One and Only

16 Capítulo 16


Notas iniciais
Bom dia amores! Eu sei o quanto todas vocês estavam ansiosas por esse capítulo, então decidi postar bem rapidinho. Espero que gostem, boa leitura a todas!

Santana e Brittany se beijavam com certa urgência, a loira ainda tinha a latina presa entre ela e a parede e elas podiam sentir todo o calor que seus corpos passavam um para o outro. Santana finalizou o beijo com alguns selinhos e puxou a loira pela mão, levando-a até seu quarto e empurrando-a delicadamente em sua cama.

– Deita ai e relaxa, eu volto logo. — A latina já ia se afastar quando sentiu Brittany segurando-a pela cintura.

– Ei, onde você vai? Vem cá... — A loira estava claramente excitada, se é que vocês me entendem. A latina soltou uma risada enquanto se desprendia dos braços da outra.

– Eu estou toda suada, Britt.. Eu estava na academia, lembra? Só vou jogar uma água no corpo e volto, prometo. — A loira fez um bico enorme, o qual Santana não resistiu e se inclinou para beijá-lo, então Brittany se aproveitou do momento, puxando-a para seu colo, depositando beijos em seu pescoço, ombros, queixo.

– Mas eu gosto de você assim, toda melada... — Ela encarou Santana com um olhar que a latina nunca havia recebido dela antes, aqueles olhos azuis escurecidos pelo desejo causou arrepios em Santana e a latina corou com seu comentário.

– Você me deixa melada o tempo inteiro, Britt. Agora me deixa ir, porque quanto mais rápido eu for, mais rápido eu volto. — Ela deu mais alguns selinhos na loira antes de se levantar e seguir para o banheiro enquanto Brittany a acompanhava com os olhos. — Gostosa... — A loira sussurrou assim que a latina sumiu para dentro do banheiro e depois riu.

Alguns minutos depois a latina apareceu no quarto e encontrou a loira com seu caderno de desenhos nas mãos, folheando cada página e com certeza notando os inúmeros desenhos que Santana havia feito dela.

– Ei, que feio mexendo nas minhas coisas! — Ela disse recebendo a atenção da loira que até agora não havia notado sua presença.

– Seus desenhos são lindos... Principalmente esses que são sobre mim. — Ela soltou uma risada divertida e Santana corou violentamente. Nunca imaginou que Brittany veria aqueles desenhos, principalmente porque na maioria deles ela estava nua. Sim, Santana era muito criativa. — E olha, você está me desmerecendo demais nesses desenhos, diminuindo meu brinquedinho.

– Brittany! — A loira gargalhou quando a latina a encarou com os olhos arregalados.

– Vem cá, vem! — Só depois de toda aquela brincadeira, a loira notou a "roupa" que Santana usava. Ela estava linda, um hobby preto de seda, com uma fenda que denunciava a lingerie com renda também preta por baixo. O queixo da loira despencou e se ela pudesse colocaria um babador naquele instante. Santana notou o olhar da mais nova em seus seios e abriu um sorriso malicioso. Se aproximou da cama, abrindo o hobby lentamente e deixando que ele escorregasse pelo corpo moreno até estar no chão. Agora Brittany teve que respirar fundo para não enfartar aos 17 anos de idade. Aquilo era melhor que qualquer sonho, qualquer imaginação, qualquer modelo de revista que ela já havia visto.

* Brittany pov on. *

Santana era perfeita, cada curva, cada traço, cada pinta, cada detalhe na pele morena. Ela definitivamente era a mulher da minha vida. Eu não perdi tempo e me deitei na cama, fazendo sinal com as mãos para que ela se deitasse comigo. Ela subiu na cama e engatinhou até mim e eu juro que nada nunca me deixou tão excitada quanto ver a minha morena sentar daquele jeito no meu colo.

– Tem muita roupa ai, amor.. — Ela disse já puxando minha blusa para fora do meu corpo. Espera, ela me chamou de amor? Eu tenho certeza que naquele instante eu tinha o sorriso mais idiota do mundo no rosto, mas eu também tenho certeza que eu era a pessoa mais sortuda e feliz por estar ali com ela. Eu ajudei San a tirar minha blusa e logo suas mãos pequenas escorregaram por meu abdômen, me causando um arrepio enorme. Suspirei pesadamente quando suas unhas começaram a arranhar abaixo do meu umbigo e seguiam para o cós do meu short. Minhas mãos estavam em suas coxas e eu subia e descia acariciando-as com vontade, eu queria sentir o máximo que pudesse de seu corpo, seu calor, seu cheiro.

Mais uma vez não resisti e abocanhei os lábios carnudos da Santana, beijando-a com toda a vontade que tinha em mim, logo nossas línguas se encontraram fazendo aquela dança já ritmada, o que deixava as coisas ainda mais quentes. Nossos beijos eram sempre assim, por mais que começassem inocentes, ter a língua da San entrelaçada na minha era extasiante. Ela soltou um pequeno gemido de aprovação entre o beijo quando eu escorreguei as minhas mãos até sua bunda e a apertei, consequentemente fazendo com que seu sexo roçasse no meu. Depois do primeiro contato, ela começou um movimento com os quadris se esfregando no meu membro ereto e aquilo estava me deixando louca.

