Organização: Caçadores de Monstros (interativa)
11 Dia das bruxas - parte final
Notas iniciais
George e Rose foram investigar os amigos dos mortos, e começaram por Ronald.
Eles sentavam-se no sofá do apartamento de Ronald, e este mesmo servia um café para eles.
–Muito obrigada, Ronald. — diz Rose.
–Tudo bem, o bolo vai estar pronto daqui a pouco, algum de vocês vai querer? — diz Ronald.
Rose olhou para George, com a sua famosa expressão facial que amolecia o caçador frio com coração de pedra.
–Ta bom. Nos aceitamos. — diz George. — Agora, vamos as perguntas.
–Claro, oficial. — diz Ronald servindo o café para os dois caçadores.
–Quando foi a ultima vez que você viu Harry e Willian? — perguntou Rose, bebendo um pouco do café.
–Nos estávamos jogando RPG, então, os dois discutiram. — disse Ronald. — Vou pegar o bolo.
–Ok. — disse Rose. Ronald trouxe dois pedaços de bolo para os dois, mas George não gostava de bolo, e não comeu. Rose deu uma mordida no bolo, mas logo ela cai desmaiada.
–O que é isso? — diz George pegando uma pistola e apontando para Ronald, ele levanta as mãos e solta um leve sorriso psicopata.
–O bolo e o café tinham veneno de rabo de quimera, isso vai fazer com que vocês durmam. — diz Ronald abaixando as mãos. George logo se sente tonto e cai no chão desmaiado.
(...)
George abria os olhos levemente, ele estava amarrado em uma cadeira, e estava num local escuro, com apenas uma vela iluminando o local, parecia um poral.
–Rose? — falou ele.
–George...- disse Rose, ela estava amarrada uma cadeira atrás dele.
–Droga, esse desgraçado é um demônio. — disse George.
–Ele é um bruxo. Olhe essas marcas, são de bruxaria. — diz ela. George olha para as paredes, e várias marcas de magia negra estão nas paredes
–Merda. — disse ele. — Me desculpe, Rose. Eu vou tirar a gente daqui.
–Não precisa pedir desculpa, você não fez nada...- diz ela soltando um sorriso simpático.
Logo, Ronald aparece, usando um manto negro e com uma faca na mão.
–Caçadores. — diz Ronald. — Vocês não notaram que não sou uma criatura sobrenatural?
–Você vendeu a porcaria da vida para poder ter acesso a magia negra, isso é sobrenatural. — diz George.
–Você é muito arrogante, acho que eu deveria cortar um pedaço da sua pele. — diz Ronald.
–Pode tentar... — diz George, com um sorriso demonstrando que ele esta duvidando de Ronald.
–É, tem razão. Você é um caçador, é acostumado com dor física. Mas que tal eu torturar sua parceira? — diz ele sorrindo. Ele logo estrala os dedos e a cadeira aonde Rose esta amarrada se arrasta sozinha ate ficar de frente para George, a mais ou menos um metro e meio de distancia.
–Não faça nada com ela! — gritou George, mudando o tom da voz.
–Não? — disse Ronald se aproximando de Rose.
–George, se acalme. — diz Rose. Ela estava calma. Logo Ronald fez um corte no braço da garota, ela não gritou, mas demonstrou agonia.
–Desgraçado! — disse George.
–Um garota forte, né? Espere um pouco...- disse Ronald, ele logo saiu daquele lugar.
–Rose, calma, eu vou tirar a gente daqui. — disse George, tentando desamarrar as cordas, mas quanto mais ele tentava, mas as cordas ficavam apertadas, elas tinham magia negra. Logo Ronald voltou com uma caixa.
–Trouxe brinquedos. — disse ele, abrindo a caixa. De dentro da caixa ele tirou um pedaço de ferro. — Esta vendo isso? — disse ele mostrando para Ronald. — É ferro do demônio, ele não parece, mas esta muito quente, capaz de fazer um estrago. — disse Ronald sorrindo.
–Para, seu desgraçado! — disse George, quando viu que o bruxo aproximava o ferro da Rose. Ele logo coloca o ferro no ombro esquerdo de Rose. Ela não gritou, mas estava demonstrando muita agonia e dor.
–Para, por favor...- gritou George, lagrimas escorriam de seu rosto. Rose logo percebeu aquilo, que George estava chorando por causa disso. Ronald logo tirou o ferro da pele dela, deixando uma queimadura horrível.
–Por que você vendeu sua vida por isso? — perguntou Rose.
–Para ter acesso a magia negra? A bruxaria? — perguntou Ronald. — É obvio. Desde pequeno eu fui fraco, me zoavam na escola, me batiam. Mas agora, eu sou poderoso.
–Não, você continua sendo um merda. — diz George. Ronald fica com raiva, então, ele pega da caixa uma especie de lesma.
–Esta vendo isso, garotinha. — disse o bruxo mostrando a criatura para Rose. — é chamado de inseto do diabo. Ele suga toda a energia vital de uma pessoa. Vamos ver quanto tempo tem seu amigo.
