Notas iniciais
Mais um capítulo! Eu trabalhei com muito carinho nesse, de verdade.
Espero que vocês gostem!

- Você não pode me ignorar pelo resto da noite, Lola. – Ryder disse, sentado sozinho na mesma mesa que estava junto com o resto do Glee Club.

- Posso sim. – Ela entregou um copo de refrigerante na mesa dele e se virou para atender outra mesa que a chamava.

Ryder suspirou e balançou a cabeça negativamente. Deveria haver algum meio de que ele pudesse dizer a ela que sentia muito. É só dizer! Ele pensou. Não era tão simples assim para Ryder.

Ele ainda estava em cima do muro em relação à Lola e a Jake. Jake era seu melhor amigo e mesmo em momentos como esse era dever de Ryder apoiar suas decisões, por mais idiotas que possam ser. Lola tinha que entender isso.

Mas nem ele entendia.

Depois que Jake se retirou do Breadsticks, o jantar meio que acabou perdendo toda a graça em si. A maioria dos membros do Glee foi embora logo depois, outras esperaram algum tempo, mas foram também.

Sobrando só Ryder.

Alguns minutos depois, Jake apareceu sem fôlego na porta do restaurante. Obviamente havia corrido até ali. Ryder o viu e foi ao seu encontro, sem entender.

- Cara... Todos já foram embora. O que você está fazendo aqui? – Ryder disse, tentando desviar a atenção de Jake do fato que ele não tinha ido embora por uma óbvia razão.

- Eu sei... Não vim por eles. Eu preciso falar com a Lola. – Ele mal olhou para Ryder, achou Lola no meio das mesas e foi na direção dela, pegando uma das fotos no bolso e entregando para ela.

Lola pegou a foto e a observou. Era ela e Jake.

- Por que você está fazendo isso? – Ela disse, com uma voz fraca. Aquilo era baixo, mesmo para Jake.

- Não! Lola... Eu não estou fazendo nada. – Jake tentou explicar, seguindo Lola pelo restaurante enquanto ela ia de mesa em mesa. – Eu voltei para casa e falei com a minha mãe. Ela me explicou tudo o que aconteceu e eu percebi como eu sou um idiota! Eu só não me lembrava da nossa infância juntos e...

- Eu também não me lembro disso Jake. Foi o que? Alguns dias na nossa infância. – Lola disse, anotando o pedido de outros clientes.

- Ok... Eu oficialmente me sinto um idiota. Eu só... Não tinha a menor ideia, Lola. Você tem que me dar uma chance... – Ele disse. Parecia sincero, mas Lola não conseguiu deixar de pensar que talvez fosse outra brincadeira de mau gosto.

Lola levantou o olhar e viu seu chefe olhando feio para os dois garotos que ficavam atrás dela. Lola respirou fundo e se virou para Jake.

- Você tem que sair daqui. – Lola disse, depois olhando para o Jake. – Vocês dois.

- Mas Lola... – Jake disse. Lola fechou os olhos e ele se calou.

- Eu realmente preciso desse emprego, está bem? Se você quer tanto falar comigo pode esperar meu turno terminar. – Lola começou a empurrar Jake sutilmente até a porta do restaurante, Ryder seguiu.

- Posso esperar também? – Ryder perguntou.

- Você pode ir. – Lola deu um sorrisinho sarcástico. Lembrar-se dele perto da Kitty a deixava com raiva duplamente, pela Lola e principalmente pela Katie.

- Lola... – Ryder disse, com uma expressão triste.

- Ok... Ok pode esperar. Só... Lá fora! Vão! – Ela disse, abrindo a porta.

- Ok... Eu vou esperar para te acompanhar até em casa. – Jake disse, tentando compensar.

Lola tentou sorrir sem que a tristeza transparecesse no seu rosto. Não conseguiu.

