Opposites
12 Capítulo 12
Notas iniciais
(Pov Marshall)
No fim o "brilhante" plano de Fionna vivia falhado, ninguém tinha sequer tentado matar no Gumball, no meu ponto de vista não tínhamos avançado em nada com a investigação, mas as vezes eu achava que Fionna sabia de coisas que não compartilhava comigo.
Mas ela não tinha nenhum motivo para confiar em mim, até porque eu era um suspeito assim como ela, mas por algum motivo eu tinha certeza que ela não encostaria um dedo em Gumball.
Apesar de eu estar preocupado com o que poderia acontecer futuramente, nesse momento eu estava centrado em outra coisa.
Antes que pudéssemos nos dar conta, o "Cativeiro das 22 horas" como Fionna apelidara mais cedo, havia finalmente acabado e eu e o rosado estávamos em um beijo intenso, já no calor do meu quarto.
Enquanto o beijava o empurrei na cama coberta de lençóis negros, o deitando e ficando em cima dele com cada perna ai redor do seu quadril, passando as palmas das mãos apressadamente pelas suas costas por debaixo da camisa.
Ele afastou a boca da minha ofegante e gemendo baixo, isso pois eu beijava e sugava a pele de seu pescoço, aquela àrea extremamente sensível para Gumball.
Eu queria ir devagar, começar nosso momento especial aos poucos, mas meu nível de exitação estava perto do limite.
Das costas passei para sua cintura a apertando levemente, finalmente minhas mãos encontraram sua bermuda, coloquei as mãos nela, olhei seu pescoço cheio de marcas, depois os olhos vermelhos se encontraram com os violetas, meu olhar parecia perguntas se eu podia continuar, ele apresentava uma expressão provocante, olhos semicerrados, bochechas mais rosadas que o normal e os lábios separados.
Continuava o fitando e as mãos trabalhando agilmente, abrindo o zíper e o botão, depois a tirando dele.
Involuntariamente ele se contorceu afim de cobrir sua roupa de baixo, mas eu estava em cima dele o que tornou inútil essa tentativa.
O peito dele subia e descia rapidamente.
–Apenas relaxe...
Ele respirou fundo e puxou meu pescoço voltando o beijo.
Acariciei o volume que era bem visível por baixo da box branca.
Ele novamente abandonou o beijo e virou o rosto gemendo manhosamente.
–Hm... Marshall...
Aumentei a velocidade da carícia sorrindo ao vê-lo gemer meu nome.
–Você tem roupas demais....
Ele disse entre entre outro gemido.
Sorri e elevei o corpo o deixando abrir e arrancar a minha jaqueta de couro.
Depois tirei minha própria calça rapidamente exibindo o volume.
Deitei novamente por cima de meu amado e desabotoei sua camisa a jogando junto com as outras roupas.
Agora apenas dois tecidos de cores opostas nos separavam.
Circundei seu mamilo direito com a língua o sugando levemente.
Gumball gemendo mais alto, agarrando o lençol negro tentando se contorcer.
Nossos volumes estavam se chocando em baixo das boxes.
Meu nível de exitação havia atingido o limite do limite.
Baixei minha box e a tirei exibindo o falo ereto.
Gumball mesmo tentando esconder demonstrava medo, muito medo apesar de tentar esconder esse medo de mim.
–Como isso tudo vai caber em mim...
Ele gemeu com aquela expressão provocante e inocente ao mesmo tempo estampada em seu rosto enrubescido.
Comecei a baixar sua box lentamente enquanto lambia seu mamilo.
–Hm...M-Marshall...
A tirei também o exibindo.
–Hoje você é meu...
Sussurrei em seu ouvido, o coloquei de quatro, ah! sim, aquela era a posição perfeita.
Aquela era a primeira vez dele então o que eu podia fazer era prepará-lo, me estendei até a cabeceira e peguei um pequeno tubo, espremi o liquido dele em minhas mãos e o espalhei nas mesmas.
–Isso é... Lubrificante?
Assenti com a cabeça e guiei um dos dedos a entrada entre suas nádegas rosadinhas a violando.
Ele estava tremendo, mas de medo, não parecia sentir muita dor, olhei seu rosto, com uma leve expressão de desagrado, movi o dígito lentamente, o fazendo murmurar.
O retirei e voltei a penetrá-lo, mas desta vez com dois dígitos, os movendo alternadamente abrindo espaço, a força que ele se apoiava em seus braços falhou e ele gemeu de dor.
–D-doi... Isso dói Marshall!
Acariciei sua coxa delicadamente, depositando um beijo nela.
–Estou fazendo isso para que não sinta tanta dor quando for eu...
Ele apertou os olhos, pude ver as lágrimas de acumulando nos cantos deles.Esperei ele se acostumar, logo estava gemendo de prazer, movi novamente os dedos o alargando, acho que agora meu pequeno estava pronto para mim.
Segurei seu quadril o trazendo para mim, sentindo desta vez eu o penetrar, indo cada vez mais fundo procurando espaço.
Gumball gemia descontroladamente, eu já não conseguia me manter imóvel, o quarto havia adquirido um clima úmido, assim como nossos corpos, os sons e os gemidos de ambos, as estocadas rápidas, o seu interior quente a apertado, me abrigando tão bem, as minhas mãos em seus cachos cor de chiclete, as faces coradas e o som sensual dos corpos se chocando.
–Ah, Marshall!
–Hm... Gum...
Eu não aguentava mais, estava enlouquecendo junto com ele, finalmente me desmanchei dentro dele, com os jatos quentes o preenchendo, gemi alto seu nome antes de me retirar de dentro dele e cair deitado sob suas costas, ambos ofegantes e corados.
–E-eu adorei...
Ele sorriu, passei os braços ao redor de seu corpo magro e pequeno o abraçando.
–Eu te amo rosado...
Sussurrei em seu ouvido, ele virou-se para mim e me deu um selinho passando o polegar no meu piercing na sobrancelha.
–Também te amo...
E assim adormecemos, de conchinha, e naquele momento nos sentíamos terrivelmente apaixonados, éramos completos.
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