Os 3 Novos Semideuses
6 Capítulo 6: Tenho que Regatar um Semideus
Notas iniciais
Skipper continuou a procurar o semideus, mais e mais. Preocupado, mandou uma mensagem de Íris para Quíron explicando tudo o que aconteceu. Enquanto os dois conversavam, no chalé 3, Pedro tentava descobrir como sua nova arma funcionava. Era um anel de bronze com um escudo com uma espada. Pedro tentava de vários jeitos mas não conseguia. Todos que estavam no chalé tentaram resolver o enigma, até mesmo Annabeth tentou e não conseguiu. Então, era a vez de Kate tentar. Ela era filha de Apolo, o cabelo tinha cor de ouro e um rosto perfeito. Era um pouco baixa, uns 3 cm menor que Pedro. Os dois começaram a namorar há mais ou menos uma semana.
– Pedro, tente girar a espada e puxar. – disse Kate
Ele fez conforme mandado e funcionou, uma espada cresceu na mão de Pedro, enquanto do outro lado, um escudo montou-se. A espada tinha o nome “afiada” inscrito em grego. O escudo era um escudo normal: 50 cm de raio, feito de bronze com alguns detalhes pequenos de todos os símbolos dos deuses do olimpo e bem no centro, a letra de Ômega. O escudo se fechava por dentro, tocando um pequeno botão também na letra de Ômega, já a espada, tinha de deslizar o dedo no nome inscrito. Percy já sabia disso, e pediu para que Poseidon não lhe mandasse presente nenhum. Kate ganhou um arco feito de ouro que se transformava em um grampo de cabelo e Wessmuller, uma jaqueta, que ao ser fechada pelo zíper, se transformava em uma armadura grega completa. Embora fosse legal receber presentes, todos sabiam que eram para arriscar suas vidas protegendo o Acampamento. A conversa entre Skipper e Quíron tinha terminado, e Skipper continuou atrás do próximo campista: olhou nos hotéis, perto do rio Tietê, em becos, nas ruas, mas não conseguia acha-lo. Resolveu descansar em um banco, quando ouviu acima dele:
– Rápido, ele está no autódromo!
Era a mesma voz que ouvira antes, e agora sabia a localização do semideus. Skipper chamou um táxi e foi correndo para lá. Quando chegou viu o problema: uma fúria prestes a atacar o garoto. Skipper correu para ajudar, mas foi impedido por outra fúria. Skipper tentou escapar, mas a fúria não o deixava passar. Skipper acertou o monstro com o porrete e foi ajudar Guilherme, mas era tarde. Duas das Fúrias levaram ele, provavelmente para o submundo. Skipper entrou em desespero, começou a comer latas que tirava da mochila, tinha acabado de perder um semideus. Depois de meia hora lamentando, decidiu: EU VOU AO SUBMUNDO!
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