Estavamos nós três sentados nos sofás da enorme sala de Quinn. Ambos constrangidos e sem saber o que falar. A loira estava com o seu uniforme das Cheerios, e suas pernas balançavam para cima e para baixo, mostrando o seu nervosismo.

Noah estava sentado de forma folgada na poltrona; Estava de pernas abertas, corpo "solto" e cabeça encostada na metade do apoio do sofá. O garotão possuia um belo corpo, forte, definido e largo. Talvez, fosse o cara mais gostoso de todo o WMHS. Balancei a cabeça, expulsando meus pensamentos obcenos da cabeça, e voltando a encarar o casal. Quinn resolveu abrir a bela boca de lábios rosados, e falou com sua voz aveludada:


– O que faremos então?


– Você me trai com meu melhor amigo, eu chego aqui com um ramalhete de flores para te dar e me deparo com a cena de você e Noah se agarrando, e você ainda pergunta o que faremos Lucy? — Respondi com certa grosseria e provocação ao chama-la de Lucy. Ela odiava esse nome.


Puck então resolveu manifestar-se, ajeitando-se na poltrona, coçando o moicano e falou um pouco rouco:


– Mas assim, simplesmente terminar? — O sorriso de canto não disfarçava que ele estava tramando alguma.


– O que você sugere? Que nós três demos as mãos e cantemos Call Me Maybe? — Falei bufando. Quinn segurou para não rir com a minha ironia. Puckermann apenas revirou os olhos, e voltou a falar:


– Sugiro que... bom, façemos algo divertido para despedir o relacionamento. Algo como... — Ele fez uma lenta pausa, deu uma risada safada e disse — Um Menage.


– O QUE? — Eu e minha ex falamos juntos, com olhos arregalados e um tanto quanto surpresos com a idéia que Noah acabara de ter.


– Qual é? Nunca fizeram isso não? — Puck levantou a blusa, exibindo o seu abdomen definido. Fiquei paralisado por um momento, admirando aquela oitava maravilha do mundo, mas depois, olhei para Quinn, que olhava para mim com um biquinho, e a sombrancelha arqueada. Ela cruzou os braços e me disse:


– Sempre desconfiei de você.


– Vá se foder Quinn — Eu falei revirando os olhos.


– Sem brigas. Mas e ai, vocês topam? — O garoto de moicano sorriu, deixando a mostra seus dentes brancos e certinhos.


Eu havia começado a balançar a cabeça concordando, então olhei para Quinn, e vi que ela não havia aprovado. Instantaneamente comecei a baçançar a cabeça discordando, e quando vi que ela concordou sorrindo, concordei novamente. Sim, eu havia acabado de parecer uma marionete bobona. A loira, levantou-se e anunciou para nós:


– Subam para o meu quarto, e cubram a imagem da santa com algum pano. Eu vou me arrumar, e jajá estou pronta. — A garota piscou, e saiu rebolando, chamando a atenção minha e de Puck. Nós nos encaramos por alguns segundos, subimos para o quarto, e cumprimos as ordens de Quinn. Eu e Noah começamos a tirar a roupa; Ficamos pelados, e um pouco constrangidos devido a situação que nos encontravamos naquele momento. Dei as costas a Puck, e fui em direção ao meu jeans velho, para pegar uma camisinha no bolso. Eu já estava excitado só de pensar na situação. Peguei a camisinha, e comecei a tentar coloca-la em meu pênis. Vendo que não seria tão fácil, pedi a Puck:


– Hey dude, pode me dar uma forcinha aqui?


