"Mais alto, Liwie!" gritou Eli para Olivia do balanço que ela balançava para a pequena criança. Ela amava-o como se fosse seu propio filho, entao, balançou um pouco mais, até que Eli decidiu sair.

Enquanto isso, na delegacia, Elliot estava lidando com os novatos, algo que ele odiava mais que qualquer outra coisa. Eles nao sabiam fazer nada!

Eli desceu do balanço e estava correndo pelo parque, com Olivia bem atras dele. A criança esrava tao feliz, e ela tambem, mas de repente...

BANG-BANG

Tiros soaram por todo parque. Olivia viu pessoas cairem no chao, e ela queria ajuda-las, mas ela tinha uma obrigaçao, proteger Eli. Entao, ela pegou-o e caiu no chao, protegendo-o ao maximo.

Depois que os tiros acabaram, Eli saiu de debaixo dela, e olhou-a pensando que estava dormindo, mas o que ele nao podia entender, era o liquido vermelho saindo dela.

"Elliot!" gritou Cragem, saindo de sua sala "Houve um tiroteio no Central Park, seu filho foi encontrado la"

"Eli? Ele esta bem?" perguntou Elliot, comessando a ficar preucupado.

"Ele esta bem, mas a mulher que estava com ele esta em estadp grave"

"Kathy?"

"Nao, a mulher era morena" Cragen afirmou "Elliot, va para o Central Park ver se Eli esta bem, e ligue para Kathy" e mau ouvindo isso, ele saiu com seu "parceiro" para o local do tiroteio.
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Elliot chegara ao local do tiroteio, e ainda nao conseguira falar com Kathy, mas ele nao ligava, ele so queria saber de seu filho. Ele, entao, foi em direçao à ambulancia onde seu caçula estava.

"Daddy!" gritou Eli, ao ver seu pai se aproximar, e correu até ele.

"Ele esta bem?" perguntou Elliot para um dos paramedicos.

"Sim, o sangue pertence ao sangue a mulher que o acompanhava. Ela esta à caminho do Bellevue" o paramedico afirmou.

"Nenhuma ID?"

"Ainda nao" e entao, Kathy chegou apressadamente.

"Elliot!" ela gritou, tirando a criança dos braços do pai "Ele esta bem?"

"Sim, mas quem era a mulher que estava com ele?" Elliot perguntou.

"Era Olivia..."

"What?Olivia esta no seu dia de folga!"

"Eu pedi a ela para cuidar um dia de Eli, e ela aceitou..."

Elliot nao podia acreditar. Ele caiu de joelhos e enterrou seu rosto em suas maos. Kathy sentiu-se culpada neste momento, ela ainda amava-o, mesmo nao conseguindo mais morar com ele.

"Elliot, va ver se ela esta bem" Kathy falou, e ele foi correndo para o carro, nem ligando pelo seu "parceiro" deixadona cena do crime
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Elliot chegara no Bellevue em menos de 10 minutos, e foi falar com a balconista "Como esta a mulher baleada que chegou a pouco tempo?" ele perguntou, depois de mostrar seu distindo.

"Bem, ela esta em cirugia agora e seu estado e grave. A policia descobriu quem ela é?" a balconista perguntou.

"Yes, she is NYPD detective Olivia Benson. She is my partner" Elliot respondeu.

"Eu sinto muito deize, mas tememos que ela nao sobrevivera"

"Why?!" ele perguntou, em estado de choque.

"Ela foi baleada em orgaos vitais" ela lamentiu. Elliot entao, sentou-se em uma cadeirana sala de espera e ligou para Cragen.

"Capitao Cragen" ele respondeu no telefone.

"Hey cap, é Elliot" Elliot falou.

"Alguma indentificaçao da nossa vitima?"

"Sim, eu descobri quem ela é e como ela esta"

"Entao fale"

"She's Olivia, and she can die!"

"Oh God!"

"Liv ira morrer, por salvar meu filho!"

"Elliot, saiba que isso nao é sua culpa"

"É claro que é! Ela nao deveria ter aceitado cuidar dele!"

"Elliot, você conhece muito bem Olivia. Se ele fosse atingido ao inves dela, imagine a culpa que ela sentiria"

"Mas..."

