One Song

5 O passado de Robin. Más noticias


Notas iniciais
oi minna!!! A vossa autora baka-chan favorita voltou com novas aventuras e novos amores!!!! Quero ja referir que eu nunca vou vez abandonar!!! Vocês são aqueles que tem paciência suficiente para aturar esta maluca aqui, então nunca vos vou abandona!!(^^) Vocês devem se estar a perguntar o porque esta maluca ter deixado de escrever e a resposta e simples, o meu pc pifou então tive que pedir ao meu padrinho para arranjar e aqui estou eu com novas ideias para as novas aventuras dos nossos amigos que amam uma boa aventura! Peço muitas desculpas pela demora do capitulo! Mas a pesar de não estar muito grande eu achei que ficou bom! Então mais uma vez peço desculpas e BOA LEITURA!!!! *#*

POR FAVOR VER AS NOTAS INICIAIS E FINAIS

~ No carro ~

Todos iam num profundo silencio pela estrada a uma velocidade absurda, notava-se a dois quilómetros de distância que Garp estava muito irritado. O silencio continuava a pairar no ar, até que Zoro decidiu cortar o mesmo.

–Ei Robin, porque e que aquele anormal te chamou de monstro?-perguntou Zoro com a morena ao seu colo.

–Isso é uma longa historia…- disse Robin olhando pela janela do pequeno carro.

–Olha que bom! Eu adoro uma boa historia.- insistiu Zoro.

–Está bem…- suspirou Robin derrotada.- Quando eu tinha 5 anos…

FLASHBACK ON

–Mamã, podemos ir ao parque?- perguntou uma menina de cabelos curtos e azuis escuros.

–Hoje não Robin, já está a ficar tarde e a mamã tem de ir preparar o jantar…- disse a mulher com um sorriso simpático.- A mamã promete que te leva lá amanhã.

Robin deu um largo sorriso e acenou com a cabeça positivamente, e continuou a caminhar pelas ruas calmas.

Robin e sua mãe, Olívia, viviam num pequeno apartamento com dois quartos, uma casa de banho e a sala que era no mesmo compartimento que a cozinha.

Quando chegaram Robin foi para o sei quarto brincar enquanto Olívia preparava o jantar, alguns minutos depois Olívia olhou para a janela e arregalou os olhos assustada, correu ate o quarto de Robin, agarrou na menina e colocou a no armário das roupas escondida.

–Robin não saias daqui, querida!- disse Olívia colocando Robin entre as roupas do armário.

–Porque mamã?- perguntou Robin confusa.

–Vem ai um senhor muito mau, então tens que te esconder… toma se o senhor aparecer apontas para ele e carregas aqui …- explicou Olívia entregando o revolver a Robin e fechado a porta do armário.

O silencio pairava pela casa toda, até que o mesmo foi cortado por um barulho de dois tiros.

Robin ao ouvir esse barulho encolheu-se toda no meio das roupas, queria sair para ver o que se passava , mas a sua mãe tinha lhe mandado ficar no armário, e até lá não iria sair só quando a sua mãe mandar.

Dez minutos se passaram e a única coisa que se ouvia era o tick tack do relógio de cuco, Robin começou a estranhar a demora de sua mãe, então pé ante pé, saiu devagarinho do armário e dirigiu-se à porta da cozinha, abriu a porta devagarinho e teve uma visão horrível, sua mãe estava deitada no chão com dois buracos no peito que deve ter sido provocado por uma arma, sangue escorria e os belos cabelos branco de Olívia estava encharcados do seu próprio sangue.

–MAMÃ!- gritou Robin correndo e ajoelhando-se ao lado da mulher.- Mamã! mamã! Acorda!- disse Robin abanando ligeiramente a mulher deita no chão.

De repente a porta da cozinha foi aberta e a única coisa que Robin teve tempo foi agarrar no revolver que sua mãe lhe dera e disparar.

Por sorte Robin acertou mesmo em cheio na cabeça do homem que tinha uma faca do talho na mão, horrorizada com o que acabou de fazer, largou a arma e correu para fora de casa.

FLASHBACK OFF

–… mais tarde vim a descobrir que o homem que matei era o meu pai e que só estou viva por sorte … o Arlong tem razão, eu sou um monstro que matou o meu próprio pai a sangue frio…- disse Robin chorando no ombro de Zoro.