Os dois saíram e ela os observou indo até um banco que tinha do lado de fora do restaurante e se sentando ali. Não era isso o que ela queria? Que Jake voltasse atrás em suas atitudes e quisesse o perdão dela? Que isso acabasse levando Ryder a voltar a falar com ela?

Não. O que ela queria era que nada disso tivesse acontecido.

Por um lado ela estava feliz que poderia finalmente conhecer seu irmão melhor... Por outro não sabia se as feridas que ele causou se cicatrizariam assim tão rápido.

Demorou duas horas para que o turno de Lola terminasse. Eram quase 23h quando ela finalmente saiu e estava certa de que os dois provavelmente teriam ido embora.

Eles estavam lá. Rindo. Como se não tivessem passado duas horas esperando.

Ela ficou um tempo olhando, até que eles notaram sua presença. Jake se levantou depressa e Ryder seguiu seu movimento. Lola começou a andar, sem parar perto deles. Ela seguiu seu caminho e eles acabaram seguindo. Por um momento tudo ficou em silêncio. Até que Ryder cutucou Jake para que ele falasse alguma coisa.

- Minha mãe quer... Quer ver a sua mãe. – Ele disse, depois fechando os olhos ao perceber que aquilo era a última coisa que ele deveria falar.

- Não sei se isso vai ser possível. – Lola respondeu.

- Por que não? – Ryder perguntou.

- Minha mãe está muito ocupada... – Ela disse, ainda sem olhar para eles.

Jake apertou o passo e ficou de frente para Lola, fazendo com que ela pare.

- Eu sou um idiota. Eu sei disso. – Jake disse, olhando ela nos olhos. – E eu sinto muito. Demorou muito mais do que deveria para eu entender que eu sempre te quis por perto, Lola. Você é minha irmã.

Lola ficou quieta, aquelas palavras eram doces, mas ela teve que passar por tanta humilhação para tê-las que não eram mais suficientes.

Ryder parou do lado dos dois.

- Não vai ser tão fácil assim para mim te desculpar, Jake. Nem a você. – Ela olhou para Ryder logo depois.

- O que eu fiz? – Ryder disse confuso. Lola começou a rir.

Ela contornou os dois, ainda rindo e continuou a andar sozinha e eles continuaram a seguir.

- Não sei! Talvez você virou meu amigo para depois que meu irmão descobrisse você simplesmente agisse como se eu nunca tivesse existido. – Lola disse, balançando a cabeça. – Isso é realmente muito normal.

- Lola... – Ryder não sabia o que dizer.

- Quer saber? Eu estou cansada. Não só cansada de passar o dia trabalhando, mas cansada de vocês acharam que pedir desculpas é suficiente. Eu me senti odiada e traída. – Ela se virou para os dois e todos pararam novamente na calçada.

- Se você me desse outra chance... – Jake disse.

- Esse é o ponto, Jake! Você não tem que pedir por outra chance! Eu sou sua irmã. Sou programada biologicamente para te dar quantas chances você sempre precisar. – Ela disse depois se virou e limpou os olhos das lágrimas.

Jake suspirou e foi novamente para frente dela. Abriu os braços e a envolveu com eles, abraçando bem forte.

- Eu sinto muito. – Jake disse, sinceramente.

Ryder sorriu e abaixou a cabeça. Logo franziu a testa e mordeu o lábio.

Você realmente se superou na estupidez dessa vez, Ryder. Ele pensou.

Não conseguia entender por que sentia que seu coração doía só de ver que Lola estava sofrendo. Ela era tão doce e fora tão atenciosa com ele e como ele retribui? Abandonando-a na primeira chance que tem.

Mas não era só isso.

Algo dentro dele estava necessitando protege-la. Acabar com toda e qualquer dor que se quer tentasse chegar perto dela.

O que era isso?

Ele pegou o celular e olhou para as mensagens de Katie_xoxo. Percebeu que não havia respondido ainda hoje para ela. Franziu a testa novamente e guardou o celular. Antes ele sentia necessidade de falar com ela todos os momentos... Mas depois que conheceu Lola, essa necessidade fora substituída por estar perto de Lola em todos os momentos.

