One Song
5 O passado de Robin. Más noticias
Notas iniciais
POR FAVOR VER AS NOTAS INICIAIS E FINAIS
~ No carro ~
Todos iam num profundo silencio pela estrada a uma velocidade absurda, notava-se a dois quilómetros de distância que Garp estava muito irritado. O silencio continuava a pairar no ar, até que Zoro decidiu cortar o mesmo.
–Ei Robin, porque e que aquele anormal te chamou de monstro?-perguntou Zoro com a morena ao seu colo.
–Isso é uma longa historia…- disse Robin olhando pela janela do pequeno carro.
–Olha que bom! Eu adoro uma boa historia.- insistiu Zoro.
–Está bem…- suspirou Robin derrotada.- Quando eu tinha 5 anos…
FLASHBACK ON
–Mamã, podemos ir ao parque?- perguntou uma menina de cabelos curtos e azuis escuros.
–Hoje não Robin, já está a ficar tarde e a mamã tem de ir preparar o jantar…- disse a mulher com um sorriso simpático.- A mamã promete que te leva lá amanhã.
Robin deu um largo sorriso e acenou com a cabeça positivamente, e continuou a caminhar pelas ruas calmas.
Robin e sua mãe, Olívia, viviam num pequeno apartamento com dois quartos, uma casa de banho e a sala que era no mesmo compartimento que a cozinha.
Quando chegaram Robin foi para o sei quarto brincar enquanto Olívia preparava o jantar, alguns minutos depois Olívia olhou para a janela e arregalou os olhos assustada, correu ate o quarto de Robin, agarrou na menina e colocou a no armário das roupas escondida.
–Robin não saias daqui, querida!- disse Olívia colocando Robin entre as roupas do armário.
–Porque mamã?- perguntou Robin confusa.
–Vem ai um senhor muito mau, então tens que te esconder… toma se o senhor aparecer apontas para ele e carregas aqui …- explicou Olívia entregando o revolver a Robin e fechado a porta do armário.
O silencio pairava pela casa toda, até que o mesmo foi cortado por um barulho de dois tiros.
Robin ao ouvir esse barulho encolheu-se toda no meio das roupas, queria sair para ver o que se passava , mas a sua mãe tinha lhe mandado ficar no armário, e até lá não iria sair só quando a sua mãe mandar.
Dez minutos se passaram e a única coisa que se ouvia era o tick tack do relógio de cuco, Robin começou a estranhar a demora de sua mãe, então pé ante pé, saiu devagarinho do armário e dirigiu-se à porta da cozinha, abriu a porta devagarinho e teve uma visão horrível, sua mãe estava deitada no chão com dois buracos no peito que deve ter sido provocado por uma arma, sangue escorria e os belos cabelos branco de Olívia estava encharcados do seu próprio sangue.
–MAMÃ!- gritou Robin correndo e ajoelhando-se ao lado da mulher.- Mamã! mamã! Acorda!- disse Robin abanando ligeiramente a mulher deita no chão.
De repente a porta da cozinha foi aberta e a única coisa que Robin teve tempo foi agarrar no revolver que sua mãe lhe dera e disparar.
Por sorte Robin acertou mesmo em cheio na cabeça do homem que tinha uma faca do talho na mão, horrorizada com o que acabou de fazer, largou a arma e correu para fora de casa.
FLASHBACK OFF
–… mais tarde vim a descobrir que o homem que matei era o meu pai e que só estou viva por sorte … o Arlong tem razão, eu sou um monstro que matou o meu próprio pai a sangue frio…- disse Robin chorando no ombro de Zoro.
O silencio era enorme para um carro tao pequeno, ninguém sabia o que dizer nem no que pensar, era uma historia tão triste, mas comprovava que Robin era forte pois ela conseguiu sobreviver estes anos todos sozinha. Na estrada o pequeno carro quase passava por cima dos outros até que finalmente chegaram ao bendito hospital, mas havia outro problema, encontrar um lugar para estacionar o carro, apesar do carro não ser muito grande não conseguiram encontrar um lugar, percorreram o parque de estacionamento inteiro seis vezes mas não encontraram um único lugar vago e quando finalmente alguém ia sair, lembraram-se que se tinham esquecido de algo e acabaram por não sair.
