Operação babá
21 Chapther twenty one
Cada dia que os digiescolhidos passavam sob o feitiço da Witchimon, pareciam anos, os dias ganharam perfumes antes esquecidos, sabores diferentes, fora isso a rotina também estava diferente, entre muitas mamadeiras de leite, mingau, chá, suco vinham as fraldas cheias.
Numa dessas Ken estava no trocador e seu pai não parecia com muita sorte, o investigador não se lembrava como trocar a fralda do filho e isso provocou risos no pequeno de cabelos índigos.
— Senhor Ichijouji, esse lado branco é no bumbum do Ken-Chan esses ursinhos é que são para frente. Wormmon fala deixando o investigador sem jeito.
— “Não dá pra culpá-lo Wormmon, faz onze anos que eu não uso fraldas”. Ken pega os pés e os leva a boca.
Naquele momento o telefone da sala toca e sua esposa atende, pela formalidade parecia ser o colégio onde Ken estudava, pois a palavra transferência foi ouvida.
— Ichijouji-San, não acha que este pode ser um erro muito grave na educação de seu filho? Ichijouji Ken possui um grande potencial para dispersar-lo em um colégio público! Perguntou a diretora do colégio de Tamashi.
— Meu filho vai estudar em um colégio muito bom em Odaiba, mais tarde eu vou a escola pegar os documentos, não não tem haver com problema financeiro, Ken decidiu ir para Odaiba estudar com os amigos, ele não precisa de uma bolsa, Ken gostou das instalações do novo colégio e não pretende mudar de ideia. Responde a mãe de Ken.
—”Esse povo não vai largar do meu pé, a discussão parece estar em torno de uma oferta de bolsa… O que esse povo não faz por um pouco de prestígio, nem que eu voltasse eu poderia dar as mesmas glórias que eu dava antes, não virei um completo burro, mas minha inteligência não é mais artificial como de um computador programado, ela está completamente normal, de forma alguma conseguiria vencer dez adversários no jogo de damas, ou xadrez com muita sorte eu venceria um, isso porque eu não esqueci as regras, mas não, de forma alguma eu vou conseguir ficar bem com as pessoas querendo saber se eu estava perdendo de propósito para dar chance a alguém, essas coisas rolaram durante toda a metade do ano que voltei, julgamentos e cochichos que o gênio voltou diferente, acho que foi o trauma, foi isso que durante os seis meses restantes eu ouvia pelo colégio, fora as acusações de entregar o jogo no futebol.
— Acho que sua mãe está com alguns problemas ali, pronto! O Senhor Ichijouji colocou o filho no berço após trocar a fralda. — Eu não acredito que um digimon entende melhor de trocar as fraldas que eu que sou pai. Se lamentou o investigador entregando o mordedor ao pequeno.
— É que eu ficava sempre perto pra distrair o Kenzinho enquanto os digiescolhidos o trocava, agora ele ta cheirosinho, bem melhor do que quando ele acordou.
—”Ta ai uma coisa que eu não vejo a hora de que passe, acordar com a fralda cheia de cocô e xixi”.
A discussão estava acirrada, a direção Tamashi queria que o jovem prodígio permanecesse em seu colégio, buscou formas de argumentos tal como bolsas, o fato que o colégio de Tamashi era particular por isso com mais estrutura para um jovem com a genialidade de Ichijouji Ken, era uma falha tentativa de manter a imagem.
Koushiro também tentava contornar a situação com o grupo de informática, tentava dizer que Miyako estava viajando com os amigos por essa razão a localização e comunicação estava difícil, o acampamento não possuía sinal.
O ruivo também se aprofundava em pesquisas sobre a bruxinha, precisava saber seus ataques, suas formas anteriores e suas próximas digievoluções.
O guardião da sabedoria foi informado pelos amigos que Joe parecia estar mais envolvido do que realmente deveria, o jovem estudante parecia estar esquecendo que a bruxinha era um digimon, o ruivo só não havia sido informado que Joe iria fazer tudo para evitar a destruição de Wichimon como estava nos planos de Yamato e Taichi, por esse motivo o ruivo continuou colhendo informações para montar a melhor estratégia.
