Organização: Caçadores de Monstros (interativa)
6 Um sonho mortal - parte 1
Notas iniciais
Phoenixville — Pensilvânia
Alguém batia na porta de uma casa, e uma jovem, com quinze anos, abriu, aparentemente, ela estava sozinha em casa.
–Oi, Ju. — diz a menina que atendeu a porta.
–Oi, Mary. Os outros já chegaram? — perguntou ela.
–Ainda não, mas ainda são seis horas. Vem pode entrar. — diz a jovem.
Elas foram para a cozinha e Julia pegou uma garrafa de cerveja de sua mochila.
–Olha o que eu trouxe. — disse Julia. Mary ficou assustada.
–Acho que não é uma boa...- disse a jovem.
–Que isso, sabe, o Brandon vai ta aqui. — disse a menina colocando a cerveja na geladeira. — Ele estava olhando para você hoje. E ele vai trazer aquele gatinho, o amigo dele.
–Luke... — disse Mary.
–Sim. Ei, hoje você tem que da seu primeiro beijo, e tem que ser no Brandon. — diz a menina. Logo, mais batidas na porta.
–Só um momento, acho que é a Annie. — diz Mary indo atender a porta.
–Oi Mary. — diz Annie, ao abrir a porta.
–Entre...- disse a jovem, preocupada. Por um momento, ela estava se arrependendo de ter chamado pessoas para passarem a noite na casa na ausência de seus pais.
–Como você sabia que era a Annie? — perguntou Julia.
–Ela sempre bate na porta duas vezes, e depois da um breve intervalo, e bate mais três vezes. — diz Mary.
–Oi Julia. — diz Annie, colocando a mochila no chão.
–Oi amiga. — diz ela dando um abraço em Annie.
–Você viu aquele gato do Luke? — perguntou Annie, e as duas amigas começaram a conversar sobre meninos, enquanto Mary foi no banheiro lavar o rosto.
Apos um tempo, Luke e Brandon chegam na casa, e os jovens decidem assistir um filme. Brandon senta do lado de Mary, e ela demonstra um leve desconforto com isso.
–Que filme vocês vão assistir? — pergunta Brandon.
–Que tal um terror? — disse Julia. E então,eles colocam o filme.
Durante o filme, Brandon tenta abraçar Mary, logo depois de fingir uma espreguiçada, mas ela logo o impede de fazer isso, e levanta para ir a cozinha. Sua amiga logo percebe e a segue.
–Que foi? — perguntou Julia.
–Não sei se fico confortável fazendo isso.
–Que isso amiga. O Brandon é um gato. — disse ela pegando a garrafa de cerveja da geladeira.
–Eu sei...- diz Mary.
–Vem.- fala a amiga, e as duas vão para a sala.
–Olha o que eu trouxe. — diz Julia.
–Que isso, só uma garrafa? — diz Luke.
–A Annie trouxe mais, seu idiota. — diz Julia. Então, eles começaram a beber, menos Mary, ela parecia esta desconfortável.
–Amiga, bebe com a gente. — diz a Julia, entregando um copo com cerveja.
–Não precisa. — diz Mary.
–Vamos logo, é bom. — diz Julia, Mary aceita a bebida.
Apos algum tempo, os amigos de Mary foram dormir, menos Brandon. Ela fica lavando as louças que seus amigos sujaram. Então, Brandon aparece na cozinha.
–Oi gata. — diz ele.
–Que foi Brandon? — disse ela, parando de lavar as louças e secando as mãos.
–Eu notei que você esta tímida. — diz ele se aproximando. — Mas, não precisa disso. — diz ele indo beijar ela. Eles então começam a se beijar.
Brandon vai com ela ate o quarto e eles começam a se beijar, mas quando o jovem tenta colocar a mão aonde não deveria, ela logo o interrompe.
–Não sei se quero mesmo fazer isso. — diz ela. O jovem passa a mão no cabelo.
–Quer saber? Esquece. Vou dormir. — disse ele, com indignação. Ela olha para ele indo dormir.
Brandon deita na cama de um dos quartos da casa e fecha os olhos. Mais ou menos uma hora depois, ele abre os olhos e vê Mary, e ela beija o garoto. Os dois começam a se beijar.
–Acho que estou preparada. — diz ela, tirando a camisa. Brandon sorri, e a noite se passa, e os dois fazem o que não deveriam.
No dia seguinte, Mary acorda na cama aonde ela estava dormindo, com um grito de sua amiga, Julia. Ela corre em direção ao grito, e vê Julia olhando o corpo de Brandon. O corpo estava com a pele pálida, e os olhos estavam totalmente brancos. Mary olha assustada.
***
Alexsander estava na lanchonete, e tinha dois hambúrgueres na mesa da lanchonete. Alexsander tira do bolso uma pasta de dente que ele estava guardando e coloca muita pasta de dente dentro do hambúrguer que ele não estava comendo,e logo guarda. John logo sai do banheiro da lanchonete e se senta.