Noah fez uma cara de safado, sorriu de canto, e falou num quase sussurro:


– Claro. — Na mesma hora fui surpreendido por Puck. Meu amigo pulou em cima de mim, me derrubando na cama, e logo após começou a me beijar ferozmente. Seus lábios eram quentes e macios. Sua lingua procurava pela minha dentro de minha boca, até que eu correspondi. Coloquei a minha mão em sua cintura, e ele rebolou. Eu conseguia sentir o seu membro pressionado contra o meu nos deixando mais eretos ainda. Nosso beijo foi interrompido por uma doce voz femenina logo atrás de nós, falando de um jeito sexy:


– Posso participar? — Eu e Noah paramos o beijo, e olhamos para trás. Quinn estava divina. Vestia uma lingerie vermelha, com uma meia-calça de renda, e um salto alto. Medi ela de cima a baixo, e a puxei para cima de mim, deitando na cama e a beijando. Vi que Noah alisava as nadegas redondas e perfeitas de Lucy. Parei o beijo, e deitei Quinn na cama. Joguei a camisinha longe, e abri as formosas pernas da loira. Fui aproximando a minha cabeça levemente a sua calcinha, até que pude sentir o agradavel cheiro de Quinn. Ousei a passar minha lingua levemente por cima da lingerie. A loira mordeu os lábios. Passei a minha lingua mais uma vez pelo mesmo lugar, mas dessa vez, com um pouco mais de força. Senti a mão forte de Noah apertar a minha bunda. Logo após, a calcinha de Quinn sombreou, e uma lingua encostou-se a minha, me ajudando a explorar a area de Fabray. Eu e Noah nos beijavamos ao mesmo tempo em que lambiamos a vagina de Quinn por cima de sua roupa intima. Vi que Noah estava de quatro, então parei de trabalhar em Quinn, e passei para Puck. Me encaixei no meio de duas pernas, e comecei a chupar o seu enorme pênis. Eu engasgava, respirava, e voltava a chupar. Vi que o pênis de Noah tremeu. Era provavelmente uma ejaculação. Sai dali rapidamente. Quinn já estava sem calcinha e Puckerman a chupava. Subi engatinhando até o topo da cama, e tirei o sutiã que a loira trajava. Os peitos de Quinn eram pequenos; sempre foram. Porém, eram belos e atraentes. Comecei a chupa-los, e dar mordiscadinhas. Sentia o corpo da loira arquear algumas vezes. Puck de repente ficou em pé na cama. O garoto estava ofegante e suado. Estava muito sexy. Quinn puxou meu cabelo levemente, afastando minha cabeça de seus seios. Ela fechou os olhos, e os seus lábios aproximaram-se do meu, me dando um breve beijo. Nossas bocas se separaram, assim como os nossos corpos. Ela ajoelhou-se na frente de Puck, afastou o cabelo que estava no olho, e exclareceu:


– Eu só faço isso, porque são vocês. Não faria isso para outro cara. — Ela sorriu de leve, olhou para nós dois, e começou a chupar Puck. Sua boca deslizava facil pelo pênis do rapaz, porém, ela nao conseguia colocar tudo na boca assim como eu. Resolvi entrar em ação novamente. Me ajoelhei na frente de Puck também, e dividi as chupadas com Lucy. Nossas linguas esbarravam-se frequentemente. Ousei olhar para Noah, e vi que ele estava amando. Prendia a respiração para não gemer alto, prenssava seus lábios, e mantinha seus olhos fechados. Me afastei dali, e fui em direção da minha calça novamente. Busquei pela minha carteira, em todos aqueles bolsos, até que achei no de trás. Procurei por camisinhas dentro do objeto de couro, e achei. Joguei uma em cima do criado mudo para Puck, e peguei uma para mim. Abri o pacote, retirei o protetor, e coloquei em mim. Deitei-me na cama, e chamei por Quinn. A loira olhou, e sorriu. Levantou-se, deu um selinho em Puck, e logo após veio em minha direção. Me deu mais um beijo, este, um pouco mais feroz. A loira hesitou ao olhar para o tamanho do meu pênis. Eu nunca havia penetrado realmente nela. Sorri de um jeito bobo, que sempre a acalmava. Ela retribuiu o sorriso. A loira respirou fundo, e foi "sentando" devagar em meu pênis. Ela fazia expressões de dor. Eu a beijei, e acariciei seu rosto macio. Durante nosso beijo, Lucy soltava gemidos fracos. Quando senti que ela estava totalmente dentro de mim, encerrei o nosso beijo. Puck sentou-se do meu lado, e começou a me beijar. Quinn rebolava devagar em cima de mim, para acostumar-se. Parei o beijo com Puck também. O moreno me deu um leve tapinha na cara, deu uma breve risada e meu puxou para beijar novamente. O seu beijo era mais selvagem e melhor que de Quinn. Nossas linguas brincavam dentro de nossas bocas, e ao mesmo tempo, encontravam-se em uma sintonia praticamente perfeita. O garoto encerrou o beijo desta vez. Ele ajoelhou-se na cama, e sussurrou coisas no ouvido da loira. Ela sorriu e concordou, balançando a cabeça. Ela levantou-se, saindo de mim. Noah sentou-se novamente ao meu lado, e começou a morder a minha orelha. Pediu num sussurro para que eu pegasse a camisinha para ele. Assim eu fiz. Ele abriu o pacote, jogou no chão, e colocou o produto.


