One Night
27 Lar doce lar!
Notas iniciais
Podemos ver que tudo está se resolvendo.. não é?!
Isso é por que a Fic está chegando ao fim... Esse capitulo é o penúltimo!! Depois temos o ultimo e por fim o Epilogo!
Então aproveitem e apreciem sem moderações!
Na manha seguinte eu já estava de alta, mas era apenas eu, minha filha teria que ficar mais duas semanas e iam ser as piores semanas pra mim. Damon foi me buscar logo cedo, antes de irmos pra casa, fomos ate o berçário e nos despedimos de nossa filha, foi duro ter que deixa-la, sai do hospital com o coração na mão e com lagrimas nos olhos, mas Meredith prometeu que ela ia ser bem cuidada e que eu poderia visita-la sempre.
Ao chegarmos em nosso apartamento, me senti estranha, como se algo faltasse e inconscientemente coloquei minha mão na barriga, sentindo-a lisa, vazia e lagrimas começaram a descer pelo o meu rosto.
– Logo ela está com a gente. — Damon me abraçou por trás e sussurrou em meu ouvido
– Era pra voltarmos pra casa juntas. Agora eu devia estar indo direto pro seu quarto e repousa-la em seu berço. — eu dizia chorando com um aperto no coração
– Você vai fazer isso. Em breve. Enquanto isso, vamos visita-la no hospital todos os dias. — ele sorriu me abraçando forte
Depois desse momento, respirei fundo e entrei em casa, indo direto pro meu quarto. Tomei um banho e fui me deitar, eu tinha que ficar mais alguns dias de repouso e Meredith aconselhou que eu me recuperasse totalmente agora, pois quando minha filha chegasse, eu não teria sossego.
Na parte da tarde Damon foi trabalhar, ele tinha se ausentando por muito tempo na revista e Marisa estava precisando dele. Mas ele só saiu de casa quando os meus pais chegaram, não queria me deixar sozinha, mesmo eu falando que o pior já tinha passado, mas ele bateu o pé dizendo que não saberia viver sem mim e não queria me perder de jeito nenhum, então o jeito foi aceitar e ficar quieta, por que no fundo eu sabia o que ele estava sentindo.
E os dias se seguiram assim, eu permanecia a maior parte do tempo deitada, sempre com alguém me fazendo companhia. Nos primeiro três dias eu recebia visitas de Serena, Guilherme, Stefan, Elena, Marisa e alguns colegas de trabalho, mas depois que o meu repouso acabou, as visitas diminuíram, vindo só de vez em quando a família. Todos os dias, exatamente as seis horas da tarde, eu e o Damon íamos visitar nossa filha, eu dava de mamar e ate trocava sua fralda e cada dia ela estava mais forte, chegando ao peso ideal.
Duas semanas se passaram desde que eu voltei pra casa, era uma sexta-feira de madrugada e eu não conseguia dormir, hoje minha filha ia receber alta e eu poderia traze-la pra casa, sua casa. Eu teria ela só pra mim, poderia cuidar dela a qualquer hora e isso estava me tirando o sono, me deixando ansiosa, não via a hora de poder tê-la em meus braços, coloca-la em seu berço, escutar seu chorinho.
Damon dormia ao meu lado, ele tinha chegado tarde ontem, por causa de uma reunião. Essas semanas tinham sido difícil pra ele, tudo corrido, ele não parava um segundo e tinha dias que ele não podia me levar para ver Hannah, fazendo assim Stefan ou meus pais me levarem, mas hoje isso ia mudar, ela estaria conosco em algumas horas.
Quando deu oito horas, resolvi levantar e ir tomar um banho. Assim que sai, coloquei um roupão e fui pra cozinha, fazer o café da manha, quando estava terminando de colocar a mesa, meus pais e Damon apareceram.
– Madrugou filha? — meu pai perguntou sentando-se a mesa
– Não preguei os olhos a noite toda. — respondi me sentando também.