–Um jovem foi encontrado morto... — diz John, pegando o hambúrguer e mordendo. Alexsander segura o sorriso, mas logo começa a rir quando vê que John percebeu o gosto.
–Então, temos mais um caso de desgraçados sobrenaturais? — diz ele sorrindo.
–Alexsander, achei que você tinha parado com isso. — diz John, cuspindo o pedaço de hambúrguer que ele tinha mordido.
–Por que eu iria parar? Foi você que colocou creme de amendoim no meu sanduíche, e eu sou alérgico. — diz Alexsander mordendo um pedaço de seu hambúrguer.
–Isso foi a uma semana atrás. — diz John. — Mas vamos ver, se é isso que você quer, é isso que você vai ter.
–Qual é, é só uma brincadeira. — diz Alex.
–Ta, vamos voltar ao assunto importante, um jovem foi encontrando morto.
–E o que tem? Pessoas morrem. — disse Walker, bebendo seu refrigerante.
–Ta, mas não é normal ele morrer como se tivessem sugado sua vida. — diz John.
–Shtriga? — perguntou Alexsander.
–Acho que pode ser.
–E aonde aconteceu isso?
–Phoenixville.
–Então, vamos...- diz Alexsander se levantando. E os dois foram para o carro.
(...)
Eles estacionam o carro em frente a um hotel da cidade, John foi se registrar em quarto do hotel.
–John, vou no bar, ali próximo.
–Volta logo. — diz John.
Alexsander chega no bar e se senta.
–Deseja o que?
–Quero um copo de Vodka. — diz Alexsander. Então, o barman coloca vodka num copo e Alexsander bebe em apenas um gole.
Ele começa a pensar em seus pais, já fazia três noites que ele não dormia, Alexsander detestava ter pesadelos com a morte de seus pais.
–Ta tentando esquecer uma mulher, meu jovem? — perguntou o barman colocando mais bebida no copo.
–Não, quero esquecer outra coisa. — disse Walker, bebendo. Ele logo se levanta da cadeira e deixa o dinheiro no balcão. Enquanto saia, uma jovem com cabelos vermelhos que estava usando uma camisa do Iron Maiden olha para ele, como se soubesse quem era ele. Ela logo tira um cigarro e acende.
Alexsander logo foi falar com John.
–John, como vamos começar a investigação desse caso?
–Vamos falar com Mary. O jovem Brandon morreu na casa dela. — diz John.
–Não seria melhor se alguém fosse vê o corpo desse Brandon enquanto outro fala com ela?
–Tem razão. Eu falo com ela e você vê o corpo.
(...)
John chega na casa da menina e bate na porta, e a mãe de Mary abre a porta.
–Policia estadual. — diz John mostrando um distintivo falso. -Posso falar com Mary?
–Claro. Entre. -diz a mãe da jovem. John logo se senta numa cadeira, e Mary se senta no sofá.
–Mary, o que aconteceu? — diz John.
–Bom, eu chamei uns amigos pra cá... — diz ela, segurando a vontade de chorar. -... a gente assistiu uns filmes e fomos dormir.
–Só? — pergunta John.
–Sim.
–Mary, precisamos investigar isso, peço que nos conte tudo que sabe. — diz John.
–Bom, eu e Brandon nos beijamos, ele queria fazer sexo comigo, mas eu não quis, então, ele saiu do quarto com raiva, e eu me deitei e dormir. — diz ela chorando. — Eu vou ter que ir para a delegacia?
–Não. Não se preocupe. — diz John se levantando e se retirando da casa.
(...)
Um policial leva Alexsander para ver o corpo, ele logo desembrulha o corpo.
–Aqui, agente Ronald. — diz o policial para Alexsander.
Walker se assusta levemente, o corpo estava totalmente pálido, o cabelo estava com um preto acinzentado, e os olhos estavam branco, sem pupilas e iris.
–É estranho, como alguém morre assim? — perguntou o policial.
–Deixe-me investigar o corpo. — Alexsander olhou o pescoço, para vê se tinha alguma mordida. Ele achou estranho, sera que realmente era uma shtriga?
Depois de olhar o corpo, Alexsander entra no carro e liga para John.
–Alo? — diz John.
–O corpo perdeu totalmente a energia vital. Sera que realmente é uma shtriga?
–É o mais provável.
–Então, o que descobriu? — pergunta Alexsander
–Nada demais. Eram jovens se divertindo, sem a permissão dos pais.
–Ta, vou desligar. — diz Alexsander desligando o celular. Ele logo pensa em seus pais, algo que o deixava indignado era o fato de muitos filhos não gostarem de seus pais, enquanto ele daria tudo para poder ter mais um dia com seus pais.
Logo, lagrimas escorrem no seu rosto, mas ele logo passa a mão para enxuga-las, e então, liga o carro...
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