Notas iniciais
Gente, naquele dia não deu para eu postar mais um então hj msm posto dois!
XD
Boa leituraa!!!

Cap. 18 — Descontrole

*Pdv Milly

...

Damon abriu a porta do quarto e deixou-me entrar. Entrei novamente receosa. Não deixarei as coisas passarem muito. Sei onde estou me metendo... — virei-me para Damon e o mesmo sorria malicioso — Acho.

- Acho que você não veio só para ficarmos nos olhando. — sussurrou rouco e neguei indo em sua direção.

Pulei nele, colocando minhas pernas em volta de sua cintura. Ele segurou-me em minhas coxas, apertando-as com força enquanto já o beijava. Passei meus braços a volta de seu pescoço e ele foi nos levando para a cama.

Damon jogou-me na cama e ficou sobre mim, entre minhas pernas. Ele tirou sua jaqueta e tirei a minha. Beijei-o desabotuando sua camisa.

Paramos tudo quando ouvimos algo vibrando. Ele olhou-me confuso e soltei-o.

- Por favor, cale a boca! — mandei e ele ficou mais confuso. Peguei minha jaqueta jogada no chão e tirei meu celular de lá. Era meus pais — Alô?

- Oi, filha! — minha mãe atendeu animada.

- Oi, mãe... — fiquei sem saber o que falar.

- Oh, estava dormindo?

- Não, eu estava indo agora. — minto muito bem! — Cheguei agora...

- O que a senhorita estava aprontando? — era meu pai, totalmente sério.

- Estava numa balada com as garotas. — dei de ombros e Damon revirou os olhos — Mãe, posso te ligar quando amanhecer? Estou muito cansada.

- Ok, depois conversamos. — ela falou — Nós te amamos, filha. Ah e Gustavo está com saudades.

- Diz para o Gustavo que o amo muito, depois converso com ele. Amo vocês. Tchau.

- Tchau.

Desliguei meu celular e Damon olhava-me desconfiado. Ri e aproximei-me dele.

- Você está com ciúmes. — ele negou incrédulo e ri... Rápidamente ele ficou por cima de mim e ri mais — Ciúmes do meu irmão... — fiz-me de desacreditada e sorri.

- Chega. Você me provoca de mais!

Ele beijou-me com força e suas mãos passavam rápidas em meu corpo. Terminei de desabotuar sua camisa e ele sorriu tirando-a.

Meu. Senhor!

Isso não é um homem...! É uma escultura grega!

Damon beijou-me e passei a mão em seu peitoral perfeito. Ele lentamente foi subindo minha camisa.

- Você é muito lento. — falei em deboche e retirei minha camiseta rápido. Damon ficou olhando para meus peitos boquiaberto e com um meio sorriso malicioso formando-se — Acho que você não veio só para ficarmos nos olhando. — copiei sua fala de minutos atras e ele sorriu vindo para mais perto — Damon... — parei-o e fiquei séria — Posso ter bebido um pouco... Só que sei muito bem o que estou fazendo. Então não abuse do que estou liberando. — mandei séria e ele concordou.

- Será um pouco difícil... — beijou meus lábios de vagar e o olhei desconfiada — Mas prometo não abusar de minha liberdade.

Ele deitou-me na cama de vagar e beijou-me lentamente. Foi um dos melhores beijos que já recebi na vida. Ele parou tudo de vagar e olhou-me atenciosamente.

- Você é linda... — murmurou acariciando meu rosto — Tudo em você é perfeito... — havia sinceridade... Sorri fechando os olhos e senti minhas bochechas queimarem. Ele riu beijando-as e sorri mais — Queria ter te conhecido antes de me tornar o que sou... — beijou-me de vagar, como se quisesse decorar cada canto de meus lábios.

Talvez agora minha decisão já fosse tomada.

Mas não posso tomar uma decisão enquanto estiver alcoolizada.

(...)

Damon acariciava lentamente minha barriga. Eu estava deitada em seus braços de olhos fechados. O dia já tinha nascido há algumas horas. Nem tínhamos levantado para nada. Somente ficamos deitados.

Lembrei-me do convite dele e sorri.

- Você tinha combinado que sairíamos hoje de manhã. — comentei ainda de olhos fechados.

- Já está bom aqui... — sussurrou.

- Também acho. — sussurrei sorrindo e ele beijou o canto de minha boca.

- Sabe... Nunca conversamos sem brigarmos... Mas parece que já te conheço. Só que já sei muito de você, mesmo sabendo pouco.