–Olha paciência! Estou farto de andar por ai as voltinhas feito carrocel! Ficamos no lugar dos deficientes e pronto!- disse Garp estacionando o carro irritado.
–Também não podem reclamar connosco, afinal temos um deficiente mental no carro, não é Ace?- disse Sabo gozando com seu irmão.
–Deficiente mental és tu seu loiro acedo!- disse Ace saindo do carro.
Quando estavam a entrar no edifício, viram um homem todo encapuchado a sair do hospital acharam no muito estranho mas ignoraram no, mas o que lhe fez saltar mais a vista foi o pequeno sorriso nos lábios do homem enquanto saia.
–Que homem estranho…- sussurrou Nami caminhando juntamente com o resto do pessoal para o balcão de atendimento.
–Desculpe, nos queríamos saber em que quarto se localiza o paciente Monkey D. Luffy, por favor.- pediu educadamente Robin à senhora do balcão.
–Gommennasai (desculpem ), mas são proibidas visitas a esse paciente por enquanto.- disse a senhora consultando o ecrã.
–Como assim eu não posso o ver? Ele é o meu neto eu tenho esse direito.- disse Garp quase arrebentando de tanta raiva.
–Gommen ( desculpa ) senhor, mas aqui está especificado a proibição de qualquer pessoa incluindo familiares.- disse a senhora mostrando a mensagem que tinha no computador a eles.
Quando Garp ia falar qualquer coisa, mas Ace cortou-lhe as vasas.
–Vamos lá velhote, senta te aqui e vamos ficar à espera que o medico ou que a medica venha falar connosco.- disse Ace empurrando o seu avô para um cadeira de plástico, Ace conhecia bem o seu avô e sabia do que ele era capaz de fazer.
–Tsh! Está bem.- disse Garp sentando-se na cadeira cruzando os braços com uma cara de irritado.
~ Na sala de operações ~
–Agulha!- gritou a medica que foi logo atendida por uma enfermeira que trazia consigo um estojo com vários tamanhos de agulhas.
A medica tirou a agulha mais pequena e uma linha e começou a coser a ferida do paciente.
–Vai buscar a reserva de sangue! Este rapaz teve muita sorte por não ter nenhum ferimento interno.- disse a medica sussurrando a ultima parte.
Depois da medica acabar de dar os últimos pontos e de enfaixar a barriga do rapaz mandou à enfermeira para leva-lo para o quarto numero 144, e foi caminhando para a sala de pausa onde os médicos e enfermeiros descansam, comem e bebem qualquer coisa, quando chegou lá apareceu uma enfermeira que foi falar com ela.
–Doutora Doutorine! Doutora Doutorine!- chamou a enfermeira ofegante de correr pelos corredores à procura da medica.- Por favor, precisamos da sua ajuda, precisamos que a senhora venha para a sala de espere por que lá tem um homem que não para de reclamar que exige ver o seu neto…- disse a enfermeira respirando com dificuldade.
–Ai meu deus, já não posso ter uma pausa nem se quer para almoçar??- reclamou a medica dirigindo-se à sala de espere em passos pesados.
Chegando lá, a mulher olhou em volta e viu um velho sendo agarrado por três rapazes jovens que quase voavam pelo ar com a força do mesmo enquanto duas raparigas tentavam acalma-lo em vão , era obvio que era eles que estavam a armar aquela confusão toda, então foi ter com eles.
–Precisam de alguma coisa?- perguntou a medica mal humorada.
–Boa tarde! Nos queríamos visitar o paciente Monkey D. Luffy, por favor- cumprimentou Robin educadamente.
–As visitas são só para depois do almoço, agora qua licença.- disse a medica virando as costa mas foi impedida por uma mão que agarrou o pulso da mesma.
–Por favor, eu imploro, ele é muito importante para nós!- disse Nami sendo seguida pelos olhares de seus amigos que imploravam.
A medica suspirou fundo e virou se para traz.
