Notas iniciais
Oi, fantasma voltando. uhuhu ~~~~~~

Espero que gostem da continuação e peço desculpas pelo capitulo estar gigante, teoricamente era para ser o último mas ficou muito extenso e tive que dividir, então a fic terá esse capitulo + ultimo + EXTRAS.

Tinha a opção de resumir tudo e fazer algo mais compacto mas não quis. Espero que aproveitem já que todo mundo me ameaçou com o que fiz com o Travis na última postagem. kkkkkkkkkkk

Boa leitura!!

5. Tempo (by DnBraz)


Wes sentia lábios macios tocando os seus que transmitiam uma sensação de carinho, misturado com um desespero. O loiro tomava-se de uma imensa emoção, porém não era aquilo que desejava, não era amor, não era o que gostava; só existia apreço naquele beijo. Ele correspondeu ao ato, talvez para tentar demonstrar que não existiam mais possibilidades de um nos entre eles. Era errado...


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Depois do jantar com Travis o loiro saiu sem rumo pela cidade, tudo rodava enquanto Wes buscava discernir a realidade dos seus sonhos; ele queria convencer-se que não amava Marks, mas agora, depois do que sentiu com o outro era impossível não se dar conta do fato.


A situação mudou completamente, a declaração de Travis foi uma bomba e Wes duvidava dos sentimentos do moreno ao mesmo tempo que acreditava. Marks não era fingidor, ele manifestava suas opiniões não se importando com nada; sempre foi um idiota nas suas relações, mas sabia que o moreno nunca iludiria alguém daquela forma, principalmente Wes que era seu amigo.


O loiro retornou para o hotel com a cabeça fervendo de tanto divagar.


Wes escuta seu celular tocando, porém ignora o som completamente, não queria falar com ninguém, entretanto a campainha começa a tocar e o loiro dá um salto.“Quem seria?”


— Será que... — foi abrir a porta com o coração acelerado e se assustou com a visita — Thomas?


— Oi Wesley, quanto tempo — respondeu um homem alto, branco, que possuía cabelos castanhos e olhos cor mel.


— Thomas Winterf — o loiro estava completamente surpreso — Ceus! Como me achou?


— Alex é claro — disse o outro simplesmente.


— Desculpe a falta de educação, entre por favor!


Thomas Winterf, advogado de sucesso, amigo de faculdade e ex-colega de trabalho de Mitchel. Não se viam a algum tempo mas o homem era alguém importante na vida do loiro.


— Eu que peço desculpas por vir procurar você tão tarde — disse o outro entrando no quarto sem jeito.


— Não se preocupe — respondeu Wes abraçando o amigo — Nossa cara, quanto tempo. Como vai?


— Ótimo na vida pessoal mas com um pequeno desafio no trabalho. — disse ele sugestivo.


— Qual problema Thom? — o detetive percebeu a indireta.


— Preciso da sua ajuda Wes — disse o outro rindo e depois assumindo uma postura séria.


— O que precisa?


— Sei que desistiu do Direito, entretanto isso não muda o quanto é e sempre será um ótimo advogado, por isso preciso de sua assistência em um caso. É algo bem delicado.


— Não precisa fazer um monólogo para me convencer Thom! — disse o loiro sorrindo para o outro — Quando resolvi entrar no Departamento de Polícia você foi um dos poucos que me apoiou.


— Eu sei como ficou abalado com tudo, não poderia ter agido de outra forma.


— Você é um grande amigo — disse o detetive levantando-se para apertar a mão do seu colega — Como poderia recusar? Além do mais se precisa da minha ajuda significa que a situação é seria, você sempre foi melhor que eu.


— Todos sabem que é o inverso — os dois riram e começaram a conversar.


Wes prometeu fazer parte do caso apenas como um consultor, aquilo serviu para o loiro esfriar a cabeça e organizar a confusão dos últimos acontecimentos. Ele sabia que precisava de tempo pois nunca foi bom em lidar com mudanças repentinas na sua vida pessoal.


