Os 7 Demônios de Elizabeth.

7 Capítulo de Memórias 1/2


Notas iniciais
...Um pouco da história de Stella e seu primo Conrado. (A história que está logo abaixo é, totalmente, divergente em relação à história de Elizabeth e seus Demônios. ) AVISO: Contém cenas de sexo explícito. Recomendado: +16

Stella, mais que uma prima.

"Eu tinha mais ou menos 12 anos quando Stella tinha chegado em casa. Ela estava toda machucada e delibitada. Ainda confusa pelo ocorrido. Seus pais morreram em um acidente de avião; O avião que estava saindo de Paris de volta a pequena cidade onde eles moravam caiu. Ela, sem ter onde morar e com quem ficar foi morar comigo, minha mãe e minha vó. Meu pai deixou minha mãe assim que soube de sua gravidez... Eu até hoje não conheço o desgraçado.

Bom, voltando ao assunto... Stella tinha 12 anos também, mas como menina, já estava passando pela puberdade bem antes que eu. Ela já tinha uma cintura larga e um quadril perfeitamente bonito e redondo, já tinha seios grandes e era uma linda menina. Ela estava muito debilitada, quebrou a perna e um braço. Fraturou 3 costelas, o que impedia ela de ser livre e fez com que ela precisasse muito da ajuda de minha vó e minha. Minha mãe trabalhava todos os dias. Era cozinheira no próprio restaurante. Stella não ia para a escola então eu ensinava ela tudo o que aprendia. Ela por tem um braço e uma perna quebrada precisava de minha ajuda pra tudo. Eu sempre ajudei ela a trocar de roupa. Não ficava olhando ela nua para sentir atração, afinal era minha prima.

Um dia minha vó saiu para comprar os curativos de Stella, pois tinha acabado. Não demoraria muito, foi o que ela disse. Ficamos praticamente de 14h até as 21h sozinhos e para piorar, Stella estava passando mal. Resultado: Tive que dar banho nela. Não queria me excitar tendo que vê-la nua, mas tive que passar o sabonete em seu corpo... Foi aí que comecei a sentir tesão por ela... Passando a mão por todo o seu corpo... Nos seus quadris, na sua perna, na sua barriga, suas costas, seu braços, pés, mãos e nos seus seios. Não passei a mão na sua vagina pois seria algo muito 'sexual' então deixei essa parte com ela. Não me masturbei e nem usei aquilo como uma fantasia sexual pois ainda estava muito indeciso em relação ao certo e ao errado, e para mim, aquilo era muito errado.

Pouco tempo depois, ela já havia melhorado bastante. Apenas estava com o braço quebrado. Eu entrei no quarto dela e ela estava semi-nua de frente ao espelho. Eu perguntei o que era e ela me respondeu: 'Esse sutiã, meus peitos estão maiores e ele está apertando...' Na hora não notei que estavam maiores... Eu fui totalmente inocente e perguntei" 'O que quer que eu faça? ' Ela ficou meio constrangida, mas respondeu: 'Me ajude a tirar!' Eu fui para suas costas achar o feixo do sutiã mas estava na frente... Fiquei meio tenso, mas tirei. Os peitos dela praticamente voaram na minha cara. Estavam realmente maiores, e estavam mais bonitos... Nessa hora eu tive uma ereção daquelas... Foi nesse dia que bati uma pensando nela pela primeira vez. Ela já podia estudar, mas nós fingiamos que não só para passarmos um tempo juntos 'estudando' quando na verdade brincávamos o dia inteiro.

No começo eram brincadeiras inocentes, pique-pega, corrida, bonecos, bolinhas de gude... Até que ficamos um pouco mais safados. Nosso primeiro beijo foi juntos. Estavamos vendo um filme de romance juntos. Os personagens se beijaram e ela disse: 'Vamos fazer como eles?' Eu simplesmente não entendi nada e gaguejei um sim. Nos levantamos e nos beijamos. Foi horrível. Pouco depois, todos os dias faziamos isso. De repente nós eramos como namorados: Trocavamos beijos e abraços. Algo muito feio para dois primos fazerem, ou seja, ninguém sabia.

As brincadeiras estavam cada vez mais maliciosas. No pique-pega sempre trocavamos toques nas partes íntimas. Depois brincávamos de 'médico'. Ela passava a mão em mim e eu nela. Quando reparei estavamos brincando de se olhar nus (Sempre à noite, um de nós desligava a luz, e então ficávamos um de frente para o outro, os dois tiravam a roupa e se olhavam.) O primeiro toque em que tivessemos interesse sexual de verdade foi numa brincadeira. Eu estava correndo atrás dela. Agarrei ela e derrubei ela no chão. Estavamos com trajes de piscina. Era verão, um sol quente combina com piscina. Minha vó dormia e minha mãe estava trabalhando. Quando derrubei ela no chão. Eu deitei ao seu lado. Ela rapidamente subiu em cima de mim. Estavamos brincando, mas a situação ficou séria. Ela sentou em cima de mim, o contato entre meu pênis e o corpo dela estava apenas sendo impedido pelo tecido, que estava molhado. Me excitei na hora. Ela sentia a minha ereção tocando sua pequena vagina, e simplesmente, tirou o sutiã. Aquilo foi o suficiente para eu ter um orgasmo. Peguei nos seus peitos e puxei ela para perto. Enquanto beijava sua boca meus dedos levavam minha mão para a bunda dela. Apertei a bunda dela, estava quase tirando a calcinha dela, quando ouvimos um barulho dentro de casa. Minha vó acabava de acordar. Paramos o que estávamos fazendo e entramos...