Jake soltou Lola e ela sorriu. Jake sentiu uma ponta de esperança, vendo que poderia finalmente compensar Lola por suas atitudes. Ele envolveu o ombro de Lola e andou com ela até que seu celular tocou, era uma mensagem da sua mãe perguntando preocupada onde ele estava e que era para ele voltar para casa imediatamente.

Ele também sabia que havia machucado Lola por ter afastado Ryder dela também, estava aí uma perfeita chance de começar a se desculpar.

- Lola... – Ele disse, mostrando o celular para ela. Lola leu a mensagem e assentiu com a cabeça.

- Vai... Não estou longe de casa. Vou ficar bem. – Ela disse, sorrindo.

- Não quero arriscar... Ryder, pode levar ela para casa? – Jake disse, guardando o celular. – Minha mãe está enlouquecendo em casa, eu meio que a deixei do nada falando sozinha...

- Sim, cara. Posso sim. – Ele disse, assentindo com a cabeça.

Jake deu um tapa leve no ombro de Ryder e deu um olhar para ele de “não faça merda”. Depois se virou para Lola e lhe deu um beijo na testa.

- Eu te vejo amanhã na escola? – Ele disse, abaixando um pouco para olhar ela nos olhos.

- Sim... Nos vemos amanhã. – Lola sorriu, mesmo que de leve. Ouvi-lo falar aquilo a deixava muito feliz.

Jake sorriu e seguiu o seu caminho. Lola continuou indo reto e Ryder caminhou ao lado dela, silencioso.

Ryder estava tendo uma guerra mental sobre como deveria se desculpar com Lola. Não sabia o que poderia dizer que poderia explicar tudo o que havia acontecido e porque ele tinha feito as escolhas que fez.

Quando conseguiu pensar em algo decente, eles ouviram um trovão no céu. Imediatamente começou a chover, cada vez mais forte.

- Sério? – Lola disse, irritada. Olhou para Ryder e eles estavam começando a se molhar muito. Ryder pegou a mão dela e eles saíram correndo. Lola o guiou para sua casa e assim que chegaram à varanda, estavam encharcados. – ÓTIMO!

Lola abriu a porta da casa e entrou, jogando a mochila também completamente molhada no chão perto da entrada e tirando a jaqueta.

- Ryder... – Ela disse. Ele estava parado na porta. – Entre... Não vai conseguir chegar a lugar nenhum nessa chuva. Você pode esperar passar um pouco aqui dentro.

Ryder entrou e olhou em volta. A casa ainda estava com as caixas. Ryder se perguntou se a mãe de Lola gostaria de ver um garoto há essa hora na casa dela, por isso ficou olhando para as escadas enquanto Lola trancava a porta. Lola seguiu o seu olhar e riu.

- Minha mãe não está aqui... Não precisa ficar assim. – Ela disse, indo até o banheiro do primeiro andar e pegando algumas toalhas. – Desculpe, eu não tenho nenhuma roupa que se quer caberia em você. Quero dizer... Além das toalhas de mesa.

Ryder riu e tirou a jaqueta do time de basquete. Podia jurar que havia pegado ela olhando para seus braços. Ele sorriu e pegou a toalha quando ela ofereceu. Secou o cabelo que pingava e jogou ele para trás, para não ficar molhando seu rosto.

- Eu disse que a minha casa era bem mais bagunçada que a sua. – Ela sorriu, ironicamente. – Você quer alguma coisa para beber? Ou qualquer outra coisa...

- Não... Eu estou bem, Lola, sério. – Ryder disse, gentilmente.

- Eu posso fazer chocolate quente. – Ela deu de ombros. Ryder fechou os olhos.

- Ok. Não posso recusar chocolate quente. – Ryder disse, cedendo. Lola acabou rindo. Ele acabou notando como o sorriso dela era lindo. Ficou admirando seu rosto e até se esqueceu de que estavam brigados.

