Notas iniciais
Outro capítulo, desculpe, não me canso de escrever. XD

Alice estava fora da escola, ate o sinal tocar, a aula tinha acabado. Ela olha os jovens saindo da escola, e então, Cristiane caminha ate ela.

–O que você fez a aula toda, menina? — perguntou a amiga de Alice, preocupada.

–Decidi não ficar na aula hoje. — disse ela, lendo um livro. Cristiane olha a capa do livro.

–Por que você ta lendo esse livro? — perguntou Cristiane.

–Ele é legal. — disse Alice.

–Sim, um livro sobre outros mundos e sobre o sobrenatural é legal. Se toca, amiga. — disse ela.- Você ta muito estranha.

–Olha aqui, eu não sou sua amiga, entendeu? Seu jeito é irritante, sua voz é irritante. — disse Alice. -Então, larga do meu pé.

–Olha aqui sua piranha, não vem falando assim comigo. Você não é tudo isso. — disse Cristiane. Alice nem prestou atenção. — Sua esquisita. — disse ela, empurrando Alice.

Alice olha para ela, já sem paciência, e da um soco em Cristiane. — todos a sua volta olham para o soco, alguns ficam sorrindo, outros filmam. Alice então sai do local e caminha ate sua casa.

Chegando em casa, ela vê que seus pais estão trabalhando, então, ela procura algum jeito de achar o número de Alexsander, até que ela acaba achando.

–Alo? — atendeu Alexsander, quando Alice ligou para ele.

–Alexsander.

–Oi Alice. O que foi?

–Preciso que você me encontre na praça que fica em frente a escola.

–Por que? — perguntou Alex.

–Só me encontra lá, agora! — disse ela, desligando o celular e indo para a praça. Chegando na praça, ela vê que Alexsander ainda não chegou lá. Ela espera algum tempo, até vê Alexsander chegando de bicicleta.

–É sério? — perguntou ela.

–O que tem? Não posso andar de bicicleta?

–Esquece. Olha, eu preciso de sua ajuda. Eu sei, eu só te conheço a pouco tempo, só em uma caçada, mas preciso sair daqui. — diz ela.

–Não estou te entendo, Alice. Você ta diferente, ate seu jeito de falar esta diferente. — disse Alexsander.

–O que você sabe sobre lendas, mitologias e etc? — perguntou ela.

–Desculpe, Alice. Sou professor de física, estudo o que realmente existe, não o que é irreal.

–Que tipo de criatura é capaz de levar uma pessoa para outras realidades?

–Alice, tenho que voltar para casa.

–Me responde! — disse ela, mudando o tom de voz.

–Bom, tem um deus pagão, tem os djinns... — disse Alexsander pensando.

–Isso, djinn. Como eu me esqueci. Acho que fiquei tão perdida nessa realidade. -disse ela para si mesma. Ela logo sai correndo para a sua casa. Alexsander olha para ela, estranhando-a, e então vai embora.

Alice procura sobre os djinns em seu notebook.

–Então, um djinn faz com que a gente sonhe com um mundo que supostamente iria ser bom enquanto se alimenta da sua vitima...- diz ela. Ela logo vai para a cozinha e pega uma faca para enfiar em si mesma, logo, seu pai aparece.

–O que é isso, filha? — diz ele assustado.

–Você não é real, estou sonhando, e preciso voltar. — diz ela. — Desculpa, eu te amo. — diz ela, enquanto uma lagrima escorre de seu rosto.

–Isso pode ser um sonho, mas é melhor do que a vida que você leva, Alice, pense. — diz seu pai. Ela logo enfia a faca em sua barriga.

(...)

Alice acorda, correntes prendem as mãos dela, ela esta no hospital, seu corpo esta fraco. Ela tenta tirar as mãos presas, fazendo elas escorregarem com seu suor, e então, ela consegue se livrar. Ela logo vê uma garota loira presa, ela também estava sonhando.

–Ei, acorde. — diz Alice, acordando a loira. Ela logo acorda.

–Aonde estou? — perguntou ela.

–Vou te tirar daqui. Qual é o seu nome? — perguntou Alice.

–Cristiane. — disse a loira, ela estava muito fraca. Alice logo notou que era a Cristiane daquele universo aonde ela estava. Alice então, tenta desprender as mãos de Cristiane, fazendo-as escorregar. E então, apos algum tempo, ela consegue.

–Me siga. — diz Alice. Alice caminha ate o local que o djinn a encontrou, então, ela viu a faca jogada no chão. Ela pega a faca e depois, acompanha Cristiane ate a saída do hospital. Mas, enquanto as duas estavam indo sair, o djinn apareceu. Alice logo viu ele.

–Saia daqui. — disse ela para Cristiane.

–Você não gostou da vida que eu te dei? — perguntou a criatura.

–Sinceramente, só teve uma coisa que me deixou feliz lá. — disse ela.

–Então, você não quer continuar com seus pais. Eu posso te deixar em outro sonho, você quer?

–Uhum, quero. — disse ela, sendo sarcástica. O djinn logo tenta fazer ela dormir novamente, mas ela enfia a faca na barriga do monstro antes que ele toca-se ela. Ela tira a faca e caminha ate o lugar que Cristiane tinha se escondido.

–Vamos. — disse ela. E as duas saíram.

(...)

Cristiane voltou para a casa de seus pais, e Alice logo se retirou. Ela caminhava em direção a uma praça daquela cidade. Ela se senta na praça, e pega seu telefone. Ela viu que, caso não tivesse descoberto que aquilo era um sonho, ela teria morrido. Realmente, ela deveria ir com Alex, que a ajudou mesmo em sonho. Ela então liga para o Walker.

–Sim? — atendeu Alex.

–Alex, eu decidi aceitar sua proposta. — diz ela.

–Você diz tudo com esse tom de voz sério? — disse ele sorrindo. — Tudo bem, me diga aonde você esta e eu vou aí.

–Você esta caçando algo? — perguntou ela.

–Não, acabei de terminar de matar uma súcubo. — diz ele. — Já estou indo aí, até mais, pirralha. — disse ele desligando.

Ela logo solta um leve sorriso e guarda o celular.

Notas finais
Vocês acham que eu deveria postar menos?