Enquanto o ruivo tentava manter o segredo dos amigos a salvo, Miyako brincava com Poromon, resmungando quando o mesmo voava a provocando, a senhora Inoue tentava manter a concentração no almoço, mas logo se assustava com sua pequena violacea derrubando algo, levantando e apertando os botões da televisão, a Senhora Inoue tentou colocar desenhos para filha que fez beicinho para sair do carrinho.
— Eu acho que a Miya-Chan e nenhum dos outros gostam do carrinho, sempre que vocês colocam eles aqui ela e os outros também choram só param quando os tiram e colocam no colo. Lembra Poromon.
— Se não sair lágrimas somente os gritos e a carinha dengosa, o nome disso é manha. Calma minha linda, aqui vem pra cozinha com a mamãe… Eu não tomo jeito, sabe que antes eu levava eles até para o banheiro quando eu ia tomar banho, foi assim com todos, Mantarou, Mamoe, Chzuru e não foi diferente com a Miyako, aqui minha filha. A mãe da violacea entrega um pratinho com legumes refolgado, aquele rostinho ficando sujo e sorrisinho fez a mãe desligar o fogo por um tempo para tirar fotos da cena, Miyako teve a quem puxar, nos primeiros dias do feitiço em Ken e Daisuke a violacea e a parceira de jogrees encheram um cartão de memória de fotos deles, o que fez pensar que eles teriam muito do que rir um do outro, descobriram segredos que na certa deveriam ficar ocultos, mas partiu do loiro dividir com os amigos, com isso Daisuke decretou um apelido ao guardião da esperança e o deboche entre o grupo rolava solto, só dava muita vergonha que Ken e o ruivo ouviram coisas que na certa elas não queriam que os dois ouvissem a vergonha em saber que confessava tudo na frente dos namorados foi ainda mais constrangedora quando constaram que os bebês sabiam e entendiam cada palavra.
— “ Kami o que eu vou escrever na redação? Acho que vou ter que manipular antigas fotos do acampamento para parecer que eu estive lá, depois de ler as redações as meninas sempre querem ver fotos, essas sim foram umas férias muito estranhas, escrever que estivemos tomando leitinho e assistindo pepa ping ta fora de cogitação, precisamos pensar numa saída estratégica para todos, eles vão encher os veteranos, as fotos vão dar trabalho e as palavras terão que ser manipuladas com cuidado uma coisa errada como exagero ou algo muito fantasioso pode por fim no plano”. Miyako comia os legumes enquanto pensava na melhor saída já que pelos telefonemas teriam muitas histórias para contar.
Não era somente com Ken e Miyako que a turma da escola não deixavam em paz, cansadas de ligar na casa da pequena Yagami as meninas do grupo de dança foram a residência da família Yagami, onde Sora e Taichi já haviam acordado e estavam brincando com Hikari, quando a campanhia tocou, o castanho correu até a porta com a irmã nos braços e fechou tão rápido quanto abriu nem dando tempo das garotas abrirem as bocas.
— Yagami… Taichi-San, não adianta dizer que não está em casa, nós te vimos, o que é isso no seu colo? Pergunta Hikiko batendo insistentemente fazendo Hikari cobrir o rosto com as mãozinhas e depois encarar a porta apontando.
— Desculpa… É que eu tava pelado, não posso aparecer nu no corredor com mocinhas tão novas. As meninas se encaram confusas e Hikari gargalha nos braços do irmão.
— Nu? Yagami nós vimos que estava de camiseta, anda vai se a Hikari-Chan está em casa? Precisamos falar com ela, não podemos deixar a professora responsabilizar todas por culpa de uma só, a Hikari ta bem?
— Eita menininha insuportável… Resmunga Taichi. — Eu to nu da cintura para baixo, e a minha irmã não está, ela foi para casa de nossas avós. Taichi arrancava risos de sua irmã, de Sora e dos digimons também.
— Avisa para Hikari quando ela voltar que ela não precisa aparecer em nenhum ensaio, o grupo votou e não dá pra mantê-la no grupo com essa falta de responsabilidade. Grita a menina perto da porta.
—”No pior sentido da frase eu dancei”. Hikari infla as bochechas com raiva e Taichi as aperta.
— Eu vou tentar concertar… Sora é interrompida por Hikari esticando os bracinhos para ruiva.
— Acho que enjoou de mim. Taichi finge mágoa e dá um beijo na cabeça da ruiva quando entrega Hikari em seu colo. — Acho que o mama dela esfriou.