"Sem mas, Elliot. Eu, Munch e Fin estamos a caminho"
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Eles chegaram ao hospital, e foram ao encontro de Elliot, que estava com a cabeça nas maos, como se elas a largassem, ela caira.

"El, como ela esta?" perguntou Fin, mostrando a ele a presença deles.

"Eu nao sei, nao me deram noticia dela ainda"

"Liv is a fighter, she's gonna make that" Cragen disse.

"I hope so" Elliot respondeu.

Entao, eles se sentaram ao lado dele, e esperam, pelo que parecia horas, e um medico veio falar com eles.

"Familia Benson?" o medico pediu.

"Somos nós" Elliot respondeu rapidamente.

"Eu sou o dr. Carter, responsavel pela mrs. Benson"

"Como ela esta?" perguntou Munch.

"Bem, felizmente, conseguimos salva-la a tempo. Nos perdemos-as algumas veses na cirugia, mas ela esta estabilizada agora. Ela tem muita sorte, mas alguns centimentros e a bala poderia mata-la. Uma das balas atingiu o pulmao, perto da aorta, a outra, o figado, mas conseguimos reter o sangramento, e a ultima atingiu o intestino, causando apenas um coagulo. Ela esta agora em coma.." finalizou o doutor.

"Quando é previsto para ela acordar?" perguntou Fin.

"Isso dependera dela, quanto mais ela ficar em coma, menos previsto ela acordara"

Elliot deu um suspiro. Ele nao conseguiria viver sem ela, ele preferia morrer do que ficar vivo"Ela pode receber visitas?" perguntou Elliot. Ele sabia que Olivia odiava hospitais, e nao a deixaria sozinha de jeito nenhum.

"Neste momento, ela esta sendo transferida para a UTI, mas dentro de alguns minutos ela pode receber visitas."

"Thank you, doc" falou Elliot, caindo em sua cadeira.

"Voce esta bem, El?" perguntou Cragen, vendo a preucaçao nos olhos de seu detetive.

"Nao, eu nao estou!" ele respondeu-lhe, praticamente gritando.

"Gritar conosco nao ira ajudar nada, Elliot. Voce poderia tomar um ar enquanto espera" falou Fin.

"Eu nao preciso tomar um ar!" Elliot disse.

"Va tomar um ar antes que eu faça isso virar uma ordem, detetive" falou Cragen, com um tom de braveza na vóz. Entao, Elliot se dirigiu ao telhado do hospital.

Fin viu o olhar de tristeza nos olhos de seu capitao, e falou: "Cap, nao se preucupe, Liv vai sair sã e salva daqui e ainda chutara nossas bundas por nos preucuparmos tanto" ele disse e Cragen deu um pequeno sorriso. Ele queria que isso fosse verdade, mas depois que o medico disse que talvez ela nao iria acordar, suas esperanças acabaram.

Alguns minutos depois, Elliot volta, parecendo mais calmo. "Better?" perguntou Munch, sarcasticamente

"Sim Munch, estou muito melhor, obrigado pela preucupaçao" ele respondeu, na maior cara de pau.

Entao, ele se sentou em uma cadeira, e olhou para aparede a frente, ignorando os olhares preucupados de seus amigos.

Antes que eles pudessem falar alguma coisa, uma enfermeira foi falar com eles. "Boa tarde, eu so vim comunicar-lher que mrs. Benson esta agora em seu quarto na UTI, e ja pode receber visitas"

"Qual o quarto?" perguntiu Elliot, apressadamente.

"Quarto 374, terceiro andar" ela disse, e saiu.

Elliot olhou para seus companheiros e Fin disse:"Go Elliot, go be with Olivia"

Ele nao prcisou ouvir duas vezes, mal ouviu isso e ja foi correndo em direçao ao quarto de sua melhor amiga.

Ele parou wm frente ao quarto 374, criando coragem para ver o que estaria por vir, ele sabia que seria desvastador, mas nao importasse quanto ruim ela pareceria, ele nao aguentaria ficar mais um minuto longe dela.

Por que? Porque ele a amava...