Tomamos o café da manha bem tranquilo e conversando banalidades. Hoje Damon não ia trabalhar, Marisa deu folga pra ele e para Elena também. Combinamos de buscar nossa filha depois do almoço, então eu teria que aguentar mais algumas horas, mas minha mãe fez o favor de me distrair, fazendo assim eu nem ver as horas passarem, quando vi já era uma e meia da tarde. Me troquei rápido, fiz a bolsa de Hannah, peguei o bebê conforto e fui pro carro do Damon. A ida ate o hospital levou quinze minutos, passei todo esse tempo em silencio, ansiosa para chegar e ter a minha filha em meus braços. Quando chegamos lá, Damon segurou em minha mão e eu percebi que ele estava ansioso e nervoso tanto quanto eu, respiramos fundo e entramos, seguindo pelo os corredores ate chegar ao berçário, onde nossa linda filha estava dormindo em um bercinho, longe daquela maquinha que imitava a barriga de uma mãe, sorri com isso e uma enfermeira veio ate nós.
– Vieram buscar Hannah? — ela perguntou carinhosa
– Sim. — minha voz quase não saia
– Certo. A doutora Meredith teve que sair, mas deixou a alta aqui e é só assinar e poderão levar ela pra casa.
Assenti e fui ate uma bancada, onde a enfermeira me entregou um papel, onde eu e Damon assinamos e quando voltamos pra frente do vidro do berçário, nossa filha já não estava mais lá, olhei para uma porta e uma enfermeira saia de lá, com ela nos braços e assim que se aproximou de mim, me entregou ela.
– Aqui mamãe.
– Obrigada — sorri emocionada, pegando minha filha nos braços — Oi meu amor — ela abriu seus olhinhos e eu pude ver a cor — São azuis. — Comentei encarando Damon — Igual ao seus.
– São sim — ele comentou tão emocionado quanto eu
Ficamos observando nossa filha, ate que resolvemos ir embora. Eu queria conversar com Meredith antes de ir, mas como ela não estava ali, eu teria que conversar com ela depois. Chegamos ao nossa carro e eu coloquei Hannah no bebê conforto, depois entrei na frente e Damon seguiu pelas as ruas, ate nossa casa.
Eu estava tão feliz por ter a minha filha ali, que nem percebi que o caminho que Damon pegará na levava a nossa casa, só fui perceber quando ele parou o carro em frente a casa dos seus pais.
– O que estamos fazendo aqui? — perguntei curiosa
– Você vai ver.
Ele saiu do carro e eu o segui, mas antes que eu pudesse pegar nossa filha, ele fez isso, então eu fui pegar sua bolsa. Seguimos juntos para a entrada, subimos alguns lances de escadas e passamos pela a porta, tudo estava calmo e vazio, seguimos pelo o hall, depois por uma sala e continuamos a seguir, passamos pela a cozinha e chegamos a uma varanda, assim que colocamos nossos pés lá fora, escutamos vários gritos:
– Surpresa.
Olhei ao redor, vendo meus pais, Stefan, Elena, os pais de Damon, Meredith, Marisa e mais um monte de pessoas ali, todos sorriam e atrás de uma mesa estava escrito "Bem-vinda a familia Hannah". Acabei me emocionando e abraçando ao Damon que retribuiu o abraço.
– Você sabia?! — perguntei em seu ouvido
– Sim. — ele assentiu
Todos vieram pra perto da gente, todos queriam ver Hannah. Mas antes de deixar que pegassem ela, fui ate o antigo quarto de Damon e coloquei uma roupa melhor nela, aproveitei para trocar sua fralda. Assim que voltei pra festa, Hannah passou de colo em colo, sendo paparicada por todos e todos se encantavam com a beleza dela, principalmente seus olhos azuis.
– Hei — Elena se aproximou de mim — Tudo bem?
– Sim. — concordei
– Como não deu pra fazer um chá de bebê, resolvemos preparar essa festa. — assenti — Todos trouxeram presentes, mas depois a gente vê.
– Não precisava — comentei adorando essa surpresa
– Claro que precisava, ainda mais depois do que você passou.
– Ideia de quem? — perguntei, mas já imaginando quem seria a mente por trás disso
– Eu, claro. — ela se vangloriou, como se eu não soubesse — Ideia da madrinha.
– Madrinha mais coruja, você quer dizer.
– Hei, minha primeira afilhada, tenho que ser coruja. — ela brincou, me fazendo rir — E falando nisso, ainda não consegui pega-la no colo.