— Taichi-Kun… Toma, eu vou atrás das meninas, acho que posso dizer que… Sei lá que a Hikari-Chan ta gripada.
— Sora-Chan, não precisa, fora que seriam duas mentiras diferentes eu disse que ela está na casa da avó e você corre lá e diz que ela ta doente, valeu a boa vontade e você, vamos mamar pra gente ir dar uma volta minha baixinha. Taichi levanta a irmã no alto, e depois aconchega em seu colo dando a mamadeira.
— Você provou a mamadeira? Pergunta Sora.
—Se isso faz diferença… Taichi balança a mamadeira perto da boca e prova. _ Ta uma delicia. Taichi dá a mamadeira para irmã.
— Deixa pra lá! Sora pega Biyomon no colo.
— Sora-Chan quando é que você e o Taichi-Kun vão ter o seu? A pergunta da ave rosa fez a ruiva e o castanho corarem.
— Q-Que conversa é essa Biyomon? Pergunta Sora engasgada.
—Pensei que quando se beijam e se abraçam tem um bebezinho, os dois já até parecem papai e mamãe. Com a frase Hikari larga a mamadeira e sorri.
—Ow meu kami, liga pra isso não Hikari-Chan, Biyomon e-eu, Biyomon porque vocês não vão ver desenhos. Sora ordena.
— Estamos esperando a Hikari-Chan é mais divertido juntos. Plotmon responde.
Hiroaki estava na estação de tv pensando em como reconquistar sua ex, sabia que teria que fazê-la mudar de ideia e terminar com Ray, o castanho não deixou de sorrir quando se lembrou da primeira vez que viu a mãe de seus filhos.
Flash back on
O castanho na época com seus quinze anos, usava a camisa branca do uniforme e gravata preta com o nó folgado ao contrário de seus colegas, o terno amarrado na cintura e trazia a mochila de lado e o violão nas costas, os garotos tem o papo e as brincadeiras interrompidas por uma menina loira dos olhos azuis, trocando seus sapatos pelo par branco no armário.
— Mas esse ai não pode ver uma estrangeira que já vai assanhado. Comenta um dos garotos.
Hiroaki se zangou com o deboche e correu atrás do amigo, os dois no meio da correria quase derrubam a menina.
— Só repete isso se você for homem! Ameaça Hiroaki segurando o garoto pelo colarinho o prendendo contra a parede com o semblante fechado. Natsuko toca os ombros do castanho.
— Desolé, alguém poderia me dizer onde eu encontro a sala dois um dois, eu acabei de chegar e já estou perdida. Natsuko pede timidamente.
— Você tá com sorte eu sei onde fica! Hiroaki pega o papel da diretora das mãos da loira.
— Dahar, mas claro nós somos dessa sala. Provoca o mesmo garoto ajeitando o colarinho do uniforme.
— Eu queria saber quem foi que te chamou na conversa. Hiroaki resmunga com o amigo.
— Meninos… Calma, eu acho que eu posso me achar merci…
— Isso foi algum xingo? Pergunta um dos meninos.
—Ela é estrangeira, não sei que língua fala, mas…
Os meninos são cutucados pelo amigo de Hiroaki apontando para os dois, Hiroaki apresenta a escola e foi visto rindo e Natsuko não pareceu muito feliz, mas depois a loira soltou um sorriso escondido.
— Me diz que isso é brincadeira. Hiroaki ria sem parar.
—Não sei para que fui te contar, qual o problema? Eu só quis saber se aqui vocês estudam separadamente, sabe no internato de onde eu vim tinha a ala das meninas e dos meninos, só fiquei surpresa que aqui é misto.
— Ta bom, Gomen'nasai. Hiroaki segura o riso e Natsuko sorri.
Após as formalidades das apresentações Hiroaki descobriu nome e sobrenome da novata e porque de algumas palavras serem diferentes da sua língua.
— Tem alguém gamadinho pela albina. Um dos garotos cantarola provocando levantando o deboche coletivo e o castanho cansado de ouvir os deboches do grupo foi deixando eles falarem, meses foram passando e a amizade dos dois só aumenta o murmurinho até o dia que se irritou por eles não chamar a loira pelo nome e sim por apelido de albina, quando o garoto provocou novamente Hiroaki puxou a cadeira levemente para trás tornando o garoto o motivo de deboche da semana.
