Only Hope

7 Capítulo 7 - A Drop In The Ocean


Notas iniciais
Hi Girls! AH minha formatura foi tudo de boom. Poxa fiquei super feliz com os comentários que resolvi postar mais um hoje kkk!! Paty e More sim tava me formando mais foi na oitava série kkk, eh meu povo ainda sou novinha. Fiquei muito contente com seu BIG comentário, espero encontrar outros assim kkk. Paty vou fazer o circo pegar fogo mais a partir do próximo capítulo kkk, More como sempre me ajudando muito heim? Oh flor não sei se vou fazer letras não pretendo pegar algo na parte da psicologia, mas ficou muito feliz em saber que alguém leria um livro meu kkk. Fico feliz e triste por você não estar passando por um momento bom, mas fico feliz por poder estar lhe ajudando! Bom resumindo amo vocês meus amores e este capítulo dedico a vocês suas fofas! Bom gente leitoras fantasmas apareçam junto com recomendações rs!

Matt Pov

– Posso ser sua noiva, mas o meu coração, o meu amor, o meu corpo quem tem é ele Matt, sempre será ele. – dizendo isto ela se levantou e subiu indo pro seu quarto.

Há três anos eu era completamente apaixonado por esta mulher, mas hoje em dia o que eu sinto é mais obsessão do que amor. É claro que eu ainda a amo, mas de uma maneira diferente. Uma maneira que me fez mentir, que fez meu pai gastar muito dinheiro por causa desta mulher e sua família.

Flash Back On

- Queridos venham até a sala. – gritou o meu pai do cômodo de baixo. Desci calmamente as escadas e me joguei num sofá. Minha mãe me olhou reprovando minha ação e logo tratei de me sentar direito. – Tenho uma notícia para contar pra vocês. Os gilberts estão falindo e vão se mudar de cidade.

Como assim mudar de cidade? Elena meu amor? Como assim? Não, Elena não podia se mudar. Simplesmente ir embora e me abandonar. Não ela era o amor da minha vida.

- E você não pode fazer nada para ajuda-los pai? – disse desesperadamente.

- Já ofereci meu filho. Ao menos para eles manterem residência aqui, mas eles negaram.

Não, não podia tudo estar perdido desta maneira. Eu pretendia me casar com ela, ter nossos pimpolhos. Isso não podia estar acontecendo.

‘‘ Mas agora, não há mais lugar para se esconder desde que você rejeitou o meu amor. Estou ficando louca desesperadamente devota a você. ’’

Sai desesperadamente de casa e segui em rumo à casa de Elena, já sabia o que ia fazer. Não ia permitir ela ir embora e só havia uma maneira dos Gilberts aceitarem ajuda financeira. Se algo acontecesse a Elena. Liguei pra um amigo meu, ele falou que ia me ajudar só bastava eu seguir em frente.

Cheguei a sua casa e sua mãe foi chama-la. Ela apareceu com uma cara triste, mas linda como sempre.

-Amor, vamos á uma consulta comigo? – disse inquieto.

-Consulta o que aconteceu bebe? – falou ela um tanto preocupada.

- Nada não, e só de rotina mesmo.

- Ok. – após ela concordar ela berrou algo pra sua mãe e seguiu rumo ao hospital comigo. – Você já ficou sabendo?

- Já. – disse abaixando a cabeça.

- Eu não quero ir embora. Não quero. – falou ela já soluçando.

-É você não vai, não vou deixar. – disse abraçando fortemente.

‘‘Meu coração esta dizendo ‘‘não deixe ir, segure-o até o fim. ’’ E isso que eu pretendo fazer’’

Chegamos ao hospital, e fiz umas consultas leves. Esperamos e logos os resultados saíram.

- Bom Sr. Donnavon está tudo certo com o senhor. Mas e a senhorita não pretende fazer um também? – disse meu amigo se referindo a Elena.

- Não acho que seja necessário. – disse um pouco inquieta.

-Ah meu amor, eu acho bom você fazer. Sabe se mudar com as coisas em ordem. – Não foi preciso mais falar nada para convencer Elena a fazer os exames.

Esperamos por algumas horas e meu amigo chamou Elena para conversar com ela. Fiquei ao seu lado, como um bom namorado fazia.

- Bom, não tenho boas noticias. – disse meu amigo doutor. Tudo estava saindo como planejado.

- O que aconteceu Doutor? – disse Elena um tanto assustada.

- Você está com indícios de leucemia.

Flash Back Off

Depois deste momento vocês já devem imaginar o que aconteceu. Foi um drama do tamanho do mundo. A avó dela queria ajuda-la vendendo uma casa, mas meu pai saiu na frente. Dai veio à ideia do contrato. De que assim que completássemos dezoito anos iríamos nos casar. É claro que toda esta história da doença foi uma farsa, mas Elena nunca iria saber, ela nunca poderia saber.

Damon Pov

Estava deitado na minha cama, ainda tentando raciocinar o fato de que Elena agora era noiva daquele babaca, daquele idiota. A minha vontade era de socar alguém neste momento. Levantei-me e fui atrás de umas cervejas que estavam na minha geladeira. Abri-as e deixei som rolar.