Eu sabia que eu poderia chegar ao meu ápice se ela simplesmente continuasse se esfregando em mim daquele jeito, e aquilo seria a maior vergonha da minha vida. Se controla Brittany! Então eu a segurei pela cintura e a fiz se deitar ao meu lado na cama, subindo por cima dela logo após me livrar de meu short e jogá-lo em um canto qualquer daquele lugar que eu já nem sabia mais onde era, a única coisa que eu enxergava era a minha morena perfeita. Guiei meus lábios até o pescoço dela, mas antes de beijá-lo eu aspirei seu cheiro, ela tinha um cheiro único, inconfundível, viciante. Então eu mordisquei sua orelha e sussurrei com a voz rouca de desejo. — Cheirosa, gostosa... — Nesse momento ela se contorceu embaixo de mim, abrindo um pouco mais suas pernas e me prendendo entre elas.

Eu voltei ao que estava fazendo e depositei alguns beijos em seu pescoço, descendo os lábios por seu colo e logo encontrei o tecido preto de renda que no momento era o arco-íris que me separava do pote de ouro. Deus, como eu sonhei em ter esses seios deliciosos na minha boca. Eu suspirei antes de puxar o fecho frontal de seu sutiã revelando os gêmeos durinhos e os mamilos empinados, eu pude sentir um choque entre minhas pernas de excitação. Eu poderia passar o resto da minha vida ali. Passei a língua ao redor de seu mamilo direito e automaticamente enchi minha mão com seu seio esquerdo e o apertei enquanto agora chupava o direito com certa ansiedade.

Santana arfava embaixo de mim e eu podia sentir seus dedos enroscados em meus cabelos, me prendendo ali, como se eu tivesse alguma intenção de sair. Sorri maliciosamente com meu próprio pensamento e apertei com mais força seu seio esquerdo, recebendo um gemido mais alto em troca. Eu desci meus beijos por seu abdômen definido e enquanto uma de minhas mãos ainda dava atenção ao seu seio, a outra escorregava entre suas pernas e eu logo pude sentir o pano fino de sua calcinha encharcado. Santana arqueou o corpo para frente, ansiando para que eu a tocasse novamente em seu sexo, então eu retirei a mão de seu seio e puxei lentamente sua pequena — bem pequena — calcinha pelas laterais, e a cada centímetro de pele que era exposto eu ficava mais excitada. Terminei de tirar sua calcinha e a joguei para o lado, minhas mãos acariciaram a parte interna de suas coxas enquanto eu abria delicadamente suas pernas. Encarei seu sexo e mordisquei meu lábio inferior, aquilo era convidativo demais. Então eu subi meu olhar até o rosto de San e ela me encarava ofegante, com um olhar de quem implorava por um toque meu.

Abri mais um de meus sorrisos maliciosos e ela o retribuiu. Por Deus, Santana era tão linda. Aquele sorriso foi o "sim" para a minha resposta silenciosa, então eu beijei seu sexo algumas vezes, subindo novamente meu olhar até ela.

– Você gosta disso, San? — Eu perguntei apenas para provocá-la.

– Meu chupa, amor. — Ela disse com um biquinho delicioso, e ouvir um "me chupa" e "amor" da boca de San na mesma frase era muito bom. Então eu escorreguei a língua em seu sexo e pude sentir a "prévia" de seu gosto viciante. Tudo nela era viciante, Santana era uma mulher viciante. Eu suguei seu clitóris para dentro de minha boca e Santana deu um gritinho que funcionou como combustível para o meu desejo, me fazendo chupá-la gostoso por algum tempo, ela se remexia demais então eu a segurei pelo quadril, prendendo-a na cama, já que eu era bem mais forte, o que pareceu deixá-la louca, soltando uma porção de gemidos e palavras desconexas em espanhol. Por mais que eu não entendesse metade daquelas palavras, aquilo era totalmente sexy. Eu a chupei por mais algum tempo até senti-la cravar suas unhas em meus ombros e arquear suas costas na cama, um gemido alto e rouco ecoou de seus lábios junto com um "Díos, Britt.. anny!" que indicou seu ápice, ela se contorceu na cama enquanto eu sentia o líquido quente escorrer na minha língua, qual eu tratei de sugar todinho até o final de seu orgasmo.

Seu corpo relaxou na cama e agora o único som que se ouvia no quarto era o de sua respiração pesada e completamente descompassada. Eu sorri satisfeita e subi até ela, buscando seus lábios e os capturando em um beijo intenso, onde eu sabia que ela podia sentir seu próprio gosto em minha boca. Nos beijamos por algum tempo até o ar faltar.

