Notas iniciais
Oie, pessoas lindxas. Tudo bem com vocês? Eu espero que sim. Então, é o seguinte: Este é o último capítulo da fanfic. Mas, não se preocupem, vai ter 2° parte. EBAA!! Então, boa leitura e perdoem os erros. Se divirtam lendo, porque eu me divirto escrevendo. OBS: Leiam as notas finais. OBS²: Não cliquem em um link que estará no final do capítulo (não dá pra colocar links na nota :( ) antes de lerem as notas finais.

*** Alguns meses depois ***

Está tudo pronto. A festa surpresa dos 11 anos de Henry está completamente pronta. Ufa! Finalmente consegui colocar tudo no lugar. E Killian até que me ajudou, embora eu tenha o pego várias vezes comendo os cupcakes da festa.

Em falar nisso... É impressão minha ou estou vendo Killian acabar de comer mais um cupcake? Meu Deus, este homem não têm limites.

– Killian Jones... — O chamo e termino de colocar algumas bexigas na parede.

– Ao seu serviço, Swan. — Ele responde vindo em minha direção.

– Você estava comendo um cupcake escondido de novo? — Pergunto.

– Não, Swan. De jeito nenhum. Por quê?

– Killian, tem chocolate na sua boca. — Digo rindo e limpando o chocolate no canto da boca dele. — Você parece um bebê.

– Um bebê lindo que faz maravilhas na cama. — Ele dá uma piscadela.

Rio lembrando de todas as noites em que passamos juntos.

– Bem, vou ignorar isso. Ainda falta algumas horas para a festa de Henry e meus pais estão tapeando ele. Eles pensam que ainda falta muito para terminar por aqui, mas já que acabamos, temos um tempo livre.

– Ótimo, porque tenho uma surpresa para você.

– Qual?

– Vou te levar á um lugar para algo especial. — Ele dá um sorriso misterioso.

* * *

Praia. Estamos na praia. Embora eu esteja com os olhos vendados, consigo sentir a areia nos pés. Killian bem que poderia colocar tudo em um mistério profundo, porque... Tipo... Eu sei bem onde estamos. Ele está segurando minha mão e meu braço, me guiando. Depois de um tempo, ele para e eu também.

– Um minuto. — Killian diz. Ele fica por um tempo em silêncio, ou apenas saiu, porque largou minha mão e meu braço. — Pode tirar a venda, Swan.

Faço o que ele pediu. Meus olhos se acostumam com a claridade rapidamente. Consigo ver o tempo nublado de Storybrooke e as ondas geladas por causa do clima. Abaixo, olho para a areia. Espera, tem algo escrito tipo... Bem grande. Enfim consigo ler, e fico, literalmente, boquiaberta. Está escrito: "Swan, quer casar comigo?", e tem um coração bem embaixo. E estamos posicionados bem no meio do coração.

– Então... — Killian diz. Me viro para ele, atrás de mim. Killian está de joelhos, com uma caixinha que tem um par de alianças lindas. — Quer casar comigo, Swan?

Meu Deus! Isso é sério? Não é um sonho? Porque se for, eu não quero acordar nunca. Se bem que eu não percebi nada que me levasse á essa conclusão. Espera, Killian está me pedindo em casamento?

Interiormente eu estou pulando, gritando, dançando, o abraçando, gritando mais, correndo, pulando no mar gelado, gritando mais ainda, chorando depois, pulando e gritando mil vezes.

Exteriormente: Estou paralisada olhando para Killian.

– Espera, deixa eu repetir: Você quer se casar comigo? — Ele diz.

– É claro que sim! — Respondo e ele sorri. -Killian, estou me controlando para não chorar! — Ele se levanta e coloca o anel de noivado em meu dedo.

– Calma, Swan. — Ele fala rindo.

– Eu te amo. — Eu beijo-o

– Eu também. — Ele responde quando paramos. — Quero construir uma vida com você, Emma. Quero ter tudo com você. E, futuramente, seremos marido e mulher.

– Não sabia que pensava em um futuro comigo.

– Desde que te vi, Emma, desejei um futuro com você. Agora tudo isso pode ser realizado.

– O que eu mais poderia querer? Eu tenho você, Henry e meus pais. Está tudo caminhando bem. — Sorrio. — Eu te amo muito.