O silencio era enorme para um carro tao pequeno, ninguém sabia o que dizer nem no que pensar, era uma historia tão triste, mas comprovava que Robin era forte pois ela conseguiu sobreviver estes anos todos sozinha. Na estrada o pequeno carro quase passava por cima dos outros até que finalmente chegaram ao bendito hospital, mas havia outro problema, encontrar um lugar para estacionar o carro, apesar do carro não ser muito grande não conseguiram encontrar um lugar, percorreram o parque de estacionamento inteiro seis vezes mas não encontraram um único lugar vago e quando finalmente alguém ia sair, lembraram-se que se tinham esquecido de algo e acabaram por não sair.

–Olha paciência! Estou farto de andar por ai as voltinhas feito carrocel! Ficamos no lugar dos deficientes e pronto!- disse Garp estacionando o carro irritado.

–Também não podem reclamar connosco, afinal temos um deficiente mental no carro, não é Ace?- disse Sabo gozando com seu irmão.

–Deficiente mental és tu seu loiro acedo!- disse Ace saindo do carro.

Quando estavam a entrar no edifício, viram um homem todo encapuchado a sair do hospital acharam no muito estranho mas ignoraram no, mas o que lhe fez saltar mais a vista foi o pequeno sorriso nos lábios do homem enquanto saia.

–Que homem estranho…- sussurrou Nami caminhando juntamente com o resto do pessoal para o balcão de atendimento.

–Desculpe, nos queríamos saber em que quarto se localiza o paciente Monkey D. Luffy, por favor.- pediu educadamente Robin à senhora do balcão.

–Gommennasai (desculpem ), mas são proibidas visitas a esse paciente por enquanto.- disse a senhora consultando o ecrã.

–Como assim eu não posso o ver? Ele é o meu neto eu tenho esse direito.- disse Garp quase arrebentando de tanta raiva.

–Gommen ( desculpa ) senhor, mas aqui está especificado a proibição de qualquer pessoa incluindo familiares.- disse a senhora mostrando a mensagem que tinha no computador a eles.

Quando Garp ia falar qualquer coisa, mas Ace cortou-lhe as vasas.

–Vamos lá velhote, senta te aqui e vamos ficar à espera que o medico ou que a medica venha falar connosco.- disse Ace empurrando o seu avô para um cadeira de plástico, Ace conhecia bem o seu avô e sabia do que ele era capaz de fazer.

–Tsh! Está bem.- disse Garp sentando-se na cadeira cruzando os braços com uma cara de irritado.

~ Na sala de operações ~

–Agulha!- gritou a medica que foi logo atendida por uma enfermeira que trazia consigo um estojo com vários tamanhos de agulhas.

A medica tirou a agulha mais pequena e uma linha e começou a coser a ferida do paciente.

–Vai buscar a reserva de sangue! Este rapaz teve muita sorte por não ter nenhum ferimento interno.- disse a medica sussurrando a ultima parte.

Depois da medica acabar de dar os últimos pontos e de enfaixar a barriga do rapaz mandou à enfermeira para leva-lo para o quarto numero 144, e foi caminhando para a sala de pausa onde os médicos e enfermeiros descansam, comem e bebem qualquer coisa, quando chegou lá apareceu uma enfermeira que foi falar com ela.

–Doutora Doutorine! Doutora Doutorine!- chamou a enfermeira ofegante de correr pelos corredores à procura da medica.- Por favor, precisamos da sua ajuda, precisamos que a senhora venha para a sala de espere por que lá tem um homem que não para de reclamar que exige ver o seu neto…- disse a enfermeira respirando com dificuldade.

–Ai meu deus, já não posso ter uma pausa nem se quer para almoçar??- reclamou a medica dirigindo-se à sala de espere em passos pesados.

Chegando lá, a mulher olhou em volta e viu um velho sendo agarrado por três rapazes jovens que quase voavam pelo ar com a força do mesmo enquanto duas raparigas tentavam acalma-lo em vão , era obvio que era eles que estavam a armar aquela confusão toda, então foi ter com eles.

–Precisam de alguma coisa?- perguntou a medica mal humorada.

–Boa tarde! Nos queríamos visitar o paciente Monkey D. Luffy, por favor- cumprimentou Robin educadamente.

–As visitas são só para depois do almoço, agora qua licença.- disse a medica virando as costa mas foi impedida por uma mão que agarrou o pulso da mesma.

–Por favor, eu imploro, ele é muito importante para nós!- disse Nami sendo seguida pelos olhares de seus amigos que imploravam.

A medica suspirou fundo e virou se para traz.

