Cap. 3 Decisão

Pdv Damon

Que dor de cabeça! Não, isso é normal. Sei que não deveria ser... Mas quando se bebe muito acontece isso, sim? Mesmo eu sendo o que sou. Mas o que aconteceu? Lembro-me de sair para uma boate, beber, dnaçar com uma loira gostosa, beber, sair com uma ruiva gostosa, beber, entrar num motel com uma morena gostosa, beber e mais nada...


– Bom dia... — uma voz sonolenta feminina falou ao meu ouvido.

Abri os olhos e vi que estava ao lado de uma mulher loira... Pera aí! Não era morena?!

– Er... bom dia... — ela estava completamente nua!

– Gostou da noite? — passou a mão em meu rosto e desceu para meu peito.

– Acho que sim. — beijou-me e ficou por cima de mim. Segurei sua cintura e a trouxe mais para mim — Chega! — empurrei-a e ela caiu na cama.

– Ai, Dam... — fez-se de magoada. Levantei e procurei minhas roupas pelo quarto...

– Você sabe meu nome? — fiquei desacreditado, pois geralmente eu não falo meu nome para qualquer uma.

– Sim, é claro. — sorriu maliciosa — Damon...

– Sim, mas não precisa lembrar para sempre, ok? — coloquei minha calça e procurei meus sapatos.

– Por quê? — fez biquinho — Gostei dessa noite...

– Eu queria dizer o mesmo... — coloquei minha camisa — Mas não me lembro de nada. — calcei meus sapatos e ela colocou seu vestido... Mini vestido — Está frio, sabia?

– Quer esquentar um pouco? — aproximou-se de mim e praticamente jogou-se em cima de mim. Seu pescoço estava bem amostra... PEle bem lisinha e frágil... Como aguentei?

Minhas presas começaram a queimar... Minha garganta estava seca! Ah, preciso saboreá-la!

(...)

Entrei no meu apartamento e joguei-me no sofá de couro. Nossa, que silencio! Nunca percebi que morar sozinho é tediante! Meu celular começa a tocar. Era Fabrício. Um amigo meu.

– Fala. — atendi humorado e ele riu.


– Damon, quer sair esta noite?

– Depende, se for com você, não! — riu.

– Abriu uma casa noturna ontem. Eu fui e gostei! Aposto que você vai gostar...

– Onde é? — fiquei animado.

– Bem perto do meu apartamento. Vai querer ir ou não?!

– Sim, não tenho nada para fazer mesmo. — dei de ombros.

– Então passe aqui as dez e meia. — desligou.

Não sei se aguentarei. Duas noites seguidas? Ah, sou Damon Salvatore, vou sair e pegar geral!

Pdv Milly

Meus pais e eu fomos para casa de tio Edward. De lá iriamos caçar. Nanda e tia Alice estavam lá. Nessie e Nanda me arrastaram para o jardim.

– Milly, falou com o Júlio? — Nanda perguntou anciosa.

– Falei, vocês viram eu indo falar com ele. — dei de ombros.

– E o que ele falou? — Nessie perguntou — Ah, não se preocupe, pedi para minha mãe por um escudo em nós, ninguem ouvirá nossa conversa.

– Ok... Ah, ele disse... — olharam-me anciosa — Ele aceitou ir com a gente.

– AAhh! — gritaram e ri — Mas, Milly, por que você escolheu ele?

– Ah, porque ele é rico... — dei de ombros e elas me olharam desacreditadas — Ah, não gosto mais dele! Lembra, eu terminei com ele!

– Mas, você sabe que ele ainda é louquinho por você! — Nanda acusou e revirei os olhos.

– Mas eu não gosto mais dele.

– Tem certeza? — Nessie perguntou e segurou minha mão. Logo em mente vi eu e Júlio nos beijando na praia.

– Nessie! Pare! — mandei e ela soltou-me rindo — Tudo bem, posso sentir algo por ele ainda... Mas isso não significa que voltarei para ele a qualquer momento!

Elas riram. Tia Lice saiu da casa nos chamou. Saimos do jardim e fomos para sala. Mamãe, papai, tio Edward, Pablo e tia Alice estavam nos esperando. Fomos em carros separados. Tia Lice foi com Pablo e Nanda; tia Bella foi com tio Edward e Nessie; e eu fui com meus pais.

Fomos para um lugar bem distante. Era uma montanha.

A caçada foi bem divertida. Do nada veio um cervo e atacou meu pai! Minha mãe teve que ajudá-lo. Foi hilário ver meu pai nervoso querendo vingança! Nessie e Nanda conseguiram caçar sem ajuda, pela primeira vez. Eu já consegui fazer isso algumas vezes, ah, sou filha de Emmett, amor!

– Veado, desgraçado! — papai reclamou enquanto entrávamos no carro.

– Pai, era um cervo. — falei colocando o cinto.

– Tudo a mesma coisa. — ligou o carro e minha mãe riu.

– Vamos buscar Gustavo hoje? — perguntei mexendo em meu ceular.

– Não, amanhã de tarde quando formos para lá ele volta conosco. — papai respondeu.

Tirando a parte que traremos Gustavo, amanhã será um sábado bem legal.

Notas finais
CAPITULO REVISADO(20/12/12)