– E eu mais ainda. Somente você é a razão do meu viver, Emma. Nunca vou te deixar. Nunca. — Ele me abraça.

De qualquer jeito, ficamos no meio do coração que Killian desenhou na areia, nos abraçando e sentindo o calor um do outro.

* * *

– Já pensou em ter filhos? — Pergunto para Killian, sentada ao seu lado na areia.

– Claro que sim, Swan. Com você, é claro. — Ele segura minha mão.

– Então você quer ter filhos comigo?

– Por que não? Vamos lotar a casa de filhos.

– Espera, espera, espera. — Suspiro. — Como?

– Sim. Vamos encher a casa de filhos. — Ele ri.

– Killian você bebeu rum demais? Ou está louco?

– Estou louco. Louco por você. — Ele me beija de forma voraz. Ele vai descendo e beija meu pescoço com a mesma intensidade e eu seguro seu braço. Embora nenhum de nós dois tivesse percebido mas... Ainda estamos na praia.

– Killian, para. — Me afasto um pouco dele.

– Desculpa. — Ele diz com um sorriso safado. Ele só se desculpou por se desculpar, porque ele tinha noção de tudo.

– Te amo. — Falo rindo.

– Como se eu também não te amasse...

– Sério, eu faria tudo por você. — Acaricio seu rosto.

– Até lotar a casa de filhos?

– Killian, fazer filho é fácil, difícil é dar conta.

– Aliás, fazer filho é minha especialidade.

Mereço...

– Então quer dizer que já fez filho antes?

– Eu nunca, mas não vejo nenhum problema em fazermos um ou dois.

– Então planeja ter dois filhos?

– Já que a madame não quer lotar a casa de filhos, prefiro ter dois.

– Se bem que não é má idéia...

– O quê? Lotar a casa de filhos?

– Killian, esquece isso. Eu quis dizer dos dois filhos.

– Eu já sabia, amor. — Ele me dá um selinho.

– Killian, você está começando á me irritar.

– Uau, vai virar a super estressadinha fase quatro. Adorei.

– Bobo. — Rio. — Espera, que horas são?

– Quatro e meia da tarde. — Ele olha no relógio. — Por quê?

– Vamos, falta pouco tempo para a festa de Henry. — Me levanto e Killian também. — Killian... Obrigada.

– Pelo o quê, amor? — Ele segura minha mão e começa á andar, eu o acompanho.

– Por tudo. Agora que estamos noivos, prometo ser tudo que você sempre quis. — Sorrio.

– Você já é tudo que eu sempre quis, Swan.

– E você também, embora eu não tenha pedido 'convencido' no pacote.

– Oh, que adorável você.

– Vem, vamos logo. — Rio e apresso os passos.

* * *

Já estamos todos prontos e em silêncio. Todas as luzes estão desligadas e os convidados já chegaram, ou seja, os poucos amigos de Henry e quase metade da cidade. Já deve ser 18:30h e Henry já deveria ter chegado com meus pais. A porta se abre, ouvimos Henry conversar algo com meus pais. Até que eles ligam as luzes e todos nós gritamos:

Surpresa!!!

Henry sorri e se aproxima.

– Eu sabia que aprontaram algo. — Ele diz.

– Não vai curtir a festa? A sua festa? — Killian pergunta.

– Claro que sim! Vai ser a melhor festa! — Ele grita e corre pela casa, cumprimentando os convidados.

– Oi, filha. — Meu pai diz me abraçando. — Como foi tudo?

– Tive que tomar conta de uma criança teimosa. — Respondo olhando para Killian, que já estava com Henry.

– Já devo imaginar... — Minha mãe comenta.

– Papai aprontava muito? — Pergunto.

– Muito. Se lembra nos seus aniversários em que você ganhava várias caixas de chocolate? Seu pai lhe dava de presente e logo depois comia mais da metade da caixa. Tudo isso com a mesma desculpa de "eu sou o pai da aniversariante". — Minha mãe meio que revela.

— Ei, eu nunca fiz isso. — Meu pai discorda. — Não se pode mentir, Mary Margaret.

— Ah, claro. — Mary diz com sarcasmo.

Nesse momento, Regina entra com uma caixa na mão num embrulho de presente e vem em nossa direção.

— Onde está meu filho? — Ela pergunta.

— Nosso filho. — A conserto. — Ele está com Killian e alguns amiguinhos dele.

