Open Chest Doens't Protect Diamond!
16 Capitulo 16
Notas iniciais
Leon Vargas
Acordei num pulo, suado e excitado. Depois da serie de provocações no banheiro da faculdade, fomos pra sala e agora é quase noite. Mentiria se dissesse que eu dormi, sendo que só sonhei, com a maldita da Violetta. Até nos meus sonhos ela esta.
I know that you been waitin' for it
I'm waitin' too
In my imagination I be all up on you
I know you got that fever for me hundred and two
And boy I know I feel the same
My temperature's through the roof
Peguei o celular e liguei para a mesma, perguntando se ela estava em casa e se eu poderia ir lá.
Desci as escadas e encontrei Lucas.
— Você é um traíra. Nem se quer levantou um dedo para me tirar daquela enrascada, nem pra me defender da sua namoradinha. — falou e eu revirei os olhos.
— Eu nunca disse que te ajudaria. Nossos pais estão ocupados demais te ajudando. Você não precisa da minha ajuda — falei sem me importar. Ele nunca se importou comigo, porque eu me importaria com ele?
— Tá vendo como você é? Só pensa em si próprio, nunca me ajudou. Vive reclamando que papai e mamãe só da atenção a mim, sendo que você não faz nada para chamar a atenção deles. — falou e eu bufei
— Não faço? Eu faço faculdade. Não tenho uma nota vermelha, e olha que alguns anos atrás eu era o mais burro da sala — falei me virando para ele. — Mas... Quer saber? Eu não me importo, não preciso da atenção de vocês. Cansei de me importar com o que vocês pensam e agora, quero fazer o que eu sempre quis. — joguei tudo de uma vez e meus ombros relaxaram.
Violetta me fez entender, que se eu realmente quisesse chamar a atenção deles, eu tinha que parar de tentar chamar a atenção. Entenderam? Menos é mais.
— E o que papai e mamãe acham disso? — perguntou e eu dei de ombros arrepiando meu cabelo
— Não ligo para o que eles acham! — falei e saí de casa, indo para a casa de Violetta sorridente, eu estava me superando.
Meus pais sempre preferiam ele, era tudo ele. Eu nunca entendi o porquê, sendo que eu era o anjinho da casa, nunca fazia nada de errado, com medo de apanhar. E sempre era eu que apanhava. Se Lucas machucava, a culpa era minha, eu apanhava. Se ele fez algo errado, a culpa é minha, eu apanhava.
Meu pai sempre foi uma pessoa muito seca, grossa e bruta. Ele não se importa se você esta em uma cama de hospital com os membros do corpo quebrados, se fez algo de errado, tem que sofrer as consequencias. Mas com Lucas, ele parecia se esforçar mais pra ser uma pessoa carinhosa. E isso me machucava para caralho, era como se eu fosse a ovelha negra da casa.
Meus pais querem sempre proteger á ele, não importa o quão errado ele esteja. Mas eu também quero o bem dele, independente do quanto eu o odeie, o quero bem e longe de mim. Na cadeia de preferência. Não é porque sou maldoso, mas porque acho que temos que arcar com as consequencias de nossos atos.
***
Eu sei que você estava esperando por isso
Eu estou esperando também
Na minha imaginação, eu estaria dando em cima de você
Eu sei que você tem aquela febre por mim, 102°C
E, garoto, eu sei que sinto o mesmo
Minha temperatura está no teto
Cheguei na casa de Violetta e ela abriu o portão bem na hora, sorrindo quando me viu.
— Achei que teria que te buscar. — falou.
— É... — comecei.
— O que aconteceu? — perguntou me puxando pra sala.
— Eu falei com meu irmão... Falei tudo o que eu sentia, contei que eu não iria mais me importar em ganhar a atenção deles. — falei me deitando em seu colo enquanto ela acariciava meu cabelo.
— Você fez o certo, Leon. Eu não quero, de forma alguma, jogar você contra sua família, mas todos nós temos um limite. — falou me olhando com carinho.
— Sabe... Cadê aquela mulher fria e grossa que conversei no primeiro dia? — perguntei fazendo graça e ela riu.
— A culpa é sua! — falou me dando um tapa no ombro.
