Capítulo 1

- Lyss, vamos dobrar na próxima rua à direita.

- Certo.

Lyss pisou forte no acelerador, e, ao chegar na rua cuja ele era pra dobrar, pisou mais forte ainda no acelerador e girou o volante rapidamente para a esquerda. O trânsito às 3:30 era muito baixo.

- Lyss, casa 751. Quadra 2.

- Estamos chegando. – A adrenalina de Lyss estava aumentando.

Lyss parou o carro em frente à casa 749. Ele pegou suas pistolas que estavam dentro do porta-luvas do carro, guardou-as no bolso. Joyce fez o mesmo com suas armas brancas após pegá-las também do porta-luvas. Os dois desceram do carro e fecharam a porta na mesma sincronia, ambos ansiosos.

Joyce soltou seus cabelos loiros, quase brancos, e fechou as amarras da parte de trás do seu vestido. Lyss apenas colocou suas luvas brancas que estavam guardadas em seus bolsos, ele usava as luvas para quando equipasse suas armas, a sua digital não passasse até elas. Lyss trancou o carro. Os dois correram até a porta da casa 751, lá morava Nara, uma garota de 16 anos esnobe, corpo bonito, porém tinha a mente incapaz de ter conhecimento algum. Lyss a odiava. O pai de Lyss estava traindo a mãe dele, e inconsequentemente teve uma filha com outra mulher, esta filha é Nara. Lyss teve de se separar do seu pai, porque, quando tudo ocorreu, Lyss ainda tinha 9 anos, e ficou morando apenas com sua mãe quando seu pai decidiu de vez morar com Thaís, a mãe de Nara.

- Joyce, quebre esta porta. – Disse Lyss, em um tom de comandante.

- Certo.

Joyce se aproximou da porta e chutou-a, mas nada feito. Lyss deu um tiro na tranca abaixo da maçaneta, e a porta se destrancou. Joyce girou a maçaneta e a porta abriu. Assim que Lyss pôs o pé dentro daquela casa, olhou linearmente para frente, e viu uma mesa com alguns quadros. Deu alguns passos e viu que, esses quadros, eram do pai dele com Nara e Thaís. O ódio tomou conta do coração de Lyss naquele momento. Nada fez com os quadros. Joyce fechou a porta da casa, e eles entraram mais. Depois da sala onde estava a mesa com uns quadros e algumas outras coisas, tinha um corredor, que dava em direção a 3 quartos. As portas de dois dos três quartos estavam semiabertas, Lyss entrou no primeiro quarto, ninguém. O segundo estava trancado, Lyss preferiu não abri-lo. Quando Lyss e Joyce chegaram no terceiro, viram Nara dormindo, enrolada em lençóis brancos porém com cabelo e rosto expostos. Lyss deu três tiros na cama, e depois grande parte branca dos lençóis se transformou em vermelha. Joyce ouviu algumas vozes vindo do quarto que estava trancado: Os familiares de Nara estavam ligando para a polícia. Joyce correu até a porta do quarto trancado, e quando ela chegou lá, as vozes pararam. Joyce deduziu que a polícia estava a caminho.

Joyce correu até onde Lyss estava, e chamou ele para irem embora rapidamente, explicando a ele a situação. Lyss e Joyce foram correndo até a porta por onde entraram, mas, quando abriram a porta, haviam lá 4 carros de policiais, cada um deles contendo 2 policiais. Joyce continuou calma, e pediu para que Lyss ficasse calmo também, mas ele não conseguiu, e saiu correndo procurando uma porta dos fundos. Joyce sabia que se corresse também, os policiais começariam a atirar, mas quando Lyss correu eles continuaram focando a Joyce. O pensamento de Joyce era: Melhor apenas eu do que eu e Lyss. Ele encontrou uma porta dos fundos, e por ela saiu. Ficou apenas Joyce. A polícia avançou para cima da garota, que, por sua vez, se ajoelhou ao chão sem falar nada. Por trás dela, estavam os familiares de Nara, armados de armas brancas que, usaram para fazer mais de dez cortes no corpo de Joyce. A polícia levou o corpo de Joyce em uma sacola preta, e era por ali que acabava os crimes da garota.

Lyss conseguiu chegar em casa, sem saber que Joyce tinha morrido, mas sim ido para a cadeia, e seu foco era: Tirá-la da prisão e matar os policiais que a prenderam.