Ordem dos Cavaleiros - Parte 2

28 Arco Arcádias - Sejam pessoas boas


Notas iniciais
O plano de Nagato pode ter saído pela culatra? Kirin aparece em meio ao acampamento, em meio a tantas emoções dentro dessa guerra, ainda existem coisas boas a serem passadas logo adiante.

Alguns anos antes da batalha de Arcádias, dentro do primeiro distrito, mesmo a República sendo um sistema pacífico, ainda haviam problemas que acabavam complicando a vida de outras pessoas, principalmente aquelas que já fizeram alguma escolha errada na vida.

— Vocês.... Seus inúteis de merda! Por que não estão na guerra se matando!? Hã? Não tentem agir como se vocês se preocupassem com a população – retrucou um adulto revoltado, enquanto estava discutindo com um cavaleiro, que o segurava pelo pescoço.

— Não venha com essa merda! Que tipo de jornal é esse que você tá vendo? Aquele pessoal da MM não cansou de inventar aquelas besteiras? – questionou o cavaleiro.

— Gabriel... Acalme-se, ele provavelmente só tá tentando se justificar, deixe ele aí é vamos logo para o Quarto Distrito – retrucou o acompanhante do cavaleiro, que demonstrava ser Tiago Dragone.

— Eu tô ligado, mas não devemos prender ele? – disse o aprendiz de Yoda, tocando o relógio do ladrão sem intenção.

— NÃO TOQUE NISSO! – gritou o assaltante, acertando um soco no cavaleiro.

— Você... ficou maluco? – questionou Gabriel, olhando rapidamente para o ladrão e o arremessou contra a parede.

— Isso... NÃO TE DIZ RESPEITO! VOCÊS NÃO PRECISAM SE PREOCUPAR COM NADA DO TIPO! NUNCA PERDERAM NINGUEM! NUNCA SOFRERAM POR NADA NA VIDA! SÃO INUTEIS QUE COMEÇARAM UMA GUERRA QUE NUNCA VAI ACABAR! SÃO TODOS IMPRESTAVEIS! – disse o ladrão, enquanto cobria seu pulso para proteger o relógio.

— Você... Essas coisas que estão no seu casaco são drogas ilegais, talvez não saiba, mas elas podem te causar problemas- disse Gabriel, tentando manter a calma.

— Problemas? Elas estão me salvando desse mundo de merda! Não preciso de mais nada além disso! – retrucou o assaltante.

— Acalme-se... Pela sua identificação, você é cozinheiro, talvez o salario não seja muito alto, porque você está usando ele de forma ruim, tudo bem, esse tipo de coisa acontece. Eu não tenho ideia dos motivos pra você fazer esse tipo de coisa, mas o restaurante mesmo não sendo tão conhecido... A comida é ótima- disse Tiago, enquanto olhava para o crachá do ladrão que havia caído no chão.

— A comida é ótima? Ora, nunca pensei que tipos como vocês gostavam desse tipo de comida... Talvez vocês sejam humanos por fim – disse o ladrão, com um tom de deboche, mas olhando rapidamente para os cavaleiros, ele sentiu um arrepio na espinha, pensou por um momento, que viu eles chorarem lágrimas de sangue.

— Sabe... Todo mundo tem problemas, mas isso não é desculpa pra entrar nesse mundo das drogas, violência ou qualquer coisa do tipo – disse Tiago.

— Um sermão vindo de vocês que começaram essa maldita guerra? Não, muito obrigado- disse o ladrão.

— Sabe... Essa conversa talvez seja só uma perda de tempo – disse Gabriel.

— O quê? – questionou o ladrão.

— Você provavelmente não imagina... Mas todo mundo tá cansado dessa merda de guerra, ela já dura quase 6 anos, com mortes pra todos os lados. Atualmente, se pudesse ser resolvido de outra forma, lhe garanto, nós faríamos... Mas não temos escolha, enquanto você que tem, está aqui tentando roubar um Der cartão – respondeu Gabriel.