–Não! — gritou Rose.
–Rose, deixa. — disse George.
–Não, ele não pode fazer isso. — diz Rose.
–O importante é que você fique segura. — diz George. Ronald ri da situação e coloca o inseto do diabo no pescoço de George. Logo, a pele dele começou a ficar pálida.
–Para, por favor! — gritou ela. Rose estava chorando, pois George foi um grande amigo para ela.
–Rose...- disse George, olhando para a garota, os olhos dele já estavam perdendo a cor. -...eu amo você. — diz ele, logo em seguida, morrendo.
–Olha, que lindo...- diz Ronald, sorrindo. A garota ficou sem expressão, ela só olhou para o corpo de seu amigo e lembrou do dia em que ele ajudou ela numa caçada, que foi o dia em que os dois se conheceram. George tinha sido seu único amigo, e uma amizade que tinha surgido a pouco tempo, mas já era forte, e na hora da morte de seu amigo, ela descobre que ele ama ela.
–Então, vamos pegar uma coisa la em cima para usar em você. — disse o bruxo sorrindo.
–É melhor você não ir, porque quando você voltar, você vai sofrer antes de morrer... — disse Rose, seu jeito fofo parecia ter se perdido naquele momento. Ronald sorriu, mas ficou com medo.
–Essas cordas estão com magia negra, quero ver você se livrar delas. — disse ele, saindo do porão.
Ronald foi para seu quarto e pegou uma especie de esfera, e voltou para o porão, seu coração acelerou de medo, mas logo se acalmou quando viu que Rose ainda estava presa na cadeira.
–Viu, você não foi capaz de se soltar. — disse ele, sorrindo. Logo, ela solta as amarras, e chuta a barriga do bruxo, deixando-o sem ar. Ela pega o ferro do demônio coloca no olho esquerdo de Ronald, que começa a gritar de dor.
–Sua vadia...- gritou o bruxo enquanto sofria de dor. Ela saiu do porão e foi ate a cozinha do bruxo, e pegou uma faca, e voltou para o porão. O bruxo ainda estava no chão, sentindo muita dor.
Rose levanta ele a força e coloca ele sentado na cadeira. Então, ela coloca as mãos do bruxo cruzadas, atrás da cadeira, e enfia a faca nas duas e nas costas da cadeira, prendendo assim, a mão do bruxo.
–Para, por favor. — disse Ronald, chorando de dor. Ela deu o soco no bruxo, e começou a dar mais socos na cara dele, ate chegar o ponto de sua mão esta coberta de sangue. Ronald ainda estava vivo, mas estava agonizando. Ela logo tira a faca das mãos do bruxo e enfia na garganta dele, fazendo sangue jorrar do local. O bruxo ficou agonizando e se contorcendo, enquanto ela andava em direção ao corpo de George. Ela pega o colar que George vivia usando, um colar que foi dado pela mãe dele, e então, ela usa o colar. E então, ela pega o corpo de seu amigo e leva ate o carro. Já que estava de noite, ninguém pode ver ela levando o corpo. Rose dirige, lagrimas escorrem de seu rosto enquanto ela se lembra de seu amigo, que, apesar de ser arrogante, sempre tentou proteger ela. E o que tornava tudo mais doloroso era saber que o jeito que seu amigo morreu foi parecido com o jeito que sua mãe morreu. Ela começa a chorar, ao mesmo tempo que esta dirigindo.
Ela chega num cemitério para enterrar o seu amigo. Apos enterrar o amigo, ela olha para onde ela o enterrou, e lagrimas escorrem de seu rosto. Ela logo solta um sorriso.
–Obrigada por tudo. — diz ela com um sorriso, mesmo estando triste, ela pensou que George gostava de ver ela sorrindo, então, por isso sorriu. Ela caminha ate o carro e entra no automóvel. Ela enxuga as lagrimas, mas logo vê o celular de seu amigo no banco do passageiro. Ela se lembrou de que George sempre falou de um caçador que treinou ele, chamado John smith. Ela pega o celular e vê a lista de contatos, e então, liga para John.
–Alo? — atende o caçador.
–John...? — diz ela, tentando não demonstrar pela voz que estava chorando.
–Quem e você é por que esta com o celular do George?
–Eu sou Rose, uma amiga dele.
–Ah, ele já me falou de você. Como ele esta? — diz John. Ela logo começa a chorar, e chorando, responde.
–Ele morreu. — diz ela. John se assustou.
–Você esta sozinha? — perguntou John.
–Sim... — diz ela, chorando.
–Aonde você esta?
–Eu não quero ficar sozinha, eu detesto ficar sozinha. — diz ela, tentando segurar seu choro, mas ela não conseguia. — Aonde você esta?
–Estou em Phoenixville, em Pensilvânia. Venha aqui, se você quiser. George era um grande amigo para mim, ele iria querer que eu ajuda-se você.
–Tudo bem, já estou indo...- diz ela, desligando o celular. Ela logo enxuga as lagrimas, e então, dirige ate Pensilvânia.
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