Organização: Caçadores de Monstros (interativa)
18 Sangue de vampiro - parte final
Notas iniciais
Natan parava o carro em uma estrada. Os dois saem do carro, Natan segura uma pistola. Raquel sai do carro e começa a bater o pé no chão, como sempre costuma fazer.
–Natan, por que esta com essa pistola?
–Não confio em monstros ou qualquer tipo de criatura.
–O Dan não é mal. — diz ela.
–Sei...- diz Natan. Logo um jovem com cabelo castanho e curto, olhos verdes e um pequeno cavanhaque chega no local. Ele cantarolava em italiano, e estava com uma mochila. Ele para de cantarolar e observa os dois, ele esta com uma expressão de sério.
–Olá Raquel. — diz ele.
–Oi, Daniel. — diz ela, com um sorriso.
–Quem é esse? — perguntou ele.
–Esse é Natan.
–Só falta o cachorro para vocês se tornarem a mistérios S/A. — diz ele, sorrindo.. Natan continua sério, olhando para Dan com um olhar assustador.
–Não pense que não estou com vontade de te matar. Eu só não fiz isso porque você é amigo de Raquel, mas eu posso me esquecer disso com mais uma piada. — diz Natan.
–Se por acaso você souber como matar uma hidra, pode tentar a sorte. — diz Dan, sorrindo.
–Dan, trouxe o que eu te pedi? — perguntou Raquel.
–Sim. Aqui esta. — diz ele, tirando uma estaca de prata da mochila.
–Pra que uma estaca? — pergunta Natan.
–Não é uma simples estaca, e conhecida como estaca de Helsing. Ela é capaz de matar qualquer vampiro, sem precisar degolar eles. Foi feita com feitiçaria pelos monges de 1460.- diz Dan. — Graças a ela que as pessoas acham que estacas de prata mata vampiros. Estacas não funcionam em vampiros, mas essa sim. — diz ele.
Natan pega a estaca e começa a olhar para ela. Tem marcas nela, de letras, que ele não consegue entender.
–Então, vamos Raquel. — diz ele.
–Espere. Vocês não acham que eu fui ate aonde Judas perdeu a crocs só para vocês ganharem uma arma rara feita lá em mil, quatrocentos e dinossauro assim, de graça, né? — diz Daniel.
–O que você quer?
–Quero a cabeça de Danzer numa bandeja, com molho barbecue e uma maça na boca. — diz Dan, se retirando do local.
–Por que ele não gosta de Danzer? — perguntou Natan, para Raquel.
–Daniel é do tipo que ajuda os caçadores e as criaturas sobrenaturais. Ele é neutro. Danzer acha que eles são amigos, mas Daniel quer ele morto. — diz Raquel, entrando no carro. Natan entra no carro, e então, ele começa a dirigir o carro.
(...)
Danzer caminhava pelo local aonde ele mantinha várias pessoas presas, para estocar comida, segundo ele. Ele logo observa uma jovem de, aproximadamente, quinze anos, chorando.
–Pensei que vocês não fossem assim...- diz ela, chorando.
–Pensou o que de nos, então?
–Pensei que os vampiros fossem legais. Pensei que vocês se apaixonavam por humanos. — diz ela. Danzer começa a gargalhar, ele chora de tanto rir.
–Olha só, os livros deixaram tudo mais fácil para a gente caçar. E só chegar em uma garota, falar que sou um vampiro, falar que a amo, e depois, chupo ate a ultima gota de seu sangue.- diz ele, sorrindo.- Você quer dar uma volta comigo pela floresta, então, vamos. — diz ele, tirando a corrente que prendia ela na parede. E deixando apenas as correntes que prendias as mãos dela. Então, ele puxa ela para fora do local. O Sol não o queima, pois vampiros não morrem totalmente no Sol, a pele deles queima como se estivesse um ferro parado na parte que esta exposta, um ferro aquecido a quinhentos graus.
–Viu, não brilhei. — diz ele, demonstrando agonia pela dor que estava sentindo, por sua pele esta queimando.
–Por favor, não me mata.
–Ue, você não confia em mim? — diz ele, debochando dela.
Ele leva ela para a floresta, e chega num local escondido.
–Por favor.
–Você quer se tornar um de nos? — diz ele, sorrindo com seu olhar assustador.
–Não. — diz a menina, chorando. Danzer morde seu próprio pulso, e coloca a menina para chupar seu sangue de vampiro.
Danzer logo sente o cheiro de mais pessoas, e escuta o barulho de carro. Ele solta um leve sorriso e volta para o ninho com a mais nova membra. Ele entra no local e manda três vampiros irem pegar as pessoas.
(...)
Natan e Raquel chegavam na estrada em que mataram o vampiro, logo, Natan para o carro para não atropelar uma jovem que parou em frente ao carro. Os dois vampiros restantes abrem as portas e jogam os dois para fora do carro.