– Senta em mim Finn ? — O moreno sorriu de canto. Me assustei com a idéia. Fiquei sem reação e sem falar nada. Eu nem ao menos olhava para Puck. "Qual é Finn, isso não é uma coisa que se faz todo dia". Pensei para mim mesmo. Dei um sorriso forçado para Puck, e engoli seco. Enfim, resolvi que faria aquilo. Levantei-me, fechei os olhos, e sentei no colo de Puck. Ele colocou seu pênis em mim, fazendo-me gemer alto. Um gemido que foi logo calado por Quinn, quando ela me beijou. Senti que estava inteiramente em Noah, o que me deixou de certa forma aliviado. Era estranho dar para um cara em frente a minha ex namorada, e mais estranho ainda, com ela apoiando aquilo. Dei uma gargalhada com a situação. Era tudo tão estranho, porém tudo tão bom. Chamei Lucy com o dedo, e ela veio, andando toda sexy, com aquele corpo nú, perfeito. Ela abaixou-se, e me beijou. Um beijo rápido, profundo, e excitante. Puxei seu cabelo, trazendo a sua orelha para perto de minha boca.


– Amor, vem me satisfazer de novo. — Falei aquilo de um jeito baixo, que deixava Quinn louca. Ela arrepiou-se; Pude ver o momento em que seus pelos loiros levantaram em seu braço. A garota com delicadeza, "encaixou-se" em mim. Agora os três ali poderiam sentir prazer. Noah era o que comandava tudo, pois os movimentos que ele faria em mim, eu faria em Quinn. Me surpreendi como ele conseguia movimentar-se tão bem com tanto peso em cima dele. O garotão era realmente bom. Eu gemia feito louco. Estava sendo penetrado pelo cara mais gostoso da escola, e estava penetrando a garota mais linda do WMHS. Puck urrava; Estava louco de prazer. E Quinn soltava gemidos finos, delicados... Porém que mostravam perfeitamente o prazer que a loira estava sentindo. Coloquei minhas mãos sobre os seios de Quinn, e os massageei levemente, em movimentos curtos e circulares. Apertava de leve o biquinho dos mesmos, fazendo ela soltar alguns suspiros discretos. Senti meu saco ser massageado também, e ao ver que as mãos de Quinn estavam por cima das minhas, logo notei que era Puck que fazia aquilo. E o filha da mãe sabia foder! Lucy saiu de cima de mim. Puck sugeriu que eu ficasse de quatro, para ele poder me foder melhor. Eu achei que aquilo seria realmente constrangedor. Mas então o obedeci, e chamei Quinn para perto. Eu a chupava enquanto Puck me penetrava. A cama estava uma mistura de sexo, paixão e suor. Nós três tinhamos a sintonia perfeita. Senti Noah dar alguns tapas na minha bunda. Aquilo não era aceitavel para mim, então logo o olhei com uma cara ruim, e ele entendeu o recado. Voltei a me concentrar em Quinn, em dar prazer a ela. Ela já estava louca de tesão, e cada vez pedia por mais.


