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51 Desejos De Gravidez Parte 2: As Meninas Falam NCIS / NCIS LA


Elisa sorriu enquanto colocava a mesa onde as amigas se reuniriam. Os bebês estavam com seu pai e ela relaxou ao saber que os pais estavam se conectando um com o outro em algum lugar essa noite.

— Uau, esse espaço está diferente. – Abby entrou. – Parece perfeito demais sem as armas.

— Com certeza. – Elisa abraçou a amiga. – E como vai a pequena?

— Está falando de mim, de Kate ou dessa nova criança aqui? – Abby acariciou a barriga de grávida. – Nós três estamos bem. Kate está com Tim.

— Eu sempre soube que McGee era um pai babão. – Jenny sorriu. – Como Anna está com Gibbs no mesmo espaço que Tim e o resto dos rapazes, estou aliviada.

— Sim, meu pai queria muito reunir pais e filhos. – Elisa deu uma risadinha. – Mas acho que há pelo menos 4 meninas.

— Bem, você e Callen tem Chris e Sophie, Eric tem James, Gibbs e Jenny tem Anna, Kensi e Deeks as gêmeas.... Assim como eu e Tony temos Tali e Tony III. – Ziva sorriu. – Olá! Cheguei um pouco adiantada.

— Vamos entrando, querida. – Elisa abraçou a israelense. – Any! Você veio. Achei que Sam e você não se desgrudariam.

— Bem, falar sobre gravidez é sempre bom. – Any entrou acompanhada por Kensi e Nell. – Acho que estamos todas aqui.

— Sim, por favor. – Elisa fez sinal para todas se sentarem nos Puff. – Bom, estamos aqui porque nossos maridos abriram as bocas sobre nossos desejos e nós vamos falar sobre as coisas superprotetora deles. Posso começar?

— Sim! – As meninas queriam realmente descobrir sobre Callen.

— Bom, quando eu descobri a gravidez foi mágico... – Elisa começou a contar.

Um ano e 3 meses antes...

— Você não deveria usar saltos. – Callen disse a ela, quase soando como uma ordem. – Você pode usar, mas e se você cair no chão?

— Callen, por favor, eu estou no quarto mês e o médico disse que está tudo bem. – Elisa beijou o noivo. – E eu realmente estou atrasada.

Olhando para a noiva saindo de casa, ele entrou no quarto deles e começou a pegar os sapatos de salto. Ele sabia com o que ele se parecia agora, mas ele só queria que Elisa ficasse segura.

Levantando a tampa da ventilação, ele deixou todos os sapatos, envoltos em um plástico protetor lá dentro. Ele levaria para um lugar melhor em breve.

Pegando a chave reserva da casa, ele saiu para o trabalho. Ele correu atrás de um bandido durante o dia e recebeu uma mensagem de Elisa.

“Precisamos conversar”. Callen engoliu em seco. Ele tinha medo daquela frase, mas logo o medo foi substituído por curiosidade.

Entrando dentro de casa, ele encontrou Elisa sentada na mesa da cozinha, com as mãos entrelaçadas em uma posição semelhante a que ela usava no tribunal na semana anterior.

— Agente Callen, estou feliz que tenha chegado. – Elisa falou de um jeito formal. – Quero dizer que eu estou irritada pela forma superprotetora que está tendo comigo. Esconder aquele biquíni que você comprou para as férias eu até aturo, afinal traz memorias picantes. Mas os meus saltos, é um pouco demais.

— Eu sinto muito, querida. – Callen deu um meio sorriso. – Eu só estava pensando no seu bem-estar. Mas eu os protegi.

— Eu sei. Você valoriza sua vida demais para não fazer, ainda mais com eles no sistema de ventilação. – Elisa o viu sorrir. – Eu só vou te perdoar porque afinal de contas eu não os quero durante a gravidez, mas faça isso de novo e eu vou revogar seu acesso daquele biquíni.

Callen sorriu, sabendo que ela poderia ser ameaçadora sendo apenas calma.

Agora...

— Na gravidez de Chris ele não escondeu os meus saltos, mas quase surtou quando eu tive dor de cabeça. – Elisa sorriu.

— Nem vou dizer que Tony quando estive grávida de Tali, foi uma coisa muito maluca. – Ziva deu um olhar. – Se bem que Tony já é meio doido por si mesmo.