Lola foi até a cozinha e ele a seguiu. Sentou-se a mesa enquanto ela pegava os ingredientes.

- Lola... – Ele tentou dizer.

Lola parou de fazer o que estava fazendo, mas ainda estava de costas para ele. Ryder se levantou e foi até ela, ficando atrás dela. Acabou tocando os ombros dela com as mãos, depois deslizando para seus braços lentamente e então, a envolvendo em um abraço. Ele encostou a cabeça na dela, não podendo deixar de perceber como seu cabelo tinha um perfume delicioso.

- Eu sei... – Ela disse. E então ele percebeu que ela estava com uma voz chorosa.

Lola não conseguia mais guardar esse segredo. O toque de Ryder fazia sua pele queimar. Ter ele tão próximo e saber que só ela sabia que eles eram almas gêmeas. O que você está esperando? Ela pensou.

Mas não fez nada.

Terminou de fazer o chocolate quente e colocou em duas canecas, virou-se para entregar para ele, mas encontrou seus olhos. Eles não estavam como nos outros dias. Havia algo mais ali. Faíscas? Não era só isso. Havia desejo. Ele estava enxergando ela. Ele sabia, mesmo não sabendo. O silêncio estava excruciante. Lola acabou batendo a caneca no abdome dele ao tentar entregar e percebeu que a camisa dele estava extremamente molhada. Lola não estava tanto, já que sua jaqueta estava fechada por todo o tempo que pegaram chuva.

- Ryder... Você vai ficar doente. – Ela disse, sem controlar a própria boca. De tudo o que ela queria falar para ele, aquilo realmente não era lá uma prioridade. Mas ela se importava.

- O que...? – Ele disse, num tom de voz baixo, como quem acordava de um devaneio.

- Pneumonia. Você precisa de outra toalha. – Ela disse, como uma desculpa para sair daquela situação. Ela se desvencilhou dele e foi até a sala. Ryder ficou parado na cozinha por um tempo, logo depois seguindo Lola. Ele tirou a camisa encharcada e colocou num canto onde não molharia mais nada. Quando Lola voltou do banheiro, parou repentinamente com a visão que tinha e deixou a toalha cair no chão. Ryder se aproximou e pegou a toalha para ela, olhando para a toalha e depois para Lola, e sorrindo de leve.

- Obrigado... Por cuidar de mim. – Ele disse ainda com aquele mesmo olhar.

Por que ele tinha que fazer com que cada centímetro do corpo dela se contorcesse só com um olhar? Mas ela tinha que se controlar.

Tire os braços, os músculos em geral, o rosto, o cabelo, a personalidade... Que aí sim eu me acalmo, Ela pensou.

Lola sorriu de volta, mas saiu de perto dele mais uma vez. Sentiu sua respiração pesar quando se sentou no sofá. Ele a seguiu novamente e se sentou ao lado dela. Os olhos de Ryder não saiam do rosto dela, mesmo Lola olhando para a televisão desligada.

- Lola... Eu sinto muito. – Ele disse, sinceramente. – Eu fui um completo idiota quando você não foi nada mais do que a melhor pessoa comigo. Eu não mereço sua amizade...

- Não seja tolo... – Ela disse, olhando para as mãos.

- Eu não mereço. – Ele disse, se virando para ela. – Não mereço você.

- Ryder... Não... – Ela disse, fechando os olhos.

- Eu só queria entender... – Ele disse, pegando no rosto dela com a mão e o virando para ele. Ela ainda estava de olhos fechados. Ele acariciou a pele macia do seu rosto e ela abriu os olhos. – Eu queria poder compreender o que você faz comigo.

- Eu...? – Ela disse, olhando ele nos olhos. O azul dos seus olhos fez com que o coração de Ryder batesse mais depressa.

- Sim... – Ele sorriu. – Você chegou e simplesmente dominou o meu mundo.