‘‘ Perdão se eu estou magoado por ter lhe perdido, tentei aceitar juro mais não consigo, fingir que bom e foi melhor assim. É só a saudade bater e te quero comigo a vida não tem mais razão nem sentindo dormir e acordar sem você junto a mim..’’

Deixei a música rolar, e momentos vinheram em minha cabeça como quando ela me falou que me amava. Quando eu a vi pela primeira vez naquela boate, quando transamos na sala. Ta sei que este é um pensamento inapropriado, mas o que eu posso fazer?

‘‘ Só você me faz feliz, sem limites pra sonhar, se e loucura ou delírio eu só sei te amar. Esta chovendo estrelas tempestades de paixão, iluminando o meu coração..’’

Não consigo acreditar que seus pais iriam acabar com sua vida de tal maneira. Ela má ira começar sua maioridade e já ira ter que se casar. Que mundo é este em que estamos vivendo meu Deus?

Elena Pov

Não aguentava mais chorar, então tomei uma grande decisão. Abri minha janela, ajuntei umas toalhas e as joguei para fora. Com muito cuidado, fui descendo até chegar ao chão. Assim que cheguei assim correndo e peguei um táxi pra casa de Damon. Toquei sua companhia e Damon abriu a porta com uma latinha de cerveja e seus olhos totalmente vermelhos. A me ver ele deu um sorriso de orelha a orelha.

-Elena. – disse ele me abraçando.

-Oi! – disse me afogando em seus braços. – To com medo Damon! – falei super sincera, pois era somente com ele que conseguia ser assim.

-Eu sei minha princesa eu sei. – disse Damon me carregando pra dentro do seu apartamento. Ele se sentou no sofá e me sentou entre as penas.

- Eu não quero me casar, poxa vida. Não com o Matt. — falei jogando tudo pra fora enquanto Damon alisava meus cabelos.

- Vem cá eu tive uma ideia, ao menos pra você se esquecer disto um momento. Espera-me aqui ok?

- Ok. – disse Damon com uma cara brincalhona. Acho que já ate imagino o que seja. Sexo. Damon voltou com uma garrafa de champanhe. Colocou um pouco pra mim e um pouco pra ele.

- Você não acha que já está bêbedo o suficiente? – disse risonha.

-Eu nunca estou. – disse ele me beijando. – Vem. – falou ele pegando a minha mão e me levando para seu quarto. Sua cama estava cheia de pétalas, e no chão umas velas e incensos. – Bom a nossa primeira vez não foi romântica então, vamos concertar isto. – falou ele todo carinhoso.

- A nossa primeira vez foi especial, ao menos pra mim. – falei o provocando.

- E você acha que não foi pra mim? – falou ele colocando nossos copos em qualquer lugar do quarto.

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- Vai lá saber – falei brincando ele. Agarrei o colarinho de sua blusa, e o trouxe para mais perto.

Damon sugou meus lábios e ligou o som. A Drop In The Ocean. Sentou-se na cama e me sentou em seu colo. Fiquei encarando aquelas esmeraldas azul. Ele era lindo, perfeito. Ele era meu Damon. Meu. O beijo lentamente, calmo. Damon foi deslizando suas mãos em minhas pernas.

‘‘Uma gota no oceano. Uma mudança no clima. Eu estava rezando que você e eu pudéssemos acabar juntos..’’

Grudei minhas mãos em suas costas, e fui deslizando. Olhei seria para ele. Ele foi descendo beijos em meu pescoço. Dei um leve gemido e Damon riu de minha situação. Dei outro beijo nele um tanto já desesperado, e aproveitei para ir deitando ele calmamente na cama. Fui desabotoando sua blusa. Damon alisava minhas coxas, e minha bunda pelo vestido. Assim que tirei sua blusa distribuir beijos por todo o seu peitoral. Olhei pra ele e soltei:

-Te amo. – ele me olhou e abriu um longo sorriso.

- Também te amo. – falou ele invertendo nossas posições.

‘‘É como desejar a chuva enquanto estou no deserto. Mas eu estou segurando você mais perto do que a maioria porque você é meu céu..’’

Damon alisava meus cabelos, enquanto eu tava era desesperada por ele. Sabia que ele tava tentando ser romântico, mas esse homem é muito gostoso meu Deus. Ele foi levantando meu vestido calmamente, me torturando só pode. Colocou uma perna minha em seu ombro, e começou a distribuir beijos em toda sua extensão. Ele tava se concentrando tanto em ser romântico que nem viu que eu tava sem sutiã

‘‘Pergunto-me como você vai se manter aquecida? É tarde demais para chorar, mágoa demais para seguir em frente. ’’

Ele descia beijos quentes, e quando ele ia se aproximando de minha intimidade ele voltava. Aquilo tava me deixando louca. Ele olhou para mim e pode perceber que eu estava sem o sutiã, me olhou confuso e falou:

- Por que você tirou? – perguntou irritado.