Elena levantou da onde estava sentada e foi atras da minha filha, que estava no colo de Serena, outra que não parava de babar, essa junto da minha mãe eram mais corujas que Elena. Continuei sentada só vendo a festa rolar, vendo a minha filha ser paparicada pelo os familiares, sendo disputada, todos queriam pega-la no colo. Fiquei um tempo sozinha, ate que Stefan sentou ao meu lado, olhando pra onde eu olhava.
– Já pegou sua sobrinha/afilhada no colo?
– Ainda não, mas terei muito tempo ainda.
– É terá. — concordei
– Ainda mais conhecendo você e o Damon como conheço.
– Como assim?
– Já to ate vendo: meio da semana, oito horas da noite e o meu celular toca, vejo no visor o nome de vocês, atendo e sua voz soa pelo o aparelho 'Stefan, o que está fazendo. Pode ficar com a Hannah hoje? Desculpa ligar assim, mas é que hoje o Damon quer ir em tal lugar e não podemos levar nossa filha' e adivinha o que eu falo 'Tudo bem Cici, sem problemas. Vou adorar cuidar da minha afilhada.'
Ele imitava as vozes me fazendo gargalhar, ainda mais com suas caras e bocas. Mas eu tive que rebater.
– Por que eu ligo? Damon que é seu irmão.
– Conheço o Damon, ele não tem coragem de ligar pedindo isso, não pra mim. E tem mais, ele sabe que se você pedir eu não conseguirei rejeitar.
– Isso você tem razão. Mas não fica por ai não, eu conheço sua namorada muito bem e já estou ate vendo: Eu em casa em pleno final de semana, imaginando passa-lo com a minha familia, quando o meu celular toca e no visor aparece o nome da Elena, atendo e a voz dela soa pelo o aparelho 'Cici, amiga e comadre, hoje eu estava pensando se você não quer passar um final de semana romântico, sabe só você e o Damon?! Eu e o Stefan podemos ficar com a Hannah, sem problema nenhum. Íamos adorar.' E o que eu faço? Aceito ne. Aquela voz dela é impossível de se recusar, ainda mais com uma oferta tão tentadora. — brinquei no final, fazendo Stefan cair na gargalhada
Ficamos brincando mais um tempo com o futuro, gargalhando toda vez, as vezes ate chamando atenção do pessoal, mas ninguém se atrevia a interromper, a unica que teve coragem foi a Hannah, que começou a chorar querendo mamar e o colo da mãe. Quando minha filha dormiu, a conversa diminuiu de tom, Damon foi ate o carro e pegou o carrinho, que eu nem sabia que estava lá e depois sentamos todos para conversar em roda, falando sobre varios assuntos. A familia se sentou toda perto, onde podíamos conversar coisas antigas, trocar historias, relembrar coisas que aconteceu, ate que decidimos falar do presente e o assunto inicial foi a formatura de Stefan, que estava chegando.
– Daqui uma semana — ele comentou empolgado, pude ver seus olhos brilharem
– E como vai o estagio? — minha mãe perguntou
– Uma maravilha, estou aprendendo tanto.
– Quando vai abrir seu próprio restaurante? — meu pai brincou e eu pude ver os olhos de Stefan brilharem mais
– Já estou pensando nisso. — ele disse empolgado
– Mais já? — meu pai perguntou surpreso
– Ele já fez ate projeto, teve ideias — Elena foi falando
E a conversa rodou em torna disso, do futuro restaurante de Stefan, que ele deixou bem claro que ia montar sozinho, com seu próprio esforço, com seu próprio suor, seu pai não ia entrar com nada e eu fiquei orgulhosa disso, de ver em como ele estava se tornando responsável, Stefan tinha crescido muito, se tornando um bom homem e Elena tinha muita sorte de ser namorada dele e ela sabia aproveitar isso, ela reconhecia esse homem em Stefan.
Depois de um tempo, Hannah começou a choramingar no carrinho, fui pega-la, mas Damon não deixou, falando que era a vez dele e eu deixei, adorava ver Damon cuidando da nossa filha, adorava vê-lo como pai, todo preocupado e carinhoso.
