Os 3 Novos Semideuses

4 Capítulo 4: Luto com uma Fera Extremamente Feia


Notas iniciais
Wessmuller e Skipper irão lutar contra um rei enquanto Pedro irá "curtir" seus dias no Acampamento. Por enquanto...

Wessmuller e Skipper continuaram sua viagem em busca do último semideus enquanto Pedro foi reconhecido por ser filho de Poseidon na Caça à Bandeira, contra o time vermelho. Skipper resolveu contatar Quíron para saber como vão as coisas:

– Quíron! Como vai?

– Ótimo, e você?

Teve aquela conversa longa, gastando um pouco demais os dracmas, mas foi boa. Pedro já estava amigo de quase todos no Acampamento, é bom com espada também, igual ao irmão. E também, é claro, apaixonado. Tirando isto também tinham coisas estranhas acontecendo no local. A praia, estava com algo de diferente, alguns campistas alegaram ver um vulto enorme, com tentáculos ou muitas cabeças. Problemas os esperam disso Skipper sabe. No caminho, Wessmuller e Skipper não tiveram problemas por uma semana. Wess achou estranho, mas por outro lado era melhor assim. Eles foram andando para onde Skipper “cheirava” o semideus, e passaram por vários lugares: Jardim Botânico, Corcovado, Floresta da Tijuca etc. A próxima parada: Gruta de Santo Antônio. Wessmuller iria mais rápido, já que estava treinando a viagem nas sombras, mas Skipper não se sentiu muito confortável com a ideia, muito menos de procurar o semideus em uma gruta. Chegando lá, perceberam sons de algo ou alguém se arrastando. Skipper estava muito nervoso então comia praticamente umas 15 latas de Coca-Cola por minuto. Wessmuller se armou com a adaga e invocou alguns esqueletos para ajudar. Os esqueletos eram de épocas diferentes: 5 no total, um com vestimentas piratas, dois com roupas de soldado, um de guerreiro medieval e o último, um parecendo um agente federal (o terno e a escuta ainda estavam com ele). Skipper pegou o porrete, que na situação, não ia adiantar. Do buraco mais escuro, várias serpentes começam a surgir, fugindo de algo, talvez um predador, ou pior, seu rei. O Basilísco, rei de todas as serpentes surgia do mesmo buraco abocanhando umas 5 serpentes e devorando-as. Skipper mandou Wessmuller fechar os olhos e se esconder atrás de uma pedra. O Basilísco deslizou para o lado de Wess, que mandou os esqueletos atacarem o monstro, sabendo é claro, que não faria efeito algum. A fera virou e atacou os esqueletos. Era a chance perfeita para Wessmuller acertar o monstro com a adaga. Ele pulo e fincou a arma na nuca do Basilísco, mas não teve efeito algum. O monstro deu um ganido e arremessou Wessmuller para o outro lado da caverna, junto com a adaga. Skipper revirava a mochila à procura de um espelho e a fera percebeu. Foi lentamente rastejando até o sátiro e prestes e morde-lo, Skipper se virou com um espelho dado por Grover antes de partir para sua missão. O Basilísco se assustou com seu próprio rosto e correu para muito longe. Wessmuller se levantava, ainda dolorido por causa da pancada.

– Tudo bem. Aquilo já foi embora. – disse Skipper, com nojo da fera.

Wessmuller tirou um pouco de néctar da mochila e bebeu. Tirou também um casaco, se cobriu com ele. O casaco era interessante: Parecia um casaco de aviador, bege com vários desenhos de lugares bordados (provavelmente os locais por onde ele passou). Os 2 resolveram voltar para a cidade e dormir em um hotel. O lugar era bem legal até: no saguão tinha jogos como pôquer, roleta e outras coisas deste tipo. As atendentes eram lindas mulheres que sempre ofereciam doces, e cartões verdes com um tipo de logotipo do qual nem Wess nem Skipper estavam interessados. Mais surpresas os aguardam, inclusive quando descobrirem onde estão...

Notas finais
O que acharam? Rex é um bom nome para um filhote de Cérbero? Digam um nome para a "nova namorada" de Pedro. Por favor leitores, me digam sugestões para a continuação. Espero que gostem 'u'