Oneshots Criminal Minds
6 Daily Challenge.
Notas iniciais
Penelope passou em estado de fúria completa pelo corredor do FBI. Geralmente uma pessoa calma, hoje ela estava fervendo de raiva.
— Aquele desgraçado filho da puta! – Ela xingou. – Ele, ele vai ver só.
Luke e Matt subiram uma sobrancelha cada. Penelope nunca era assim, a menos que algo desse errado. Muito, muito errado.
— Acha que algo deu errado? – Matt perguntou. – Talvez devêssemos tirar ela do computador.
— Ela definitivamente está brava com alguém. – Luke olhou para o corredor. – Nunca a vi falar palavrão.
Reid passou em seguida. Notando os dois homens na sala ele olhou para eles.
— Vocês viram Penelope? – Reid parecia também chateado. – Ela não estava feliz depois da reunião.
— Certo. – Luke o fez se sentar. – Qual o problema aqui?
— O diretor Cruz disse a Penelope que ela precisa realizar o exame anual dela. – Reid começou. – Penelope e eu fizemos algo assim alguns anos atrás, mas Morgan nos tirou. Agora, ela está nisso sozinha.
— E quanto a ela não ir em campo? – Matt estava curioso. – Se ela não vai a campo, então por que mandar ela para um teste físico?
— Ele quer testar ela em campo. – Reid deixou escapar. – Apenas não digam a ela que eu disse. Ele quer dar completo.
— Tipo arma, distintivo e algema? – Luke sorriu. – Eu realmente a acharia sexy com uma algema.
— Ei. – Matt deu um tapa na cabeça de Luke. – É de Penelope que estamos falando. A garota detesta armas. E agora o diretor cruz quer dar uma arma?
— Há algo que ele não está nos contando? – Luke olhou para Spencer. – Por que de repente Penelope saber atirar e prender um suspeito é uma coisa urgente?
— Eu simplesmente não posso falar. – Spencer se levantou. – Mas há sim outro motivo. Talvez Emily possa pedir por vocês.
Reid foi em direção ao covil de Garcia para tentar convencer ela a fazer as alas de tiro. Entrando ele quase ganhou uma estatueta de porcelana na cabeça. Ela estava vermelha de raiva, olhos chorosos e raiva escrita em toda a cara.
— Desista Spencer! – Ela gritou. – Eu não vou aprender a atirar.
— Posso te ensinar. – Reid tentou. – Você sabe que agora que a unidade está em alerta vermelho você precisa saber se defender.
— Por que não podemos supor que vamos pegar Glen Riu antes de eles nos pegar? – Ela tentou. – E como vamos pegar alguém que só descobrimos agora?
— Por favor. – Spencer pediu. – Faça as aulas de tiro.
— Só se você estiver lá. – Ela cedeu. – Você é como meu irmão Spencer.
— Vem. – Ele estendeu a mão para ela. – Eu vou ter paciência com você.
Eles chegaram ao clube de tiro e os primeiros disparos ao lado dela a deixaram assustada. Flashs do tiro que ela levou voltaram e Spencer apertou a mão dela.
— Está tudo bem. – Ele sussurrou. – Não vou deixar nada acontecer.
— Certo. – Ela pegou a arma na mão. – O que eu faço?
— Pegue assim. – Ele a manejou. – Mire, respire e atire.
Ela fez o que ele disse. Quando ela atirou as lembranças de ser baleada voltaram correndo.
Ela deitou no chão e começou a chorar, chamando a atenção do instrutor de tiro. Reid apenas a pegou e a abraçou forte. Nos próximos cinco minutos, eles ficaram abraçados.
— Desculpa. – Penelope parecia chateada. – É só que eu ainda, eu não sei, estou com medo delas.
— Eu também tive problemas nos primeiros dias depois da volta ao trabalho depois de Hankel. – Ele se sentou ao lado dela. — Descontei em Emily.
Penelope sorriu com aquilo. Reid estava contente por poder fazer a amiga sorrir um pouco.
— Pronta para tentar de novo? – Reid pegou a mão dela. – Você só precisa lembrar que não vai precisar de nada se conseguirmos pegar esse cara antes.
— Nem sabemos onde ele está. – Ela disse em derrota. – Pelo o que sabemos, ele saiu do Japão com nome falso e aparência mudada.
Reid apenas suspirou. Se nem Penelope soubesse onde ele estava então ele teve ajuda de profissionais.
Eles treinaram tiro por duas semanas, todos os dias. Penelope já havia perdido o medo que precisava para atirar. Matt e Luke se dedicaram a ajudar ela saber como imobilizar um suspeito, embora Luke fosse contra ainda permitir que ela fosse para campo.
Ele estava apaixonado por ela, mas Glen Riu podia ser alguém muito perigoso. Quando Emily deu a ela seu novo distintivo com porte de armas, Rossi deu a ela uma arma pequena para ela carregar.
