Only Shorty

10 Ridiculos e vinho


Notas iniciais
é super hot, cuidado pra não se queimar

Nathan: Que droga Cassie, precisa responder as perguntas – reclamou irritado – Deixa de ser ridicula –a olhou levantar

Cassie: Não sou ridicula, você é, você é ridiculo Nathan – apontou ele que se levantava – Não vou responder suas perguntas cretinas e pervertidas

Nathan: Deixa de ser besta – parou na frente dela – Ta sendo ridicula – a fechou entre a parede e seu corpo – Ta pior do que antes, tem uma semana que ta assim – apoiou uma mão na parede e pegou as suas com a outra quando ela ia lhe bater

Cassie: Me solta, não toca em mim – esperneou

Nathan: Qual é Cassie, relaxa – enfiou suas pernas entre as dela a prensando – Eu tava pensando em um jeito de nos... entendermos – passou a ponta do nariz na lateral do pescoço de Cassie e ela arfou – O que acha? – negou ofegante – Não quer? – negou de novo – Você quer continuar me evitando? – ela assentiu imobolizada fisica e mentalmente pelo contato quente entre eles – Acho que é melhor pra nós dois se acabarmos com essa brigas, por um tempinho, ficar bem– a puxou pela cintura a tirando da parede – Nós podemos nos entender de um jeitinho, de vez enquando, por um tempo – caminhou a levando pra tras

Cassie: Nathan – disse com dificuldade – Para – soprou e ele sorriu

Nathan: Eu pararia Cassie – se levantou – Se você realmente não quisesse se “enterder” comigo por um tempinho – se ajoelhou ao pé da cama com uma garrafa de vinho branco nas mãos – Você não acha bom? Um tempo sem brigas? Só corpo no corpo – tirou a camisa deixando a garrafa ao pé da cama

Cassie estava deitada na cama tentando recuperar a respiração o que era dificil vendo Nathan só de cueca na sua frente, agora bebendo um gole do vinho no bico, Cassie queria e não queria, ela o odiava, ele era repulsivo, safado, imaturo, nojento e burro, mas o calor do corpo dele a intorpecia. Pensando consigo mesma que era apenas um jeitinho de se entenderem um pouco, Cassie suspirou desistindo.

Nathan: Tem sede? – a olhou e ela assentiu

Nathan abriu sua boca puxando delicadamente seu queixo pra baixo despejou um pouco do liquido na boca dela a contemplando enquanto saboreava a bebida e lambia os labios

Nathan: Mais? – ela assentiu com a boca aberta e ele jogou mais um pouco em sua boca, agora lambendo os labios dela em seu lugar

Ele se levantou do corpo de Cassie e abriu o frigobar agora pegando a bacia de gelo, e colocando no criado mudo ao lado da cama e voltou a colocar os joelhos em volta de Cassie, tirando sua blusa e acariciando seu tronco com os dedos, e acariciando tambem suas pernas ao tirar seu short de pijama. Nathan a segurou pela cintura firmimente desenhando o formato do seu corpo até chegar no quadril, e subiu até chegar no ombro dela, onde se inclinou depositando beijos molhados até o pé de sua orelha, parando ali e sugando o lobulo dela. Nathan a levantou pela cintura desabotoando o seu sutiã, se inclinou até o criado mudo pegando um cubo de gelo e voltou vendo que Cassie ja tinha se livrado da peça fazendo com que ele sorrisse e colocasse o cubo de gelo no vale entre os seios dela e a mesma cravou as unhas no edredon com o choque termico e a excitação que atingia fortemente seu baixo ventre. Nathan rodeou os seios dela com o cubo assim como fez com sua boca e mãos, deixando o gelo ja pequeno derreter na sua boca, olhou Cassie apressiando a morena deitada com os seus olhos mel a sua frente e tirou a calcinha da mesma olhando em seus olhos penetrantes enquanto ele fazia tal ato, Nathan beijou do seu tornozelo até a coxa flexionou as pernas dela as deixando dobradas

Nathan: Agora terá que ficar paradinha – pediu e ela assentiu mordendo o labio

Pegando a garrafa de vinho ao seu lado, Nathan despejou o liquido claro, doce e gelado na barriga de Cassie em direção ao seu umbigo, formando um pequeno lago doce e frio que provocava um incendio no fundo do ventre de Cassie

Nathan: Tem que ficar quieta – ele sussurra – Se voce mexer, molha a cama

Se contorcendo internamente e com as unhas cravadas ainda mais na cama, Cassie é observada por um Nathan sorridente, que desce os beijos em direção ao sexo dela fazendo-a aregalar os olhos aumentando o sorriso de Nathan que a olhava penetrantemente

Cassie: Não – suplicou e ele sorriu

Ele desliza muito devagar os dedos gelados pelo ventre dela, e a boca segue o caminho parando na intimidade dela que recebia um bela atenção de Nathan que tinha agora as unhas de Cassie cravada nas costas, e provocando-a ainda mais com sua lingua, Cassie se contorceu fazendo o liquido escorrer caindo na cama, e Nathan se apressou pra lamber toda a barriga dela sem impedeir que ela molhasse a cama

Nathan: Não pode Cassie, molhou tudo – ele lambeu o labio a olhando

Cassie: Eu, eu não me importo – disse com dificuldade – Eu quero você– gemeu e Nathan sorriu torto

Nathan caçou a camisinha no criado mudo e a entregou pra Cassie que se adiantou rasgando com os dentes a embalagem e entregando pra Nathan que havia fechando a gaveta e estava a colocando, e logou a prencheu produnda e duramente fazendo-a gritar de surpresa e prazer cravando as unhas em suas costas, os dois continuaram com os movimentos, até chegarem ao orgasmo e cairem um ao lado do outro na cama

Nathan: Você... – começou depois de recuperar o folego

Cassie: Sh! – colocou a mão na boca dele que mordeu os dedos dela e desceu a mão dele deixando-a em sua barriga

Nathan: Você é ridicula, Cassie – riu e ela o encarou ironica

Cassie: Cala a boca – revirou os olhos – Babaca

Nathan: Você é completamente outra na cama, isso me excita– a olhou e ela deu de ombros olhando pro teto – Na cama você é totalmente entregue a mim, e fora dela é toda bravinha e não posso encostar nem na sua mão – ele riu – Me excita, pra caralho quando ta irritada

Cassie: Cala boca, Nathan – resmungou e ele sorriu se sentando e olhando pra ela

Nathan se levantou catando a cueca no meio do caminho, e foi até o banheiro, deixando Cassie na cama com os olhos e o pensamento fixos no teto, depois de sair do banheiro Nathan se jogou na cama perto de Cassie e depositou um beijo molhado em seu colo a olhando

Cassie: Babaca – sussurrou e ele sorriu lambendo o labio superior dela – Chega – o empurrou – Você é ridiculo – resmungou o fazendo rir

Nathan: Você tambem é – disse sorrindo torto

Cassie: Não coloca a mão em mim, seu tarado – reclamou – Acabou – bateu na mão dele – Não pode me tocar mais