Notas iniciais
Oi pessoas querida. Bem, vou começar emo texto. Entrei aqui no Nyah! ano passado. Comecei escrevendo na categoria de malhação, e excluíram minha história. Desisti de tentar escrever aqui no Nyah! mas tinha outros sites de fanfic né? Então resolvi tentar o Spirit, que jogo enjoei por que era muita burocracia só pra entrar. Foi ai que conheci o Wattpad. Comecei a escrever lá e me apaixonei. Agora estou aqui eu, DE VOLTA PRA ESSA BAGAÇA, pra postar minha bela história ainda estou escrevendo, e que não postei nenhum capítulo em nenhum canto.

Então amorecos, nem sei de aqui a minha historia vai ter ibope, tampouco no Wattpad, porque existem histórias muito boas, isso eu não posso negar. Mas darei o meu melhor para que vocês gostem da minha história.

Beijos.

Ps: Pra quem leu até o final minha história de vida, parabéns, vou te dar um guaraná Jesus (ECA!).

Ps2: E pra quem acha que realmente vai ganhar o guaraná Jesus, eu vós digo uma coisa, esperam sentados em uma cadeira macia, porque se esperar em cadeira dura sua bunda vai entrar em decomposição. Agora chega de enrolar e vamos começar. (RIMOU!!!!)

Um incidente no trabalho.
Água demais no chão.
Um contrato perdido.
Uma pessoa caída.

Podiam ser coisas idiotas para qualquer pessoa. Mas esse acontecimentos marcou o inicio de uma briga, e de um amor.

...

Aquele era um dia qualquer de trabalho para Sarah. Ela havia acordado no mesmo horário de sempre, e havia pego o mesmo ónibus, com o mesmo motorista rabugento de sempre. Ela havia vestido a mesma roupa de sempre, e dado oi para as mesmas pessoas de sempre. Mas para ela não era uma dia qualquer. Ela sentia dentro de si que algo mudaria naquele dia. Só não conseguia distinguir se era para pior ou para pior. Os seus cabelos loiros estavam presos, como sempre, e o seu balde com água estava preto, como sempre.

Ela pegou o balde, o levando a frente do elevador. Qual seria a probabilidade de alguém sair do elevador 10 se tinham mais 9 para saírem? Mergulhou os esfregão no balde preto e saiu espalhando água por toda a área de elevador do 7º andar.

Olhou para a grande janela que tinha a sua frente, estava um dia chuvoso e logo todo o prédio estaria cheio.

Em um certo momento de distração ela passou o esfregão em frente a um elevador. Seria algo sem importância a qualquer pessoa, se ali não fosse o lugar que a levaria ao desemprego. A palavra mais temida pelos brasileiros.

Uma pessoa qualquer saiu do elevador, dando de cara com a poça de água, escorregando e dando de cara com o chão. Sarah demorou a entender tudo. Todas as pessoas correndo para ajudar uma moça qualquer no chão, e seu chefe gritando com ela.

-VOCÊ ESTÁ DEMITIDA, E VAI DEMORAR PARA VOCÊ CONSEGUIR OUTRO EMPREGO.

-Não senhor Eduardo. Por favor, o senhor sabe como eu sou. Foi apenas um momento de distração. -o homem olhou com raiva para a garota a sua frente. Ele poderia dizer que não tinha problema algum em isso ter acontecido. Mas as palavras proferidas não forma essas.

-EU JÁ FALEI. ESTÁ DEMITIDA, SAIA DAQUI AGORA. -apontou para o elevador. Sarah não tinha mais nada a fazer, largou o esfregão e se dirigiu até o elevador de serviço.

...

João acordou tarde demais. A noite havia sido longa, uma LONGA noite de bebedeira. Mais uma. O tempo que ele levou para perceber que estava totalmente atrasado para uma longa reunião, foi atrasador o suficiente. Levantou em uma rapidez estúpida. Ele sabia que chegaria atrasado. Ele querendo, ou não. O tempo que levou para vestir o terno preto, costumeiro, foi longo.

Depois de um longo momento de briga com uma prostituta qualquer que ele levará na noite anterior para sua casa, ele desceu as escadas de sua casa e correu até o estacionamento. Pegou a chave da Ferrari e dirigiu o mais rápido possível até a sua empresa.

Já não bastava está atrasado, um estúpido qualquer tinha estacionado um carro na sua vaga. Será que a pessoa era burra a este ponto? Tinha escrito no chão "vaga reservada para o dono da empresa", João tratou de procurar outra vaga, o mais rápido possível. Parou o carro e jogou a chave para o manobrista. O sol no Rio estava escaldante, e de certo se ele jogasse um alimento qualquer ali conseguiria assar. Entrou na empresa luxuosa e correu até o elevador.

-Bom dia seu João. -a secretária dele falou assim que ele entrou no andar da diretoria. -Os chineses já estão a sua espera, e estão com raiva.

A expressão de raiva de João foi direcionada a sua assistente. Rebecca.

-Você ofereceu algo para eles sua incompetente?

-Sim. Eles não aceitaram nada.