O castanho era tão encrenqueiro, mas também divertia bastante a loira durante a semana, para ela era novo ter horário da saída, ela e Ray eram do mesmo colégio, mas só se viam escondidos de madrugada ou no final semana quando finalmente passavam em família, mas aquela experiência estava sendo nova para a jovem, ambos passaram até a almoçar juntos, as brincadeiras do seu grupo também estava ficando frequente e uma delas o garoto colocou uma cartolina convidando para o chá de bebê deles, Hiroaki correu atrás do garoto pelo corredor e só foi parar lá no pátio onde o castanho derrubou o menino na caixa de areia.
— Senpai, ai… foi apenas uma brincadeira, eu juro…
— Você vai jurar sim, vai jurar que não vai se meter mais a besta, caso contrário eu não vou responder por mim. O castanho fecha o punho diante do rosto do mais novo e é seguro por uma mão.
—Hiroaki-Kun, Shite kudasai, chega! Natsuko pede por favor.
— Nancy, não vem com essa, esse garoto vai engolir a cartolina. O castanho levanta a vaia com o julgamento, os colegas adoravam vê-lo brigar.
— Que se dane esse negócio de Senpai, Kohai eu não quero saber, Hiroaki-Kun chega ta bom, ele já pediu desculpas, agora baixa a bola e vamos voltar pra sala de música, pelo menos tocando o violão você não pensa em matar um engasgado com um papel. Implorou a loira.
Hiroaki bufa pelo nariz, sai de cima do garoto e o encara.
— Natsuko-Chan, arigato. O garoto se levanta sacudindo a areia.
— Não foi nada, anda Hiroaki-Kun. A loira enlaça as mãos aos do castanho.
O castanho sorria com a lembrança e sorri ao ver a foto de Yamato e Taichi afinal o filho não era tão diferente do pai, o genio encrenqueiro sem duvida veio dele.
— Hiroaki-San, um dos colegas trabalho o chama, não vai mesmo na festa, você é solteiro e seus filhos já estão grande um inclusive nem vive com você, anda vai o que ta te impedindo de ir se divertir? Perguntou o câmera.
— Os meninos estão lá em casa, eles precisam do pai. Explica Hiroaki tirando mais um cigarro do bolso e indo lá para o terraço.
— E a sua ex? Ela mandou o caçula para sua casa foi? Anda Hiroaki vai perder esse festival pra que pra trocar fraldas? Debocha sem saber da atual situação. — Que eu saiba seu filho mais novo já tem idade de estar é namorando.
— Tem sim, mas ele ainda precisa de um pai, depois do expediente eu vou para casa.
— Você que sabe! Você não muda mesmo chefe.
— Nem você, desde o colégio não faz outra coisa se não piadas sem graça, o castanho assopra a fumaça até o cigarro acabar e os dois voltam a discutir o motivo que prediam o castanho em casa.
— Você vai sair mesmo com sua filha em casa? Pergunta Hiroaki.
— Meire está em casa, é apenas uma festa, a gente trabalha dia e noite…
— Vai deixar sua esposa e filha e vai… Olha não adianta não é! Hiroaki fecha a cara.
— Vai reclamar de mim, mas ta ai solteiro e desimpedido e vai ficar em casa com dois adolescentes que devem fechar a porta na sua cara e passar a noite dentro do quarto vendo vídeos.
— Takeru e Yamato não fazem o estilo adolescentes americanos rebeldes, os dois marcaram esses meses de férias juntos, não vejo vantagem em deixá-los para cair na cachaça só esteje ciente das consequências dessas traições e farras. Hiroaki apaga o cigarro.
— Vem logo quem me dar sermão… Então é sua palavra final senppai? Pergunta o homem ainda fumando.
— É sim, eu já passei da idade das farras. Hiroaki fala sério.
— Vai fazer tricô então, você que sabe. Debocha o moreno.
Enquanto isso...
Yamato tocava a guitarra e Palmon dançava ao ritmo da melodia, faltava a letra, mas o loiro não andava com cabeça para compor, rimar ou mesmo pensar em novas canções, o guardião da amizade planejava detalhes de sua fuga, como seu pai estava voltando mais cedo para casa, e Natsuko tirou férias que estavam a anos acumuladas, não podiam contar com a ausência dos pais, teriam que agir na calada da madrugada.