Abriu a porta e a viu, deitada na cama, tao impontente e vuneravel.

. Tudo que ele queria, era correr ate ela e abraça-la, e nunca mais solta-la, ele nao suportaria ve-la chegar tao perto da morte novamente.
Ele se aproximou da cama onde ela estava deitada, e sentou-se em uma cadeira velha que havia ao lado da cama. Ele pegou a mao de Olivia, e apenas a segurou, como se ele sotace-a, ela iria desaparecer para nunca mais voltar.
Elliot olhou para ela. Mesmo tao ruim quanto ela estava, ela ainda estava linda, tao linda quanto ela estava antes do incidente. Foi entao, que ele se lembrou de varias lembranças que ele compartilhou com ela...

Inicio do flashback
–Amor é um horror — disse ela, no final do caso que eles resouveram depois que ela tinha voltado de Oregon.
–Diga-me sobre isso — ele pediu.
–Depois de todos esses anos de parceria, e eu nem sei seu tipo sanguinio.
–A positivo — ele responde depois de um pequeno sorriso.
–E sobre isso? Eu tambem.
Entraram no elevador, e depois de um tempo, Elliot fala: Eu te daria meu rim.
–Nao se eu te desse o meu primeiro.
Fim do flashback

Esses foi um dos momentos mais felizes que ele ja tivera. Depois de dois meses, ela tinha voltado de seu trabalho infiltrada, e ele finalmente tinha conquistado sua parceira de volta.

Inicio do flashback
Olivia tinha encontrado a promotora Sonia Paxer morta no chao do banheiro femino, e as ultimas palavras que ela falou foram "Eu o peguei"
Depois de garantir para a medica legista Melinda Warner que ela tinha concerteza provas de quem era o crminoso, e ela tinha encontrado um fiu cabelo em sua garganta, Olivia se dirigiu para fora do banheiro e encontrou seu parceiro, Elliot, indo em sua direçao.
–Eu estou tao feliz que voce voltou! — ela falou, enquanto o abraçava.
–Eu queria ter voltado antes — ele lamentou-se, e depois quebrou o abraço.
–Eu estou bem — ela disse, depois de perceber os olhos preocupados de seu melhor amigo.
–Voce nao parece bem — ele falou, percebendo as lagrimas que ameaçavam sair dos olhos de sua melhor amiga.
Fim do flashback

Ele lembrou desse momento. Ate hoje ele esta arrependido por ter afastado dela naquele caso, tudo que ela precisa naqueles dias, era alguem para conforta-la. Ele tambem se arrependia por ter quebrado aquele abraço, ele nunca tinha se sentido daquela maneira como durante aqueles dez segundos.

Inicio do flashback
Depois que Elliot tinha levado Olivia para seu apartamento, ele começou a falar.
–Quando voce entrar, pisque as luzes.
–Entao voce vai ficar aqui ate enpiscar minhas luzes, seu teimoso?!
–Sim, eu vou! — ele falou, com um sorriso em seu rosto.
No dia seguinte...
Olivia estava em seu apartamento, arrumando-se para ir para seu trabalho, e ela ouve uma batida em sua porta.
–Who is it? — ela pergunta, mesmo nao duvidando que seria Elliot.
–It's me, Elliot — ele responde, e ela abre a porta.
–O que voce esta fazendo aqui?
–Ah, eu estava na vizinhança e resolvi dar-lhe uma carona para o trabalho.
–Vizinhança? Voce mora no Queens e aparece aqui em Manhattan e diz que esta pela vizinhança? Eu nao atravessaria a cidade para garantir sua segurança!
–Sim, voce iria.
–Okay, mas so porque voce tem filhos e esposa.
–Yeah.
Fim do flashback

Desde seus primeiro casos, eles ja tinha se tornados grandes amigos. Ele poderia dizer que Richard White realmente tinha assustado ela, embora a chance dela admitir isso era uma em um milhao. Graças a Deus, esse homem iria permanecer por mais um bom tempo na cadeia.