— Escolha... que tipo de escolha acha que eu tenho? Eu... tem um tempo que não tenho escolha – disse o ladrão.

— Bom... A comida do seu restaurante é muito boa, talvez ainda tenha salvação pra você – disse Gabriel.

— A vida é difícil pra todo mundo, mas... tenha empatia e terão com você – disse Tiago, dando um cartão para o ladrão.

— É o que dizem para suas vítimas? – perguntou o ladrão.

— É o que meu mentor tinha falado – respondeu Tiago, com um sorriso.

— O que... é isso então? – questionou o ladrão, estranhando um cão do exército com um sorriso otimista.

— Uma escolha – disse Gabriel, enquanto ambos saiam do beco, deixando o assaltante pensativo, relembrando de todas as suas escolhas na vida

Voltando para a batalha, algumas horas antes da grande batalha de invasão, foram deixadas duas crianças pelo aprendiz de Yoda dentro do acampamento republicano, elas haviam passado por muita coisa. Fugiram de sua cidade natal, e passaram por uma pequena floresta, viram talvez a pior face dos seres humanos dentro do leilão de Kairos, no entanto, graças a gentileza de Gabriel Constantini, eles conseguiram sair de todas essas situações e estavam finalmente recuperando a calma e compreendendo mais sobre a República.

— Isso é sério? Os cavaleiros tem que saber mais de três mil idiomas? — questionou Brion.

— O que esperava? Eles precisam falar com contatos, civis, políticos, nativos e povos que são "pouco civilizados" — explicou o cozinheiro.

— Ah? Espera, isso quer dizer que... Eles viajam pela galáxia toda? — perguntou o garoto.

— Sério????? — questionou Sakura, animada quase subindo na mesa.

— Opa, acalmem-se, nada na vida é tão fácil assim — respondeu o cozinheiro, tentando acalmar as crianças.

— Está ouvindo, Sakura? Eles viajam por todos os planetas ajudando gente inocente! Isso não é o máximo? — disse Brion, não conseguindo perder o animo.

— Isso é incrível! Imagina quantos planetas existem além daqui!? — disse a garota, enquanto brincava com uma vassoura próxima como se fosse uma espada.

— Esperem! Eles não podem sair fazendo o que dá na telha! — retrucou Due, pegando a vassoura, tentando impedir que as crianças se machucassem.

— Como não? Eles são fortes, inteligentes e tem poderes! Imagina conseguir fazer isso? — disse Brion.

— Sim! Parece um sonho perfeito... Eles são livres pra poderem ir pra onde quiserem, tem algo mais legal que isso? — disse a garota, lembrando brevemente de seu tempo como escrava.

— Ei, vocês! Me escutem... Por favor — disse Due.

— Hã? Bom... Tudo bem — disse Brion, se acalmando.

— Sim — disse Sakura, sentindo-se um pouco constrangida depois de ter mostrado um lado mais infantil.

— Vocês são ótimas crianças, comeram minha comida e pelo que percebi, nas nossas conversas, provavelmente serão pessoas incríveis, mas vocês ainda tem muito para aprender... Vou lhes dizer algo, que não vão entender agora, mas é importante que escutem logo, será um ótimo conselho — disse Due.

— Sim — disseram Sakura e Brion, concentrados nas palavras do cozinheiro.

— Não acreditem que o mundo é de todo bom... Nunca acreditem nisso, mesmo longe desse maldito planeta, não vai haver garantia que vocês seriam felizes sendo cavaleiros — disse Due.

— Hã? — perguntou Brion.

— O que você... quer dizer? — questionou Sakura.

— Sabem... O mundo, galáxia e a vida não são um grande arco-íris! Na realidade, sendo honesto, a vida tem seu lado positivo, ver grandes paisagens, passar tempo com as pessoas que gosta, aprender várias coisas, correr até cansar disputando uma maratona, lutando por algum sonho impossível — disse o cozinheiro, dando uma breve pausa — Conhecendo alguém especial, se apaixonando, quando vocês descobrirem o amor vão ficar malucos... Nessas horas, vocês vão descobrir o que é estar vivo — disse com um sorriso.

