Oneshots Criminal Minds
22 To Heaven, with Love
Notas iniciais
Um dia sem casos para a equipe era um dia discutindo qualquer assunto diferente.
Luke, Simmons e Reid conversavam no bullpen distraídos.
— Só estou dizendo. – Reid disse. – A chance de um ex namorado se vingar anos depois são altas.
— Talvez porque a outra pessoa possa ter seguido em frente. – Simmons ofereceu sua opinião. – Porque a felicidade incomoda.
— Mais ou menos. – Luke contribuiu. – Pode ser um ódio de como as coisas terminaram.
Um entregador entrou no bullpen e tentou localizar alguém.
— Com licença. – Ele se voltou para os três homens. – Sabem onde posso encontrar Penelope Garcia?
— Garcia? – Reid deu um passo a frente. – Eu posso assinar por ela.
— Isso ajudaria. – O entregador passou a caneta e a prancheta. – Sua encomenda.
— Obrigado. – Reid inspecionou o envelope. – Antigo, talvez do século anterior.
— Penelope tem um admirador secreto? – Luke claramente tinha ciúmes. – Spencer?
— Só ela pode abrir isso. – Spencer foi até a sala da amiga. – Posso entrar?
— Ei, Boy Genius. – Penelope girou a cadeira. – É para mim?
— Sim. – Reid entregou o envelope. – Precisando é só chamar.
— Claro. – Ela deu um sorriso. – Obrigado.
Reid saiu meio a contragosto e se sentou na cadeira. Ele notou os olhares dos amigos.
— Eu não tenho uma boa sensação. – Ele apenas falou. – É o quarto em quatro semanas. Mesmo tipo de papel, letra.
— Por que não avisar a Emily? – Simmons também teve a mesma sensação. – Pode ser um perseguidor.
— Vamos agora. – Luke foi na frente. – Não vou deixar Garcia se machucar.
— Tão fofo, não é Matt? – Reid brincou. – Ele tem mesmo ciúmes da nossa amiga.
— Por que não confessar que está apaixonado, Luke? – Simmons provocou. – Vai, confessa ou te tranco com ela em um armário até vocês confessarem.
— Sim. – Luke admitiu em derrota. – Eu estou apaixonado por Penelope. Satisfeitos agora?
— Sim. – Reid disse. – Por que vocês não vão e eu espero aqui?
— Nos avise se algo mudar. – Simmons foi com Luke.
Penelope se sentiu mal por não compartilhar o que estava acontecendo. Kevin Lynch estava chantageando ela para se encontrar com ela a força.
Quando a carta chegou essa manhã a única coisa escrita era: "Venha e cumpra seu destino ou Luke pagará por você. Você escolhe."
E ela escolheu. Colocando seu computador em modo hibernado, ela pegou sua bolsa e saiu. Ela deu uma ultima olhada para o prédio que chamou de casa por anos e seu olhar cruzou com o de Spencer.
Antes de o elevador se fechar, ela deu um olhar e depois tudo acabou.
Reid sabia que tinha pouco tempo antes de algo muito ruim acontecer. Ele pegou um papel e escreveu um rápido bilhete. " Penelope em perigo. Necessária assistência imediata."
Pegando as escadas, ele seguiu para onde o gps que ele colocou sem Penelope saber depois da segunda carta. Ele sabia que seria investigado, mas se algo acontecesse com Garcia, ele nunca se perdoaria.
Garcia entrou na fabrica abandonada que Kevin indicou. Seu ex louco, atrás de uma vingança imaginaria logo estava a sua frente.
— Quanto tempo, Penny. – Ele encostou ela em si. – Finalmente tomou uma decisão.
— Por que está fazendo isso? – Ela estava assustada. – O que eu fiz para você?
— Você me deixou. – Ele forçou os pulsos dela para trás juntos. – Agora é hora de pagar.
Reid estacionou em silêncio e caminhou. A SUV dos colegas e com Luke estava logo arás.
Ele sabia que haveria pouco tempo para salvar Penelope agora.
— O que vai fazer? – Penelope estava com medo. – Por que está me algemando?
— Porque você vai para o céu, Penelope. – Kevin a empurrou até uma sala vazia. – Eu espero que tenha aproveitado as chances.