Quatro anos atrás...

— Ziva, o que você está fazendo? – Tony entrou e encontrou a esposa colocando o berço no quartinho. – Você poderia ter deixado para mim fazer.

— Estou grávida, não doente. – Ziva disse encaixando uma penúltima peça. – Pode pegar aquela última peça para mim?

— Claro, querida. – Tony viu uma peça no chão. – Deixe comigo.

— Não mesmo. – Ziva a pegou e logo colocou no berço. – Pronto, agora falta o colchão dela.

— Querida, eu ainda acho que eu deveria te ajudar nisso. – Tony olhou para ela que deixou o colchão no lugar antes de se virar para ele. – Querida...

— Vamos deixar algo muito claro, ok? – Ziva puxou o colarinho de Tony. – Estou grávida e não doente como eu te disse há pouco. Segundo, eu não gosto que me tratem como criança. Eu sou extremamente capaz de chutar sua bunda com minha barriga de grávida, comer uma pizza e ainda dormir.

— Sim, senhora. – Tony engoliu em seco. – Sem problemas.

Agora...

— Ele quase saiu correndo da sala. – Ziva riu junto com todo mundo. – Mas ele aprendeu a lição. Se você tiver uma agente treinada do Mossad grávida como esposa, não a irrite.

— Vou brindar a isso. – Jenny disse. – Pelo menos Gibbs sabe que eu não preciso de ajuda.

Um ano antes...

— Tem certeza que quer cozinhar? – Gibbs perguntou. – Com esses seus enjoos matinais eu não gostaria que você vomitasse no frango.

— Não vou vomitar no frango, Jethro. – Jenny disse, sabendo que era apenas um tempo para eles chegarem a esse momento. – E eu gosto de cozinhar. Gravidez não é doença. Se posso enfrentar os cadáveres todas as manhãs, eu posso cortar um pedaço de frango congelado.

— Certo. – Gibbs deixou a cozinha e se sentou, tentando terminar o pequeno berço da filha em madeira. – Vai ser uma menina linda.

Jenny finalmente conseguiu se livrar do restante da carne sobre a pia e quase vomitou antes de respirar fundo.

— Amor? – Gibbs correu quando a ouviu tossir. – Eu disse que cortar frango iria deixar você doente. Maldito...

Jenny se virou com a faca de carne nas mãos e ele deu um passo para trás.

— Eu acho que quando eu digo uma coisa é essa coisa. – Jenny olhou para o marido. – E se eu fosse você, eu saia daqui antes que Anna vire uma menina sem pai.

Gibbs deu alguns passos para trás, em direção a sala. Ele sabia que Jenny estava de oito meses e ela nem podia mais fazer sexo sem risco de ter um parto prematuro.

Ele voltou para seu bercinho de madeira.

Agora...

As meninas estavam rindo de Gibbs e seu medo de facas. Era tão bom dar risadas enquanto os homens estavam com os filhos.

— Como vocês sabem, Deeks não foi autorizado a fazer qualquer coisa superprotetora. – Kensi disse. – Embora ele possa ter me impedido de atirar antes de não consultar o médico.

— Eric estava muito ocupado para ser superprotetor, mas não duvido nada de ser com a filha. – Nell sorriu para todos. – Sim, estou esperando um outro bebê e pelo que eu sei vai ser menina.

— Acho que as meninas estão ganhando. – Abby sorriu. – E você Any?

— Sam está se recusando em me deixar lavar louça. – Any balançou a cabeça em descrença. – Embora eu trabalhe na promotoria.

— Quando eu estava grávida, Tim fez uma cadeira inteligente para mim não ficar de pé no laboratório. – Abby sorriu. – Ele realmente fez um robô ajudante. Acho que vou usar para dar um tapa no meu marido.

— Bem. – Elisa pegou a taça e todas as meninas fizeram o mesmo. – Acho que falo por todas nós que essa noite foi perfeita. E esperamos repetir em breve.

— Com certeza. – Abby sorriu quando a porta se abriu e viu os rapazes esperando para pegar as garotas. – Bem, acho que nossa carona nos espera.

— Boa noite, amigas! – Elisa sentiu Callen a beijar. – Hmm, olá, marido.

Callen apenas pegou Elisa nos braços e a levou para o quarto.