– Hei princesa. — ele acariciou seu rosto, fazendo-a sorrir e abrir seus grandes olhos azuis
Sorri com isso e fiquei admirando esse momento, tudo estava perfeito, nada poderia estragar, mas esse pensamento foi cedo demais, estávamos todos entretidos ali com conversas e brincadeiras, quando uma voz feminina me faz arrepiar toda e arrancar minha filha do braços de Damon, protegendo-a com meus braços. Damon levantou com tudo e encarou Rebecah, eu levantei logo depois, ficando atras de Damon, para dar mais proteção a Hannah.
– Serio, essa cena é muito linda — ela disse sorrindo falso e com desdem — Muito comovente. A puta, o desgraçado e a coisa insignificante.
– O que está fazendo aqui Rebecah? — Damon perguntou furioso, passando os braços pra trás e me segurando
– Estou vendo onde eu errei em deixar essa cachorra e sua cria viva. — eu podia ver ódio passar pelo os olhos dela
– Eu devia bater em você. — Elena deu um passo pra frente, encarando Rebecah — Só pelo o simples fato de ter entrada na vida da minha amiga
– Eu entrei na vida dela? — ela colocou suas duas mão na cintura — Ela entrou na minha vida, ela roubou meu namorado, ela que deu pro meu namorado e ficou gravida dele.
– Não querida. — a cada palavra Elena se aproximava mais dela — Você é que está sobrando aqui, sempre sobrou. Todos sabiam desde o inicio que Damon e Cecilia devia ficar juntos, você foi apenas um pequeno obstaculo, que logo foi superando. — Elena falava tão cinicamente, que se eu não conhecesse minha amiga, ficaria com medo dela.
E sem que Rebecah esperasse, Elena puxou seu cabelo, derrubando-a no chão, para depois socar seu rosto duas vezes, tirando sangue de sua boca. Mas antes que Elena pudesse fazer mais alguma coisa, Stefan puxo-a pra longe e ela ainda se rebateu, falando:
– Eu ainda não acabei com essa cadela. Isso ainda foi pouco pra ela.
Mas ninguem podia imaginar o que Rebecah ia fazer a seguir, ela levantou balançando a cabeça sorrindo, olhou pra todos nós e por fim parou em mim, deu dois passos pra frente, pra mais perto de mim e com a voz completamente mudada em puro ódio, falou:
– Eu ainda não acabei. Eu vim aqui com um objetivo — ela parou pra fazer suspense e depois voltou a falar — Acabar com você.
Ela colocou a mão pra trás mexendo em algo, depois voltou a traze-la pra frente, apontando uma arma na direção minha e do Damon. Todos se apavoraram, pediam pra ela abaixar a arma, que ela estava fazendo uma loucura, que não precisava disso, mas ela não ouvia, estava agindo em puro odio, seus olhos mostravam isso e sua mão tremendo tambem.
Damon tentou dar um passo pra frente, para pode falar com ela, desarma-la, mas ele não conseguiu, ela não deixou.
– Fica parado ai — ela disse quase gritando
– Rebecah, por favor.
– Ela acabou com a minha vida, me tirou tudo.
– Não Recebah. Cecilia não fez isso, nosso namoro ia acabar de um jeito ou de outro. Eu ia descobrir suas traições e eu nunca te amei de verdade, era apenas paixão.
– Eu nunca te trai — ela gritou — Foi invenção dessa vadia.
– Não é invenção dela. — Damon dizia tudo calmamente — Eu fui atras para saber a verdade, eu conversei com algumas pessoas, ate mesmo homens com quem você dormiu. — ela ficou surpresa com isso
– Mesmo assim. Eu te amava, te trair foi um erro e eu nunca mais vou fazer isso.
– Não adianta. Eu não...
– Cala a boca. Não fale nada. Eu vou acabar com ela e essa criança e podemos ficar juntos, felizes para sempre.
Aos poucos eu fui percebendo que o ódio de Rebecah ia passando e vendo que nem tudo era por causa do ódio, ela estava louca, estava obcecada pelo o Damon. Rebecah estava precisando se tratar. E não foi só eu que percebi isso, todos que estavam ali perceberam.