–Está bem! Mas só desta vês que eu estou com pouca paciência e com muita fome.- disse a medica caminhando à frente para lhes indicar o caminho.- Já agora chamo-me Kureha mas podem me chamar de Doutorine, eu foi a medica que operou o paciente Monkey D. Luffy, ele não tem nenhum ferimento interno mas o corte foi um pouco profundo… já agora ele ainda deve estar sobre anestesia por isso quando entrarem ele deve estar a dormir.- informou Doutorine parando no quarto, numero 144.- Prontos, chegamos! Se precisarem de alguma coisa não me chamem!- disse por fim a medica indo-se embora.

–Ok, obrigada!- agradeceram todos ao mesmo tempo.

Nami abriu a porta do quarto e quando ia dar o primeiro passo foi atropelada por um Garp, um Ace e um Sabo desesperados.

–AI ! SEUS ANORMAIS! TENHAM CUIDADO!- gritou Nami furiosa.

O quarto era separado por uma cortina fazendo assim duas divisões do quarto, a primeira divisão tinha umas poltronas e uma prateleira cheias de livros para imitar uma pequena sal de espere e a segunda divisão supostamente era para imitar um quarto.

Quando Garp abriu a cortina impressionou-se, de acordo com a informação que a doutora lhes tinha dado, Luffy devia ainda estar sob anestesia, mas quando abriram a cortina viram-no a olhar para a janela do quarto, quando ele notou a presença de alguém olhou rapidamente para traz com um olhar feroz, mas depois mudou logo para o seu sorriso enorme de sempre.

–Yo!- cumprimentou Luffy sempre com um sorriso no rosto.

–Luffy? O que estas a fazer acordado? A medica disse que ainda estavas sobre anestesia.- disse Ace confuso.

–E ainda estou! Nem sabes o trabalho que tive para me sentar! Eu mal sinto o corpo, olha!- disse Luffy batendo o braço com força na esquina da mesa de cabeceira.- Vês, não sinto nada!

–O que interessa é que estejas bem baka(idiota)!- disse Sabo com uma lagrima no canto do olho.

–Luffy seu baka(idiota)!- gritou Nami dando um murro na cabeça do rapaz, a sorte dele era que mal sentia o corpo.- Baka(idiota)! Baka (idiota)! Eu pensei que tinhas morrido!- disse Nami chorando.

–Gommen (desculpa) Nami…- disse Luffy com um grande sorriso.

–Bem agora é a minha vez!- disse Garp passando a frente de todos.- LUFFY SEU IDIOTA! DO QUE ESTAVAS A PENSAR?! Rasgas te o teu fato novo! Ele foi me os olhos da cara! Pensas que eu ando a nadar em dinheiro?! Eu já não tenho a tua idade eu ia ter um ataque de coração quando soube o que aconteceu!- disse ( lê-se berrou) Garp chorando baba e ranho indo em direção a porta do quarto de hospital.- Vou apanhar um pouco de ar já volto…

–Ei Luffy; não ligues ao velhote… Quer disser é impossível ele morrer de coração! Na verdade as vez eu acho que ele é imortal!- disse Sabo tentando animar se irmão e arrancando alguns risos dos presentes.

– Mas a tua sentença ainda não acabou!- disse Ace pondo se a frente Sabo.- O que é que estavas a pensar seu idiota! Eu estava parecendo um louco andando de um lado para o outro e arrancando os cabelos, por tua causa quase tinha ficado careca!- disse Ace irritado.

–Gommen ( desculpa )…- murmurou Luffy agora de cabeça baixa, e a culpa invadiu o seu coração.

Um enorme silencio desconfortante instalou-se no quarto de hospital ate que com um enorme estrondo a porta foi aberta.

–Ei velhote! Porque e que arrombas-te a porta?-perguntou Zoro morrendo de ataque de coração.

–Não consegui abrir a porta.- respondeu Garp como se aquilo você a coisa mais normal do mundo, quer disser quem não arromba as portas dum hospital para entrar?

–E já pensas te em bater à porta seu velho jarreta!- gritou Nami irritada.

–Não, eu não pensei nisso.- respondeu Garp deixando todos com uma enorme gota na cabeça.- Mas isso agora não interessa eu tenho más noticias!- disse Garp triste deixando os presente preocupado.- Luffy, Sabo, Ace nós… vamos nos mudar outra vez!- confessou Garp dois olhas tristes e um de fúria

Continua…

Notas finais
Então o que acharam? Está bom? Mau? Precisa de melhorar? Mandem comentários, por favor eu preciso de saber o que acharam! O que acham minna? Quem é o homem encapuçado? Porque e que Luffy olhou raivoso quando a porta do quarto se abriu? Por que será que eles vão ter que se mudar? E o que Luffy fará a respeito? Descubram no próximo capitulo! Beijinhos da baka-chan com sabor a mel!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.