– Você é deliciosa. — Eu sussurrei depois de algum tempo apenas nos encarando. Ela abriu um sorriso safado e saiu debaixo do meu corpo.

– Ta achando que é fácil dar conta da latina aqui? — Ela disse já se sentando em meu colo e depositando beijos em meu pescoço.

– Ah, não é não? — Eu perguntei tentando fazer a voz mais natural possível, pois senti-la daquele jeito estava me tirando a lucidez.

– Nada disso, eu quero mais. — Agora ela quem se desfazia de meu sutiã e o jogava em algum canto, sua posição em meu colo fez com que nossos seios roçassem uns nos outros, me arrancando suspiros. Santana beijou toda a extensão do meu maxilar e mordiscou meu queixo antes de voltar a beijar minha boca de forma tranquila e sem pressa, mas de uma maneira totalmente sensual. Senti sua mão invadir a cueca box que eu usava e acariciar meu membro, eu soltei um gemido entre o beijo e ela chupou minha língua de uma forma provocativa. Ela se afastou do meu corpo, me fazendo resmungar pela falta de contato e abriu a gaveta da cômoda ao lado de sua cama, tirando uma camisinha de dentro da mesma. Ela puxou minha cueca apenas o suficiente para que meu membro ficasse exposto e colocou a camisinha nele, em seguida se posicionou em cima, para sentar lentamente nele, arrancando um gemido de nós duas.

– Oh San, que delícia, tão apertadinha.. — Eu sussurrei com o pouco de forças que ainda tinha. Ela não respondeu, apenas apoiou as mãos na cabeceira da cama e passou a a rebolar em meu colo, me levando a loucura a cada movimento que seu quadril fazia e nossos corpos se encaixavam naquela sintonia perfeita. Seus seios grandes espremiam os meus e nossos mamilos brigavam pelo pouco espaço que tinha entre nossos corpos. Eu segurei sua bunda com força ajudando-a com seus movimentos e ela gemia cada vez mais alto, sem se preocupar com o fato de que não passavam das quatro da tarde e que qualquer vizinho poderia ouvir. Eu apertei ainda mais sua bunda dando estocadas firmes dentro dela, o que ocasionava em mais gemidos e palavras distorcidas em espanhol.

– Ta gostoso, San? Hum? Você gosta assim? Fala pra mim... — Eu a provocava sussurrando em seu ouvido e lambendo sua orelha.

– Uhum... — Ela respondeu enquanto puxava o ar entre os dentes. — Não para, me fode com força! — Ela agora se soltou da cama e se agarrou ao meu corpo, eu podia sentir suas unhas machucarem a pele do meu ombro, mas nenhuma dor era capaz de superar o prazer que eu estava sentindo naquele momento. Eu não pude resistir a vontade de dar um tapa forte em sua bunda, o que a fez soltar outro gritinho e logo em seguida uma onda de gemidos invadiu sua boca, e eu pude notar que ela estava próxima de seu segundo orgasmo, ela rebolou no meu colo de uma forma tão habilidosa que eu não aguentei e gozamos juntas, Santana me abraçou com força e eu a apertei em meus braços até que nosso orgasmo chegasse ao fim.

Meu corpo caiu novamente na cama e o corpo de San caiu sob o meu, ela tinha o rosto deitado em meu peito que subia e descia rapidamente devido a minha respiração descompassada. Ela me olhou e palavras eram desnecessárias naquele momento. Ela abriu um sorriso preguiçoso e eu juro que ela nunca esteve tão linda em toda sua vida. Os cabelos curtos um tanto quanto bagunçados, a pele morena suada, os lábios carnudos entreabertos com sua respiração se normalizando aos poucos e os olhos negros que brilhavam.

– Eu te amo. — Eu disse antes de depositar um longo beijo no topo de sua cabeça.

– Eu te amo. — Ela sussurrou antes de fechar os olhos, um silêncio confortável se instalou no ambiente e alguns minutos depois eu pude ouvir o som de sua respiração tranquila, indicando que ela havia dormido. Nua, dormindo nos meus braços, depois de termos feito amor gostoso. Tudo estava perfeito demais, eu acariciei seus fios negros por algum tempo, meus olhos pesavam, mas eu não queria me render ao cansaço, não! Eu queria aproveitar ao máximo aquele momento, eu pararia o tempo se eu pudesse. Naquele momento eu tive certeza que Santana era a pessoa que eu gostaria de passar o resto da minha vida ao lado. Ela era tudo que eu queria, tudo que eu precisava. E foi com aquele pensamento que eu finalmente fui vencida pelo sono, mesmo sabendo que eu sonharia com Santana, eu não queria ter dormido. A realidade naquele momento era melhor do que qualquer sonho.

Notas finais
E ai, foi bom pras vocês? q KKKKKKKKKKK Espero não ter decepcionado ninguém, fiz o melhor que pude. ): Até o próximo amores. ♥