Orias e Suas Estrelas
24 Capítulo 24 — A Estrela da Fraqueza
Notas iniciais
Por mais que Orias desejasse, não havia tempo para admirar a obra-prima que Beija-Flor era. Adentraram o veículo e Salem não resistiu, alfinetando:
"Ué, aceitou a sina de co-piloto?"
"Cale a boca e bota essa belezinha no ar."
Salem riu e obedeceu a ordem. O co-piloto prendeu a respiração ao sentir Beija-Flor cortar os ventos como se nada fosse, com leveza e rapidez, exatamente como o pássaro que originou seu nome.
Quando Orias deu-se conta da realidade, já estavam em batalha. Diversas naves e caças menores disparavam lasers e pequenos mísseis contra os navios, assumindo formações rapidamente; no rádio, requisitavam-se reforços. Beija-Flor esgueirou-se em uma formação V, tomando posição voluntariamente. Haviam três navios de guerra, o maior deles todo negro.
Negro? Ah, não!
“Salem, temos que avisá-los.” a voz robótica de Orias ecoou nos ouvidos do piloto
“Avisá-los de quê, Orias?!"
O navio líder disparou apenas um laser contra às naves e metade fora destruída sem muito esforço, tão extenso e largo o seu alcance. Uma corajosa nave sopesa com dificuldade os navios restantes, pois, inevitavelmente, todos tinham apenas um alvo: O Navio Negro. Orias conhecia sua origem, mas não esperava que quisessem conquistar até mesmo Zanet.
"De que não somos páreos para eles."
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