Organização: Caçadores de Monstros (interativa)
17 Highway to Hell - parte 1
Notas iniciais
Los Angeles -Califórnia
1793
Um grupo de três homens da igreja adentravam numa casa pequena. Eles carregavam crucifixos, uma Bíblia, água benta e etc. Um deles bate na porta.
–Padre Willian Walker? — pergunta uma mulher que atendeu.
–Sou eu. Ela esta aí? — perguntou o padre.
–Sim. Entrem. — disse a mulher, dando espaço para que o padre entre, junto com os dois homens. — Ela esta la em cima, no quarto.
–Vamos. Fique aqui, irmã Julian. — disse Willian, chamando os dois monges. O padre sobe para o andar de cima da casa de madeira. Ele vê a porta de um quarto, ele então caminha ate a porta do quarto e abre. Esta tudo escuro, apenas uma vela ilumina o local.
–Olá, padre Walker. — disse uma voz grossa, roca e extremamente sobrenatural para uma menina de quinze anos de idade, que estava deitada na cama.
–Fechem a porta. — disse Willian, e os monges fecharam as portas. — Exorcizamus te, omnis immundus spiritus...- disse o padre, começando o exorcismo, mas logo, a garota começou a gritar. Os monges seguraram os braços
–Vocês vão morrer. — gritou a menina, logo, o demônio saiu dela por conta própria. O padre correu em direção da menina e notou que ela estava morta. Ele fecha os olhos dela, que estavam abertos, é obvio...
***
Atualmente
Alexsander dirigia o carro, já era tarde, John estava dormindo no banco do passageiro. Ele olha para o banco de trás e vê Rose, ela estava pensativa.
–Algum problema? — pergunta Alexsander.
–Não. — diz ela, voltando a sua atenção para a realidade. Ela logo sorri. Alexsander continua dirigindo.
–Droga, — sussurra ele. Alexsander logo dá um soco em John, acordando ele.
–Que foi? — diz Smith, acordando assustado.
–Você foi confiar em Piper, então, ela pegou uma estrada diferente da nossa já faz duas horas. — diz Alexsander.
–Cara, para esse carro e vai dormir. — diz John, fechando os olhos e dormindo novamente. Alexsander deu de ombros. Ele vê um posto aberto as duas horas, então, estaciona o carro.
–Você quer comer algo, Rose? — perguntou Alexsander, abrindo a porta do carro.
–Quero bolo. — diz ela sorrindo.
–Duvido muito que tenha bolo aqui. — diz ele.
–Por favor...- diz ela fazendo um expressão fofa. Alexsander olha para o rosto dela, pensa um pouco e responde:
–Não, sem bolo para você. — diz ele saindo do carro e indo ate o porta-mala. Ele abre o porta-mala e pega uma pistola e uma faca de prata, e coloca em sua cintura. e então, fecha o porta-mala.
Ele entra na lanchonete do posto e vê o que tem de bom e que tenha bacon para comer. Alexsander era fanático bom bacon.
–Com licença. Deseja algo? — chegou uma garçonete loira de olhos verdes acinzentados. Alexsander olha para o corpo dela e solta um sorriso.
–Que tal alguma coisa com bacon. — diz ele. -Então, posso te pagar uma bebida? — pergunta ele. Logo ele percebe que Rose estava do lado dele, e ele nem tinha notado que ela havia seguido ele. A garçonete sai do local rindo. — Que foi, não posso ter diversão? — perguntou Alexsander.
–Eu vi no cardápio, e tem bolo de chocolate. — diz ela.
–Droga. Ei, gracinha... — disse Alexsander, chamando a garçonete.
–Sim? — perguntou ela.
–Traz um bolo de chocolate para a Ryuzaki aqui. — diz ele. Alexsander olha para a televisão ligada, e logo vê que esta passando um filme sobre vampiros.
–Que droga, desde quando vampiro brilha no Sol? — perguntou ele.
–Crepúsculo não é um filme sobre vampiros. — diz Rose. -É um filme sobre fadas. — diz ela. Os dois começam a gargalhar e a falar sobre o filme, insultar, para ser mais específico.
Logo a garçonete traz os pedidos dos dois, um hambúrguer com bacon para o Walker e um bolo para Rose.
–Ei, e o John? — perguntou Alexsander, se lembrando de seu amigo, que ficou dormindo no carro.
–Ele ficou dormindo no carro. — diz ela, comendo o bolo.
–E você, por que não dorme?
–Por nada... — diz Rose, parando de sorrir. Alexsander logo percebe que disse merda, então, dá uma mordida em seu hambúrguer. Apos terminarem de comer, Alexsander pagou as coisas que comprou e os dois foram para o carro. Ele liga o carro e dirige.
(...)
Piper chegava em Los Angeles, ela estacionava sua moto, e então, ela pega seu celular.
–Alo? — atende Alexsander.
–Tem um caso aqui em Los Angeles. — diz ela.
–Ah, Piper. — diz Alexsander.
–Vem logo. — diz ela.
–Não dá, preciso ir ver uma pessoa. — diz ele.
–Quem? A Alice? Porra, Alex. Empresta essa porcaria que tu chama de carro para o John depois que tu chega aqui em Los Angeles, e ele vai lá. — diz ela, desligando o celular. Ela pega sua faca de prata e começa a mexer nela, já que esta de noite.
–E aí, princesa. Que tal a gente ir para um motel próximo? — disse um cara, chegando perto de Piper, sem ver a sua faca.
–Você tem três segundos para sair daqui antes que eu corte seu órgão genital. — diz ela, mostrando a faca, e em seguida, pegando um cigarro.
–Duvido muito, Piper. — diz ele, sorrindo. Seus olhos ficaram pretos,e a caçadora logo notou que ele estava possuído
–Olha só, como ta sua casa? Ainda ta aquele calor lá? — diz ela soltando um leve sorriso.
–Você sabe que não estou sozinho. — diz ele.
–Cade seu líder? — diz ela.
–Ele esta em Bel Air, o bairro rico. Ele esta atrás do Walker, seu "amigo". — diz o demônio.
–Por que vocês estão atrás de um babaca? — pergunta ela.
–Meu líder detesta os Walker's. — diz ele. — Bom, já te disse o bastante, esta na hora de te matar.
–Tenta a sorte. — diz ela, segurando o facão e soltando um leve sorriso.
(...)
Alexsander para seu carro em frente a placa mostrando que tinha chegado em Los Angeles, e então, ele sai do carro e pega vários tipos de armas e equipamentos, e coloca tudo em sua mochila.
–Olha, fala para a Alice que eu não vou demorar. — diz Alexsander.
–Ok. — diz John, sentando no banco do motorista.
–Ate mais, Ryuzaki. — diz ele para Rose, que se senta no banco do passageiro.
Alexsander caminha um pouco, já estava amanhecendo, o céu estava alaranjado, e ele observava a cidade, que parecia esta deserta. Ele caminha pelo local, tudo estava fechado, mas ele não estranhou muito, pois ainda estava amanhecendo. Mas ele se preparou para qualquer coisa. Alexsander vê um mercado aberto, então, entra no local.
–Dia bonito, né? — diz o atendente do mercado.
–Claro...- diz Alexsander, sendo sarcástico.
–Eu conheço você? — perguntou o atendente. Alexsander pega uma cerveja e vai pagar.
–Não, por quê?
–Claro que eu conheço, Walker. — diz ele sorrindo, então, ele acerta Alexsander com um bastão de beisebol que tinha no mercado para prevenir contra assaltos, eo caçador cai desmaiado.
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