–Está bem! Mas só desta vês que eu estou com pouca paciência e com muita fome.- disse a medica caminhando à frente para lhes indicar o caminho.- Já agora chamo-me Kureha mas podem me chamar de Doutorine, eu foi a medica que operou o paciente Monkey D. Luffy, ele não tem nenhum ferimento interno mas o corte foi um pouco profundo… já agora ele ainda deve estar sobre anestesia por isso quando entrarem ele deve estar a dormir.- informou Doutorine parando no quarto, numero 144.- Prontos, chegamos! Se precisarem de alguma coisa não me chamem!- disse por fim a medica indo-se embora.
–Ok, obrigada!- agradeceram todos ao mesmo tempo.
Nami abriu a porta do quarto e quando ia dar o primeiro passo foi atropelada por um Garp, um Ace e um Sabo desesperados.
–AI ! SEUS ANORMAIS! TENHAM CUIDADO!- gritou Nami furiosa.
O quarto era separado por uma cortina fazendo assim duas divisões do quarto, a primeira divisão tinha umas poltronas e uma prateleira cheias de livros para imitar uma pequena sal de espere e a segunda divisão supostamente era para imitar um quarto.
Quando Garp abriu a cortina impressionou-se, de acordo com a informação que a doutora lhes tinha dado, Luffy devia ainda estar sob anestesia, mas quando abriram a cortina viram-no a olhar para a janela do quarto, quando ele notou a presença de alguém olhou rapidamente para traz com um olhar feroz, mas depois mudou logo para o seu sorriso enorme de sempre.
–Yo!- cumprimentou Luffy sempre com um sorriso no rosto.
–Luffy? O que estas a fazer acordado? A medica disse que ainda estavas sobre anestesia.- disse Ace confuso.
–E ainda estou! Nem sabes o trabalho que tive para me sentar! Eu mal sinto o corpo, olha!- disse Luffy batendo o braço com força na esquina da mesa de cabeceira.- Vês, não sinto nada!
–O que interessa é que estejas bem baka(idiota)!- disse Sabo com uma lagrima no canto do olho.
–Luffy seu baka(idiota)!- gritou Nami dando um murro na cabeça do rapaz, a sorte dele era que mal sentia o corpo.- Baka(idiota)! Baka (idiota)! Eu pensei que tinhas morrido!- disse Nami chorando.
–Gommen (desculpa) Nami…- disse Luffy com um grande sorriso.
–Bem agora é a minha vez!- disse Garp passando a frente de todos.- LUFFY SEU IDIOTA! DO QUE ESTAVAS A PENSAR?! Rasgas te o teu fato novo! Ele foi me os olhos da cara! Pensas que eu ando a nadar em dinheiro?! Eu já não tenho a tua idade eu ia ter um ataque de coração quando soube o que aconteceu!- disse ( lê-se berrou) Garp chorando baba e ranho indo em direção a porta do quarto de hospital.- Vou apanhar um pouco de ar já volto…
–Ei Luffy; não ligues ao velhote… Quer disser é impossível ele morrer de coração! Na verdade as vez eu acho que ele é imortal!- disse Sabo tentando animar se irmão e arrancando alguns risos dos presentes.
– Mas a tua sentença ainda não acabou!- disse Ace pondo se a frente Sabo.- O que é que estavas a pensar seu idiota! Eu estava parecendo um louco andando de um lado para o outro e arrancando os cabelos, por tua causa quase tinha ficado careca!- disse Ace irritado.
–Gommen ( desculpa )…- murmurou Luffy agora de cabeça baixa, e a culpa invadiu o seu coração.
Um enorme silencio desconfortante instalou-se no quarto de hospital ate que com um enorme estrondo a porta foi aberta.
–Ei velhote! Porque e que arrombas-te a porta?-perguntou Zoro morrendo de ataque de coração.
–Não consegui abrir a porta.- respondeu Garp como se aquilo você a coisa mais normal do mundo, quer disser quem não arromba as portas dum hospital para entrar?
–E já pensas te em bater à porta seu velho jarreta!- gritou Nami irritada.
–Não, eu não pensei nisso.- respondeu Garp deixando todos com uma enorme gota na cabeça.- Mas isso agora não interessa eu tenho más noticias!- disse Garp triste deixando os presente preocupado.- Luffy, Sabo, Ace nós… vamos nos mudar outra vez!- confessou Garp dois olhas tristes e um de fúria
Continua…
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