— Onde? Não estou os vendo em nenhum lugar. — Regina diz.

— Devem estar no jardim. — Meu pai fala. Regina logo coloca a caixa junto com os outros presentes ganhos por Henry dos convidados, e vai até o jardim.

— Emma, por que está escondendo a mão desde que chegamos? — Minha mãe pergunta.

Porque estou noiva e ainda não quero contar para vocês.

— Por nada, ué. Nem percebi isso. Hã... Vou ver alguns convidados. — Falo e me retiro dali. Os dois ficam me olhando um pouco desconfiados.

* * *

Todos os convidados foram embora. Menos meu pais, Regina e Ruby. Aliás, estamos todos bem cansados, sentados no sofá. Killian, David e Henry estão brincando de luta com espadas de brinquedo, as quais Henry ganhou de David. Eles estão correndo, gritando e pulando pela sala, enquanto nós — Eu, Mary, Regina e Ruby. -, estamos conversando.

Depois de um tempo, eles param de brincar e se sentam ao nosso lado, todos os três pingando de suor. Henry senta no colo de Regina, Killian ao meu lado e meu pai ao lado de minha mãe.

— O que estão falando? — David pergunta para nós.

— Sobre muitas coisas. — Ruby responde.

— E eu ainda quero saber o porquê de Emma Swan está escondendo a mão. Na verdade, eu cheguei a ver o segredinho dela, mas eu quero ouvi-la falar. — Minha mãe insiste.

— Como assim, Emma? Conta! — Ruby me incentiva.

— É... Queremos ouvir. Se bem que... Eu sei bem o que é. — Meu pai fala olhando para Killian. Provavelmente ele deve ter contado para meu pai.

— Vai, conta, Swan. — Killian me permite contar enquanto tira o cabelo do rosto.

Adoro quando ele faz isso!

— Killian me... — Começo, mas paro. Estão todos com os olhos grudados em mim como se eu estivesse divulgando a descoberta do século ou algo do tipo.

— Eu pedi a mão dela em casamento. — Killian conta por mim, já que não tive coragem. Todos ficam chocados, pedem para ver o anel e eu mostro.

— Vocês vão se casar?! — Henry sai do colo de Regina e dá pequenos pulinhos, animado.

— Sim, Henry. Nós vamos. — Respondo com um sorriso.

— Oba! Que bom então. Killian vai ser padrasto, mas já o considero como pai. — Henry fala e abraça Killian.

— Obrigado. — Killian agradece.

— Meu Deus, que lindo! — Ruby fala enquanto olha o anel. — Sempre soube que esse dia chegaria. Vocês se amam tanto...

— Na verdade, eu não achei uma boa idéia a minha filha se envolver em um relacionamento. Mas depois de tantas conversas com Killian na delegacia, percebi que ele é o cara certo para minha filha. — Meu pai revela. Revelação do ano porque ele sempre implicou com Killian. — E não foi por nada que você me acordou três horas da manhã pedindo a permissão para pedir a mão de minha filha em casamento.

— Obrigado, sogrinho do meu cora...

— Não abusa, Killian. — Meu pai o interrompe.

— Eu confesso que até hoje não gosto muito dele, mas quero que sejam felizes. — Regina fala.

— Obrigado, Rainha Má. — Killian a agradece provocando. Regina faz uma careta para ele e revira os olhos.

— Parabéns, filha. Aos dois, na verdade. — Mary me abraça.

— Então temos mais um motivo para comemorar! — Henry diz sorrindo.

— Antes, todos para o banheiro. Inclusive você, pai. — Ordeno me levantando.

— A gente cuida, protege, ajuda... eles crescem, amadurecem e ainda tem coragem de mandar na gente. Ser pai não é nada fácil. — David reclama se levantando e indo com Killian e Henry para o banheiro.

— Então, Emma...? Ansiosa para a noite de núpcias? — Ruby pergunta.

— Não precisa responder. — Minha mãe diz.

— Responda, Emma. — Regina incentiva.

— Ela não vai responder. — Minha mãe discorda de Regina.

— Ah, mas ela vai responder sim. — Regina começa o showzinho dela.

E cá fico eu, no meio de uma discussão para ver se respondo ou não. Para falar a verdade, estou sim ansiosa. Qual pessoa que irá se casar não vai estar ansiosa pela noite de núpcias?