- Mas e a... – Lola não conseguiu se policiar, precisava saber o que ele sentia. – Eu pensei que...

- Katie? – Ele disse, parando para pensar por um momento. – Eu não sei... É complicado.

- Eu entendo... – Ela disse, tirando a mão dele de seu rosto. Ele percebeu o ato e pegou a mão dela com a sua.

- Mas você é real... E me faz sentir da mesma forma. – Ele disse, explicando rapidamente, pois sentiu ter machucado ela e isso era uma tortura para ele.

Ele se sentou mais próximo dela e agora seu rosto estava tão próximo que Lola podia sentir o calor que emanava dele.

- Eu queria que... Que eu nunca tivesse conhecido a Katie. – Ele disse, olhando nos olhos dela. – Eu queria poder me apaixonar a primeira vista por você, sem ter ninguém mais.

Aquilo atingiu Lola como um raio. Ele queria que Katie não existisse para poder amar ela. Não Katie, ela, Lola Puckerman. Ela havia conseguido. Tinha certeza agora de que ele gostava dela por quem ela é e não por quem ela parecia ser online.

Era o momento certo.

- Ryder... Eu tenho que te dizer uma... – Ela começou, mas quando levantou os olhos para olhá-lo, ele estava tão próximo que calou sua voz. Ele encostou a testa na dela e suspirou. Lola podia sentir cada fibra de seu corpo querer tê-lo para si. Ela levantou uma das mãos e entrelaçou no cabelo dele, ainda molhado. Ele se afastou um pouco, não muito e passou a olhar os lábios dela.

Ryder não conseguia mais suportar. Tinha que beijá-la.

Ele pegou o rosto dela com as duas mãos e a trouxe para mais perto, o suficiente para que seus lábios se tocassem. E então ele a beijou como nunca havia beijado nenhuma outra garota, nem Marley, nem ninguém. Beijou ela como se tivesse encontrado algo tão precioso que não poderia jamais soltar. O sentimento que obteve como consequência do beijo foi seu corpo inteiro sendo preenchido por algo que ele nunca tinha sentido antes. O que é isso? Ele pensou.

Quando ele parou um pouco o beijo, ambos estavam ofegantes. Aquele beijo havia consumido toda energia que eles tinham, de tão intenso que era, de tão perfeito que tinha que ser. Mesmo assim, voltaram a tocar os lábios e Ryder acabou inclinando Lola no sofá, fazendo ela se deitar e então ficou em cima dela. Ficaram se beijando, sentindo os lábios um do outro por um tempo, até que perceberam o quão era tarde e que eles precisavam descansar para as aulas do dia seguinte.

A chuva estava ainda mais forte de quando havia começado e não dava indícios de que iria parar logo, então Ryder acabou dormindo na casa de Lola, ao lado dela, tendo-a protegida em seus braços no sofá da casa.

Ela tirou os óculos antes de dormir e Ryder percebeu como ela incrivelmente bonita e que escondia tudo isso atrás dos óculos. Ele acariciava o cabelo dela, fazendo-a dormir em seus braços rapidamente. Ryder ficou admirando o rosto pacífico dela ao dormir, mas logo caiu no sono também.

Por volta das cinco horas da manhã, o telefone da casa de Lola tocou.

Lola estava dormindo tão pesado que não acordou no primeiro toque, como sempre fazia. Ryder acordou primeiro e deu um beijo breve em seus lábios para acordá-la.

- Lô... O telefone. – Ele disse.

Lola abriu os olhos lentamente, até tomar consciência do som do telefone. Ela se levantou assustada e pegou o telefone sem fio rapidamente. Quando atendeu, Ryder percebeu que seu rosto ficou pálido.

- O que é? Lola... Quem é? – Ryder perguntou, preocupado. Ele se sentou atrás dela e ficou observando.

- É a minha mãe... – Ela disse, com lágrimas nos olhos. – Ela está na UTI.

Notas finais
Reviews me deixam muiito inspirada para momentos lindos, ok?