Por algum motivo o pano que cobria a santa caiu. Quinn na hora deu um pulo, e gritou para mim e Puck parar com aquilo agora. Ela tapou seus seios com um braço, e a sua vagina com a outra, e foi correndo cobrir a santa novamente. Assim que o pano cobria completamente a imagem de pedra, ela olhou para o céu, e disse algo como "Perdão". Ela olhou para mim e para Noah. Estava muito vermelha.


– Rapazes, desculpe, mais pra mim não dá mais — Ela sorriu sem graça — Eu vou tomar um banho, e depois conversamos. — E então ela saiu do quarto, e foi correndo para o banheiro. Assim que a loira fechou a porta, eu e Puck nos encaramos. Nós demos uma risada. Nenhum de nós havia gozado ainda, então, teriamos que terminar aquilo. Tomei a iniciativa, e puxei Puck pelo seu moicano, aproximando nossos lábios. Nos beijamos mais uma vez. Deitei na cama, e cruzei os braços embaixo de minha cabeça. Puck pôs-se a chupar meu pênis. Chupava muito bem. Seus lábios iam até o final de meu pênis, e deslizavam para a minha glande novamente.


– Vou gozar — Eu disse em uma pausa. Pensei que Puck recoaria, mas ele me chupou com mais intensidade, e eu ejaculei em sua boca. Ele não engoliu; Cospiu do lado da cama. Mas logo após sorriu, e me beijou. Eu pude sentir meu próprio gosto. Era uma sensação confusa e excitante. Resolvi retribuir a Puck o que ele acabara de fazer para mim.

Me ajoelhei em frente a seu pênis, e comecei a chupa-lo com intensidade. Eu era bem concentrado quando fazia coisas do tipo. Talvez, era por isso que todos amavam quando eu fazia isso. Eu fazia muito bem. Revezava entre masturbar Puck e chupa-lo. Novamente, conseguia "engolir tudo".


– Ah porra, vou gozar! — Puck falou massageando meus com força. Esperei também com a boca em seu membro. Ele gozou. Vários jatos. Eu, ao contrário dele, engoli. Me senti um pouco incomodado, mas ignorei. Cai exausto ao lado dele. Ele me deu mais um beijo. Esse me parecia apaixonado. Me afastei um pouco sem jeito, e falei a Puck:


– Precisamos nos trocar. — Me levantei, e fui em direção a minha cueca.


– Ta bom ! — Noah levantou-se também, e começou a vestir a blusa. Em um minuto, nós dois já estavamos trocados, e esperando Quinn sair do banho. Eu e Puck conversavamos sobre os jogos, como se nada daquilo tivesse acontecido. Quase não percebemos a chegada de Quinn. Ela sentou-se comportada ao nosso lado, e tornou a fazer a pergunta que fez no começo de nossa conversa, antes da transa:


– O que faremos então?


Ficamos os três quietos. Resolvi dar o meu palpite:


– Eu não vejo problema nenhum, em nós três termos um triangulo sexual.


– E eu não vejo problemas em termos um triangulo amoroso! — Puck falou, fazendo eu e Quinn sorrirmos.


– Então a partir de hoje, seremos um triângulo amoroso? — A loira perguntou.


– Sim...secreto. — Falei em pausas.


Então nós três sorrimos. Puxei Quinn e Puck, e nós demos um beijo triplo. A quimica entre nós estava presente ali. Apesar de ser de um jeito totalmente diferente...


Notas finais
Deixem Reviews ;D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!