Mas o que eu queria saber era como íamos tirar a arma da mão dela, sem que alguém se machucasse?! Varias coisas passava por minha cabeça, mas nada que ia adiantar, nem Damon estava conseguindo convence-la e quando eu achava que tudo estava perdido, vejo dois policiais entrando pela a casa, vindo ate onde estávamos, eles estavam entrando em silencio, iam pegar Rebecah de surpresa e para não denunciar nada, mudei o meu foco ate que os policias conseguiram imobiliza-la. Ele foram pra cima dela, desarmaram-a e a prenderam, levando-a para o carro. Meus pais e sogros acompanharam os policiais, eles iam explicar tudo, enquanto eu fiquei pensando em como os policias chegaram ali, ate que Meredith chega ao meu lado e fala.
– As vezes é bom namorar com policiais. — encarei ela e depois ela apontou para um policial que estava entrando pela a porta. Ele veio ate nós, sorrindo — Cecilia quero te apresentar Alaric, meu namorado.
– Prazer — estendi uma mão pra ele
– O prazer é meu
– E muito obrigada.
– Não tem que agradecer a mim e sim a minha namorada.
– Obrigada Meredith. — abracei-a — Mas como fez isso sem que ninguém percebesse?
– Eu estava atras de todos, Rebecah nem deve ter me visto. Eu simplesmente mandei uma mensagem pro Ric, resumidamente expliquei o que estava acontecendo e ele logo acionou a policia.
– Você me salvou duas vezes. Nem sei como agradecer.
– Não precisa. Eu me encantei muito com você. Passamos tanto tempo juntas, te ajudei quando mais precisou e saiba que eu faria tudo de novo. Você me lembra muito minha irmã.
Abracei Meredith mais uma vez, dessa vez eu estava emocionada e ate chorando. Agradeci ela mais algumas vezes, depois chamei Damon para conhecer Alaric, ou Ric, como ele disse que gostava de ser chamado. Depois eu tive que dar algumas declarações para a policia, explicar algumas coisas e por fim fiz um pedido:
– Rebecah não precisa de uma prisão, ela precisa de um psiquiatra. Precisa se tratar. Acho que um hospital psiquiatra ia ajuda-la.
– Nós vamos estudar tudo o que escutamos aqui hoje e ela vai fazer um exame e se for confirmado isso, ela irá para um hospital psiquiatra.
– Obrigada.
Depois que os policiais foram embora, não teve mais clima para continuar a festa, despedimos de todos e resolvemos ir embora. Elena ficou triste e chateada, mas garanti que essa não ia ser a ultima festa em familia, então ela desencanou. Com a ajuda de Stefan e Elena, levamos todos os presentes pro carro, lotando o porta-malas e os bancos da frente, despedimos dos dois e fomos para nossa casa. O caminho todo fizemos em silencio, não queríamos conversar sobre o ocorrido e nem tinham o por que conversar sobre aquilo, quando chegamos ao apartamento, ajudei Damon a colocar todos os presentes no elevador e depois peguei Hannah, Damon pegou suas coisas e subimos, já dentro de casa com todos os presentes na sala, segui pro quarto de Hannah com Damon me seguindo, paramos em sua porta e sorrindo para ela, falei:
– Bem-vinda ao lar.
Ela deu um sorrisinho e eu entrei com ela, troquei sua fralda e coloquei outra roupa para ela dormir, me sentei na poltrona e dei de mamar, sendo observada pelo o Damon, que não tirava o sorriso do rosto. Depois de coloca-la no berço e ligar a baba eletrônica, fomos pra sala, nos jogamos no sofá e começamos a ver os presentes.
Passamos boa parte da noite vendo os presentes, meus pais não iam dormir em casa e eles estavam ate pesando em alugar um apartamento, para deixar eu e Damon mais a vontade, perto das três horas da manha Hannah acordou chorando, levantei do sofá e fui dar de mama a ela novamente e quando ela voltou a dormir, fui pro quarto, onde Damon me esperava e onde eu tive uma noite maravilhosa de sono, com Damon me abraçando.
---------------------------------------------------------------
[N/A: Vou deixar o link de uma imagem que seria da filha da Cecilia e do Damon. Na minha mente a Hannah seria igual ao bebê da imagem! http://www.fotos.ntr.br/wp-content/uploads/2013/04/imagens-de-bebe.jpg]
Notas finais
É uma pena que esteja chegando ao final... Mas uma hora isso ia acontecer!!
Não esqueçam dos Reviews!! E se quiserem me presentear com recomendações.. eu ficaria muito feliz!
Ate o proximo capitulo!
Beijos
Fale com o autor