Como se comprometeu com Winterf, pediu uma curta licença de quinze dias da Homicídios e recebeu a aprovação do Capitão Sutton quase que imediatamente. O caso do advogado era sobre uma companhia de segurança acusada de trafico em conjunto com a uma das maiores transportadoras de navios da costa leste dos EUA.


Um dos antigos empregados denunciou todo o plano da máfia e era quem Thomas Winterf defendia. Ação sigilosa e difícil de solucionar. Mas Thomas esperava que com a experiência de advogado e detetive do amigo cooperasse tanto com a investigação quanto para elaborar a defesa do seu cliente.


Dias se passaram e Thomas estava radiante com o sucesso do caso, não parava de agradecer a Mitchel. Apesar dos dois estavam esgotados, tudo saiu como o desejado.


Mitchel gostou de saber que o amigo era casado e agora tinha uma filhinha linda. Passar um tempo com a família Winterfel fez bem ao detetive que conversou bastante com o amigo e agora sabia que tinha algumas coisas para concertar.


Depois de tudo Wes voltava para Los Angeles.


— Olá Sr. Mitchel, como vai? — saudava o atendente do Hotel.


— Estou bem Sr. Gomez. Vou subir para o meu quarto, poderia providenciar um lanche para mim por favor? — disse o loiro gentilmente.


— Mas é claro Sr. Mitchel, mas a sua conta foi fechada.


— Como? Não entendi?... O Senhor tem certeza?


— Claro, o Sr. é o cliente mais regular que temos — disse o mais velho rindo.


— Mas eu não fechei minha conta.


— Oh sim, na verdade uma mulher veio aqui. Acho que se chamava Alex, foi era que encerrou a sua estada.


— Mas... Não entendo... — o loiro estava confuso, porque Alex faria isso? Com que direito? — Obrigado Sr. Gomez, vou resolver isso. Até mais.


— E o seu lanche Sr. Mitchel?


— Ah... Cancele por favor.


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Wes foi direto para a casa de Alex pois aquilo estava muito estranho, ele nem sabia o que pensar. Antes mesmo do loiro tocar a campainha a mulher já estava no pé da porta.


— Oi Wes, entre. — disse calorosamente.


— Oi Alex — os dois adentraram na sala.


— Como foi com Thom? — disse ela sorridente apontando o sofá para sentarem.


— Muito bom, e com certeza você já deve estar sabendo dos mínimos detalhes. — disse ele rindo simpático.


— Claro! — disse a mulher alegre — Fiquei muito feliz por vocês, realmente foi um caso impressionante.


— Sim, foi bom ajudar o Thom. Prometi que ele poderia contar comigo do mesmo modo como eu sempre pude me apoiar nele.


— Wes... Era sobre isso que eu queria falar com você.


— Não Alex, isso já passou. Na verdade temos outro assunto. — disse o loiro virando-se para a mulher — Porque você fechou a minha conta no Hotel?


— Isso também era parte do assunto que eu queria discutir com você — Alex falava com uma voz calma e melodiosa, seu olhar transparecia uma alegria incomum.


— Wes eu sei que nos dois nunca superamos a nossa separação, isso é obvio para todos — o loiro não acreditava no que escutava — Eu acho que deveríamos parar de sofrer, o que acha?


— Eu... — o detetive tinha perdido a capacidade de falar, estava atordoado, tinha levado uma pancada, o que foi isso?


— Eu sei que é inacreditável — disse ela acariciando o rosto de Mitchel — Você sempre esteve por perto mesmo depois do fim do nosso casamento e recentemente quando você ficou mais distante, eu passei a não te ver constantemente, não sabia mais da sua vida. Isso doía. Mas eu achei que passaria, mas não passou.


“Não... Não ... N Ã O!!” a mente de Wes gritava, berrava.


Como o destino gosta de debochar dos seres humanos. Se Alex tivesse falado isso há alguns meses atrás com certeza ele voltaria para a mulher sem pensar duas vezes. Mas agora... Era tarde.


