Oneshots De Séries

143 Operação Babá - The Mentalist


Teresa Lisbon sorriu enquanto via Wayne Rigsby e Cho com sua pequena Lizzie. Hoje era aniversário de casamento dela e Jane e ela queria muito comemorar com o marido.

— Tem mesmo certeza que vocês vão dar contar de cuidar dela? – Teresa perguntou. – Quero dizer, você criou dois filhos, Wayne. Mas Cho?

— Eu já criei alguns sobrinhos. – Ele sorriu. – Nenhum serial killer.

— Querida, relaxe. – Jane a beijou e então olhou para os amigos. – Lizzie é uma joia, então se algo acontecer, eu vou caçar os dois.

— Nós entendemos. – Rigsby pegou a bolsa de fraldas e entrou, colocando Lizzie nos braços.

— Eu agradeço vocês dois por cuidarem de Lizzie está noite. – Teresa entregou a pequena bebê para Cho e Rigsby. – Eu estou confiando nos dois o meu bem mais precioso.

— Faremos de tudo para proteger a pequena Lizzie, chefe. – Wayne segurou a pequena e deu um tchau para Jane e Teresa. – Certo, mocinha. Estamos prontos para uma noite de comida e muito carinho.

— Wayne, eu acho que deveríamos dar a comida de Lizzie em 20 minutos. – Cho colocou um relogio despertador programado para que ele os lembrasse. – Eu vou para a cozinha.

— Relaxa aí, senhor FBI. – Rigsby sorriu. – Estamos no horário de folga agora.

— Eu não sei o que é folga, Wayne. – Cho se sentou e olhou para a garotinha de quase seis meses. – Dá para acreditar que essa linda tem quase seis meses? Parece que ela nasceu ontem.

— E ela é filha de Jane e Lisbon. – Ele a balançou um pouco. – Maddie já vai fazer cinco anos.

— Eu nem tenho filhos, mas já posso treinar como lidar com eles quando nascerem. – Cho sorriu pegando Lizzie. – Eu acho que a gente precisa trocar a fralda dela.

— Hmm, como pode um bebê cheirar desse jeito? – Wayne brincou. – Certo, luvas descartáveis, pregador de nariz, talco, fralda e vestidinho.

Cho pegou um par de luvas para si e colocou um pregador no nariz dele e se aproximou.

— Ah, droga. – Wayne olhou para um monte de talco em sua mão.

— O que? – Cho se aproximou dele. – Qual o problema?

Wayne assoprou o talco no rosto de Cho, deixando o agente branco e de certa forma cheiroso.

— Eu deveria ter imaginado. – Ele pegou uma pequena quantidade e tendo o cuidado necessário, ele jogou o conteúdo na cabeça de Rigsby. – De nada.

Lizzie olhava com curiosidade para os dois homens na frente dela, jogando talco fora.

— Ei, já chega! – Wayne jogou um pouco de talco e recebeu mais um pouco. – Cof, cof. Acho que não deveríamos jogar um no outro.

— Você que começou. – Cho derrubou a garrafa na cabeça de Rigsby, fazendo uma nuvem de talco inundar o apartamento. – O merda.

Os dois agentes olharam para a sala completamente suja de talco. Havia a fralda de Lizzie e também a menina.

— Acho que vou ligar para me despedir de Van Pelt e da minha filha. – Rigsby saiu correndo para pegar uma vassoura.

— Alguém precisa comprar mais. – Cho deu uma nota para o colega, que se levantou e foi em direção ao outro lado da rua. – Muito bom, querida.

Cho pegou a fralda suja e depois de fazer um pequeno bolinho e a jogar no lixo, ele começou a limpar a menina com um lenço umedecido. Wayne trouxe o talco e logo Lizzie parecia mais uma vez a princesa que era antes de toda a bagunça.

Enquanto isso, no restaurante, Lisbon olhou para o marido, feliz por finalmente terem conseguido alguém para cuidar de Lizzie.

— Aqui, senhora. – O homem colocou um pequeno muffin de chocolate na frente dela com uma vela. – Meus parabéns.

— Oh, Patrick. – Ela assoprou a vela, esperando que seu desejo se realizasse.

— Feliz aniversário, amor da minha vida. – Patrick colocou uma caixinha na frente dela e a fez sorriu.

Abrindo, Teresa encontrou um colar com duas pombinhas cor de rosa. Ela simbolizavam ela e sua filha.

— Wayne, a papinha dela está pronta. – Cho sorriu enquanto colocava a papinha sobre um prato melhor. – Pode trazer Lizzie?

— Claro. – Rigsby se mexeu, saindo do estado de sono em que ele estivera até agora. – Lizzie, acho que é o que você gosta.

A garotinha sorriu e fez sinal para que ele desse uma colherada.

— Olha o avião, querida. – Rigsby sorriu ao colocar a comida dentro da boca de Lizzie. – Você é uma boa garota.

Ela sorriu e viu Cho testando sua mamadeira.

Cho viu Wayne colocar a última colher de papinha na boquinha da sobrinha e ele a pegou gentilmente. Colocando ela sobre seus ombros, ele bateu nas costas dela até que Lizzie deu um arroto.

— Sim, eu adoro essa parte. – Wayne pegou um pedaço de pão. – Logo ela vai dormir feito uma pedra.

Cho se sentou na cadeira de balanço e com a pequena em seus braços começou a dar de mamar para ela.

— Era uma vez um corcel lindo. – Ele começou a ler um livro para a bebê. – Ele era bastante especial. Mas seu amigo adora pegar ele emprestado mesmo que ele tivesse um quase igual.

— Eu já li essa história para Maddie. – Wayne sorriu. – Mas não me importo de ouvir.

Cho sorriu enquanto terminava de contar a história para a pequena e viu Wayne fechando os olhos, com sono do dia agitado que eles tiveram com a pequena.

Jane segurou a mão de Teresa durante a peça de teatro que ele a levou para assistir. Era uma montagem de Alice e ele adorou que ela estava fascinada.

— Eu te amo, querido. – Teresa o beijou.

— Eu também te amo, minha rainha. – Jane a beijou de volta.

De volta a casa, Rigsby havia apagado. Cho pegou Lizzie e a colocou em seu berço, a cobrindo e puxando o pequeno mosquiteiro. Ele pegou uma coberta no armário e cobriu Wayne.

Grace, Maddie e Ben estavam em uma viagem de mãe e filhos. Cho pegou seu livro e sorriu ao ler que no final, o belo corcel estava vivo.

Ele acabou dormindo sentado na poltrona mesmo. Cuidar de Lizzie era ao mesmo maravilhoso e cansativo. Mas ele nunca poderia reclamar.

Jane e Lisbon entraram em casa, notando o silencio e foram até o quarto de Elizabeth. Eles viram Cho dormindo na poltrona e Rigsby dormindo no tapete no chão.

Lizzie parecia feliz e incrível. Desligando as luzes, o casal deixou que seus amigos ficassem dormindo por lá de qualquer forma.

Na manhã seguinte, Lizzie resolveu que queria atenção e começou a chorar. Wayne acordou e sentiu o cheiro de café e panquecas.

— Desculpe, eu vim buscar Lizzie. – Teresa sorriu. – A propósito, tem café com panquecas.

— Obrigado. – Ele se levantou, sacudindo Cho no processo.

Essa foi a primeira vez que eles foram babas, mas não a última.