Faziam quatro semanas desde que tudo na vida de Penelope mudou. Antes era a agente especial analista Penelope Garcia e agora era a Agente especial supervisora analista Penelope Garcia. Se era difícil falar tudo, agora piorou. Ela costumava se apresentar como SSA Penelope Garcia para todos os efeitos. Poupava tempo e explicações. Ela precisava viajar junto com os outros porque a ameaça chegava cada vez mais perto.
Ela e Luke finalmente deram um passo a relação. Eles começaram a namorar.
Glen Riu ficou os últimos dias observando a equipe. Tão perto e ao mesmo tempo seguro de que ninguém via ele. Seu interesse em Penelope crescia. Ela era perfeita para ser sua vitima.
Todos andavam com coletes a prova de balas por baixo das roupas para segurança. Que não serviria de nada se ele atirasse na cabeça.
Andando até em casa, com seu leite e suco vinda do mercado, Penelope sabia que estava sendo seguida. Colocando a mão na arma, ela sabia quem poderia ser.
Tomada por uma descarga de adrenalina e ligando um pequeno gravador escondido ela se virou para ele, com a arma apontada.
Nem mesmo a aparência mudada a faria esquecer desse lixo. No ano anterior ele foi um dos suspeitos que nunca conseguiram pegar. Ele matou quatorze mulheres em vinte semanas.
Depois de ser preso, ele jurou vingança contra a equipe. Especificamente contra Penelope que foi quem o atraiu para uma armadilha. E agora aqui estava ele a sua frente.
— Vejo que conseguiu uma arma, Penelope. – Glen disse rindo. – Me diga, quanto tempo demorou para você se concentrar em atirar?
Penelope não disse nada. Ela não fermentaria a alucinação desse cara.
— Deve ter algo a ver com Spencer ser o único que te ajudou com a arma. – Ele continuou. – E com Matt e Luke sempre em cima de você, levando para a lona.
— Você não sabe o que está dizendo. – Ela tentou não dizer com raiva. – Eles são meus amigos.
— Eles são amigos? – Glen começou a rir. – Fazer amor com Luke é ser amiga com benefícios?
— Isso não muda nada. – Ela disse. – Você não vai entrar na minha mente, me manipular.
Ela apertou a arma em sua mão e com a outra alcançou as algemas.
— Glen Riu. – Ela começou. – Você está preso. Tem o direito de ficar calado tudo o que disser pode e será usado contra você.
Ao invés de se virar, ele pegou a arma e mirou para ela.
— Solte a arma Glen. – Ela disse. – Você não quer fazer isso, quer?
— Eu vou ter minha vingança. – Ele engatilhou. – Adeus Penelope.
Dois tiros simultâneos e diferentes soaram pelo espaço. Largando a arma no chão, Penelope se sentiu doente, e Glen caiu no sem mais reagir.
Ela não conseguia pensar em outra coisa quando Luke e Matt surgiram perto dela. A cabeça girava, mas graças a Deus tudo o que ela tinha era um tiro no ombro. Matt cuidou de Penelope enquanto Luke apenas olhou para Glen, morto no chão. O tiro perfeito no coração seria comemorado se não fosse por ter sido Penelope quem deu.
Haveria investigação severa até ela ser considerada inocente e tinha o gravador para provar.
— Eu preciso de você acordada Penelope. – Matt falou. – Eu sei que é um simples tiro no ombro, mas você só precisa ficar acordada.
— Ele está morto? – Ela perguntou. – Ele está?
— Você só fez o que precisava, Pen. – Luke veio para o lado dela. – Ei. Você vai ficar bem.
— Além disso. – Matt sorriu. – Você foi certeira.
— Ele era mau, certo? – Penelope perguntou inocente. – Então eu deveria me sentir feliz? Por que eu me sinto mal então?
— Porque você é uma boa pessoa, Penelope. – Matt manteve a pressão no ombro dela. – Você quer ver o bem no mundo.
— O que houve aqui? – Emily correu para a amiga. – Você está bem?
— Eu vou ficar. – Penelope sorriu. – Só preciso de uma coisa antes.
— O que? – Emily estava curiosa. – Peça qualquer coisa.
— Eu quero voltar a ser analista. – Penelope foi direta. – Sem armas, apenas um computador. Eu estou feliz por tirar ele do caminho, mas levar um tiro não é brincadeira.
— Feito. – Emily riu. – Mas que foi um belo tiro ah isso foi.
Mais tarde, Penelope foi medicada e liberada sob os cuidados de Luke. Ela devolveu a arma e as algemas. Emily insistiu em deixar Penelope com seu novo titulo, porque apesar de ela ter matado alguém, ela também os salvou.
Liberada das acusações, Garcia e Luke revelaram que estavam namorando. Emily deu a benção ao casal
Em alguns meses o casamento foi marcado. Luke não correria o risco de perder ela outra vez. E eles foram muito felizes juntos.
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