Essa primeira parte da lição, encheu os sorrisos daqueles dois como se eles acabassem de descobrir um mundo novo, algo que sempre esteve lá, mas que eles nunca haviam percebido, cada um pela sua situação passada, vivendo uma vida de mentiras ou trabalhando para sobreviver e lutar por um pedaço de carne no final do dias.

— Mas a verdade... É que essa mesma vida pode tirar essa pessoa especial de você — disse Due, olhando rapidamente para seu relógio — Te fazer se sentir tão pressionado, te fazer odiar o trabalho, parar de sair com os amigos, até arrumar um trabalho como cozinheiro para pagar as dívidas, mas acabar tendo que roubar para lidar com os vícios, lutando apenas para apenas sobreviver, nessas horas, vocês talvez pensem... Que estarão apenas existindo, não vão pensar nisso uma ou duas vezes, vão pensar nisso quase todos os dias, como se tudo piorasse ou apenas ficasse igual — disse com uma cara pensativa.

A segunda parte, não demonstrava muitas partes felizes, sendo praticamente apenas dor e sofrimento, lembrando e muito a vida que essas crianças tiveram até aquele momento, saindo de toda a imaginação infantil e caindo para fora dos olhos inocentes daqueles dois, mas pelas expressão no rosto do cozinheiro, eles perceberam de quem ele falava e também para onde a história iria.

— Essa é a vida dos bombeiros, policiais, faxineiros, programadores, cavaleiros. Assim é a vida das pessoas, tendo vários dias bons e ruins, mas não importa o quanto no fim do túnel você tenha se jogado, ela vai seguir te socando, todos os dias. Nesse momento, vocês devem segurar o soco — disse o cozinheiro, mostrando ao final de tudo, uma feição otimista — Sakura e Brion, eu não sei o que vai acontecer daqui pra frente, muito menos o que gostariam de seguir, principalmente depois de tudo o que eu disse, mas o principal, para sair do túnel e logo após segurar o soco, façam algo bom — disse novamente com um sorriso.

— Algo bom? — questionaram Sakura e Brion, enquanto eram abraçados e cobertos de carinho pelos braços do cozinheiro.

— Nunca revidem um soco com outro soco, transformem em algo bom e sirvam para os outros — disse Due.

Naquele momento, Brion e Sakura não entenderam completamente a mensagem e o motivo por trás de todas as palavras do cozinheiro, mas pelo olhar de felicidade daquele homem, eles perceberam que o que ele disse talvez podesse estar errado, porém, foi muito importante ouvir aquilo. Due que estava buscando prepará-los para a vida que teriam de agora em diante, mesmo nos bons ou maus momentos, mesmo que eles só poderiam entender isso quando mais velhos.

— A chave para sair do abismo é a gentileza, sejam boas pessoas... Só isso, são essas pessoas, as únicas capazes de tirar os outros do fim do túnel, essa é o meu conselho a todos vocês — disse Due, com um sorriso no rosto imaginando tudo o que aquelas crianças iriam viver.

— Muito... Obrigada pelo conselho — disse Sakura, agradecendo pelo conselho e abraçando seu novo amigo.

— Por nada, apenas disse isso porque quero que vivão bem e, claro, apesar de ser meio clichê... Lutem por seus sonhos para torná-los objetivos, mesmo que eles mudem com o tempo, não existe maneira mais divertida de planejar o futuro... Afinal todos tem direito a escolhas — disse o cozinheiro.

— Admito que não entendi tudo muito bem... Mas muito obrigado — disse Brion, abraçando Due.

Após ouvirem um conselho que deveriam levar para a vida, um grande estrondo foi dado devido as explosões no primeiro muro, era tão alto que parecia que todos no planeta conseguiriam ouví-lo. No primeiro momento, pareceu um sinal de alívio, mas, nesse breve momento, toda aquela sensação seria substituída por um medo inimaginável, tendo seu início quando alguém totalmente pálido, como um vampiro, apareceu atrás da tenda do cozinheiro.