Meses depois, faltando alguns meses para eu fazer 13 anos, aconteceu pela primeira vez... Transamos... Era dia das mães. Foi um diamde festa e felicidade para todos da família... Menos Stella. De noite, umas 2h da manhã. Ela chorava, e qualquer barulho que um fizesse o outro escutaria. Eu perguntei o que era, ela me respondeu que não era nada. Ora! Se alguém chora, é por alguma coisa. Deitei na cama dela. Meu pinto esfregava na cintura dela, mas nem eu e nem ela ligou para isso. Abracei ela bem forte, e depois de minutos de consolo, ela virou de lado. Eu fui me levantar mas ela segurou minha mão. 'Fica aqui comigo!' Ela sussurrou...

Deitei de volta. O único problema era que meu pinto esfregava na bunda dela. Eu tentava não pensar em nada e simplesmente dormir mas não deu. A ereção começou a ficar descontrolada, e ela fazia movimentos com a cintura que não era nada inocente. De repente ela 'impinou o bumbum' e pronto, tarde demais, eu fiquei totalmente excitado com aquilo. Ela tirou a blusa branca e o sutiã azul. Ela pegou minha mão e colocou no seu peito, consequentemente eu apertava os seios dela. Nós começamos a fazer movimentos que simulavam penetração. Eu estava nervoso, não sei como não suava ou gaguejava. Tirei o shorts jeans dela e tirei sua calcinha. Passava a mão na bunda dela e abaixei minha calça. Coloquei a cabeça do meu pinto na boceta dela e meti bem fundo e devagar.

Ela soltava pequenos gemidos, aquilo só amentava o tesão. Ela subiu em cima de mim, eu apertava seus peitos e puxava seu cabelo. Ela quicava em cima do meu pinto. Muito mais gostoso! O pênis entrava completamente dentro da boceta dela. Foram 3 minutos assim e tive a sensação de querer gozar. Tirei meu pinto de dentro dela e batia a cabeça na barriga dela... Gozei nela. Depois botei de novo na boceta dela e continuei a penetração... Quando fui gozar de novo, enfiei meu pau no cú dela. Que loucura! A sensação de ser mais apertado foi muito melhor! Eu não ia parar até que ela gozasse também.

Foram 3 ejaculações antes dela. Eu fiquei emcima dela, como se fosse fazer flexão e enfiei meu pau de novo na boceta dela. Foi necessário apenas 1 minuto e poucos segundos até ela gemer loucamente, mas baixinho. Eu tirei meu pau de dentro da vagina e fui pegar minha roupa, mas ela pegou no meu pinto e levou até a boca dela. Ela chupou deliciosamente. Eu gemia também. Ela colocou minhas bolas na boca dela e chupou... Eu não aguentei e quando ela colocou a boca na cabeça do meu pau, eu gozei. Foi surreal. Enquanto o esperma saía eu batia meu pinto na língua dela... Nós nos deitamos lado à lado, e minutos depois nós dormimos...

Apartir desse dia, vivemos como atores pornô. Eu beijava ela sempre que quisesse. Faziamos sexo todas as noites. Ela me fazia um boquete sempre que ficávamos sozinhos... Tinhamos uma vida sexual mais ativa que muitos adultos por aí. Passar um dia sem o sexo, não estava na nossa rotina. Sempre que um de nós descobria uma posição nova, ou queria experimentar um beijo ou uma maneira de gozar diferente, o outro ajudava. Nós podíamos ficar com quem quisessemos... Eu cheguei à ter uma namorada durante um tempo. Fodia minha namorada e depois fodia minha prima.

Um dia chamei meu melhor amigo pra ela chupar ele (Foi uma aposta e os dois aceitaram)... Eu e Stella temos até um vídeo nosso rolando nums sites de sexo amador por aí... Ano passado eu reparei que estava apaixonado por ela. Pedi ela em namoro e ela aceitou. Porém, ninguém poderia saber. Para ninguém desconfiar, vivíamos trazendo peguetes para casa... Nós esperávamos nossas peguetes sairem de perto para podermos curtir a nossa "amizade"...

Quando minha mãe morreu, não havia ninguém que podia me fazer feliz... Apenas Stella. Ela foi incrível e solidária. Me ofereceu carinho, proteção, e muito amor... Ela foi sem duvidas, a minha melhor amiga, namorada e prima...

Quando recebi a notícia de que Stella não iria voltar para casa, fiquei totalmente abalado. Não quero ficar nesse mundo sem ela... Não sei viver sem ela..."

Conrado, 16 anos... Primo de Stella em relação à morte dela.

Notas finais
*O primeiro capítulo de memórias da fanfic, espero que tenham gostado...* O próximo capítulo: Capítulo 7 - O Sexto demônio: O Suicídio.