Organização: Caçadores de Monstros (interativa)
34 Dragões da era atual - parte 3
Notas iniciais
Os passos suaves de Raquel permitiam que ela pudesse escutar o som ate do menor animal daquela floresta. Ela segura o rifle do homem de um jeito que demonstrava que ela já estava preparada para qualquer coisa.
Ela estava muito atenta, cautelosa, seus olhos observavam todo o local. Sem contar que a sua visão periférica ainda ajudava na sua observação. Ela logo escuta passos leves atrás dela, e então, com um movimento rápido e preciso, ela vira mirando a arma para o ser que a seguia.
–Natan? — perguntou ela, quando viu que era seu parceiro.
–Sim...- diz ele, pegando o rifle dela.
–O que tu faz aqui? Como...? — ela estava confusa.
–Você pegou meu carro, então, tive que vim de trem e ônibus. Eu estou aqui pra garantir sua segurança. — diz ele.
–Eu não sou uma criança. — diz ela, mudando o tom de voz, mas ambos estavam sussurrando.
–Nem eu. Então, não vou ficar parado enquanto deixo você caçando sozinha...- diz Natan. Raquel pega seu mini machado e aperta o cabo dele, segurando a raiva.
Urdkra observava os dois caçadores de longe. O draconico fazia um silencio assustador, seus passos pareciam não ter som algum. Urdkra estava esperando o momento certo para atacar os caçadores e prender eles para descobrir seus planos.
Raquel discutia com Natan, enquanto ele ficava calado escutando o que a sua parceira dizia. Ela estava com um tom de voz diferente, e já estava deixando de sussurrar. Natan logo vira os olhos e atira para uma direção. E, surpreendentemente, era na direção de Urdkra, que já estava indo atacar eles. Raquel apenas escutou o tiro e em seguida, viu Urdkra atacando-os. O draconico tentou ataca-la, mas ela esquivou e deu uma machadada no pescoço da criatura, que não cortou, pois sua pele era incrivelmente resistente. Natan começa a atirar em Urdkra, mas ele sofre um ataque do lagarto humanoide. Apesar de esquivar, ele ainda sofreu um arranhão. Urdkra desmaia Raquel com um ataque inesperado, e depois, em uma fração de segundo, ele desmaia Natan.
Natan acordava, ele estava sendo arrastado pelo chão da floresta. Alguém o arrastava pelos seu tornozelo, a mão apertada seu tornozelo. Ele se lembrou do que tinha acontecido. Urdkra nota que o humano tinha acordado, ele logo solta o tornozelo de Raquel e, segurando o tornozelo do caçador, ele o joga. Natan bate contra uma arvore. Mas o caçador logo levanta.
–Quem é você? — perguntou ele. Urdkra não respondeu nada. Natan pega uma faca que guardou, a única arma que levou para o local. Ele se prepara para enfrenta a criatura.
Urdkra corre e o ataca, mas ele esquiva e enfia a faca na barriga da criatura, um local aonde a pele não era tão resistente. Lógico, não foi o suficiente para matar, mas causou um ferimento. Urdkra da uma cotovelada no ombro esquerdo de Natan, uma cotovelada tão forte que deixa o braço dormente. Natan corre, ele da um pulo, a energia cinética da queda permite que ele consiga enfiar a faca no trapézio da criatura, mesmo tendo uma pele dura. Sem contar com a força depositada.
Urdkra da um soco na barriga de Natan com sua força sobre-humana, e logo em seguida, tira a faca de seu trapézio, e joga no chão. Natan se prepara para o combate que teria com Urdkra...
(...)
Vlad pensava, sentado em uma cadeira, ele se concentrava em seus pensamentos. O vampiro sempre pensava em qualquer coisa. Ele logo se lembrou do "convidado" que estava no local. Um homem amarrado numa cadeira.
–Me esqueci de você. — diz Vlad, caminhando ate o homem e tirando a fita que estava na boca do homem.
–Seu demônio! — gritou ele. O Drácula logo morde o pescoço do homem, e começa a se alimentar de cada gota de sangue daquele ser, que gritava e se contorcia de dor enquanto perdia sua vida para um vampiro. Os estralos dos apertões da mordida de Vlad ecoavam no local. Apos algum tempo, ele termina com sua refeição, e então, limpa a sua boca.
Ele caminha ate sua cadeira e se senta.
–Victor! — gritou Vlad. Logo, um homem com a medula espinhal curvada, uma pele cinza e todo desconfigurado aparece. Seus dentes eram podres, seu cabelo era branco, e seu rosto era desconfigurado, com algumas cicatrizes.
–Senhor...- diz a criatura que chegou.
–Victor, aonde estão minhas esposas? — perguntou Vlad.
–Senhor, suas esposas estão jantando.
–Chame Lilian...- diz ele. Victor logo se retira enquanto Drácula coloca a mão em seu queixo. Lilian chega no local, ela usava um vestido.
–Amor, me chamou?-perguntou ela. Vlad levanta e da um beijo em sua esposa.
–Estava com saudade de seu cabelo ruivo.- afirma ele, sua esposa logo solta um sorriso.
–Meu amor...- diz a vampira.
–Quero que use seu melhor vestido no baile, pois a minha primeira dança sera com você. — Vlad diz sorrindo. — Agora, saia! — diz ele, se sentando na cadeira. A vampira se retira, e Vlad logo se lembra de Urdkra. Ele vai num espelho que estava no local e entra dentro.
Ele chega no local e não vê o líder daquele grupo de draconicos, que olham para ele.
–Cade seu líder? — diz ele.
–Como ousa vim aqui? — diz um dos draconicos. — Você vai morrer.
–Tentem a sorte. — diz Vlad, os draconicos só não o atacavam porque Urdkra não permitia ainda, mas agora, ele não estava no local. Vlad logo solta um sorriso...
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