— Alex... Eu sinto muito, mas acho que isso... Não dá mais.


A mulher estava assustada, como assim?


— Eu achei que você queria isso? Sempre pareceu...


— Sim! Sempre pareceu, mas... — Wes se levantou do sofá e começou a andar de um lado para outro — Agora eu... Gosto de outra pessoa. — disse com a voz tremula. O loiro sentiu seu coração pular de felicidade, admitir isso em voz alta era tão libertador!


Alex suspirou, era lógico que Wes deveria estar encantado com alguém, apenas isso, tinha que ser!


— Me escuta Wes, você pode estar se engana...


— Não Alex!! — disse o loiro com a voz firme e decidida interrompendo a mulher. Seu rosto exprimia uma mistura de clareza como se tivesse recobrado a razão, como se estivesse vendo um mundo novo.


A mulher não podia acreditar que tudo escapava, desmoronava a sua frente, ela nunca havia visto Mitchel assim; não adiantaria palavras pois aquele tom, aquela voz, aquela postura. Era o fim, mas ela não queria aceitar, NÃO !


— Escuta Alex, eu não queria contar desse jeito, mas eu gosto de outra pessoa, foi difícil admitir mas é algo incontrolável...


— NÃO!! — Aquilo doía, nossa como ardia a sensação de perder, Alex pensava estar em um pesadelo.


— Me escuta por favor Alex — disse o detetive se aproximando da mulher que tinha lágrimas nos olhos, nesse momento ela o abraçou e selou os lábios do loiro nos seus.


Wes sentiu lábios macios tocando os seus que transmitiam uma sensação de carinho, misturado com um desespero sem igual. O loiro tomava-se de uma imensa emoção, porém não era aquilo que desejava, não era amor, não era o que gostava; só existia apreço naquele beijo. Ele correspondeu ao ato, talvez para tentar demonstrar que não existiam mais possibilidades de um nós entre eles. Era errado...


Quando se separaram as lágrimas escorriam sem pudor dos olhos da mulher, ambos estavam emocionados. Alex abraçou Mitchel de forma terna porque sabia que definitivamente o fim havia chegado. Ela era uma mulher racional e aquele beijo expressou o necessário, o sentimento mudou.


— Como isso aconteceu Wes? — disse a mulher escondendo o rosto no peito do outro e respirando seu perfume.


— Você me amou de verdade Alex? — disse ele afagando os cabelos da mulher.


— Claro que sim idiota!


O loiro desatou os braços dela da sua cintura e olhou em seus olhos profundamente.


— Será? Será que nos dois realmente conhecemos o amor juntos?


A mulher não entendia onde o outro queria chegar, mas aquelas palavras ecoaram de modo sugestivo em sua mente.


— O que você está insinuando?


— Sempre nos demos muito bem juntos e acho que esse foi o problema. Acomodação por questão de praticidade. Ficamos juntos, mas nunca nos amamos de verdade, o que temos pelo outro é um carinho sem igual, uma afeição simples e pura.


O loiro secava as lágrimas da mulher com doçura.


— Você já amou alguém que faz seu mundo mudar com uma simples palavra, com um simples gesto, um sorriso e pronto!? Faz o dia e a vida toda valer a pena só por aqueles segundos. Você consegue aproveitar todos os momentos com essa pessoa mesmo que não perceba; das coisas mais simples até as brigas. Você descobre que tudo fica insignificante porque sua mente, seu coração, seu corpo se movem em função de uma única coisa. Amor.


Alex estava impressionada com Wes, e o mesmo parecia estupefato com a própria descrição. Aquilo era o que realmente sentia. Tudo tão simples, mas mesmo assim tão complexo de detalhar porque não existiam palavras para caracterizar as sensações que perscrutavam pelo seu corpo.


Wes saiu do seu entorpecimento com o toque suave de Alex no seu ombro.