Ele correu até a sala de reunião, no momento em que os chineses levantavam das cadeiras e viravam.

-Eu tentei enrolar eles o maior tempo possível senhor João, mas eles disseram que nada iria adiantar. O contrato está cancelado. -um dos muitos assistentes de João falou e saiu seguindo os chineses.

Talvez aquilo só fosse mais um contrato qualquer cancelado, mas para João não. Ele não suportava ouvir um NÃO. Desde a morte do pai era assim. Um não significava muitas coisas, para João principalmente. Ele ainda lembrava do ultimo não do pai. Ainda lembrava o porque de ser o dono daquela imensa empresa nos auge dos 22 anos.

-Posso ajudar em algo senhor João? -Rebecca entrou na sala assim que ouviu seu nome ser pronunciado com nojo.

-Claro que sim sua incompetente. Eu quero que você ligue para o Micael e peça que ele providencie uma viagem pra São Paulo, o mais rápido possível.

-Claro senhor. Mas o seu jatinho esta em manutenção, lembra-se?

-PORQUE NADA DO QUE EU QUERO DA CERTO? Providencie o que eu te pedi. Ligue para qualquer agência de viagens, eu quero viajar. Agora saia daqui e trate de fazer o que eu te pedi. -proferiu as palavras com ódio. Rebecca virou, e lágrimas se formaram em seus olhos. Porque tudo era sempre tão complicado? Tratou logo de fazer o que o chefe havia pedido.

...

Sarah já havia chegado em casa a horas, e não conseguia controlar o choro. Lembrava das palavras da mãe "Você é uma estúpida, e ridícula, no dia em que conseguir um emprego vai ser demitida na primeira oportunidade." As palavras da mãe agora surtiam efeito. Era isso que tinha acontecido, embora não fosse a primeira oportunidade, ela tinha sido demitida e não podia fazer nada. Decidida do que fazer a seguir correu ao telefone e ligou para a pessoa mais próxima.

Sua tia atendeu no 4 toque, dando uma graças a Deus pela sobrinha querida ter ligado. Sarah não podia esta mais feliz. A tia tinha concedido sua viagem ao Rio de Janeiro. Disse que tinha uma empresa ótima no Rio, ela passava todos os dias na frente, e eles estavam a procura de faxineiras. Publishing Design era o nome dá empresa.

-Então minha querida, quando você vai viajar?

-Tenho umas economias guardadas, acho que da para viajar tia, vou comprar a passagem, e mais breve possível estarei ai.

...

Havia sido um longo dia de trabalho para João. Ele ainda estava de ressaca, e aquela agitação maluca estava o matando. Nem o melhor amigo, Micael, conseguiu o ajudar.

-Senhor João, consegui uma viagem pro senhor na semana que vem, na segunda.

-Ok. Cancele todos os meus compromisso da semana que vem.

-Ok. Com licença. -a assistente saiu da sala, e João encostou a cabeça na cadeira. Publishing Design, foi a única herança que o pai deixara. Ele odiava o pai por isso, ter deixado tudo o que ele mais odeia de herança. Sua mãe tinha gargalhando dele ao ouvir o que o pai deixou. Apenas a mansão da família e aquela empresa estúpida que ele mau conseguia administrar. Levantou em um arrancado da cadeira. Saiu do escritório com a desculpa de que iria merendar, não que já não tivesse o feito. Saiu do estacionamento com o carro em alta velocidade. Parou no sinal e olhou para o lado, ali tinha um ónibus, com muitas pessoas quase sendo esmagadas. Olhou com nojo para aquela cena, um ónibus cheio de pessoas. Tinha nojo, mais que tudo de pessoas pobres.

Chegou em casa em menos de 30 minutos e foi para o seu quarto se arrumar, seria mais uma longa noite de bebedeira com os amigos.

...

Sarah estava feliz, porque não estaria? Embora estivesse desempregada ela tinha conseguido uma passagem para o Rio, na primeira classe, e super barata. Ela e sua tia comemoraram por horas no telefone, e no fim da tarde ela estava arrumando a mala para na semana seguinte está embarcando em um avião, com destino ao Rio.

De noite, já com tudo arrumado, e banhada, pronta para dormir, ela pegou o notebook. Ela não era completamente pobre. Seu pai tinha morrido cedo e tinha deixado uma grande herança para ela, que ela pode comprar a casa que sua única tia morava, e comprar uma passagem para o Rio.

Pesquisou como fazer um curriculum. Ela nunca tinha feito um, o primeiro emprego, de faxineira, ela conseguiu por a tia conhecer alguma pessoa que trabalhava naquela empresa. Achou em um site de empregos no Rio e abriu. Rolou toda a página e achou algo que a chamou atenção. Era um anúncio de emprego, era próxima a casa de sua tia, e ela lembrava da tia ter falado sobre vaga nessa empresa. Abriu o anúncio e viu quais qualificações precisava para conseguir aquela vaga.

Notas finais
E chegamos ao fim do primeiro capítulo. Eu tô ansiosa pra saber se vai ter público. Sabe porque? Não? Eu também não.

Beijos de luz e tchau da Miss 👋❤😘
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.