— Isso... Por que logo agora? — questionou Sakura, sendo a primeira pessoa a perceber a presença do inimigo.

— Ah? O que está dizendo? Acontece... Você não — disse Brion, reparando nas roupas brancas que havia visto no telão, ele era o total oposto do cozinheiro, alguém que expressava apenas solidão, frio e medo.

— Vocês... Corram, avisem o general, eu irei atrasá-lo — disse Due, depois de um forte abraço em seus novos amigos.

— Ei... Vocês não são as crianças que estavam no leilão? – disse uma vez, totalmente fria, sem demonstração de qualquer calor.

— É aquela coisa!? — questionou Brion, demonstrando ter percebido que a voz pertencia a Kirin Jaeger.

— Eu disse... SAIAM DAQUI! – gritou Due, enquanto se jogava mirando o sustento da tenda, conseguindo desmontá-la e fazê-la cair sob os dois.

Brion, devido aos machucados, foi carregado pro Sakura, as crianças saíram correndo em direção à cabana central, a única coisa presente além do medo, eram lágrimas de arrependimento por palavras não ditas, pela possível perda de um amigo ou talvez por simplesmente o medo de a vida finalmente ter vindo tomar algo deles.

— Você... Acreditava mesmo que isso poderia me machucar? Até mesmo para me atrasar, você tomou a pior decisão da sua vida – disse Kirin.

— A pior!? – disse Due, acertando o inimigo com a panela.

— Esforço... inútil – retrucou o Lorde, acertando o corpo do cozinheiro com suas chamas.

O Lorde havia percebido que estava perdendo tempo, mas mesmo dentre vários pensamentos ele não esperava que aquela pessoa, tentaria atacá-lo mais uma vez.

— MISERAVEL! – retrucou o cozinheiro, acertando um soco no inimigo, mesmo com o corpo praticamente queimado.

— Depois de todo aquele discurso... Recorre à violência? — questionou Kirin, mostrando que havia chegado ao local há uns tempo.

— Isso... Não é o que eu queria, mas era o necessário para salvar aquelas crianças, elas vão ganhar o mundo, vão ficar felizes, tristes, rancorosos e serão amados... para proteger essas coisas, apenas dei tudo de mim – retrucou o cozinheiro, enquanto seu corpo finalmente estava quase queimando por inteiro.

— Hipocrisia, como todos os humanos – disse o Lorde.

— Talvez... Mas era por uma boa causa, talvez algum dia você entenda – disse Due

— Você... Qual o seu nome? – questionou Kirin.

— Sou só... um cozinheiro — disse Due, enquanto seu corpo sedia as chamas, deixando para trás palavras que muitos lembrariam para o resto da vida e seu relógio.

Assim, foi o fim do bravo cozinheiro, marcando a vida de duas crianças e deixando uma marca em um coração vazio que havia sido despertado por um breve momento pela curiosidade referente a alguém comum, alguém que se importava e lidava apenas com o dia a dia, havia morrido como o que sempre sonhou viver.

— Então... esse é o fim de um pacifista, o seja é isso? Relógio quebrado? Por que alguém manteria isso por perto? – questionou o Lorde, que mesmo sem qualquer expressão, demonstrou curiosidade sobre aquela pessoa.

— Ei... Deixa esse relógio no chão- disse uma voz, que mesmo sendo suave, demonstrava raiva.

— Você é aquela garota escrava do leilão... Ymir – lembrou o Lorde, guardando o relógio.

— Você... Isso não é possível — questionou Brion, enquanto caia aos chãos, percebendo que dessa vez não haveria escapatória.

— Como... COMO VOCÊ OUSA FAZER ISSO? — gritou Sakura, enquanto suas pernas tremiam como nunca.

— Você acabou de matar o Due, não sobrou... nem um corpo! SEU MISERAVEL! EU TE ODEIO!

