaki.

— Essa não! –disse a mesma correndo até o quarto da menina.

Logo a mesma gritou:

— Ken tire a mão da escova e da chuquinha.

Imediatamente o mesmo largou e ficou com as mãos para cima.

— Se afaste devagar da menina.

Sem demoras o mesmo se afastou e a irmã pegou a escova e as chuquinhas do chão.

— O que pensa que está fazendo?! –Perguntou.

— Um penteado fofo na minha filha.

— Pobrezinha, você encheu o cabelo da pequena de nó. –disse Taiyoo pegando o pente da bolsa. – Por que não me esperou chegar? Eu podia ter ajudado.

— Era para ser uma surpresa. –disse a sobrinha.

— Não se preocupe. –disse a mesma penteando os cabelos da sobrinha. – A titia não só vai fazer um penteado lindo em você como também vai te ensinar a fazer está bem?

— Tá! –disse a mesma sorrindo.

— Não devia pedir ajuda ao papai para essas coisas sabia? Ele só sabe cuidar do cabelo dele, mas do cabelo dos outros, ele é um desastre. –sussurrou no ouvido da sobrinha rindo.

Então Misaki começou a rir, junto da tia.

—------------------------------Fim do flash back-----------------------------------------------

Agora Misaki começava a rir e pensava:

— Apesar da mamãe não ter me ensinado esse tipo de coisa, a tia Taiyoo, a vovó, a tia Amy e até mesmo a Ayami sempre estiveram ensinando.

Misaki agora mergulhava no rio e pensava:

— O papai deve estar preocupado…

Agora a mesma voltava a superfície e nadava para sem olhar para trás, até que esbarrou em algo. Quando a mesma olhou para trás, viu Ren sem roupa perguntando:

— Mas você ainda tá aqui?

Do outro lado Hiroshi, estava quase cochilando, até que ouviu o grito da sobrinha.

Imediatamente o mesmo pegou a espada e perguntou seriamente correndo até o rio:

— O que foi?! Você está bem?! Misaki!

Agora mesma e o amigo nus no mesmo rio um de costas para outro o mesmo sorriu maliciosamente e disse:

— Não se suportam né?

— Não é o que está pensando! –disse a mesma nervosa. –Esse sem vergonha entrou sabendo que eu estava tomando banho!

— Pensei que tivesse saído! Como eu ia adivinhar que estava mergulhando?

— Idiota! Tarado! Sem vergonha!

— Engana que eu gosto. –disse o mesmo malicioso. – Até parece que não gostou do que viu.

— Eu não vi nada! –Gritou a mesma corada.

— Como se nunca tivesse visto. –disse o mesmo saindo rio e se enrolando na toalha.

— Cala a boca antes que eu… -disse a mesma se virando mas logo parou a vê-lo completamente sem roupa.

Logo a mesma soltou outro grito cobrindo os olhos enquanto se virava de costas.

Alguns minutos depois, Misaki ainda corada comia o almoço sem encarar o amigo, que por sua vez tentava terminar de arquitetar o plano de ataque, contra o guardião da espada celestial e Ametista.

— E então? –Perguntou Hiroshi ao amigo.

— Muito bem. –disse encarando-os. – Prestem atenção.

— Tá. –disseram os dois.

Misaki encarava comida enquanto o mesmo começava a falar. Logo Ren olhou para a mesma seriamente e pediu:

— Será que dá para olhar para mim quando eu estiver falando?

— Estou comendo. –disse a mesma ainda encarando a comida.

— Qual é? Para com isso Misaki. –Mandou Hiroshi. – Lembre-se que precisa trazer a sua mãe de volta.

Agora a mesma olhava para Ren corada e dizia:

— Estou ouvindo.

— Muito bem. –disse o mesmo. – Eu vou direto ao ponto, não se separem durante as lutas. Trabalhem sempre juntos.

— Certo.

— No golpe final, vocês precisam juntar os seus kis e combinar seu poderes para derrotar o adversários.

— Certo.

— Se não funcionar e vocês não tiverem mais condições e nem ki, então eu irei interferir na luta e os ajudarei.

— Tá. –disse Hiroshi.

— Como não temos nenhum dado sobre o inimigo, não dá pra sabermos qual ataque seria mais eficiente contra ele. Somente procurem não gastar toda a sua força. Use apenas a metade, assim ficará mais fácil de se recuperar antes de ver o velho oráculo.

— Certo. –disseram o os dois.

— Então vamos. –disse Ren se levantando.

Agora Misaki guardava os bentõ e agora subia na moto do tio, que já estava encima dela, só esperando-a. Ren fazia o mesmo.

Sem demoras os três começavam a subir a montanha onde no topo se localizava o país. Chegando no destino Ren disse descendo da moto:

— Segundo o que me informaram é aqui.

— Nossa… de fato está abandonado… -comentou Hiroshi vendo as ruinas dos prédios.

— O mato tomou conta de tudo… –disse a sobrinha.

— Foi destruído à cem anos atrás mais ou menos. Não fico surpreso em encontrar esse lugar desse jeito. –disse Ren seriamente. – Tomem cuidado, não sabemos o que vamos encontrar, por nada se separem.

— Certo. –disseram os dois.

Agora o grupo via uma enorme subida e logo a Misaki perguntou:

— Onde será que vai dar essa subida?

— Eu não sei, mas sinto um forte ki no topo. –disse Hiroshi seriamente.

— Será o guardião? –Perguntou Misaki.

— Eu não sei. –respondeu o tio.

Agora Hiroshi se colocava na frente do companheiros e dizia:

— Eu vou na frente. Misaki, venha atrás de mim, se tiver alguém lá em cima, irá se distrair conosco, isso dará um tempo para Ren se esconder.

— Certo. –disse a mesma carregando os revolveres e engatilhando-os.

Logo os três começaram a subir as escadarias e ao chegar no topo, se depararam com uma espécie de templo, só que estava completamente destruído, sem teto, com algumas pilastras destruídas e cheio de mato e flores no chão. No centro estava a espada celestial.

— A espada. –disse a jovem.

— Calma. –disse Hiroshi.

Agora alguém que estava atrás da espada celestial, perguntou:

— O que querem aqui?

— Imagino que seja o guardião da espada celestial. –disse Hiroshi seriamente.