Inicio do flashback
–Manuel! — Elliot gritou para o sujeito que tinha uma arma sobre a cabeça de Olivia.
–Para traz! — Manuel gritou, ainda com a arma em sua cabeça -Tire a policia daqui!
–Eu posso fazer isso...
–Voce acha que eu sou estupido?
–De jeito nenhum, agora olha, o que voce quer?
–Nos estamos saindo, agora!
–Eu nao posso deixar voce leva-la com voce, voce sabe disso, diga-me o que voce quer.
–Eu quero um carro com as minhas coisas, agora, ou eu vou mata-la!
–Como voce matou Ramona e Carlos? — Olivia falou, pela prmeira vez.
–Cale a boca sua mentirosa!
–Voce tem uma arma em minha cabeça, Manuel. Por que eu mentira para voce agora? Eu acho que voce que esta mentindo para mim. Voce pegou Ramona com Carlos e cortaou suas gargantas... — ela falou, com um desespero na voz. Manuel so olhou para ela com uma cara de desintendimento e a proxima coisa que ela se lembra era do som de uma bala, e ela caindo no chao.
–Liv, Liv! Chamem uma ambulancia — Elliot gritou para os outros policiais que estavam no local, e correu ao local onde o corpo de sua parceira estava. Ao ver que ela estava viva ele ficou tao feliz. -Liv, voce foi atingida?
–Nao, nao, o sangue e dele... — e eles olharam para Porter, que tinha atirado em Manuel. Elliot nao gostava nenhum pouco desse cara, mas estava muito grato que ele tinha salvado a vida de sua melhor amiga. E eles, ficaram apenas ali, aproveitando o abraço um do outro.
Fim do flashback

E ele ficou lembrando-ce daqueles momentos que ele compartilhou com ela, mesmo as brigas que eles tiveram em muitos casos, mas tambem se lembrava do sorriso radiante dela, e ficou assim ate acabar adormecendo.
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No dia seguinte, ele acordou por volta das 8 p.m. com o corpo todo dolorido de dormir em uma cadeira dura como esta. Uma enfermeira estava no quarto com eles, verificando seus sinais vitais. Elliot perguntou: "Ela mostrou algum sinal de vida essa noite?" ele sabia que era muito improvavel, mas ele nao podia perder as esperanças, pelo bem de Olivia.
"Me desculpe, mas nao. Nao temos muita certeza se ela acordara hoje ainda" ela respondeu.
"Mas ela tem chance de acordar, certo?" ele sabia que o medico havia dito que ela nao tinha muitas chances, mas ele precisava de uma segunda opniao.
"O medico disse..."
"Eu quero saber o que voce acha!"
"Lamento senhor, mas acho que ela nao em muitas chances..." ela falou, e se dirigiu para fora do quarto.
Ele olhou para ela, e passou a mao por cabelo "Voce nao merecia sofrer tanto, Liv" ele pensou.
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Passaram dois dias desde que Olivia estava em coma. Elliot nao saira de seu lado desde entao, Fin, Munch e Cragen iam visita-la uma vez por dia.
"Liv, voce nao pode me abandonar. Eu nao sei o que faria sem voce..." ele falava com ela, ate que ele ouve uma batida na porta "Entre" ele falou, e viu Cragen na frente da porta, caminhando em direçao a uma cadeira ao lado da cama.
"Como ela esta?" ele perguntou, olhando para ela. Olivia era como uma filha para ele, e as coisas sem ela na delegacia nao eram as mesmas. Era tudo silencioso, sua equipe nao tinha o mesmo sorriso desde que ela estava no hospital.. Nenhum deles conseguiriam perde-la.
"Ela nao deu nenhum sinal de vida ainda..." Elliot falou, quase em sussurro. Cragen percebeu que a qualquer momento, ele poria quebrar.
"Liv e uma lutadora, logo ela ira acordar, nao se preucupe El" ele falou, nao acreditando na metade das palavras que ele acabara de falar.
"Nao minta para mim, cap. Voce sabe que as chances delas sao pequenas!" Elliot praticamente gritou de raiva.
Cragen viu a tristeza em seus olhos. "Elliot, hoje é sabado, seu dia de ficar com as crianças, entao va, eu ficarei aqui com ela, qualquer coisa eu te ligo"

Notas finais
Reviews alegram meu dia