Oneshots De Séries
88 Federal Love - Jisbon - The Mentalist
Patrick Jane usou toda sua magia para proporcionar o melhor piquenique para Teresa nesse dia dos namorados.
Ele primeiro foi falar com Abott, tentando um pequeno tempo de folga para ele e Lisbon. Depois que ele prometeu a Denis ajudar sua esposa a pregar alguns quadros, Abott liberou os dois. Mas eles ligariam caso um caso urgente aparecesse.
Depois foi a vez de falar com Cho. O homem sabia exatamente o que fazer e o que não fazer em um piquenique no meio de um campo de girassóis.
— Nunca a compare com um deles. – Cho disse. – De forma alguma.
— Eu nunca a compararia com algo tão sem graça. – Jane disse. – Posso comparar ela com rosas vermelhas?
— Rosas são aceitáveis, se você não resolver dizer a ela que ela parece da mesma cor quando ela fica com raiva. – Rigsby se juntou a conversa. – Acredite em mim, aqueles espinhos ficam em lugares que ninguém gostaria.
— Que tal se você comprar uma joia. – Grace mostrou o anel que Wayne lhe dera um ano antes. – Pode ser algo que ela vá gostar bastante.
— Nada que o anel de casamento que eu tenho não de esse toque. – Jane falou naturalmente. – Além disso, Lisbon não é o tipo que compraria uma joia. Ela aceitaria, mas ela tem coisas sobre não gastar dinheiro demais.
— Um bom investimento seria você levar ela no meio de um lago de barco. – Wylie sorriu. – E então com cuidado se ajoelhar dentro dela e pedir que ela fique com você a vida toda.
— Hmm... – Barco. – Patrick sorriu. – Certo, comida.
— Um pequeno recipiente com morangos ao chocolate, chantilly, champanhe francesa e também pequenos suspiros brancos com chocolate nas pontas. – Wylie ganhou olhares curiosos. – O que? Boa comida é o principal em um pedido de casamento.
— Não vou dizer nada. – Cho suspirou. – Mas eu tenho certeza que podemos colocar uns sanduiches de presunto, talvez aqueles minis sanduiches de frango.
— Não, Teresa não gosta muito de frango. – Jane deu um olhar distante para Cho. – Por causa De uma brincadeira que nós fizemos.
— Certo, não quero detalhes. – Cho desistiu. – Mas de qualquer forma, romance é a chave para um piquenique no dia dos namorados.
— Certo, me desejem sorte. – Jane sorriu para os colegas enquanto Teresa estava vindo. – Pronta para sair?
— Sim. – Teresa olhou todos a olhando. – Hum, tchau.
— Tchau. – Todos voltaram aos seus afazeres.
— Então, Abott me disse que eu e você temos folga amanhã. – Teresa olhou para Jane. – Sabe de alguma coisa?
— Não. – Jane sorriu. – Ok, talvez eu tenha pedido uma folga para ele. E ele autorizou.
— Por que pediu uma folga? – Teresa olhou para Jane com um sorriso. – Alguma coisa especial?
— Sim. – Ele a beijou. – Você é sempre especial e amanhã é o dia dos namorados. Eu e você vamos sair juntos no horário de trabalho.
— Oh. – Teresa sorriu. – Devo ter medo do que está planejando?
— A menos que seja alérgica a flores então, não. – Jane sorriu para ela. – Mas se não for, eu acho que pode ser perfeito.
— Que bom. – Teresa apertou o botão de parada do elevador, pressionou Jane diretamente na parede de metal e o beijou. – Você é especial demais, Patrick.
— E você é perfeita demais, Teresa. – Jane a beijou. – Mas eu adoro quando você me chama de Jane. Me deixa todo excitado.
— Acho que temos que ir para casa. – Teresa olhou para ele de propósito. – Jane.
Logo havia amanhecido e Jane colocou tudo o que conseguiu de madrugada em uma ida ao mercado usando a desculpa de que eles estavam sem chantilly.
Ele tinha conseguido morangos com chocolate, a champanhe, tinha conseguido chantilly, suco, refrigerante e de preferência um protetor solar que os dois usavam.
— Bom dia, querida. – Jane levou café em uma xicara para Teresa. – Temos exatamente vinte minutos antes de precisarmos sair para chegar ao lugar mais florido de todos.
— Hmm. – Lisbon rolou. – Jane, lembra o que eu disse sobre café?
— Ainda com o estomago embrulhado? – Patrick sentiu que ela estava doente. – Olha, se você estiver doente, podemos fazer isso no nosso quintal.
— Você se esforçou tanto, Patty. – Teresa o beijou. – Não é justo.
— No amor e na guerra tudo é justo, Teresa. – Patrick sorriu, sabendo que ele não se importava em fazer um piquenique improvisado. – Podemos ir ao parque ali na esquina, nos sentarmos na grama e admirar o dia.
— Quantas vezes eu digo que te amo? – Teresa se levantou. – Quando eu melhorar, vamos honrar seus planos, querido.
— Vou cobrar. – Jane se levantou e parou um segundo antes de se perguntar o que estava acontecendo com Teresa.
Ele fez um lembrete mental de marcar uma consulta para Lisbon e a levar até lá. Ele não se importava se ela não gostava de ser tratada como uma criança. Ele era seu namorado e a partir do primeiro beijo ele assumiu o compromisso de cuidar dela.
— Desculpe por estragar seus planos, querido. – Teresa olhou para ele. – Alias, adorei esse canto que você fez para a gente. Tão verde e com uma vista impressionante.
— Apenas o melhor para a minha dama. – Jane sorriu para ela. – Sei que já pedi você em casamento, mas agora eu trouxe uma aliança perfeita.
Teresa abriu a caixa do anel e se deparou com uma aliança diferente de todas.
— Essas linhas são os meus batimentos cardíacos. – Jane sorriu. – Se você concordar, pode fazer uma com seus batimentos.
— Eu acho que eu vou fazer. – Lisbon entregou seu presente. – Mas talvez não com os meus batimentos.
Jane tinha um sorriso bobo no rosto e então abriu o presente. Ele entendeu o motivo de Teresa não poder tomar café e sinceramente, ele estava totalmente radiante.
Dentro da caixa, um par de sapatinhos cor de rosa, uma tiara com flor para a cabeça e um pequeno macaquinho escrito “filinha do papai”.
— Teresa. – Jane sentiu que seu presente era fraco. – Isso é sério?
— Totalmente sério. – Ela pegou a mão dele na dela. – Eu fui ao médico para confirmar e estou de três meses de gravidez, é uma garotinha e você vai ser papai em seis meses. – Teresa sorriu quando viu a cara de Jane. – Feliz dia dos namorados.
— Eu te amo tanto, Teresa. – Jane colocou a mão no ventre dela. – Oh, meu Deus. Todo mundo vai pirar quando descobrir.
— Acho que Cho já sabe, talvez antes de mim, mas eu nem ligo. – Teresa sorriu. – Então, eu adorei o seu presente e vou querer gravar uma aliança com os batimentos dessa criança.
— E eu vou cuidar com todo carinho. – Jane sorriu e pegou um refrigerante. – Vou guardar a champanhe para o fim das seis semanas.
Teresa deu uma risada gostosa. Sim, aquele foi um dia dos namorados perfeito para ela e para ele.
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