Ele colocou uma agulha cheia de sedativos em Penelope e empurrou o embolo até o fim. Penelope começou a se sentir muito mais do que tonta e então ela caiu no chão duro.
A ultima coisa que ela viu foi Kevin se afastando dela e a porta sendo trancada. Em pouco tempo, um gás foi bombeado para dentro da sala. Se ela estava indo para o céu, ela não sabia.
A imagem de Luke apareceu em sua mente em mistura de sentimentos.
Três dias depois...
A cabeça de Penelope estava girando quando ela acordou. Ela não fazia nenhuma idéia de onde estava. Era um quarto completamente branco, cheirando a desinfetante e em sua mão um IV conectado.
Tentativamente, ela começou a se levantar, porém um par de braços fortes a impediu e a jogou diretamente para o travesseiro. A mascara de oxigênio que ela agora tomou conhecimento a impediu de falar corretamente.
— Devagar, Penelope. – Luke falou. – Você precisa descansar.
— O que houve? – Ela conseguiu tirar por alguns segundos. – Como eu vim parar aqui?
— Você quase morreu. – Ele ainda tinha dor em sua voz e no olhar. – Chegamos a tempo.
— Kevin? – Ela perguntou com medo. – Ele ainda está por aí, Luke. Precisa impedir ele.
— Kevin se foi. – Luke a abraçou. – Ele nunca mais vai te tocar, meu amor.
— Como você sabia onde me encontrar? – Penelope perguntou. – Eu saí sem dizer nada.
— Reid seguiu você. – Luke falou. – Nós seguimos logo depois. Nós te encontramos naquela câmara de gás. Eu nunca vou tirar aquela lembrança de mim.
— O que você viu? – Ela tinha receio.
— Você caída no chão de uma câmara com cianeto. – Luke a abraçou mais forte. – Reid E Rossi fecharam o gás e eu me arrisquei por você. Faz três dias.
— Eu vou morrer? – Garcia perguntou com medo. – Eu não quero morrer.
— Você foi tratada com um antidoto. – Luke pegou as mãos dela. – Eu também. Vamos ficar bem.
— O que houve com Kevin? – Penelope estava com medo.
— Emily o matou. – Luke estava indiferente. – Uma saída para tanto mal. Ele morreu como um covarde.
— E o que acontece agora? – Ela perguntou. – Voltamos a ser amigos?
— Bem. – Ele encostou o roso dela em seus ombros. – Eu acho que se formos brincar de sermos amigos, eu gostaria de fazer isso enquanto namoramos.
— Mas você quase morreu também. – Ela disse. – Como pode querer namorar depois disso?
— Eu morreria por você, mocinha. – Luke a beijou. – Então?
— Acha que podemos esperar até eu sair daqui? – Garcia brincou. – E sem câmaras de gás ou ex loucos.
— Combinado. – Luke sorriu sedutoramente para ela. – Vou avisar JJ e Reid que você acordou.
— Certo. – Ela falou. – Mas pode voltar cedo?
— Ciúmes? – Ele levantou uma sobrancelha. – Nós mal começamos a namorar.
Ela ficou confusa. Eles trocaram olhares durante um tempo.
— Sabe que eu adoro uma mulher com ciúmes? – Luke lambeu a orelha dela. – Eu quero ouvir sua risada.
Penelope começou a rir, enquanto Luke fazia cocegas.
— Ei. – JJ disse. – Arrumem um quarto vocês dois.
— Tecnicamente eles estão em um. – Reid disse. – Ei! Por que esse tapa na cabeça?
— Aqui não é lugar, Spence! – JJ riu. – Esperem estarem sozinhos. Como você está Penelope?
— Como se alguém me jogasse em uma câmara de gás. – Ela tentou brincar. – Fora disso, estou bem na medida do possível.
— É bom saber disso. – Reid sorriu. – Você me deu um susto.
— Mas você me salvou. – Ela abraços Spencer assim que ele estava ao seu lado. – Obrigado.
— Eu faria sempre isso. – Ele ainda não a soltou. – Eu fiquei com tanto medo.
Eles riram e conversaram durante a tarde toda. Depois de quase duas horas, o resto da equipe apareceu para fazer companhia a Garcia.
Era uma coisa linda de se assistir. Depois de uma semana, Penelope foi liberada do hospital. Ela foi morar com Luke e Roxy. Eles anunciaram o noivado seis meses depois.
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