Notas iniciais
Espero que gostem.

Stanley — Dacota do Norte

O céu daquela noite estava estrelado, mas isso não melhorava a aparência daquele cemitério. Conhecido por todos como o cemitério dos anjos. Esse nome não era apenas um nome qualquer, pois o cemitério era cheio de estátuas de anjos, Era sexta feira, e a pascoa começava no próximo, e um coveiro resmungava, pois estava trabalhando

Ele fazia uma cova no chão para o enterro que iria ter no dia seguinte. Apos algum tempo, ele termina o seu trabalho,e decide sair logo dali. O relógio marcou meia noite, e o coveiro já estava caminhando para a saída do local. Ele parecia estar desesperado para sair logo dali. Mas, ao olhar no relógio e perceber que era meia noite, ele começou a caminhar mais rápido, acelerando seus passos. Ao olhar para trás, ele viu que uma estátua de um anjo com asas negras e com uma foice estava a alguns metros de distância dele. Seu coração acelerou.

Ele começou a correr em direção a saída, que estava próxima. Por instinto, ele olha para trás, e não vê mais a estátua no local aonde ela estava. Então, ao olhar para frente novamente, ele se assusta, a estátua estava na sua frente. Ele grita, antes de seu corpo sem vida cair no não, com uma marca estranha desenhando em sua testa.

***

Carter e Daniel se dirigiam para Stanley. Eles sabiam que nesse final de semana teria pascoa, e que pessoas sempre eram encontradas mortas nesse período, eles só não sabiam o motivo.

–O que você acha que é? Um coelho assassino? — diz Daniel sorrindo, Carter continua sério, fazendo ele parar de rir.

–Ano passado nos não conseguimos fazer nada, Daniel. Você se lembra o motivo?

–Qual é, Carter. Ainda se lembra disso?

–Não séria necessário ir para Stanley esse ano se no ano passado você não tivesse parado para caçar ovos de pascoa em todas as cidades que passávamos.

–Pascoa é só uma vez por ano.

–Por isso precisamos descobrir o que esta fazendo isso e matar.

–Não faz sentido. — diz Daniel. — Nos somos criaturas que os caçadores procuram para matar. Por que devemos fazer o trabalho deles?

–Eu sou um caçador. — diz Carter. — E cala a boca, eu já estou com raiva de escutar sua voz.

–Só por que eu pedi para participarmos do caça aos ovos de pascoa nas ultimas três cidades que passamos? — diz Daniel, sorrindo. Carter olha para ele com um olhar de sério, e ele logo para de sorrir.

(...)

Uma banda de jovens tocava uma especie de rock gospel na cidade, não era um show, era apenas uma apresentação que acontecia toda a pascoa na cidade. Carter estaciona o carro perto do local.

Daniel abre a porta do carro e sai, antes que o caçador pudesse sair, seu telefone toca.

–Aló?

–Você conhecia o John? — diz uma voz do outro lado da linha, era o Walker.

–Quem é você? Alexsander?

–Sim

–Sua voz esta mais grossa. A ultima vez que te vi você era apenas uma criança que assistia scooby doo. -diz Carter, sorrindo. — Como esta o John?

–Ele esta morto. — diz Alexsander, mudando o tom de voz. As pupilas dos olhos de Carter se retraem.

–Isso não é possível. O John é o John. — diz ele.

–Eu sei. — diz Alex. — Eu vi que você ligou para o celular dele, então, decidi ligar novamente.

Daniel chama Carter, batendo no vidro do carro como se fosse uma porta.

–Depois eu te ligo, Alex. — diz Carter, desligando, e pensando em seu amigo. Ele sai do carro e fecha a porta com força.

Notas finais
Desculpa se o capítulo foi rápido.