Aliás, nem tinha pensado nisso. Só imaginei em uma vida com Killian. Eu, ele e Henry. Finalmente poderemos ser uma família.

Se eu soubesse que ele iria mudar a minha vida para melhor, eu nunca teria sido rude com ele antes, no início. Mas, sinceramente, era a minha única defesa. Eu não queria ser machucada de novo, e Killian não fez isso. Durante esse tempo todo, ele só me ajudou á esquecer todas as dores que senti em toda minha vida. E fico grata por isso. Grata por ele ser o homem com quem vou estar no altar, a pessoa que é e por sempre me apoiar. Eu sei, ele nunca me largaria na mão. Eu também nunca faria isso com ele.

Eu nem quero mais ouvir o nome "Neal". Para mim, ele já morreu. Á muito tempo, pra falar a verdade, mas eu ainda tinha esperanças sobre ele. Odeio quando fico esperançosa com algo que realmente não vale á pena. Se eu pudesse, eu deletava tudo sobre ele em minha cabeça. Mas, infelizmente, ninguém pode fazer isso por mim.

Se bem que tem uma pessoa que pode: Killian. Só em ver aquele sorriso e aquele olhar instigante vindo em minha direção, esqueço do mundo inteiro. Foi tão louco me apaixonar por ele, foi tão sem querer. De tanto que eu tentei evitar, acabei me apaixonando. E não me arrependo, na verdade. E nunca vou me arrepender. Essa foi a melhor coisa que me aconteceu: Me entregar ao amor.

Tudo que passamos juntos, cada momento... Tudo isso nos fortaleceu. Tornou o nosso amo mais forte. Claro que não percebi do nada que o amava. Eu tinha minhas dúvidas, claro. Mas, sim, é amor. E enquanto três mulheres brigam pela minha resposta, eu fico pensando no quanto eu sorte. Sorte de ter essa vida com todos. Meus pais são presentes e mesmo com algumas reclamações, decepções e broncas, eu os amo e eles me ama. Henry foi um dos melhores acontecimentos da minha vida. No início, pensei em entregá-lo á adoção, mas meus pais e Regina me convenceram á não fazer isso. Espero que daqui há alguns anos, tudo esteja bem. E Killian, bem...

Somente ele conseguiu plantar algo em um lugar onde praticamente tudo estava devastado: Meu coração. E agora, vou me entregar á ele. O homem com quem vou me casar e ter futuros filhos. Espero muito que não seja um sonho. Porque eu nunca me arriscaria á acordar.

Aliás, somente ele me faz rir quando quero chorar por algum motivo. Ele é convencido, eu sei. Mas eu amo o jeito dele. O faz ter uma personalidade forte e única. Não é como os outros, que são todos iguais. Ele é ele. E me fez me apaixonar por cada sorriso que dá. Tanto feliz ou triste, seu sorriso é o melhor que tem.

Aliás, somente ele faz tudo caminhar para frente. Porque quando se ama, você dá o melhor de si. E prometo dar o melhor de mim para Killian. Sabe o porquê? Porque eu o amo e ele me ama. O amor é isso, não tem explicação. Mas tem como demonstrar, e é isso que tento fazer todos os dias. E eu o amo cada vez mais, como se não houvesse amanhã.

Amor assim não é fácil de encontrar, mas é fácil de perder. Por isso, vou me assegurar que ele esteja comigo sempre. Até porquê, eu o amo.

E, no final, aí que está o problema: Nunca sabemos como será o final. Mas vou fazer de tudo para que Killian seja meu final feliz.

E viveremos felizes para sempre.

#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#-#- Segunda Parte
Notas finais
É com muita emoção que anuncio o final desta fic. Levei meses para escrever 30 capítulos, mas valeu á pena. Nunca pensei que publicaria alguma obra minha, mas confesso que foi missão cumprida. Agradeço á todos que me aconselharam, me apoiaram, me elogiaram e que comentaram. Sem o público, uma história é apenas um conjunto de palavras, sem vida, sem graça, abandonado. E agradeço á todos que não deixaram a história morrer. Porque quando uma história morre, sonhos também morrem. O tempo passou rápido que nem percebi que levei basicamente 7 meses para escrever. Isso tudo será uma experiência para mim, e obrigada á todos que fizeram parte. OBRIGADA!! OBS: Podem clicar no link, já que ele não pega na notas do capítulo.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!