Oneshots De Séries

291 Tatuagens Fofas E Picantes - Calisa - NCIS LA


Eles se casaram em uma semana de namoro. Era como se apenas estivessem destinados a serem um casal para sempre.

Callen sorriu enquanto via Elisa se vestir para ir ao trabalho. O crachá que ela tinha que usar para entrar na promotoria preso a sua camisa.

Ela sorriu para ele, o beijando antes de sair e atirar um beijo antes de sumir dentro de seu carro. Ele olhou para a tatuagem que eles fizeram e sorriu, sabendo que era hora de adicionar mais uma tatuagem em homenagem a sua linda esposa.

— E aí? – Sam deu a ele um pequeno pacotinho de paçoca, que ele havia ganhado. – Eu não curti muito.

— E eu sou a cobaia? – Callen comeu e sorriu. – Estou pensando em fazer uma tatuagem.

— Mais uma? – Sam apontou para sua primeira tatuagem. – Acho que você e Elisa se casaram e como estavam felizes, fizeram.

— Acho que vou tirar o resto do dia de folga, maria fofoca. – Callen brincou com o amigo e foi em direção ao carro. – Diga a Hetty que eu fui ao cabelereiro. Preciso ficar gato para minha senhora.

Sam desbloqueou o celular e clicou em um som de chicote. Grisha apenas riu da brincadeira e foi em direção ao amigo tatuador.

Por fora, Andy era um homem comum, fã de barba, academia e tatuagem, por dentro, ele adorava jazz, Beyonce e era muito bem casado com seu marido.

Ele conhecia Thomas Magnum no Havaí, até mesmo tinha feito uma bela tatuagem para ele.

— Andrew, meu bom amigo. – Callen sorriu para o amigo. – Quanto tempo.

— Com certeza. – Andy levou Callen para a cadeira de tatuagem. – Vejo que você tem uma aliança no dedo.

— Ela é minha alma gêmea, Ands. – Callen sorriu. – Assim como Thiago é a sua.

— Verdade. – Andy pegou a ideia que Callen havia trazido. – Vai ficar bem bonito. Onde quer fazer?

— Que tal ao redor do peito? – Callen tirou a camisa. – Como se ela fosse meu alvo, sabe? Um coração, algumas flores e o nome dela.

— Vamos trabalhar. – Andrew deu um copo de água. – Não vou brincar, essa área é mais sensível.

— E eu tenho um pequeno pavor de agulha. – Callen bebeu o liquido e olhou conspiratorialmente para Andy. – Andy, isso é cachaça?

— É bem boa para anistias. – Ele sorriu. – Mas eu não tomo uma gota quando vou lidar com a agulha.

Callen sorriu, sabendo que o rapaz era maravilhoso e bastante respeitoso. Ele adorava o jeito dele.

Enquanto isso, Elisa pegava imagens de seu telefone e passava para seu computador. Atrás dela uma parede simples evitava curiosos em sua tela. Pegando um png online, ela colocou em seu traseiro para um teste.

— Callen vai amar isso. – Any falou, fazendo Elisa gritar. – Desculpe, eu não queria te assustar.

— Tudo bem, eu nem deveria estar fazendo isso aqui. – Ela fechou a aba, mas Any a reabriu. – Por que fez isso?

— Porque eu entendo de montagens e posso trancar a porta. – Any fechou a porta e se sentou, ajudando a amiga. – Ficaria perfeita em você.

— Então, acha que é um sim? – Elisa sorriu, pegando o cartão de seu amigo. – Eu quero dar algo a ele que não seja um belo ataque do coração.

— Porque não? – Any sorriu. – Algumas pessoas dão flores já outras fazem uma tatuagem para matar o marido do coração. E estou sendo sincera. Ele vai chorar.

Elisa sorriu com a franqueza de sua amiga e salvou a imagem, a enviando para seu telefone depois deletando, esmagando e reduzindo a pó digital com o programa que Eric ajudou a construir.

— Andy, meu lindo! – Elisa sorriu, abraçando o rapaz. – Eu juraria que você é o mais hetéro do mundo. Mas eu não mudaria você por nada.

— Ah, poderosa. – Ele a acompanhou para dentro. – Acredita que seu bonitão estava aqui algumas horas atrás? E agora você.

— Eu vim fazer algo que vai mandar ele para a lua quando ver. – Ela entregou a imagem que Any imprimiu no sigilo. – É apenas para seus olhos.

— Eu vou fazer e lhe dar o número do samu. – Andrew a acompanhou para dentro do estúdio e a viu deitar na maca. – Uma pimenta safada saindo.

Callen se sentou na mesa de trabalho, tentando não deixar ninguém perceber que ele tinha uma nova tatuagem.

— Senhor Callen, tatuagens é seu novo Hobby? – Hetty o viu olhar para ela. – Tome isso.

— O que é? – Ele engoliu as pílulas e seu mundo começou a clarear. – Oh.

— Sim, você estava com hálito de cachaça. – Ela sorriu. – Apenas tome cuidado com quem faz essas mudanças.

— Conheço Andy há mais de dez anos, Hetty. – Ele sorriu. – Todo o cuidado dele é raro hoje em dia.

— Fico feliz. – Ela sorriu, deixando Callen se recuperar da ressaca. – Maria fofoqueira.

— Não culpe a mim, ela sabe como tirar informações. – Sam sorriu. – Como foi?

— Vamos dizer que Elisa vai gostar do resultado. – Ele sorriu, desejando que já fosse hora de sair.

Elisa levantou da maca e sorriu quando viu a sua nova tatuagem. Seu medo da agulha sendo superado a cada dia.

— Meu Deus, você é maravilhoso. – Ela deu uma nota de 100. – Nem ouse me dar troco. Você merece.

— Obrigado, poderosa. – Andy a viu sair. – Por fora, uma promotora recatada e por dentro uma deusa se libertando.

Chegando em casa, Elisa viu Callen a esperando com um buque de rosas e sorriu.

— Você fez uma tatuagem, então? – Elisa adorou o olhar de surpresa dele. – Eu tenho uma também.

— Verdade? – Callen a seguiu como um cachorrinho. – Posso ver?

— Apenas entre quatro paredes. – Ela o chamou com o dedo, o levando para o quarto.

Callen tirou a camisa para mostrar a nova tatuagem. Elisa olhou com cuidado e se aproximou, tocando o novo desenho. Seu nome dentro de um coração cercado por flores.

— Eu sei que você ama flores então fiz um caminho para você. – Ele sorriu. – Do lado do meu coração e no centro, você.

— Somos mesmo almas gêmeas, não é? – Era uma constatação de Elisa. – Eu te amo.

— Eu também, mas vou te amar se me mostrar a sua. – Callen a viu desligar as luzes e abaixar sua saia. – Santo Deus.

Ela sorriu, sabendo que a tinta fluorescente foi uma das melhores ideias que Andy havia dado a ela.

Na manhã seguinte, Elisa sentou em sua cadeira, sob o olhar de Any. A garota sorriu e fechou a porta para descobrir como Callen tinha reagido a notícia.

Grisha chegou ao trabalho dele e mal conseguiu se sentar. Sam o olhou, quase com medo de perguntar o que tinha acontecido.

— Você está bem, G? – Sam chegou perto do amigo.

— Nem imagina, amigo. – Callen olhou para Sam.

Tanto Elisa quanto Callen ainda estavam pensando no que haviam feito naquele quarto...