- Quem disse que eu tava usando? – falei com malicia. Ele me olhou rindo e subiu seus beijos pela minha barriga, até chegar a meus seios. Já estava gemendo que uma louca.

Agarrei suas costas e Damon gemeu rouco em meu ouvido. Inverti nossas posições e comecei a desabotoar suas calças. Ele me ajudou a tirar, e logo estava querendo tirar suas Box. Mas Damon nos inverteu e tirou minha calcinha. Minha intimidade logo foi invadida por sua língua, e foi o ápice, logo gemi dentro de sua língua.

- Foi rápida heim? – disse ele brincando em minha intimidade com seus dedos.

-Ah você quer né Damon. – falei, quase não conseguindo quando ele voltou a me invadir com sua língua. Sua língua fazia um tipo de dança sensual que tava me entorpecendo.

‘‘Antes de você me conhecer eu estava bem, mas as coisas estavam pesadas, Você me trouxe à vida..’’

Foi quando Damon enfiou toda a sua língua dentro de mim. Não consegui me segurar e dei um berro que todos os outros apartamentos poderiam ouvir.

‘‘Vamos percorrer todo o caminho esta noite sem remorsos, apenas amor. Nós podemos dançar, até morrer’’.

Damon me silenciou com um beijo, e tirou sua Box. Neste momento ele foi penetrando vagarosamente dentro de mim. Assim que ele entrou por completo soltamos um gemido. Damon dava leves estocadas, o que me deixava muito ofegante.

‘‘Você me faz sentir como se eu estivesse vivendo um sonho de adolescente o jeito que você me excita’’.

Damon gemia meio que em sintonia comigo, estávamos iguais a dois amantes se amando, após saber de algo horrível. Damon começou a aumentar a velocidade, e gememos loucamente. Logo havíamos gozados, e Damon estava jogando a camisinha fora. Eu estava olhando pra ele que nem uma boba.

- O que foi? – perguntou ele com aquele sorriso torto.

- Sei lá, você. – Assim que falei Damon se aproximou e dei um leve beijo nele. E claro mordendo fortemente seus lábios. – Preciso voltar pra casa. – disse me levantado atrás das minhas roupas espalhadas pelo chão.

- Eu te deixo lá. — disse Damon atrás das dele. Vesti-me e fui me olhar no espelho pra ver a situação do meu cabelo. Estava totalmente enrolado e suado. Resolvi prender em um rabo de cavalo pra ninguém perceber. A franja coloquei totalmente presa do lado, não podia dar pistas. Voltei para o quarto e Damon já estava pronto. O joguei na cama e dei um beijo com muitas segundas intenções. – Elena. – falou ele gemendo.

- Vamos. – peguei na sua mão e comecei a leva-lo para fora. Damon me parou quando estava chegando na porta e falou:

- O que não posso sair assim. – olhei para baixo e seu amigo já estava levantado.

- Damooon. – disse rindo que nem uma besta.

- O que? Efeito Elena.

- Ótimo, vai lá então. – falei e ele ficou me olhando incrédulo. – O que você consegue fazer isto sozinho querido. – Damon me olhou frustrado e saiu em direção ao banheiro. Fiquei curiosa e sai segundo ele. Damon estava encostado na pia afundando a mão no seu penis. Não posso negar que isto me exitou. Ele olhou para a porta e viu que eu estava olhando. Resolvi ajudar, entrei no banheiro e fiquei olhando pra ele.

Damon Pov

Elena tava brincando com a minha cara só pode. Vai lá você consegue fazer sozinho, ela me provoca e depois fala isso. Estava tentando me concentrar, mas não tava dando muito certo. Olhei para a porta e ela estava me olhando. Olhei para ela um tanto envergonhada, e ela parecia estar gostando do que estava vendo. Ela entrou no banheiro, e me carregou pro quarto, me sentou na cama, subiu o seu vestido e abaixou sua calcinha e se sentou em cima de mim.

Ah, era disto que eu estava falando. Elena começou a me apertar dentro dela e aquilo era maravilhoso. Ela era tão pequena, tão quente. Gemi em seu ouvindo, ela me deitou na cama e começou a rebolar em cima de meu pau. Apertei a sua bunda a ajudando a se movimentar. Passamos mais um tempo assim até que gozamos. Nós recompormos e fui levar ela pra casa.

Paramos em frente a sua casa. E havia um Matt frustrado na porta. Minha vontade era de sair e da um soco na sua cara. Sai do carro e abri a porta para Elena. Ela me olhou um tanto assustada, agarrei sua cintura e a puxei para mais perto. Suguei seus lábios e a beijei calmamente, passando minhas mãos por seu corpo. Parei de beija-la e finalizei com um selinho, olhei para o lado e vi um Matt me fuzilando, não estava nem ai.

- Durma bem, e qualquer coisa – disse meio que apontando minha cabeça em direção aquele FDP. – me avise.

- Ok. – falou ela rindo, e me dando um selinho. Saiu e foi andando em direção aquele babaca.