— Ai, isso dói — falei e ela riu. Fiquei sério. — Me conta como era seu namoro com o Tomás. — falei
— Leon... — falou receosa
— Conta — insisti e ela assentiu
— Ah... Era normal — resmungou
— Violetta — repreendi
— Leoon — bufou e eu bufei em seguida
— Porque não quer me contar? — perguntei
— Porque não é uma coisa que eu quero compartilhar com você — falou se exaltando
— Ok, ok. O que vamos fazer? — perguntei já com segundas, terceiras, quartas intenções.
— Eu estou com vontade de fazer algo... — falou vagamente e eu sorri, me sentei e aproximei-me dela, de sua boca.
— Humm... Eu também! — comentei mordendo o lábio inferior
— Estou com vontade de correr! — falou animadamente e eu bufei me jogando no sofá
— Você só pode estar brincando comigo, Violetta! — rosnei e ela gargalhou.
— Eu ainda nem fiz nada! — falou inocentemente. Suspirei
— Ok... Sabe o que eu sonhei hoje? — perguntei sorrindo safado
Touch my body
Put me on the floor
Wrestle me around
Play with me some more
Touch my body
Throw me on the bed
I just wanna make you feel like you never did
Touch my body
Let me wrap my thighs
All around your waist
Just a little taste
Touch my body
Know you like my curves
C'mon and give me what I deserve
And touch my body
— Comigo? — perguntou e eu assenti
— Eu passava as mãos assim, por suas pernas. Adentrei uma de minhas mãos em sua blusa, tocando o bico de seus seios e os beliscando... — falei repetindo os atos que falei, vendo-a fechar os olhos, respirando fundo.
— Isso é golpe baixo, Leon! — balbuciou
— E não é golpe baixo o que você fez comigo? — perguntei respirando fundo no pescoço dela, fazendo-a se arrepiar
— Humnm... — murmurou enquanto eu beijava seu pescoço.
— Cheirosa! — falei mordendo seu ombro.
Deitei-a no sofá, me deitando por cima dela e beijando seu pescoço, descendo para seu ombro e logo tirei sua blusa, desci os beijos para seus seios, arranquei seu sutiã com pressa e apertei seus mamilos que estavam durinhos.
— Tudo isso para mim, baby? — perguntei mordiscando levemente um de seus mamilos.
— Leeon! — insistiu
— Diz o que você quer, Vilu. Pede que eu te dou. — disse apertando seus quadris, evitando que ela erguesse-o.
Toque meu corpo
Coloque-me no chão
Carregue-me por aí
Brinque comigo um pouco mais
Toque meu corpo
Jogue-me na cama
Eu só quero fazer você se sentir como nunca se sentiu
Toque meu corpo
Deixe-me colocar minhas coxas
Ao redor de sua cintura
Só um pouquinho
Toque meu corpo
Sei que você gosta das minhas curvas
Venha e me dê o que mereço
E toque meu corpo
— Leon... Você é um maldito filho da Puta. Me solta, amorzinho. Você não sabe o que eu vou fazer com você! — falou num fôlego só
— E o que é? — perguntei cheirando seu pescoço
— Quero te chupar! — gemeu no meu ouvido, me deixando mais duro. Essa mulher vai me matar! Quase fraquejei, deixando-a avançar para meu pescoço, chupando-o levemente.
— Violetta! Você não sabe com quem ta brincando! — murmurei, desistindo de fazê-la implorar, me encaixei no meio de suas pernas, causando uma ficção entre nossas intimidades, me esfreguei nela.
— Hm... Viu? Eu nem precisei implorar! — disse ela passando suas unhas em meu pescoço e chupando o lóbulo da minha orelha.
— Isso é culpa sua. Você não sabe o que faz comigo — falei descendo uma mão para seu short, tirando-o e acariciando seus lábios de baixo, mesmo por cima da calcinha.
— Huummn... — gemeu mordendo o lábio inferior.
— Você é linda, sabia? Tão gostosa! — gemi junto, adentrando dois dedos meus dentro de sua fenda molhada.
— Leeon, me fode logo — rosnou e antes que eu pudesse responder, ouvimos alguém bater na porta bater fortemente.
Fale com o autor