- Fiquei confusa. — rimos — Entendi... Mas não digo o mesmo. — dei de ombros — Sinto que estou deitada com um estranho... Você esconde algo.

- Posso falar o mesmo de você. — deu de ombros e concordei. Ficamos calados novamente — Não nos entendo. Você me odeia. Me acha um idiota, galinha, safado. Eu te acho uma garota chata, metida, irritante... — sorri concordando.

- E ainda estamos aqui. — conclui sua frase e abri os olhos. Virei-me para ele e ele abriu os olhos — Por quê?

- Os opostos sempre se atraem. — ele falou dando de ombros.

- Será mesmo que estamos atraídos? — olhei-o desconfiada e ele deu de ombros novamente.

- Não custa nada tentar. — sorriu largamente.

Fechei os olhos ficando pensativa no assunto. Senti seus lábios tocarem os meus lentamente. Aceitei obeijo, é claro, e passei minha mão em seu peito. O beijo foi parando lentamente, com muita dificuldade, soltamo-nos.

- Só não quero me apaixonar. — sussurrei fechando os olhos e ele acariciou meu rosto.

- Eu também não. — sussurrou.

- Esse é o meu maior medo, sabia? — olhei-o e ele concordou — Já aconteceu isso, mas foi ao contrário. — lembrei-me de Júlio, e o tanto que ele sofreu quando terminamos — Dor de amor é muito ruim!

- Sei disso. — fechou os olhos e respirou fundo — Comigo... Foi pior. — pareceu lembrar-se de algo doloroso — Mas agora pode ser melhor. — sorriu.

Pdv Damon

Milly acabou dormindo pensando em que eu acabara de falar. Eu queria muito que ela desse-me uma chance. Essa garota mudou minha vida de cabeça para baixo. É a primeira garota que encontro e sinto algo muito... Nem há explicações.

Eu a quero para mim. Não por uma noite... Só que ela terá que saber quem realmente sou. Mas não agora. Não quero terminar tudo o que não temos ainda.

Já estava quase na hora do almoço. Lembrei-me que noite passada Angeline queria falar algo urgente a mim. Mas não dei-lhe tempo e sai... Acabei encontrando Milly e aqui estou.

- Já tomei minha decisão... — Milly murmurou enquanto dormia.

Fiquei confuso e esperançoso. Será que ela se refere a nós?

Eu já estava muito confuso. Eu nem sei mais o que há comigo. Milly mudará tudo em mim...!

Levantei-me de vagar sem acordar Milly.

Comecei a sentir minha garganta ficar quente, minhas presas estavam me incomodando. Preciso beber. Já faz tres dias que não me alimento... Tenho que ir antes de Milly acordar. Não quero machucá-la.

Peguei minha camisa e a vesti rápido. Calcei meus sapatos e peguei minha jaqueta.

- Damon...? — Milly acordou procurando-me — Onde vai? — olhou-me desconfiada.

- Ahn... — pensei rápido — Pedir nosso café da manhã. Estou faminto. — sorri de lado e ela sentou-se.

- Não é mais fácil ligar? — ficou desconfiada.

- É, mas prefiro falar na cara deles o que quero, para que não haja problemas. — dei de ombros e ela ficou mais desconfiada — Milly, não tem como eu ir embora... Ou fugir. Esqueceu, eu que estou nesse hotel? — sorri e ela concordou ficando menos desconfiada — Vai querer o que? — ela levantou-se e pensou...

- Qualquer coisa. — deu de ombros — Mas odeio tudo que tem manga. — avisou pegando sua camiseta e vestindo-a — E não gosto de pão de queijo...

- Ok, madame. — ela riu sentando-se na cama — Sabia que você fala enquanto dorme? — olhou-me assustada e ri.

- O que falei?

- Não falou muito, mas o que falou deixou-me confuso. — olhou-me sem entender e sorri de lado — Qual decisão você tomou?

- Se voltar logo eu te falo. — deu de ombros sorrindo e levantou-se vindo até mim — Agora eu quem está com fome.

- Volto rápido, prometo. — aproximei-me dela e lhe beijei.

Milly passou um dos braços a volta de meu pescoço e colocou a outra mão em meu peito. Desci meus lábios para seu pescoço, deixando-a arrepiada enquanto passava minhas mãos em seu corpo rápidamenrte.

Minha garganta começou a arder dessa vez. Milly agarrou-me com força e a prendi contra a parede. Meus instintos estavam começando a ficar mais fortes do que a mim.