–Olha só, uma princesa. — diz um dos vampiros, segurando Raquel pelo pescoço. Natan pega a estaca e enfia no peito de um vampiro. E então, joga a estaca para Raquel, que mata o outro vampiro. A vampira tenta fugir, mas Raquel pega uma faca e joga nas costas da vampira, que cai no chão. Os caçadores correm em direção a vampira, e Raquel tira a faca das costas dela.
–Me diz, aonde esta o ninho. — diz Natan, pegando a faca e colocando no pescoço da vampira.
–Eu levo vocês ate lá. — diz a vampira, que demonstrava medo.
Ela leva os caçadores ate uma fazenda abandonada.
–Vamos entrar. — diz Raquel.
–Raquel, são muitos. — diz ele.
–Temos a estaca de Helsing, a vampira e meu plano. — diz ela. Então, Natan adentra no local.
–Quero falar com Danzer. — diz ele.
–Sou eu mesmo. — diz Danzer, chegando no local.
–Quero que liberte as pessoas que você esta estocando, e em troca, você terá a sua amiguinha de volta.
–E se eu não quiser. — diz Danzer.
–Então, em quinze minutos, sua cabeça estará em uma bandeja. — diz Natan.
–Matem ele. — disse Danzer, logo, doze vampiros, que eram os membros do ninho, caminharam em direção a Natan. Ele pega sua pistola e atira em um vampiro, que começa a rir.
–Acha que vamos morrer assim?
–Bom, com balas banhadas em sangue de homem morto, eu acho que não, mas isso vai fazer vocês dormirem. — diz ele, sorrindo. Logo, o vampiro desmaia, e os outro correm em direção a ele, mostrando seus dentes, ele atira em cinco, enquanto ainda estão longe. E então, pega seu facão e corta a cabeça de um que tentou atacar. Os cinco restantes cercam ele, e ele observa cada um. Ele enfia seu facão no chão, e pega a sua pistola. Ele da o tiro na perna de um, que cai, mas, enquanto caia, esse vampiro segura em outro para tentar continuar em pé, mas os dois caem, Natan pega seu facão e enfia na cabeça de um, e depois de outro, prendendo as duas cabeças no facão, e em seguida, enfia no chão. Os dois vampiros não morrem, mas ficam sentindo agonia e dor. Os outros três tentam atacar ele, mas ele dá um soco em um que estava próximo, e tira um machado pequeno de sua mochila, e corta a cabeça dos dois vampiros que estava presos no chão pelo facão. Ele tira o facão do chão e faz um movimento, como se tivesse rebatendo uma bola com um bastão de beisebol. Esse movimento faz com que as cabeças presas no facão sejam jogadas nos dois vampiros que tentaram atacar ele. Então, os três vampiros vivos estão caídos no chão, e Natan corta a cabeça de um deles. Os outros dois levantam e observam o estrago que aquele caçador fez.
–Seu desgraçado. — diz um deles correndo em direção a Natan, que mantem o facão parado em uma certa posição, o vampiro tenta desacelerar e parar de correr, mas logo, ele bate com seu pescoço no facão, que faz com que a cabeça do vampiro voe longe. Natan pega seu facão e corta a cabeça do ultimo vampiro, que estava parado com medo. Ele olha para o local aonde Danzer estava, e ele observava tudo.
–Muito bem, vou querer lutar com você. — diz ele.
–Não, eu vou libertar as pessoas. — diz ele.
–E você acha que eu vou deixar?
–Vai estar muito ocupado, morrendo. — diz Natan. Danzer olha para trás por reflexo, e então, Raquel enfia a estaca nas suas costas. Ela segurava a cabeça da vampira que estava usando como refém.
–Desgraçada. — diz Danzer, caindo no chão. Ela pega a estaca e joga a cabeça da vampira do lado de Danzer, que olha para a cabeça, antes de morrer. Raquel pega um facão e corta a cabeça do vampiro morto, e coloca em sua mochila.
–As pessoas que ele prendeu estão lá em baixo. — diz ela sorrindo. Natan vai para o local, libertar as pessoas.
Apos terem terminado o trabalho, os dois entram no carro e voltam para a estrada aonde encontraram Daniel. Os dois ficam esperando, Raquel começa a roer suas unhas enquanto espera, enquanto Natan olha para o seu facão, sujo de sangue.
–Cade o meu pagamento? — diz Daniel, chegando no local. Raquel joga a cabeça para Daniel.
–Aí esta. — diz ela.
–Cade a bandeja? O molho? A maça? — perguntou ele.
–Você estava falando sério? — perguntou Natan.
–E alguma vez eu falei brincando? — perguntou Dan.
–Não, claro que não. — diz Natan, sendo sarcástico.
–Vou aliviar vocês dessa vez. — diz Daniel, se retirando.
–O que ele vai fazer com a cabeça? — perguntou Natan.
–Não faço ideia. — diz Raquel entrando no carro. Natan entra no carro, e os dois se retiram do local...
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