— A existência dele não fez nenhuma diferença na disputa, que decepção... Lembrando bem, aquele outro havia feito uma promessa à vocês, estou certo? Bom, essa será mais uma das que ele não vai cumprir — disse o Lorde, enquanto se preparava para seguir as ordens de seu líder.

— Não fez diferença? – questionou Sakura.

— Que merda foi essa!? – perguntou Brion, rangendo os dentes.

— Hã? Que tipo de expressão é essa!? – questionou o Lorde.

— ELE ERA UMA BOA PESSOA! ALGUEM COM UM BOM CORAÇÃO! NÃO ME IMPORTO COM O UNIVERSO! ELE ERA IMPORTANTE PRA NÓS! – gritou Sakura, perdendo a compostura e sentindo raiva.

— É VERDADE! ELE ERA MUITO LEGAL! ALGUEM BOM TOTALMENTE DIFERENTE DE VOCÊ! – gritou Brion.

— Bom, era esperado a reação de vocês, não se preocupem, não foi nada pessoal. Agora, venham comigo, vou usar vocês como reféns contra o exército republicano – disse o Lorde, se preparando para o abate.

— CALA A BOCA! – gritou Brion.

— NÃO VAMOS A LUGAR NENHUM! – retrucou Sakura.

— Vocês não tem essa opção – disse Kirin.

O Lorde saiu em direção às crianças, buscando finalmente cumprir sua função, no entanto, antes mesmo de tocar nas crianças, uma imensa corrente de vento apareceu e arremessou Kirin em direção a uma montanha próxima.

— O que foi isso? Essa ventania, ainda conseguindo me manter pressionado mesmo a essa distância? Deve ser ele – retrucou Kirin, sentindo a presença do inimigo.

— Senhor... você veio nos ajudar! – disse Sakura, em meio a lágrimas, abrindo um sorriso.

— É você!? Sim! Agora temos uma chance- disse Brion, limpando as lágrimas e voltando a acreditar na esperança.

— Você... Vincent Merik ou mestre Yoda presumo – disse o Lorde.

— Sinto muito pela demora... Não imaginava que tudo ficaria dessa forma, foi erro meu, não estava usando CEE virado para o acampamento, no entanto, agora que estou aqui, não há escapatória para você- disse o cavaleiro de ouro, vestindo sua armadura.

— Uma disputa contra o cavaleiro mais sábio? Nessas circunstâncias minhas chances são mínimas... e possivelmente ainda pode ficar mais complicado- disse Kirin, observando à distância a chegada de um veículo, que vinha junto de um aliado abatido, que possivelmente explicou as informações de Nagato na batalha.

— Hã? Ela já chegou? Mas que jovem impaciente- retrucou Vincent, enquanto seguia prendendo o inimigo contra a montanha.

— Ora ora, parece que algum amigo seu invadiu nosso acampamento... Espero que ele esteja preparado para as consequências – disse a tenente que seguia para o acampamento com a jaeger capturada, Mary Rockbell volta ao palco, finalizando o terceiro ato do arco.

Notas finais
Foi um capítulo.... Meio complicado de escrever, mas creio que ficou muito bom Levei um bom tempo, mas espero ter deixado coisas bacanas pra tudo mundo q acompanha desde o inicio ou que pode chegar a acompanhar Não sei se o capítulo terá vários comentários ou não Talvez até ninguém realmente leia, mas creio realmente que ficou muito bom O arco de fato ainda vai ficar meio longo, a meta era até já ter terminado, mas as partes de guerra acabaram assumindo e muito os capítulos, ou seja, preciso destacar mais personagens e botar estratégias e as vezes é meio cansativo, até por isso não consigo lançar semanalmente (as vezes nem mensalmente), mas fico feliz do arco não ter fugido muito do meu controle e o final já meio que tá planejado, mas claro, só quando realmente acabar posso pensar nisso Já tenho até ideias de esboços para o próximo arco, mas claro, só ideias aleatórias, mas não será de guerra, o que já é um bom alívio pra quem não curte estratégias