— Não! Acho quê nunca te amei dessa forma — a mulher estava com uma expressão suave de encantamento, seus olhos brilhavam em admiração ao outro. — Wes, isso é mágico. Muitas pessoas não tem o oportunidade de viver algo tão intenso e especial.


— Alex...


— Não precisa me dizer nada, nem eu quero que você perca algo tão grande — Alex sorriu para Wes — Quero a sua felicidade, pode ser que nos amamos, mas não nessa intensidade.


— Eu te adoro.


— Eu sei, nunca duvidei disso.


Os dois se abraçaram. O carinho entre eles nunca morreria, a amizade sempre estaria presente, um queria o outro feliz, realizado.


— Chega disso Mitchel, e me conta quem é? — disse Alex se desfazendo do abraço e olhando de modo divertido e desafiador para o amigo.


— Q-Que-quem?... — gaguejou envergonhado.


— Nem adianta se fazer de mal entendido! Quem é?


Wes respirou fundo.


— Ok. Preparada?


— Preparadíssima. Fala.


— Estou apaixonado por Travis Marks.


— Ok. Retiro o que disse! — o mulher estava com palpitações.


— Calma, respira Alex. — o loiro socorria a mulher que caia sobre o sofá.


— O TRAVIS! WESLEY MITCHEL.


— A gente não escolhe quem ama! E o que tem de errado com o Travis? Ele é bonito, engraçado, meio irresponsável, mas nada tão absurdo, tecnicamente falando. — Alex fitou Wes sarcástica — Ok. È homem e meu parceiro de trabalho... mas é um detalhe a parte, pode ser contornado sem drama.


Alex mudou sua reação de ataque cardíaco a ataque de risos.


— Quem é você e o que fez com o Wesley que eu conheço! — riram


— Desculpe ele não existe mais. O amor muda, não é o que falam?


— Eu.. Nem sei o que pensar, mas te apoio! APOIO. Siga em frente, e se Marks te magoar eu mato ele! — disse autoritária, como uma mãe defendendo o filho.


— Calma ai Mulher Maravilha.


Os dois riam, tudo era inusitado.


— Só tem um problema. — disse o loiro.


— NÃO, SÓ TEMOS UM SUPER PROBLEMA — disse a mulher entrando em desespero.


Wes se apavorou com ela — O que foi?


— Ah... Fala primeiro — contornou ela.


— O Travis se declarou para mim, eu entrei em surto e não falei com ele desde então. Pedi licença do trabalho por alguns dias e viajei sem dar explicações. Foi muito egoísta e sádico da minha parte. Nem sei como vou falar com ele, Travis deve estar pensando que eu o rejeitei.


— Ah... Desastre total, você foi um estúpido. Completamente. Além de covarde é claro — disse ela em tom de constatação.


— Alex é para você me ajudar, não me deixar mais culpado! — disse o loiro exasperado.


— Calma só estou deixando a situação clara. — disse ela desconfiada — E tem mais uma coisa...


— O que?! — disse ele acusador


— Só um pormenor — disse a mulher com cara de adolescente que fez merda.


— Alex!


— Eu... Como posso explicar. Eu achei que você voltaria, que reataríamos.


— E DAÍ??


— Eu requeri o seu afastamento da Polícia de Los Angeles que já foi autorizada. Então teoricamente você tem que corrigir a sua lista. Marks acha que você o rejeitou e que o detesta, porque você saiu da Homicídios além de ter se mudado para evitar encontrá-lo.


Wes estava atônico e a mulher continuava a classificar.


— Não deu nenhuma explicação, nem importância para os sentimentos dele e nem considerou que era necessário algum esclarecimento; pelos anos que conviveram juntos, casos resolvidos, por ele ser uma pessoa, seu amigo. Provavelmente Marks acha que você é pior que um covarde desprezível.


O loiro estava petrificado.


— Wes? — Alex se deu conta do que tinha acabado de falar — Oh céus! Me desculpe, fui dialogando e não reparei.


— Porque fez isso?