— Yama-Kun eu sei que não quer ver o casamento, puxa é só dizer que não vai e pronto, o mesmo vale para o Takeru-Kun, ele pode se nagar a ir, mas eu desisto não vou mais dizer nada, tudo que eu digo você tem a resposta pronta, só veja bem que vai fazer a pressão dos nossos pais ir lá para o espaço. Adverte Mimi.
— Temos que ir a meia noite, se eu bem conheço japa nessas horas não tem mais nenhum acordado, mas vou avisando que não vou assinar o BO sozinha se der problema. A sincera provocou.
— Eu já agradeço entrar nessa, olha repito se quiser ficar eu volto, não sei exatamente quando, mas é o tempo de bagunçar esse casamento. E se der problema eu assumo sozinho. Garante o vocalista beijando a namorada.
—Você não vai assumir nada sozinho, meu lobinho. Mimi sobe no colo do loiro o fazendo colocar o violão no chão e deixar o carpo quedar sob os lençóis da cama da castanha.
— Eu te amo Mimi-Chan! Declarou Yamato.
— Me prova! Provoca a castanha tirando a regata da cor de salmão que vestia com uma saia preta com estrelas estampadas, e passando o pano no rosto do namorado.
— Vou provar! Yamato puxa a castanha e a beija com vontade enlaçando seus dedos nos cabelos de Mimi.
— É só? Pergunta A castanha arfando depois do beijo.
— Não, ainda não acabou. Yamato a puxou e a castanha rebolou sob o membro do músico.
Na residência dos Ishida
— O que eu faço meu kami… De casamento marcado eu dei pra trás desse modo, Hiroaki… Estava tudo indo nos conformes, foi só o seu pai se aproximar que tudo desandou. Natsuko conversa enquanto dava a mamadeira para o filho, sem saber que esse entendia cada minímo detalhe do que se passava com a mãe.
— “Se aproximar… Desandou? Aw kami, o Ray não ta no Japão coisa nenhuma, meu pai que descabelou você daquele jeito no dia que entrou toda despenteada. Takeru sorri enquanto matou a charada.
— Problema eu vou arrumar com a família inteira agora, a semanas do casamento com tudo comprado, e arrumado vou dizer o que, “Ray eu e Hiroaki tivemos uma despedida de solteiro”… Onde eu estava com a cabeça, se eu caso com o Ray como viver com a culpa…
— “Então rolou muito mais que um beijo, Eu já tava pensando que o francês era mesmo meu pai, isso era uma coisa que eu jamais iria me acostumar”.
— Ta gostoso Patamon, Gabumon? Questionou a loira com o ombro vomitado pela última gorfada que o filho deu nela.
— Os brownies estão uma delícia Natsuko-San. Elogia Gabumon.
— Sim, eu acho que nem vou poder voar mais por hoje. O anjinho brinca.
— Daisuke-San tem razão, não foram só problemas que isso trouxe, quem dera eu pudesse contar isso ao oniisan, minha mãe acabou de confessar, como eu não vi isso.
Hiroaki entra em casa e sorri quando vê a cena estendendo os braços para pegar o filho no colo.
— Cuidado que ta cheio, não balança ou vai acabar assim. A loira adverte mostrando a mancha em sua blusa. — O que é isso no seu bolso Hiroaki? Pergunta a loira observando uma rosa no bolso de trás do ex.
— É uma rosa, aqui… Você passa o dia todo cuidando desse quarteto, não é contra as regras ex dar flor para ex esposa é? Pergunta Hiroaki.
— E desde quando passou a seguir regras? Pergunta Natsuko cheirando a rosa.
— Estava pensativa?Pergunta Hiroaki.
— Pensando no que dizer para minha família e a do Ray, Hiroaki porque não me deixou ir? Pergunta Natsuko.
— Porque eu… Na verdade eu quero que me responda, porque não foi? Hiroaki devolve a pergunta.
— Você não muda… Aw kami, eu achei mesmo que seria fácil esquecer você, foi só voltar aqui e cuidar dos meninos e…
— E… Hiroaki se aproxima. Me beijar? Perguntou desaforado tomando seus lábios.
— “ Cadê o onnisan que não aparece”? Perguntou Takeru.
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