— Mal da profissão. Tenho a mania de começar a estabelecer conexões entre as coisas, me empolgo e....


— Não estou falando disso!!! O afastamento!


— Pensei em fazer uma surpresa para você, e também pensei que voltaria a ser advogado depois de ajudar Thom.


— O QUE TE FEZ PENSAR ISSO? OLHA O QUE VOCÊ FEZ!


— Wesley Mitchel, NÃO GRITA COMIGO!


— Desculpe.


— Lembre-se que acabei de ser dispensada pelo cara que eu gosto, você não tem o direito de brigar comigo... Estou frágil.


— Que chantagem emocional mais sem cabimento essa? E eu tenho todo o direito de te dar um tiro.


A mulher riu e se aproximou do detetive — Wes, você está se preocupando a toa, a situação pode estar complicada mas se for sincero com Travis e dizer o que disse para mim agora, com certeza ele vai entender. Se realmente te amar, vai te perdoar.


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Travis subia para o apartamento carregando uma sacola com todo tipo de porcaria necessária para a sua hibernação. O dia anterior tinha sido muito exaustivo e decepcionante. Resolveu tirar umas férias para organizar a sua postura.


Sempre foi durão, com um escudo repelindo os outros, mas isso não significava que não tinha sentimentos. Sentimentos que estavam arrasados no momento, porém não era uma mulherzinha para ficar se martirizando. Apenas precisava de tempo para se recompor e seguir.


Virou a chave na tranca. Tudo escuro e quieto. Já era noite e tudo que o moreno queria era um bom banho. Levou as sacolas para a cozinha quando percebeu que não estava sozinho, lentamente sacou a arma da cintura virando-se agilmente para o estranho que estava na sala.


Travis se surpreendeu por segundos porque sentado na sua poltrona estava Mitchel. O loiro levantou-se cauteloso.


— O que está fazendo aqui? — disse o moreno com um voz firme e de certo modo fria, abaixando a arma e acendendo as luzes.


— Precisamos conversar. Ainda não falamos tudo o que precisávamos — o loiro estava angustiado, o clima estava tenso.


— Agora você quer conversar — disse o maior andando alguns passos em direção ao sofá — Porque? Eu não tenho nada para falar. — o moreno sentiu seu coração palpitar vendo o outro ali. Maldito cabeça dura, tinha que demorar tanto tempo para aceitar? Mas Travis tentava não transparecer sua emoção, não iria facilitar as coisas para o imbecil.


— Eu tenho o que falar e só preciso que você me escute.


— Olha Wes, já tive o bastante. — Travis estava achando Wes muito fofo, todo sem jeito querendo concertar as coisas, impecável. O moreno poderia simplificar tudo, mas aguardou ansiosamente para o outro se declarar e não ia perder a sua deliciosa e mais importante conquista.


Wes precisava se acalmar, Travis não lhe dava brechas e por um momento o loiro pensou que já era tarde. Mas ele não iria se abater, chegou o tempo de parar de enclausurar seus sentimentos, medo de se machucar era uma idiotice, pior seria o arrependimento de não ter se entregado e o medo de perder o moreno, perder seu amor. Superaria qualquer barreira que ele tivesse.


— Travis, Por favor — Wes pediu docemente e aquela voz abalou Travis. “Como alguém é tão encantador?!”, Travis explodia por dentro, mas por fora impassível... Como ele era malvado.


Mas alguns momentos sádicos não fariam mal, afinal o outro merecia e perder essa oportunidade era um pecado.

Notas finais
Então... Acharam que este capitulo era desnecessário, depois que eu terminei de fazer tive essa sensação, mas não quis dispensa-lo. Tudo está se ajeitando e no próximo eles se pegam!

Os EXTRAS vão ser situações envolvendo os outros personagens, o modo como descobrem a relação deles.

O que acham? Gostaram? Esta bom? Dêem a opinião de vocês. Obg por quem continua acompanhando depois de tanto tempo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.